Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Falta de Medicamento/Rio. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 26 de agosto de 2014

28/AGO Escola do Legislativo #Audiência #Tuberculose #CEDUS








28 AGO Escola do Legislativo Audiência Tuberculose
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Divulgação e convite
Audiência Pública - Tuberculose no Estado do Rio de Janeiro
Escola do Legislativo Rio (ELERJ)
Rua da Alfândega, 08 - Centro - Rio de Janeiro
(esquina com 1º de março)
Dia 28 de agosto às 10h
Realização:
Frente Parlamentar Estadual de Combate à Tuberculose e Aids RJ

Na ocasião, algumas Instituições afiliadas ao Fórum ONGs Tuberculose RJ serão homenageadas pela Frente Parlamentar de Tuberculose e Aids da ALERJ pela sua atuação no desenvolvimento de ações para o enfrentamento da tuberculose.

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CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROBLEMA
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TUBERCULOSE TOMA CONTA DO RIO DE JANEIRO

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiJabGZqWjfPgXCeIZkbyLVd7AgZCAIN7-QmlZ5LwY92CueEQNMWD1DdWhk0zcpndrkYNT4bSRF7JuvUO0Pb339042oGteL8J2ihIrJk6RgKCY_RdU7uGST2lzPpvB3X0qdNjc7IVyxu7s/s1600/alexandre_chieppe.jpg
 
RIO DE JANEIRO É O ESTADO COM MAIORES CASOS DE TUBERCULOSE NO BRASIL
Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil
 
Rio de Janeiro - O Rio de Janeiro é o estado com maior incidência de tuberculose, doença causada por uma bactéria (bacilo de Koch), que atinge em grande parte a faixa etária entre 20 a 29 anos. De acordo com dados preliminares da Secretaria de Estado de Saúde, em 2012, foram registrados 14.039 casos da doença no estado, que representam cerca de 15% do total do país. Mais da metade (52,94%) foram na capital fluminense, onde 7.433 pessoas contraíram tuberculose. A região metropolitana 1, que inclui também 11 municípios da Baixada Fluminense foi a que anotou mais números de casos (10.964) representando 78,09% do total do estado.
 
O superintendente de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da secretaria, Alexandre Chieppe, explicou que a tuberculose é uma doença muito relacionada à alta densidade populacional e afeta grandes centros urbanos do país. Ele disse que o Rio de Janeiro é um estado que tem adensamento populacional na região metropolitana, com uma grande quantidade de pessoas morando em pequeno espaço. “Isso facilita muito a ocorrência de doenças respiratórias, entre elas a tuberculose, um grande desafio de saúde pública. Aqui, na cidade do Rio de Janeiro, é onde temos a maior incidência no estado. Este é um desafio que tem que ser enfrentado agora e é urgente, tendo em vista estes números alarmantes”, ressaltou.
 
Embora os números sejam preocupantes, o superintendente acrescentou que a incidência da doença vem apresentando queda significativa nos últimos dez anos. Apesar disso, é preciso acelerar a redução da tuberculose no estado. “A incidência de tuberculose vem caindo, a mortalidade também, mas entendemos ser preciso um esforço conjunto: unir secretarias como a de habitação, unir outros setores da máquina pública, chamar a sociedade para um debate. É preciso aumentar a velocidade das quedas desses indicadores. Há muita gente ainda contraindo tuberculose, o número de óbitos ainda é elevado. É preciso um esforço adicional neste momento”, alertou.
 
Para o superintendente, o preconceito é uma grande barreira no tratamento da doença. Ele explicou que ainda há desinformação sobre o diagnóstico e muita gente não entende que a tuberculose tem cura, desde que o tratamento seja feito até o fim. “As pessoas ainda acham que a tuberculose não existe mais ou que existe para poucas pessoas, o que não é verdade. E também existe preconceito com relação às pessoas que já tiveram tuberculose. Há desconhecimento das formas de transmissão. A pessoa depois que inicia o tratamento, também para de transmitir a doença. É importantíssimo combater o estigma da doença com informação. Este é um grande desafio. Outro desafio é que a tuberculose ainda afeta populações socialmente vulneráveis, o que faz com que a adesão ao tratamento seja complicada. Várias frentes precisam ser enfrentadas para que tenhamos a doença sob controle”, analisou.
 
Chieppe destacou que às vezes é difícil diagnosticar a doença porque ela tem sintomas parecidos com resfriados ou com pneumonia, mas ele chamou a atenção para um fato que pode, imediatamente, identificar a tuberculose: a tosse prolongada. “A tuberculose é uma doença que costuma apresentar sintomas muito específicos como febre baixa, geralmente, ao final do dia, mas a tosse persistente, que dura mais de 30 dias, é o principal alerta de sinal. Além disso, o cansaço que não é possível explicar por outras causas e emagrecimento sem causa aparente. Isso pode fazer a pessoa suspeitar de tuberculose", esclareceu.

O superintendente recomendou que ao suspeitar de sinais da doença a pessoa deve procurar qualquer serviço de saúde básico próximo à residência. “O tratamento e diagnóstico de tuberculose está descentralizado nas unidades de Saúde e não é preciso nem um hospital especializado para que seja feito o diagnóstico e o tratamento. Qualquer pessoa com tosse por mais de 30 dias deve procurar um serviço de saúde”, recomendou.

forumongstbrj@yahoo.com.br
 

 


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
CNPJ: 74055906 / 0001-40
Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00
Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000
Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB
Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ
Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ
 Brasil
- Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 99429-4550

Exames que detectam tuberculose estão suspensos por falta de material

Quem está com os sintomas vai ter que esperar até junho de 2015.
O Ministério da Saúde informou que a falta do exame é mundial.

