Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Missa de ações de Graças Ativismocontraaidstb

 Convite Para:
 Cara Izabelita do Patins
Nilo Geronimo Borgna
BLOG ATIVISMOCONTRAAIDSTB.BLOGSPOT.COM
(gRATO POR SUA AJUDA NA ÉPOCA DO h gETULIO vARGAS)
hOJE pretende contatar com sua honrosa presença, no Evento , o qual,
comemorarei meu aniversário (outubro/12)


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E
Juntamente com o aniversário de 3 anos do blog!!!
No dia 15/Novembro/2012 (quinta-feira)
Umaprevia da parada Gay de Copacabana
Que ocorrerá no dia 18/Novembro/21012.
Mas meu evento será no dia 15/11/2012 às 19:00(Inicio da missa 19:30)
Será comemorado na sede da ICM BETEL, sito na Praia de BOTAFOGO 430 , 2do Andar.
Para se chegar basta saltar na saída São Clemente, da estação do Metrô.
Esse numero fica em cima do Banco bradesco, antes do shopping Botafogo praia Shopping.




QUEM PUDER traga uma lata de Leite integral.
Esse leite será entregue ao Lar Maria de MAGDALA.
Lar este que cuida das Crianças.
ASSIM CELEBRAMEMOS NOSSA VIDA, NOSSO TRABALHO e NOSSA AMIZADE!!!
Terei imensa alegria em te ver!!!
 Peço gentileza de que vc compartilhe esse evento entre seus Amigos!!!
No meu Face está compartilhado!!!
FB Nilo geronimo bOrgna
Beijos e abraços em seu coração.
www.betelrj.com/

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Chapa é eleita P/Movimento de Aids no Conselho Nacional de Saúde

 

Noticias : Chapa formada por Carlos Duarte, Josiel Pontes e Rodrigo Pinheiro é eleita para representar o Movimento de Aids no Conselho Nacional de Saúde
Enviado por zecarlos em 14/11/2011 07:57:27 (4 leituras)
Com 101 votos, dos 184 delegados presentes, o ativista Carlos Duarte, do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA) do Rio Grande do Sul, foi eleito o futuro representante do Movimento Nacional de Luta contra a Aids no Conselho Nacional de Saúde. Simone Leite (Fórum ONGs/AIDS de Sergipe) e Kiko Rodrigues (Rede GAPAs Brasil) foram escolhidos para representar o Grupo de Trabalho no Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (GT-UNAIDS); Gladys Almeida (Rede GAPA Brasil) para o Comitê de Países de Língua Portuguesa; e Alex Amaral para o Mecanismo de Coordenação País. O comitê comunitário de vacinas teve aprovado os nomes de Márcio Villard, Jorge Beloqui, Osmar Fonseca e Sandra Perin; e para o Fórum Mercosul, Amaury Ferreira Lopes e Edna Flores de Araújo.  Delegados abandonam a plenária aos gritos de “golpe” A última votação do dia foi para a representação do Conselho Nacional de Saúde. Para a plenária foram apresentadas as candidaturas de Léo Mendes, de Goiânia, e uma chapa composta por Carlos Duarte, de Porto Alegre, tendo como primeiro Suplente Jasiel Pontes, de Maceió, e segundo Suplente Rodrigo Pinheiro, de São Paulo. A apresentação dos nomes foi questionada imediatamente por Clóvis Arantes, do grupo LivreMente, do Mato Grosso, e por alguns delegados que opinaram pela apresentação através de candidaturas individuais e não em forma de chapas.  Léo Mendes questionou a estratégia de montagem de chapas e a chamou de “golpe”. Ela considerou sua candidatura legitima e dentro das regras estabelecidas pelo encontro e apoiada por um grande número de delegados. A discussão ficou acalorada entre os grupos contra e a favor da plenária e a mesa coordenadora encaminhou para a plenária a decisão de aceitar as candidaturas desta forma ou não. Passada a votação, 105 delegados decidiram por aceitar candidaturas desta forma e 66 discordaram.  O resultado gerou insatisfação de uma parte dos delegados, principalmente das regiões Norte e Nordeste, que abandonaram a plenária aos gritos de “golpe, golpe”, causando tumulto no auditório do Hotel Hilton onde está acontecendo o evento. A votação posterior homologou a chapa como representante do Movimento Nacional de Luta contra a Aids no Conselho Nacional de Saúde, com 101 votos, seis votos dados a candidatura de Léo Mendes e cinco abstenções.  Representando a chapa eleita, Carlos Duarte afirmou que a união das três candidaturas visava principalmente a possibilidade de uma visão mais ampla da realidade regional da Aids e da saúde pública, e a necessidade de ampliação dos espaços de atuação, principalmente com mais ativistas participando destas discussões. Ele também defendeu a humanização do Sistema Único da Saúde (SUS) com o respeito à diversidade e ao fortalecimento das representações no CNS, que, na avaliação dele, se encontram enfraquecidas pelas disputas internas, o que permitiu à eleição do ministro da saúde, Alexandre Padilha, para a presidência do Conselho. "A eleição do ministro foi um retrocesso. É antiético ele coordenar a instância que o fiscaliza", criticou. O ativista assumirá a cadeira no CNS somente em janeiro de 2013, mas de imediato ficará na primeira suplência do atual titular, José Marcos de Oliveira. Próximo ENONG em Salvador A cidade de Salvador foi por unanimidade a escolhida para sediar o XVII ENONG em 2013, tendo como organizadores o GAPA/Bahia e o Fórum Bahiano de ONG/Aids.  A capital baiana sediou um ENONG em 1995 e foi a última capital do nordeste a receber um encontro deste tipo. Antes disto Fortaleza (1992) e Recife ( 2001), também no nordeste, receberam o principal encontro nacional das ONG/Aids. Mais representações definidas Comissão de Articulação dos Movimentos Sociais (CAMS) Região Norte: Ana Cristina Carvalho de Oliveira e Maria Amujaci Brilhante Região Nordeste: Tathiane Araújo, Cássio Lima, Jurandir e Andrezza Beluschi Região Centro Oeste: Clóvis Arantes e Odilio Torres  Região Sudentes: Fórum de Minas Gerais e Espírito Santo (2011) e Fórum de São Paulo e Rio de Janeiro (2012) Região Sul: Sirlene Cândido Comissão Nacional de Aids Região Norte: Antonio Ernandes Marques da Costa e Evalcilene Costa dos Santos Região Nordeste: Jair Brandão e Fábio Ribeiro Região Centor-Oeste: Sérgio e Elifrank Região Sudentes: Fórum de Minas Gerais e Rio de Janeiro (2012) e Fórum de São Paulo e Espírito Santo (2013) Região Sul: Wilson Urbano e Maiquel Fouche Fonte: Liandro Lindner, de Belém O jornalista Liandro Lindner participa do XVI ENONG a convite da organização do evento
COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS: BOM DIA!!  ANOS ATRÁS, NESTE MESMO DIA, CONSEGUÍAMOS A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA EM NOSSO PAÍS!

