TRECHO:: Ana Maria Costa e José Antônio Sestelo: “A presidenta Dilma tem ouvido os empresários em vários momentos ao longo do último ano, mas nunca abre as portas àqueles que estudam o setor e são comprometidos com o direito universal à saúde. Ao contrário, são desqualificados nos debates com representantes do governo “
A saúde em tempos de dominação do capital financeiro
por Ana Maria Costa e José Antônio Sestelo, especial para o Viomundo
O Brasil rompe o ano de 2015 dando posse ao segundo mandato de Dilma. Em seu programa de governo para a área de saúde, omissões e silêncios já apontavam dúvidas sobre a intenção de defesa de um projeto mais comprometido com um modelo de desenvolvimento pautado nos direitos sociais e menos submetido aos interesses de acumulação privada do “mercado”.
As medidas e iniciativas governamentais acionadas nesse primeiro trimestre, embora não se possa dizer que são incoerentes com o programa de governo apresentado, frustram o Movimento Sanitário – que se engajou, na sua maioria, pela reeleição – e o coloca em posição crítica.
Para compreender de forma abrangente o que se passa é preciso lançar um olhar panorâmico sobre diversos temas conexos, ainda que sem o necessário aprofundamento em cada questão.
A primeira situação é quando o Governo sanciona a mudança da Lei 8.080, descumprindo
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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Ana Costa e Sestelo: A vaca tosse, vai para o brejo e pode atolar o SUS
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Informe ENSP: Controle de Estado brasileiro inibe participação na saúde
O "fordismo tardio brasileiro" impulsionado pelo governo Lula, a partir de 2005, promoveu a inclusão social pelo consumo, não pelo direito ou pela ação política, segundo o sociólogo Rudá Ricci. Em sua análise, esse modelo de estrutura estatal reduz os espaços de oposição - o que remete ao controle das mobilizações e resistências sociais, assim como das articulações sociais para ampliar direitos. Tal estratégia, de acordo com ele, que integrou a mesa Os movimentos sociais participam das políticas de saúde?, durante a semana comemorativa dos 59 anos da ENSP, na quarta-feira (4/9), pode justificar a resposta negativa ao tema proposto pelo evento. A atividade foi coordenada pelo pesquisador Eduardo Stotz e contou com o psicólogo e ativista social Carlos Basília.

Ao fazer uma leitura das discussões propostas ao longo da semana Sergio Arouca, o coordenador da mesa destacou o encontro de gerações promovido pelos que participaram do movimento da Reforma Sanitária com a nova geração que está nas ruas do país. Stotz apresentou um balanço autocrítico, no qual constatou que o Sistema Único de Saúde não está mais em construção. Tal diagnóstico, na opinião dele, aponta para os desafios do presente e para o vínculo que deve ser estabelecido com as lutas sociais em curso. "As duas gerações se encontram no mesmo pé diante dos impasses e desafios do sistema. Temos de reinventar caminhos para essa situação, sem, necessariamente, nos prendermos ao conhecimento acumulado."
As
recentes manifestações de junho de 2013 recriaram uma série de
condições para se refletir a respeito do papel dos movimentos sociais e
sua relação com a saúde, segundo Rudá Ricci. Mestre em ciências
políticas e doutor em ciências sociais, ele comparou as mobilizações do
século XX, caracterizadas pela predominância do coletivo e da
participação ativa em prol de uma causa ou organização política, com a
situação atual: reconhecida pela preservação da individualidade. “As
manifestações de junho foram pluriclassistas, não expressaram interesse
de classe. Foram lideradas por jovens de 25 a 30 anos, de classe média
tradicional, mas que contaminaram a população brasileira inteira”,
admitiu.A emergência do poder e da capacidade de expressão popular ganharam destaque na década de 1980. Houve uma espécie de “poder simbólico da população”, que, de acordo com o palestrante, não se traduziu em uma reforma de estado. “Havia o discurso de que queríamos uma revolução, mas não se discutia que estado novo era esse e qual seria o subproduto dessa revolução. E pagamos caro por isso nos anos 1990”, refletiu.
A experiência do SUS deve ser universal
Uma revolução importante nessa época, mas que se espelhou na estrutura do estado burocrático brasileiro, foi a Reforma Sanitária. Apesar de enaltecer a participação dos movimentos populares na criação do SUS, Ricci deixou claro o papel dos sanitaristas – “que não mobilizavam a massa” – na Reforma. “Nos anos 1980, tínhamos a condição de ir além na construção de um novo Estado, mas, por incapacidade de formulação, ou por estarmos embebidos numa lógica ativista, não demos o salto que necessitávamos. Alguns setores conseguiram isso, como foi caso do SUS. Não era hora de falar só da saúde. Era o momento de falarmos de um sistema único de educação, de sistema de assistência social, das estruturas de gestão pública e territorial, mas ficamos só na saúde. O problema é que a gente se espelhou na estrutura de estado burocrático brasileiro.”