“É um exame essencial, principalmente para o monitoramento de pessoas que convivem com uma pessoa que já teve a tuberculose, como crianças que os pais já tiveram a doença. Então esse exame serve como um rastreamento para saber se aquelas pessoas estão infectadas ou não. Ele não é uma vacina, mas é um norteador de infecção, e também um norteador para identificar aquelas pessoas que precisam fazer um controle com drogas”, todos os indivíduos infectados pelo HIV devem ser submetidos à prova tuberculínica PPD repetido anualmente. Falou o pneumologista Antônio de Deus.
 
GRATA,

MARIA DO SOCORRO DE LISBOA



sexta-feira, 1 de novembro de 2013

GPV #denuncia #falta de #Medicamento #AIDS #Fiocruz @betoVolpe

http://twitcasting.tv/f:100001786963333/movie/23782034


  A aitivista Mara Moreira, alem de conviver com os dramas dos soropositvos, agora relata no link ou video abaixo, suas observaçõesquanto ao atendimento dado aos soropositivos na FIOCRUZ.
  E aproveita para comentar as ações que estão em andamento no Grupo Pela Vidda Rio de Janeiro..

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

@CarlosSennaJr RT GPV #denuncia #falta de #Medicamento #AIDS #Fiocruz



http://twitcasting.tv/f:100001786963333/movie/23782034





  A aitivista Mara Moreira, alem de conviver com os dramas dos soropositvos, agora relata no link ou video abaixo, suas observaçõesquanto ao atendimento dado aos soropositivos na FIOCRUZ.

  E aproveita para comentar as ações que estão em andamento no Grupo Pela Vidda Rio de Janeiro..







terça-feira, 30 de agosto de 2011

Problemas de Abastecimento - Tenofovir



Prezado(a)s,
 
Ontem tivemos a reunião da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose do Estado do Rio de Janeiro que teve como ponto de pauta a logística de medicamentos ARVs.  Esta reunião contou com a participação de Rogério Scapinni, representante do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, que informou que o laboratório Funed está lento na produção do Tenofovir genérico encomendado pelo Departamento de Aids/MS, a Funed ainda não entregou o total da cota prevista do Tenofovir encomendado e o Departamento de Aids está aguardando autorização da Anvisa para o laboratório Lafepe começar a produzir o Tenofovir.  O estoque do Tenofovir está baixo, mas não está zerado em nenhum ponto do país.  Pode ocorrer que em algumas UDMs (farmácia) falte o medicamento por problemas de logística local.
 
Caso ocorra falta de Tenofovir em alguma UMD (farmácia) no Estado ou Município do Rio de Janeiro a respectiva gerência deve ser contactada imediamente para solução do problema.
 
Farmácias no município do Rio de Janeiro são de responsabilidade da Gerência de Aids da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, não importando se a unidade é municipal, estadual ou federal, nos demais municípios do estado do Rio de Janeiro a responsabilidade é da gerência de Aids da Secretaria Estadual de Saúde.
 
Contatos:
Gerência de Aids do Município do Rio de Janeiro
Gerente: Sra.: Lilian lauria - Logísitica: Sr.: Sérgio Aquino
Telefone: (21) 3971-1664
E-mail: lilian.lauria@smsdc.rio.rj.gov.br
 
Gerência de Aids da Secretaria Estadual de Saúde
Gerente: Sra.: Denise Pires - Logística: Sra.: Mariane de Andrade
Telefone: 2333-3793 / 2333-3843 / 2332-8270-1-2
E-mail: denise.pires@saude.rj.gov.br e mariane.andrade@saude.rj.gov.br
 
Solidariamente,
 
Willian Amaral
RNP+ Núcleo Rio de Janeiro
Fórum de ONGs AIDS do Rio de Janeiro

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Falta de medicamento e Exames de Carga Viral:

 Todos sabem que hoje faz uma semana exatamente que estive no programa da Cidinha na Band, para denunciar falta de medicamentos para soro positivos ,como o que continua acontecendo no Posto Clementino Fraga Filho. este mês foi Lamivudina.
  Também disse não ser contra a troca de tecnologia para detecção de carga viral, pois a nova tecnologia que querem implantar no pais posibilitará reduzir a janela imunológica para o vírus da Hepatite de meses para dias.
    Sou Contra o prazo estimado para troca de equipamentos treinamento e sebustituição de todos os equipamentos, que foi determinado em 3 (três) meses.
    e me deparo hoje com mais denuncia de falta de medicamento conforme vou confirmar a vocês pelos email que recebi:
Falta de Medicamentos Antiretrovirais no Mês de Agosto de 2011

23/08/2011: Falta de Tenofovir no Hospital da Posse, em Nova Iguaçú.
22/08/2011: Falta de Tenofovir na Policlínica Lincoln de Freitas, em Campo Grande.
11/08/2011: Falta de Atazanavir, em Duque de Caxias.
04/08/2011: Falta de Tenofovir no Posto do Catete.

Onde Está o Melhor Programa de Aids do Mundo?

No Rio de Janeiro não Está!

Prezados,

Em especial ao William do Fórum ONG AIDS - RJ.