1. OBRIGADA MAIS UMA VEZ POR COMPARTILHAREM AS NOTICIAS DO ENONG 2011 NESTE ESPAÇO DEMOCRÁTICO DE CONHECIMENTO, TROCAS, SOLIDARIEDADE E PARTILHAS EM HIV/AIDS.

2. VEJO PELO RELATO ABAIXO QUE A DEMOCRACIA SE FEZ NO ESPAÇO DO ENONG 2011. AFINAL CERCA DE 85% DOS PRESENTES NAS ELEIÇÕES DO REPRESENTANTE DO CNS VOTARAM NO CANDIDATO/CHAPA ELEITOS.  É UMA MAIORIA MUITO EXPRESSIVA.

A DEMOCRACIA SE FAZ COM DISPUTAS SIM, COM ARTICULAÇÕES SIM, COM NOVOS ARRANJOS SIM, MAS COM LISURA, TRANSPARÊNCIA E RESPEITO AO  PROCESSO ELEITORAL. ACREDITO, EU, QUE FORA, EXAUSTIVAMENTE DISCUTIDO POR TODOS, O REGULAMENTO DO EVENTO/PLEITO ANTES DAS ELEIÇÕES.

PORTANTO, COM BASE NOS RELATOS, APENAS ABAIXO. VEJO QUE A DEMOCRACIA SE VEZ NESTE PROCESSO ELETIVO EM NOSSO MOVIMENTO, SALVO MELHOR JUÍZO.

3. QUE BOM TERMOS VÁRIOS/AS COMPANHEIROS/AS PREPARADOS/AS E DISPOSTOS/AS A ESTA DISPUTA POLÍTICA.

CONTUDO, OS VENCIDOS PRECISAM, APÓS O LUTO DA DISPUTA POLÍTICA (NATURAL E NORMAL DE ACONTECER - SOMOS SERES HUMANOS E DAMOS ENERGIA PARA NOSSAS PRETENSÕES E ANSEIOS), ENTENDEREM QUE O MAIS IMPORTANTE É O RESTABELECIMENTO DA UNIDADE DOS INTERESSES E NECESSIDADES DO MOVIMENTO DE VOLTA NA CAUSA MAIOR QUE VAMOS QUERER PARA O EXERCÍCIO DA REPRESENTAÇÃO DESTES NOVOS COLEGAS, EM SUAS POSIÇÕES POLÍTICAS ABAIXO ENUMERADAS E DEMOCRATICAMENTE VOTADAS POR TODOS VCS DELEGADOS, LEGITIMADOS A ESTE ATO.

