Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Apenas um terço da população mundial com HIV tem acesso a tratamento 29 de setembro de 2010 Efe
segunda-feira, 8 de março de 2010
Brasileiras são vítimas de doenças que atingiam mais os homens
Brasileiras são vítimas de doenças que atingiam mais os homens
Enviado por Graça Adjuto, seg, 08/03/2010 - 06:44Carolina Pimentel
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Nas últimas décadas, a brasileira tornou-se vítima de doenças que, antes, atingiam principalmente os homens, entre elas as cardiovasculares. De acordo com o último levantamento do Ministério da Saúde, em 2006, de cada 100 mulheres, 36 morreram vítimas de problemas no sistema circulatório.
A disputa por uma vaga no mercado de trabalho, o sedentarismo, o fumo e o consumo de álcool são os principais motivos que colocaram a mulher no alvo dos problemas circulatórios e do coração. “Caiu essa ideia de que quem morre do coração é homem. As mulheres estão sofrendo agravos cardiovasculares”, disse o diretor do Departamento de Ações Programáticas e Estratégias em Saúde do ministério, José Luiz Telles.
O Programa das Nações Unidas para HIV e Aids (Unaids) anunciou que a doença é a que mais mata mulheres em idade reprodutiva no mundo, sendo que 70% dos casos estão relacionados com a violência doméstica e sexual. No Brasil, a década de 2000 é marcada pelo fenômeno da feminização da doença, o que significou o aumento de casos entre mulheres em todas as faixas etárias.
Em 1986, para cada 15 casos de aids em homens existia um em mulheres. A partir de 2002, esse número alterou-se para 15 casos em homens para cada dez na população feminina. De 13 a 19 anos, o número de casos de aids é maior entre as jovens – sendo oito casos em garotos para cada dez em meninas.
O câncer de mama e de colo uterino, no entanto, continuam no ranking das principais causas de óbito entre as brasileiras, principalmente na faixa etária de 40 a 69 anos. Em 2007, foram mais de 11 mil mortes por câncer de mama, conforme o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Para este ano, o instituto estima 49.400 novos casos. O diagnóstico tardio é o que mais contribui para o grande número de mortes.
O ministério informa que existem mais de 3.800 mamógrafos (aparelho usado no exame das mamas) na rede pública e privada do país. Em 2008, 2, 68 milhões de mulheres fizeram a mamografia pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em contrapartida a 2 milhões em 2003.
Mas para a professora Carla Araújo, da Escola de Enfermagem Anna Nery, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a brasileira tem dificuldade no acesso aos exames preventivos. “Em geral, ela precisa estar com algum sintoma para conseguir o exame. Isso não é preventivo”, disse a docente.
O diretor José Luiz Telles reconhece que o atendimento precisa melhorar. “As mulheres não têm recorrido a tempo ou o serviço de saúde não está disponível naquele momento para que ela faça o preventivo”, afirmou.
Para ativistas, plano de enfrentamento das DST e aids em mulheres não teve integração e orçamentoD
Para ativistas, plano de enfrentamento das DST e aids em mulheres não teve integração e orçamento
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Para ativistas, plano de enfrentamento das #DST e #Aids em mulheres não teve integração e orçamento http://bit.ly/9JvQGp 24 minutes ago via Echofon
From: Twitter
hivBR
08/03/2010 - 9h20Jenice Pizão, integrante do movimento das Cidadãs Posithivas, fez as mesmas críticas. “Não tem orçamento, isso é o grande nó. Além disso, na última enquete rápida das cidadãs, nos 27 estados, cerca oito participaram das discussões sobre a epidemia entre mulheres. Mesmo assim, elas tiveram dificuldades para contribuir. Os gestores locais não foram sensibilizados”, contou.
A ativista também foi questionada que nota atribuiria à execução do plano em andamento desde 2007. “É três. As parcerias deveriam acontecer. Não sei se isso é falta de verbas ou se os gestores não percebem a gravidade da aids”, comentou. Na opinião dela, um dos motivos é falta de capacidade técnica. “Em questões locais, os gestores de aids, principalmente os municipais e alguns estaduais, são políticos e não têm capacidade técnica. Esse é um dos grandes problemas quando se pensa em descentralização de políticas públicas, por isso minha nota é baixa.”
Já a militante Jussara Portugal, ativista da ICW Latina (Comunidade Internacional de Mulheres) no capítulo brasileiro, elogiou o plano. “Tivemos diversas ações no ano passado, principalmente as reuniões macro-regionais como implantação de política pública. O plano está dentro das metas de políticas públicas de mulheres e contempla o que nós queremos enquanto mulheres”, disse.
No entanto, segundo ela, falta divulgação para as pecientes sobre a existência do documento. “Nós precisamos nos capacitar mais para ampliar o conhecimento desse plano na ponta para fazer um controle social maior.”
A única ressalva feita pela ativista é que as ações do plano focalizam bastante as mulheres em trabalho de parto. “Temos que ter políticas de saúde integral, independente das mulheres serem gestantes”, finalizou.
Rodrigo Vasconcellos
sexta-feira, 5 de março de 2010
Campanha de combate à AIDS(Dia internacional das mulheres)
Campanha de combate à AIDS
JORNAL DE BRASÍLIA
05/MARÇO/2050
O Dia Internacional da Mulher, 8 de março, será lembrado pela Gerência de Doenças Sexualmente Transmissíveis/AIDS e Hepatites Virais com ações que visam alertar para o avanço dessas doenças entre as mulheres. O alerta é importante porque nas últimas duas décadas houve um aumento proporcionalmente maior do número de casos de AIDS na população feminina. Com isso, a proporção de incidência, que era de uma mulher infectada para grupo de oito homens, subiu para uma mulher contaminada para cada dois homens.
Na programação, consta uma mobilização na Rodoviária do Plano Piloto, dia 8, segunda-feira, envolvendo técnicos da Secretaria de Saúde do DF e membros da sociedade civil organizada (Movimento Nacional das Cidadãs Positivas - DF, Rebrard, Fórum de Mulheres Negras e outros). Nesse dia, serão distribuídos PRESERVATIVOS masculinos e femininos nos períodos da manhã e tarde. Além disto, técnicos estarão disponíveis para orientar e fazer aconselhamento e testagem para HIV, SÍFILIS e hepatites B e C no CTA - Centro de Testagem e Aconselhamento.
A partir de terça-feira (9), até o mês de abril, técnicos da Gerência de DST/AIDS/HV visitarão todas as regionais de saúde da SES-DF a fim de discutir as diretrizes para redução da transmissão vertical do HIV e SÍFILIS no DF, publicadas na Portaria 37/08 SES-DF. Os encontros servirão ainda para avaliação da atuação dos co-mitês regionais de controle da SÍFILIS congênita instituídos pela Portaria 33/2005 SES-DF.
Nos dias 10 e 12 de março, em conjunto com a Gerência de Saúde do Sistema Prisional, técnicos da Gerência realizarão oficinas de resgate da autoestima e sexo seguro entre as mulheres da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, no Gama. Também serão feitos exames preventivos de material cérvico-uterino, realizados por profissionais da SES-DF.
No dia 11, profissionais da equipe da Gerência de DST/AIDS/HV realizarão uma oficina para trabalho da autoestima entre mulheres que vivem e convivem com HIV/AIDS, em parceria com o grupo do DF do Movimento Nacional de Cidadãs Postithivas.