Parceiros e amigos de ativismo.
Na luta em busca do TENOFOVIR.
Dia 22 de agosto de 2011.
Após inúmeros informes de falta de medicamentos ARVs publicados por mim nas Redes Sociais, me vejo hoje dia 22 de agosto na pele daqueles que ficaram sem parte da medicação. Eu, em particular, do TENOFOVIR - TDF 300mg quando fui retirar na Farmácia da Policlínica Lincoln de Freitas em Santa Cruz - Zona Oeste do RJ.
Foi lastimável ficar sabendo que o Tenofovir estava em falta e que somente estaria disponível na quarta-feira dia 24 de agosto.
Como fica a falha terapêutica nestas condições? Fiz a denúncia na Ouvidoria do Município em nome do Grupo Água Viva e estou aguardando o retorno.
Não tive outra escolha, ter que retornar pra casa com o meu Lamivudina - 3TC e o Lopinavir + ritonavir - LPV/r (Kaletra) e tentar não fazer a falha terapêutica por falta do Tenofovir.
Me foi solicitado para que aguardasse até Quarta-feira dia 24 que TALVEZ eu esteja recebendo o restante da medicação. (Bastava eu ficar ligando para a farmácia 21 3395-1190). SIMPLES. Enquanto isso a falha terapêutica vai não sei pra onde ....
A desculpa é de que a fabricação do remédio Tenofovir não está mais sendo fabricado pelo laboratório contratado pelo Ministério da Saúde e por isso está demorando o envio por parte do outro fabricante. Estranho esta desculpa.
Fiquei aguardando resposta pra ver se havia outros pacientes com a mesma falta do Tenofovir e até o fim da tarde, três pacientes tiveram que retornar pra casa sem o mesmo.
Logo que cheguei em casa Registrei a situação junto a Ouvidoria Municipal de Saúde e estou aguardando a resposta antes de tomar qualquer medida precipitada em favor dos demais portadores que estão passando por esta situação. Estou vendo minha situação como usuário do serviço e mediante a resposta estarei atuando como Instituição representativa da pessoa portadora do vírus da AIDS.
Apesar de ser Conselheiro Distrital de Saúde em momento algum usei desta condição por questão de ética.
Passo seguinte: Enviei Sugestão de Matéria ao Jornal Nacional. 
“Sou portador do vírus da AIDS e Diretor de uma ONG AIDS na Zona Oeste do Rio de Janeiro e sempre recebo denúncias sobre a falta de medicamentos ARV's e nesta segunda-feira dia 22 senti na pele esta deficiência da logística farmacêutica em minha unidade de atendimento, quando fui retirar a minha dose mensal de medicamento para o tratamento da AIDS. Fui informado pela farmacêutica de que o Tenofovir-TDF 300mg estava em falta e que só teria provavelmente na próxima quarta-feira dia 24 e assim me liberaram apenas o Lopinavir+Ritonavir 200mg/50mg-LPV/r e o Lamivudina-3TC 150mg. A desculpa é de que o MS estava com dificuldade com o fabricante do Tenofovir e por isso a falta estava ocorrendo em todo o município. Como vai ficar a minha falha terapêutica sem esta medicação. Isto vem ocorrendo desde a última quinta-feira na Unidade de Saúde Lincoln de Freitas Filho em Santa Cruz - Rio de Janeiro. Creio que já está na hora do Jornal Nacional buscar outras denúncias destas pelo Brasil visto que outros medicamentos Anti-Retrovirais - ARV's também estão faltando ou sendo distribuidos em formas fracionárias. Já fiz minha denúncia junto à Ouvidoria do Município, Ministério da Saúde e Fóruns de Defesas das pessoas portadoras do vírus da Aids, visto que também somos uma instituição de defesa destes direitos.
Fica como sugestão de matéria”.

Dia 23 de Agosto de 2011.

É estranho como o nosso organismo pede a nossa medicação em horário certo e cronometrado.
Ao ingerir o Kaletra e o Lamivudina hoje de manhã foi estranho não ter o Tenofovir em mãos e olha que os sintomas foram bem diferentes dos habituais horas depois, é como se estivesse faltando algo para a continuidade de meu dia.
Inconformado liguei pra farmácia da Policlínica do Lincoln de Freitas e infelizmente recebi a seguinte recomendação: “Liga no fim de semana que até agora não temos uma resposta favorável e a quantidade recebida é mínima e que não dará para atender todos os pacientes em pendência”.
A ouvidoriaon line. No meio do diálogo vem um assunto sobre DENGUE. Sinceramente não sei mais o que fazer.
Sempre soube que um dia sem a medicação correta era o suficiente para a alteração da imunidade e já estou indo para o terceiro dia e com a previsão para mais 05 dias. Como vai ficar a minha Carga Viral e CD4? Sem o Tenofovir?
Nunca nestes 19 anos de AIDS abandonei meu tratamento. Posso ter deixado de cumprir os horários mais a Adesão Medicamentosa NUNCA.
Espero em DEUS continuar meu tratamento adequadamente.
Fica aqui meus PROTESTOS contra a Referência do MELHOR TRATRAMENTO da AIDS NO MUNDO.
Atenciosamente,
Luiz Carlos Bessa do Sacramento
Portador do Vírus da AIDS (1992/2011)

Atenciosamente,

Luiz Bessa
Administração Financeira
Sustentabilidade Social
CNPJ: 00.713.514/0001-94
RUA BURITIZAL, QUADRA 01 – LOTE 01 – CASA 01 – BALNEÁRIO GLOBO – SEPETIBA – RIO DE JANEIRO – RJ. – CEP: 23.545-100
TELEFAX: (21) 3317-2872 / 9806-1624 / 7694-4031
E-mail: grupoaguaviva@grupoaguaviva.org.br
E-mail Opcional: grupoaguavivasepetiba@yahoo.com.br
Obs.:
"Proteja o endereço de seus amigos como estou protegendo o seu. Ao enviar mensagens use SEMPRE 'Cco' (cópia oculta) ou 'Bc' (blind copy). Assim TODOS os endereços estarão preservados.  E, claro, antes de encaminhar um e-mail, delete todas as informações que apareçam no corpo do e-mail e que possam ser usadas por hackers, spammers, etc..."