E completou: “Estamos atrasados. Não há conversa com a educação ou com a assistência social. De fato, queremos radicalizar a experiência da saúde, mas não entendemos que devemos radicalizar é a democratização da gestão da política pública no Brasil. Não só da saúde! A experiência adquirida no movimento sanitário tem de ser, de fato, universal, não de uma área apenas. Mas não conseguimos ir muito além do nosso quadrado.”

O sociólogo disse que os jovens das manifestações de junho se revelaram o oposto da nova geração de gestores públicos, que se inspiram em práticas empresariais, não fazem política e não sabem negociar ou mediar conflitos. “Os jovens das manifestações de junho ignoram o campo institucional e rejeitam a política como profissão”. No entanto, o estrato da população que conseguiu a inclusão social pelo consumo é absolutamente conservador nos seus valores. “As lutas populares hoje são de elite. As pesquisas qualitativas dos últimos cinco anos revelam que são fundamentalistas, não gostam de sindicato e até na religião são utilitaristas. Já a parcela que subiu de renda tem um histórico familiar de pobreza e exclusão. Não possuem noção de direito. O direito é universal; o interesse é coletivo; e a necessidade é individual. Eles, no máximo, atingem a noção de interesse. Por que não tiveram a herança dos anos 1980? Porque o governo lulista abdicou de fazer um debate ideológico.”
Após essa constatação, Ricci afirmou que justificaria o porquê de os movimentos não discutirem o SUS. Antes disso, classificou o governo lulista como um estado fordista fora de hora. “Foi o único governo desde a redemocratização que gerou renda e melhoria no consumo, e isso justifica o voto”, disse. Para ele, o desenho do fordismo lulista mantém o Estado como financiador e orientador do capital e sustentação do mercado interno, introduz o financiamento de organizações populares e de representação de massas e reduz os espaços de oposição. “O Estado entra nos poros da população e engessa a nossa capacidade de pensar o todo”, finalizou.
O psicólogo e coordenador técnico da área de tecnologia social do Observatório TB Brasil, Carlos Basília, disse ter dúvidas sobre até quando as manifestações provocarão uma mudança no cenário político brasileiro. Para ele, no primeiro momento, houve um susto em relação ao movimento, mas já há uma acomodação.
Na
opinião de Carlos, que é componente do Fórum de Movimentos Sociais da
ENSP, vários elementos de indignação envolvendo corrupção de políticos, o
descaso com a população e a falta de ética dos governantes motivaram as
reações. “São vários os elementos de indignação. A sociedade civil não
se vê representada pelos seus governantes. A ética foi colocada abaixo.
Vivencio hoje a luta por fazer valer os princípios válidos na Reforma
Sanitária. Vivemos uma crise de participação.”Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB Brasil
Rio de Janeiro - RJ
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
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quinta-feira, 6 de junho de 2013
Alice no País das padilhas
Na tristeza de tudo que
acontece, precisei de um conto para me expressar... peço ajuda
para melhorar...
Quem sabe se minha
ilusão é real ou se na realidade tudo não passa
de um sonho ruim...
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ALICE NO PAÍS
DAS PADILHAS
Tive um sonho, motivado
pela história contada por meu finado pai, filósofo e
profeta falecido, onde um mundo real sofria distorções
a partir das atitudes de sua idealizadora – Alice – mas não
era um mundo de maravilhas, mas de padilhas.
Tudo começava
como num conto de fadas...
Era uma vez um país
das maravilhas, dentro dum lugar antes conhecido como Brasil... mas
agora nominado “País das padilhas”.
Para os iniciantes ou
ignorantes, vale lembrar algumas características deste mundo
lindo e improvável:
Tão forte era o
interesse de sua salvadora, Alice, em torná-lo perfeito e
moralmente ajustado, que a previsão era de que em pouco tempo
acabasse a pobreza, a exclusão, a violência e todos os
males impróprios a um país em crescimento e ascensão.
O país só
começou a melhorar após baixar-se uma orientação
onde ele passava a ser regido apenas por acordos da a “Rainha das
Copas de Futebol”, idealizadora maior deste novo país e
regente isolada do contato com seu povo, com o seu “Congresso de
Cartas Marcadas”, imaculado e pouco progressista, ou através
de atos da parceira Alice, sua Ministra, escudeira e provável
candidata futura ao trono.
Regida por Alice, a
saúde que deveria ser pública, e assegurada pela Rainha
deste país, deixou de ser uma prioridade há muitas
décadas, e agora por sua relevância diminuída a
1,7% do PIB, e como outros interesses das sombras já estão
em curso, precisará ser vendida ao capital exterior, em
acordos de venda de serviços muito conhecidos pela OMC e
orientados pelos “valetes” dos ministérios que lidam com o
dinheiro e planejamento deste país.