 

terça-feira, 3 de maio de 2011

Em caso de falta de medicamento:

Atenção Pessoal que está sofrendo de falta de remédios!
 Hoje a Cidinha Campos entrevistou Carlos Varaldo do Grupo Otimismo,
Que deu uma nova Dica para nós!
 Ele disse que quando nós formos ao posto ou a farmácia pegar a
medicação e que dizem que está em falta, pedir o nome do atendente, e
registrar em uma delegacia próxima  uma queixa contra essa
pessoa que disse faltar remédio, alegando omissão de socorro e
tentativa de homicídio. Citando o Artigo 132 como base da denuncia.
 Essa atitude está dando mais resultados que a antiga, que eu disse
para vocês que era registrar queixa na delegacia de crimes contra a
saúde.
 Desde já agradeço  a produtora do programa Cidinha Livre Cláudia, que respondeu ao meu contato para confirmação de dados os quais reproduzo aqui.

Nilo Geronimo Borgna
Http://ativismocontraaidstb.blogspot.com


 Boa tarde, Nilo e toda lista!
Tenho dúvidas se essa nova dica é uma dica boa.
Penso que seja precipitada e falte fidedignidade nessa acusação. Culpar o farmacêutico, ou o atendente da farmácia e mais que isso acusá-lo de omissão de socorro ou tentativa de homicídio, me parece ser uma atitude bastante equivocada e irresponsável. Não é dessa maneira que temos que lutar pelos nossos direitos, essas pessoas não são as responsáveis pela falta de medicação. Precisamos rever essas questões e discutir mais sobre isso, pra que nossas reações aos acontecimentos não sejam piores que os acontecimentos...(Fernanda)










Fernanda e demais companheiros/as:
 
SALVO MELHOR JUIZO,  precisamos rever nossa forma de atuação no ativismo. Não tenho dúvida nenhuma que o funcionário enquanto investido de seu cargo público tem sim sua co-responsabilidades quanto ao abastecimento na ponta. Se ele deixa de comunicar no SICLOM (Sistema de Logística e Medicamento do SUS), por exemplo, não se compra e nem se deixa em estoque o que realmente vai precisar na demanda na quele lugar. Tudo é controlado (ou deveria ser.. a compra só é feita de acordo com as necessidades apontadas no Sistema). O sistema para ser "redondo" é preciso que todos os seus agentes publicos e contratados pelo setor público preencham e façam a sua parte adequadamente.
 
Uma coisa é certa: se todos fizeram e registrarem suas ações/obrigações profissionais  (desde da ponta até a aquisição no MS e/ou nas Secretarias de Saúde) saberemos onde efetivamente estará "estrangulando" o processo de termos nas farmárcias os medicamentos necessários.
 
Relembro que investido no seu cargo público, naquele momento da sua atividade pública,  ele é governo (parte deste) e como tal deve sim representar este na sua função.
 
Somente com ações de proporções mais alarmantes poderemos nos fazer ouvir. No passado instigar e falar do governo na mídia os (governantes) deixava realmente incomodados, mas hoje já não tem a repercussão dos anos passados... temos muitos órgãos para reclamar e efetivamente poucos resultados são notados.
 
Ofícios, Cartas, etc.. têm sido enviadas pelos Fóruns por alguns poucos Conselhos atuantes (onde o controle social não é cooptado) aos dirigentes governamentais, legislativos e judiciários. Por cima não estamos tendo resultados.
 
Precisamos ter mais impacto nas nossas ações. Quem sabe mexendo com a estrutura POR BAIXO. Tenhamos mais sucesso??? Quando se fala em resoponsabilizar o empregado não é a PESSOA do empregado e sim a FUNÇÃO PÚBLICA que ele está exercendo. Talvez mudando a tática tenhamos mais resultados... pois respostas concretas até o momento, não foram satisfatórias.
 
Na real, se ficarmos de braços cruzados sem ações efetivas de nossa força como COLETIVO ficaremos e entraremos na ciranda do pedir e não levar e ficar por isto mesmo... até que morram mais e mais pessoas e as TVs, Rádios, Revistas, etc... se dêem conta novamente que esta pauta vale a pena ser trazida para discussão junto à população.
 
Será que só conseguimos resultados concretos somente com a DESGRAÇA HUMANA efetivamente acontecendo? Será que não conseguimos trabalhar de forma preventiva aos fatos em nosso país? Precisamos ativar nossas leis (tem lei que pega e que não pega), criatividades, ações e espírito concreto de solidariedade e amor ao humano, salvo melhor juízo.
 
Quem sabe assim nos ouvem defnitiva e novamente e percebam que não se brinca com vidas... o direito está escrito na Constituição Federal: art. 196 "a saúde é direito de todos e OBRIGAÇÃO/DEVER do Estado..." (governo = dirigentes e funcionários públicos empossados nos seus devidos cargos e aqueles por eles contratados). Quem sabe com um bom nº de BOs conseguimos conquistar os resultados que tanto ansiamos = INEXISTÊNCIA DE LACUNAS NAS GRADES DE MEDICAMENTOS NAS PRATELEIRAS DAS FARMÁCIAS PÚBLICAS.
 
SDS, Regina Bueno.
 
em tempo: se desacatamos um funcionário público no seu trabalho por mal atendimento temos também contra nós o art. compilado no Código Penal de Desacato a funcionário Público. Lembra?? A via é só de uma mão?? Acho que não. O respeito tem que se recíproco e obrigações também.
 

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Éntão é esse o melhor programa nacional de aids? E a farra da falta de antirretovirais continua....? Hoje antes de falar com minha doutora a respe

Éntão é esse o melhor programa nacional de aids?

E a farra da falta de antirretovirais continua....?


Hoje antes de falar com minha doutora

a respeito de troca ou não da medicação, liguei para o ouvidoria do SUS tel 0800611997(recomendo a todos que estiverem lendo, façam o mesmo, deixei relato pormenorizado),que os leitores já sabem, os que não sabem consultem:

E a farra dos atirreterovirais continua...”


De acordo com a tendendente esse NOTA TECNICA autorizando a troca dos antirretroviraisem caso de falta, é nula de direito por que os Médicos respodem por uma conduta diferente. Que o programa Nacional tem uma norma que é clara os micos só podem mudar medicação se comprovar com exame cd4,cd8 e Genotipagem alterados,fora essa Norma O ESTADO, MUNICIPIO,uniâo SAÕ PASSÍVEIs DE PROCESSO INCLUINDO O mÉDICO QUE DEVERÁ SOFRER sANÇÃO JUNTO AO crm.



Sabedor deste dado fui ao Posto Clementino Fraga Filho.

Estive com minha Doutora ela me instruiu que eu tomasse, já que o Efavirens acabou-se ontem(16/07/2010) o Bivir por mais dez Dias corridos, e se durante esse período a situação pessistir para de tomar todos os medicamentos.

Reconheço que deveria ter pedido um comprovante de tal situação, mas como a a conduta da doutora, foi essa me senti mais aliviado, pois mesmo que se por um acaso ela me trocasse a medicação. Eu tentaria outro meios


ao fica lá no Posto durante +- 1h1/2, deparei com CINCO pacientes na mesma situação sendo que um deles, tinha passado por situação semelhante . Dos quatro restantes, eu incluído, eram por falta de Efavirens.

deixei meu telefone com todos para que saíamos em comissão até o oitavo andar do Prédio da Prefeitura na Cidade Nova.

Tenho o telefone de uma do grupo pois ligou -me ao chegar na residência dela(divulgarei o telefone se eu for autorizado)


abaixo envio copia do meu registro no sitio da ovidoria:




Prezado (a) nilogeronimoborgna


Seu número de registro é 1258195 e o assunto da sua solicitação é Saúde.

Guarde estas informações para consultar o andamento da sua solicitação.
A mensagem foi enviada à Ouvidoria competente para as devidas providências.

Obrigado pela sua participação!


Atenciosamente,
Ouvidoria da Prefeitura do Rio de Janeiro



terça-feira, 13 de julho de 2010

Éntão é esse o melhor programa nacional de aids? E a farra da falta de antirretovirais continua....? Hoje antes de falar com minha doutora a respe

Éntão é esse o melhor programa nacional de aids?

E a farra da falta de antirretovirais continua....?


Hoje antes de falar com minha doutora

a respeito de troca ou não da medicação, liguei para o ouvidoria do SUS tel 0800611997(recomendo a todos que estiverem lendo, façam o mesmo, deixei relato pormenorizado),que os leitores já sabem, os que não sabem consultem:

E a farra dos atirreterovirais continua...”


De acordo com a tendendente esse NOTA TECNICA autorizando a troca dos antirretroviraisem caso de falta, é nula de direito por que os Médicos respodem por uma conduta diferente. Que o programa Nacional tem uma norma que é clara os micos só podem mudar medicação se comprovar com exame cd4,cd8 e Genotipagem alterados,fora essa Norma O ESTADO, MUNICIPIO,uniâo SAÕ PASSÍVEIs DE PROCESSO INCLUINDO O mÉDICO QUE DEVERÁ SOFRER sANÇÃO JUNTO AO crm.



Continua a farra.....3

Marcio Villard, Presidente do Grupo Pela Vida,
Comunica que quando fatos assim, ocorre nós
os pacientes temos um lugar
de
certo para encaminhamento de nossas queixas
Procurar a ouvidoria, dai minhas postagens anteriores,
Caso seja no Posto de saúde municipal ou qualquer outro
Orgão ou Autarquia.
vocês viram que eu fiz no ouvidoria
quando eu voltar do meu degaste lá no posto
faço via telefone.
vide: Sobre anti retoviral ligar durante o dia
Em tempo Marcio comunicou que vai
falar de seu ultímos dias na Presidencia, em RPA hj.