Desde os últimos
decretos deste reino, agora a saúde não mais é
um direito social a ser preservado e defendido pela Rainha, pois seus
fortes “Peões” – O Capitalismo Neoliberal, e a Economia
de Marcado – conseguiram mudar sua visão e buscar a inovação
futurista da privatização de tudo que é público.
Sabe-se que neste processo de venda progressiva praticada através
dos acordos bi e multilaterais que ocorrem nos eventos internacionais
onde a Rainha transita com outros reinos fantásticos,
fatalmente o Ministério que Alice coordena deverá mudar
de nome para algo como “Doença e Calamidade”, ou talvez
“Plano Nacional de Saúde Privado”.
Uma pena que neste
aspecto, mal sabe-se que em certas circunstâncias o Capitalismo
Neoliberal, e a Economia de Marcado transformam-se em horrendos
animais antropófagos e canibais, que não existe lei e
estado que dê conta de sua fome, depois que são banhados
pela luz da lua do dinheiro público. Afinal, quando se mostram
realmente, são criaturas insaciáveis e incontroláveis.
Neste país das
padilhas, os Direitos Humanos e a dignidade há muito tiveram
sua “cabeça cortada”. Para entender o porquê, é
preciso lembrar como se deixa de ser cidadão para virar
súdito.
As mulheres que antes
eram reais, desde a coroação da “Rainha das Copas de
Futebol”, e através de utopias criadas por Alice na saúde,
transformaram-se milagrosamente nas “mães ideais de
coração”. Como isto continua sendo um sonho, na
realidade todas foram transformadas em “’úteros ideais”
por uma criatura mágica chamada “Cegonha”. Este animal
mítico hoje dá a 100% das mulheres uma garantia de
serem apenas mães, pois o reino só se interessa por
súditos que votam na rainha. Neste inesperado acontecimento,
e agora com saúde totalmente garantida, até táxi
para irem aos nascedouros apareceram, independente de que, em certos
locais do reino só existem rios, ou se algumas mães mal
conseguem chegar a uma unidade de saúde nos nove meses de
gestação.
Neste reino, se uma
mulher quiser ter direito ao próprio corpo, e cometer o ato de
autonomia e emancipação do “abortus”, terá
fatalmente sua cabeça cortada pelos bispos bondosos da
moralidade. Afinal, seus corpos pertencem por direito aos homens há
milênios. Vale considerar que a rainha nunca deixaria isto
mudar, mesmo sendo fêmea, pois é fiel companheira e
subserviente de seu “Rei Maior”, o machismo, irmão mais
velho do “Bispo de todas as Igrejas” que ajuda a regrar
moralmente esta sociedade ideal.
Este temerário
“Bispo”, que tem tanto ou mais poder do que o próprio
Estado, pois afinal sua Igreja tem tantos seguidores/ eleitores e
acólitos, que o conceito de “Estado Laico” nunca foi algo
conhecido ou praticado. Suas intervenções junto a
Rainha e no Congresso é rígida e fundamentalista, e só
o que é moral e santo prospera, mas as custas dos direitos de
dignidade dos cidadãos excluídos de Padilha. Afinal,
aqui ainda reina uma sociedade de classes, e algumas sequer são
consideradas humanas.
Há pouco tempo,
uma comunidade de cartas da sociedade LGBT teve seu material de
enfrentamento do estigma nas escolas deturpado pelos bispos
moralistas para “kit gay”. Sua campanha por direitos civis num
estado laico foi derrubada por Alice, pois esta serve a interesses da
Rainha e do Bispo. Como a homossexualidade ainda é considerada
uma doença passível de cura por alguns bispos, pois
eles mesmos em sua maioria hoje não praticam mais estes
rituais pagãos, vetar a “mágica da dignidade” foi
uma solução sem direito a interlocução e
definitiva.
Agora esta semana, em
nova atitude radical e moralista, a classe das mais antigas
profissionais do reino também deixaram de ser cidadãs,
com novo atentado mágico de Alice manifestando sua opinião
pessoal, mesmo à frente de uma ministério que deveria
ser institucional. As nossas famosas “Damas de Ouro”, eternas
divas que dão tranqüilidade a este reino trazendo
felicidade aos guerreiros de todos os tipos, agora passaram a ser
consideradas vilãs. Neste ataque a sua responsabilidade de
cortesãs, com um papel de relevância social e mesmo
tendo hoje em dia direitos trabalhistas garantidos, estão
sendo banidas do “estado de direito” deste reino, com novo veto a
uma campanha de combate ao estigma. Como no palácio da Alice
original, é melhor se usar “máscaras” do que
promover direitos, e fingir que as comunidades LGBT e Prostitutas não
são gente e cidadãos.