Continua a farra....2

Soube que fui taxado de mentiroso e que era problema de minha cabeça.
Afirmo que realmente tomo anti depressivo conforme laudo do Falecido Dtr José Maria Preard, porem mão ouço vozes nem muito menos sofro de alucinação.
Disse e REAFRIMO: ESTIVE NO pOSTO cLEMENTINO fRGA (irajá)
E A ATENDENTE DISSE QUE EU VOLTASSE PARA A DOUTORA TROCAR MEDICAMENTO.
Se ELES dizem que sou louco,
eu então AFIRMO , Não vou tomar outro remedio que não seja o atrual BIOVIR e EFAVIRENz.
Sepor acaso minha Querida Doutora pedir para trocar eu dEixo de escrver esse BLOG. POIS TUDO É PALHAÇADA!!!!
METIRA DeSLAvADA!!!
Esse SUcesso foi estragado por MÀ gestão dos POLITICOS!

NILO geronimo BORGNA

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Continua a Farra de Da falta de antirretrovirais... Peço ATENÇÃO DE TODOS pois só tenho EFAVIRENS para hoje e ao ir a fArmÁCia do Clementino Filho

Da falta de antirretrovirais...
Peço ATENÇÃO DE TODOS pois só tenho EFAVIRENS para hoje e ao ir a fArmÁCia do Clementino Filho (Irajá) soube que DEVO VOLTAR A DRA BRANCA
trocar medicação pois não EXISTE nehuma previsão de regularem o estoques.
Amanhã vou chutar o pau da barraca com a doutora!
Sá falei com Wiliam se ele conseguir espaço em mídia eu dou entrevista, falei com abia deixei recado, falei com Renata Maia do "Programa Reclamar Adianta" aguardo pauta para ir ao vivo.
E no Centro de Referência LGBT falei com Luísa que me deu seu própio email Vou fazer relato circunstanciado para ela.
Nilo geronimo Borgna

E de acordo com matérias que eu reproduzi aqui eles tiveram a CARA DE PAU!! de dizer que estava entrando nos eixos.
COMO pode a Responsável do Serviço Nacional, dizer nos Jornais "Faltou remédio e vai continuar faltando"(Aspas adaptada de acordo com minha lebrança)e o SR SEcretário Estdual o Qual tenho OficioGDOL-RJ 622/2009.
pedindo explicações em 25/11/2009,até hoje não foi respondido.
A farra continua nas tres esferas.
Pesquisem muito na hora de pÔr seus votos nas continuidades.



quinta-feira, 6 de maio de 2010

Situação do Estoque de ARVs da CGA do Estado do Rio de Janeiro

Prezados companheiros do Fórum de ONG/Aids do Rio de Janeiro e da RNP+ Brasil Núcleo Rio de Janeiro,

Em resposta ao seu email sobre a situação do abastecimento de ARV no RJ, encaminho abaixo atualização das informações a respeito do assunto. Esclareço ainda que nossa equipe de logística esteve em reunião com a coordenação estadual do RJ para tratar do tema na 6a feira dia 30 de abril.

1. O medicamento importado abacavir 300 mg foi liberado pela Receita Federal e já está no almoxarifado do Ministério da Saúde em Brasília. O envio inicia ainda hoje para as unidades da Federação via aérea. A quantidade total desta entrega é de 600 mil comprimidos (10 mil frascos), o equivalente a três meses de tratamento para os pacientes em uso desse medicamento no país. Adiantamos ainda que até o fim de maio chega ao Brasil uma nova remessa de 1,8 milhão de comprimidos (30 mil frascos), quantidade suficiente para atender a demanda nacional por mais oito meses. Um terceiro lote de entrega totalizará 5,1milhões de comprimidos que atenderá o consumo de 2010 e parte de 2011.

2. O consumo médio mensal de Abacavir 300mg no Brasil é de 222 mil comprimidos. O país possui cerca de 3.700 pacientes em tratamento com esse medicamento.

3. Em relação ao estoque de abacavir solução oral, cabe informar que 2.500 frascos estão neste mesmo lote de entrega. O consumo médio mensal é de 680 frascos. A compra total de abacavir solução oral para atender o ano de 2010 foi de 6.500 frascos.

4. Sobre os demais medicamentos referidos na carta, o Departamento esclarece que o estado do Rio de Janeiro não está desabastecido e que há quantitativo suficiente em estoque no Ministério da Saúde para atender a toda a rede diante das necessidades locais postas. Ressaltamos que o suprimento local é feito considerando o consumo informado de toda a rede de serviços e os estoques existentes no almoxarifado da Secretaria Estadual de Saúde, por meio de controle logístico no SICLOM.

5. O Departamento aproveita para informar que o cronograma de entregas dos medicamentos de produção nacional, a combinação zidovudina + lamivudina (AZT+3TC) e lamivudina 150mg (divulgada na reunião da CNAIDS) foi cumprido integralmente no último dia 30 de abril, regularizando o abastecimento desses produtos. Novas entregas estão programadas mensalmente pelos laboratórios FURP, Farmanguinhos, FUNED, LAFEPE e IQUEDO até o final do ano, o que garante o abastecimento mensal, bem como a recomposição dos estoques de segurança.

6. A compra de medicamentos no país segue uma rotina de aquisição estabelecida pelo Ministério da Saúde cujos contratos da rede de abastecimento para 2011 serão firmados entre setembro e novembro de 2010. Apesar disso, as compras realizadas nos contratos de 2010 incluem a manutenção de estoque estratégico suficiente para atendimento da demanda até junho de 2011.

Agradecemos todas as manifestações do Fórum de ONG/Aids do Rio de Janeiro e da RNP+ Brasil Núcleo Rio de Janeiro na defesa da política de acesso universal ao tratamento da Aids e nos colocamos à disposição para esclarecimentos adicionais que se façam necessários.

Atenciosamente,

Mariângela Simão

Diretora do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

Secretaria de Vigilância em Saúde

Ministério da Saúde


Em resposta à carta via email de: William Amaral em 01/03/2010:

Prezados e Prezadas,

O problema continua e as consequências do desabastecimento são bem sérias e vão perdurar por bastante tempo. O tempo que o produto leva ao entrar no estoque do Ministério da Saúde e chegar na ponta (farmácias das unidades de saúde) é de no mínimo uns 15 dias. Agora o Departamento de Aids vai dizer que a culpa é da logística dos estados e municípios e não da falta de fornecimento por parte do MS e está faltando na ponta por que o estoque de segurança acabou, isto é um indicativo que o problema de fornecimento é de longa data.

Na CGA (Central Geral de Abastecimento) do Estado do Rio de Janeiro temos cadastrado 36 produtos (ARVs), sendo que 05 ARVs com estoques zerados (Abacavir 300mg, Abacavir solução oral, Nevirapina 200mg, Nevirapina solução oral e Zidovudina 200mg/20ml - injetável), possivelmente temos no Estado do Rio de Janeiro soropositivos sem nevirapina e a nevirapina oral é utilizada por crianças soropositivas que estão tendo os seus tratamentos interrompidos pela falta deste, é o caso das crianças da Sociedade Viva Cazuza, e a Zidovudina injetável é utilizada no parto de mulheres soropositivas.

Temos 10 ARVs com estoques reduzidos para menos de um mês que são: Didadosina 250mg, Efavirenz 600mg, Enfurvirtida 90mg/ml, Estavudina 30mg, Indinavir 400mg, Lamivudina 150mg, Lopinavir/Ritonavir solução oral 80/20/mg/ml, Tenofovir 300mg, Zidovudina 100mg, Zidovudina 300mg+Lamivudina 150mg (Biovir). Os ARVs que estão grafados em vermelhos estão com seus estoques quase zerados, num claro indicativo que vai faltar na ponta se não tiver um abastecimento de imediato por parte do Ministério da Saúde.

Estas informações foram apresentadas na última reunião da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose/ RJ, a CGA do Estado do Rio de Janeiro responsável pelo abastecimento de 68 farmácias de unidades de saúde situadas fora da capital do estado, sobre o estoque da CGA do município do Rio de Janeiro eu não tenho informações e acredito que a situação seja semelhante a da CGA do estado.

No município do Rio de Janeiro existem 48 farmácias em unidades de saúde que dispensam ARVs.

Não podemos acreditar que esta situação irá se resolver por conta própria, precisamos pensar estratégias imediatas para pressionar o Ministério da Saúde, acredito que devamos entrar com um alerta no Ministério Público Federal e divulgar ao máximo esta situação.

Solidariamente,

Willian Amaral

Presidente

RNP+ Brasil Núcleo Rio de Janeiro

Secretaria Executiva

Fórum de ONGs AIDS do Estado do Rio de Janeiro





segunda-feira, 1 de março de 2010

Publicada em: 28/01/2010

Atendimento a pessoa vivendo com HIV/AIDS é precário no Rio de Janeiro
Publicada em: 28/01/2010

Pacientes com HIV enfrentam falta de remédios e médicos em postos do Rio, além da demora para realização de exames

Publicada em 27/01/2010 às 10h20m

Fernanda Baldioti

Nós e você. Já são dois gritando. Clique e participe

Há dois meses, Mara Moreira não consegue o medicamento Bezafibrato na Fiocruz / Foto: Fernanda Baldioti

RIO - O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, já dizia que quem tem Aids tem pressa. No Rio, a corrida dos pacientes soropositivos da rede pública é para superar a falta de medicamentos e de profissionais para atendê-los. Os antiretrovirais, que inibem a reprodução do vírus no sangue, são encontrados sem transtornos. A dificuldade é para conseguir remédios que combatem efeitos colaterais do coquetel e os que tratam infecções oportunistas. Outro entrave que esses pacientes precisam enfrentar é a longa demora para a realização de exames de CD4 (que verificam como está o sistema imunológico) e de carga viral.

No Posto de Assistência Médica (PAM) Antonio Ribeiro Netto, mais conhecido como PAM Treze de Maio, o Programa DST/Aids conta atualmente com três infectologistas para atender a mais de 1.500 pacientes que recebem medicação.

- Temos que optar entre o paciente que está mal e o que está bem e quer fazer um acompanhamento de rotina. Não podemos recusar novos doentes, mas como atender nessas condições? - indaga um médico do PAM que prefere não se identificar.

Segundo o presidente da Comissão de Saúde da Câmara dos Vereadores, Carlos Eduardo (PSB), que realizou uma vistoria na unidade na última quinta-feira, faltam 27 tipos de medicamentos, sendo sete deles comumente usados por pacientes soropositivos. Desde dezembro, o PAM não recebe Amoxicilina com Clavulanato, Azitromicina e Eritromicina (antibióticos que podem ser receitados para infecções oportunistas), Fluconazol (usado para infecções como cândida, sintoma de baixa de imunidade), Metronidazol (creme vaginal), Paracetamol (usado para febre e dor) e Sinvastatina (combate o aumento da gordura do sangue, um dos efeitos colaterais do coquetel).