Desde alguns anos, uma
outra guerra muito séria teve seus recursos atacados e está
sendo desfinanciada e desmantelada. Com o advento de uma moléstia
grave como a Aids assolando já todos os pontos do reino, e
após décadas de luta e construção de uma
referência inclusive internacional, agora no reino da Rainha e
de Alice o interesse financeiro fala mais alto e se quer a verba
desta guerra em outras áreas. Muitos guerreiros de ONG’s e
Movimentos sociais que defendiam este país e procuravam o bem
de seus cidadãos não conseguem mais lutar nesta guerra
onde só quem é grande e está na estrutura do
reino pode mandar.
E como nesta guerra as
comunidades dos guerreiros LGBT e prostitutas também estão
inseridos, quem sabe não seja por isto que Alice não
considera mais importante despender esforços? Mas depois que
tanto estes guerreiros indefesos e mesmo a população em
geral do reino acaba vitimada pela moléstia, como faremos para
defender o reino, se pode se transformar em pouco tempo na África,
continente distante e quase dizimado?
Peões do
ministério de Alice vinham criticando um antigo encantamento
chamado Portaria 2.313, que dava recursos só para esta guerra.
Agora os místicos do palácio não só
querem acabar com este decreto, como também tentam desmantelar
seu gabinete, quase sem poder, dentro do ministério de Alice –
o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais.
Seus generais e
soldados não conseguem mais ter forças para lutar
contra os desmandos e interferências dos Bispos... Não
conseguem mais agregar forças e seguir mobilizando o reino
nesta luta... e Quando agora mais uma vez tentaram defender os
interesses dos parceiros LGBT e Prostitutas, foram desqualificados na
sua luta. Muitos estão saindo de cena e o cenário desta
desgraça profetizada só piora.
Perdemos pessoas boas,
capazes, comprometidas... E já tem gente do Bispo querendo
nomear asseclas para comandar com mão de ferro a guerra, só
para entregar nossas riquezas e conquistas.
____________________________________________________
Como tudo isto,
mascarado de ilusão e ficção acontece na
realidade, e a história ainda não acabou, mais uma
noite acordo e rezo para que o pesadelo não piore ainda mais e
nos atinja a todos como uma bomba.
E rezo por meu pai, não
para negar a herança de profetização que me
designou, mas para me orientar nesta terra onde os bons e justos não
são mais reconhecidos ou podem exercer com dignidade sua luta,
pois como no mundo de Alice das padilhas tudo está virado de
cabeça para baixo e ruindo.
MOISES TONIOLO<<<
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Terceirização da Saúde: Dinheiro (público) pelo ralo
O editorial de 30/04, da Folha Dirigida, expõe o erro da prefeitura ao insistir na terceirização da Saúde.
A inspeção do TCM, solicitada pelo nosso mandato, comprova que, além de mais caro, o modelo adotado é ineficiente.


Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculo - STOP TB Brasil
Rio de Janeiro - RJ
http://vimeo.com/53624508
domingo, 14 de abril de 2013
CREMERJ denuncia abandono da Saúde no Município do Rio

Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculo - STOP TB Brasil
Rio de Janeiro - RJ
http://vimeo.com/53624508
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
O Desmonte da Saúde: por Paulo Pinheiro


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de
Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br
DEVER - QUERER - PODER
Tem coisas que DEVO, mas NÃO
QUERO
Tem coisas que QUERO, mas NÃO POSSO
Tem coisas que POSSO, mas NÃO DEVO
A escolha correta é, portanto, fruto de decisões
conscientes e éticas.
http://vimeo.com/53624508 |
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Médico que faltou plantão de Natal é indiciado por omissão de socorro
Rio de Janeiro - RJ
Esse médico (que não é o único) já não trabalhava a muito tempo e mantinha a matrícula para fins de aposentadorie etc... e nada disso mudou a nota técnica do CREMERJ que, em que pese estar justa na medida que cobra do Prefeito a responsabilidade pelo caos instalado, num arroubo de corporativismo, se multiplica em elogiaos à esse medico, como se fosse, assim como a menina, mais uma "vítima do sistema".
Agora como devemos proceder nesse caso?
Denuncia ao MP?
Saibam que o hospital foi fechado por Irregularidades...
Soube de fontes que consultou Moviemento social...
Como Não vejo passeata ou noticia em Jornal?
São coisas assim que me dão desânimo e desalento>>>....
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Representações sociais de profissionais de saúde sobre transexualidade #UNB
Representações sociais de profissionais de saúde sobre transexualidade Publicação em 18/07/12 UNB Universidade de Brasília
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