- A situação deste posto reflete como está a rede. Esses medicamentos não faltam no PAM Treze de Maio. Além disso, somente nesta unidade, os médicos são responsáveis por uma média de 500 pacientes, enquanto o ideal é que eles atendessem no máximo 360. O programa brasileiro de Aids é referência no mundo inteiro. O Rio vai na contramão disso - afirma o vereador.

Há dois meses, o presidente da ONG Pela Vidda, Márcio Villard, se reuniu com o secretário municipal de Saúde e Defesa Civil, Hans Dohmann, e encaminhou um relatório sobre a falta de médicos principalmente em unidades das Zonas Norte e Oeste da cidade. Na ocasião, Márcio também relatou a falta de remédios que auxiliam o tratamento.

" Temos que optar entre o paciente que está mal e o que está bem e quer fazer um acompanhamento de rotina "

- Esse tipo de medicamento quase nunca é encontrado. Eles não são específicos para pessoas com Aids. O Aciclovir, por exemplo, é para herpes e manifestações cutâneas, mas é muito usado por soropositivos. No entanto, é raro encontrá-lo no postos - explica Márcio, que recebeu do secretário a promessa da criação de um centro de referência para tratamento de Aids.

Uma aposentada de 74 anos, que prefere não se identificar, é uma das pacientes soropositivas que precisam do Aciclovir. Paciente do Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto, em Copacabana, ela toma quatro comprimidos por dia, mas ficou um mês e meio tentando pegar o medicamento. Somente nesta segunda-feira, ela conseguiu a medicação. A quantia recebida, no entanto, só é suficiente até 15 de fevereiro:

- No início de fevereiro vou ter que voltar lá para tentar de novo. Não fossem as doações que eu consigo, não sei como faria. O problema todo é que a falta do medicamento é constante, e não podemos pegar mais quantidade e estocar, mesmo sabendo que no próximo mês pode não ter.

Exames demoram até 45 dias para ficarem prontos

A incerteza também paira sobre o advogado José Luiz Santos da Silva, de 44 anos, toda vez que ele vai fazer exames necessários para o acompanhamento da doença. Paciente do PAM da Cinelândia, ele precisa ir ao Hospital Escola São Francisco de Assis, da UFRJ, para realizar os testes, que, segundo ele, demoram, em média, de 30 a 45 dias para ficarem prontos.

Em agosto do ano passado, ao chegar à instituição para pegar o resultado dos testes que havia feito em junho, ele recebeu a informação de que um problema técnico impediu a realização do exame. Segundo ele, a instituição afirmou que não entrou em contato, pois ele só tinha e-mail e celular.

José Luiz reclama da demora para o resultado de exames feitos no Hospital Escola São Francisco de Assis / Foto: Fernanda Baldioti

- Eu normalmente entro em pânico quando vou fazer esses exames. Isso é muito importante para nós porque sabermos como está a evolução da doença. Para fazer o exame, você tem que se acalmar porque isso influi no resultado. Aí, depois de 45 dias, você tem que passar por tudo isso de novo. Você sabe que aquele sofrimento não valeu de nada - conta José Luiz.

Os problemas, no entanto, não são restritos à rede municipal. Há dois meses a coordenadora de três projetos do Grupo Pela Vidda, Mara Moreira, de 33 anos, não consegue na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) o medicamento Bezafibrato, que combate os efeitos colaterais da doença. Como é acompanhada pelo Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz), Mara não pode obter o remédio em outra unidade de saúde:

- Preciso de duas caixas por mês, o que é equivalente a cerca de R$ 120. Infelizmente, não tenho condições de pagar e acabo refém da disponibilidade da Fiocruz.

Secretaria diz que novos médicos irão atuar já nas próximas semanas

A Fiocruz reconheceu que desde novembro não há entrega do Bezafibrato aos pacientes do Ipec. A previsão é de que nas próximas semanas a compra desse medicamento seja concluída e o fornecimento aos pacientes regularizado. A instituição ressaltou, no entanto, que oferece aos seus pacientes o tratamento preconizado pelo Ministério da Saúde para a terapia contra a Aids, não tendo qualquer problema com a disponibilização desses medicamentos aos seus pacientes. Já a UFRJ não quis comentar a demora para a realização de exames no Hospital Escola São Francisco de Assis.

A Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil (SMDC) afirmou que vem reforçando a contratação de médicos especializados, entre eles infectologistas. Segundo o órgão, eles estarão atuando nas unidades já nas próximas semanas. A secretaria ressaltou, no entanto, que o número de infectologistas da Policlínica Antonio Ribeiro Netto, no Centro, é suficiente para atender a demanda da unidade, pois os cerca de 1.500 pacientes cadastrados não necessariamente fazem uso dos seus serviços.

Sobre a falta de medicamentos, as direções da policlínica e do Centro Municipal de Saúde João Barros Barreto, em Copacabana, afirmaram que o que pode ocorrer são desabastecimentos pontuais, em função da demanda de pacientes. No entanto, os insumos são repostos o mais rápido possível.

A SMDC informou ainda que trabalha na reestruturação de toda a rede e de seus serviços, incluindo a atenção prestada aos pacientes com HIV/Aids. O órgão disse que está preparando unidades para atender especificamente este público com a melhoria estrutural do Hospital Raphael de Paula e Souza, em Curicica, e o Hospital da Piedade, que receberam mais de R$ 1 milhão em reformas. A organização dos fluxos de atendimento entre as três esferas de governo, visando à implementação efetiva no SUS, para garantia do cuidado integral aos pacientes com HIV/Aids também está em discussão, segundo a secretaria.

www.abiaaids.org.br