PORTANTO, COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS, A MAIOR LUTA SE FEZ NA ABERTURA DAS DISCUSSÕES, NA REFLEXÃO DAS POSIÇÕES E NA DISPUTA ELETIVA DEMOCRÁTICA.

QUE POSSAMOS UNIR NOSSAS FORÇAS SOBRE AGENDAS CONCRETAS E PAUTAS QUE NOS AFETAM DAQUI PARA FRENTE... ISTO SIM É O MAIS IMPORTANTE!!

PARABÉNS AOS NOVOS ELEITOS E ELEITAS... QUE SAIBAM  SER VERDADEIROS/AS LÍDERES DO MOVIMENTO, RESPEITANDO SUAS ORIENTAÇÕES, DANDO RETORNO CONTÍNUO DE SUAS AÇÕES, E LUTANDO PELA CAUSA COMUM QUE SE APONTA, DEPOIS DE 30  ANOS NESTE PROCESSO DE LUTAS, CONQUISTAS, RESPOSTAS E NÃO RESPOSTAS E, ATÉ MESMO, MUITOS RETROCESSOS.

A RESPONSABILIDADE É MUITO GRANDE! QUE SE ESTABELEÇA UMA AGENDA PARA CADA POSIÇÃO ELETIVA OCUPADA,  PARA O PERÍODO DO EXERCÍCIO QUE SE CUMPRIRÁ,  A FIM DE QUE POSSA HAVER A DEVIDA PRESTAÇÃO DE CONTAS AO MOVIMENTO EM FUTURO PRÓXIMO.

VAMOS EM FRENTE... TEMOS MUITO A FAZER... UNIDOS NOS IDEIAS SOMOS MAIS FORTES (e como!!).

REGINA BUENO,
ATIVISTA MILITANTE RJ
 
Os delegados da região centro-oeste presentes no Enong, com exceção de Thania (Gapa DF) não legitimam e nao reconhecem os eleitos pela chapa golpista a representação do movimento aids do Brasil ao Conselho Nacional de Saúde.

O Golpe a democracia foi muito duro.

Não se pode repesentar um novo modelo de movimento aids através de Golpe.

Exigimos transparencia, democracia, respeito a diversidade nacional e o fim do patriarcalismo, do Golpe e de candidaturas feitas ao Estilo José Sarney.


A Aids é formada por diversos atores e atrizes e não é com Golpe baixo que eleveramenos a qualidade do debate interno.

Democracia, proporcionalidade de votos, respeito as divergencias idológicos, fim do império de 30 anos da política de Cafpe co Chimarrão no CNS.


Léo



AME UMA PESSOA VIVENDO COM HIV.

Léo Mendes
(62) 8405 2405 -Oi
msn: liorcino@yahoo.com.br
Face: Liorcino
Orkut: Liorcino@yahoo.com.br
Companheiros(as)
Quando vemos a democracia desmoronar por partidarismo temos que ter cuidado.......
Parabéns os eleitos, que daqui pra frente façam uma politica de coalizão para que as 5 regiões do país possam ter
os mesmo direitos e chegaremos a um só ponto.
A política tem esses trânsmite mas, nunca temos que deixar isso atrapalha nossa visão de futuro dentro da política da AIDS.Isso é ter em mente espero que o Carlos faça com muito respeito aos demais...
como disse um professor  na democracia muitos contra e todos por um.
Assim caminha a democracia...As nossas diferenças não venha atrapalhar o andamento da política da AIDS no movimento social...
Raimundo Lima
Vice Presidente do ESTRUTURAÇÃO de Brasília
E CONSELHEIRO DE SAÙDE DO DISTRITO FEDERAL....
RAIMUNDO Nonato Lima
Regina, minha amiga que moral um ghrupo de golpistas eleitos com conchavos políticos vai ter moral para cobrar alguma coisa de políticos em Brasília.

Promovem o mesmo tipo de política. 

Precisamos aprender a respeitar as regras democraticas do jogo.

Não se manipula uma eleição como essa.

Voce ainda está sob o calor da alegria da vitória do seu candidato a qualquer custo.

Se abrimos mao da democracia, nao temos direito se quer de cobrar respeito dos políticos.

Já bastou os currais regionais criados pelos senhores do engenho do seculo XXI.

Voce estar satisfeita com o resultado do golpe é uma coisa, mas uma mulher política como vc deveria refletir muito sobre o que é injustiça, o que é falta de democracia.

Os patriarcais golpearam hoje um gay vivendo do centro-oeste, amanha pode ser voce mulher.

Democracia sempre.  
AME UMA PESSOA VIVENDO COM HIV.

Léo Mendes
(62) 8405 2405 -Oi
msn: liorcino@yahoo.com.br
Face: Liorcino
Orkut: Liorcino@yahoo.com.br

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Acceso Universal en Latinoamérica y el Caribe: ¡menos promesas




Acceso Universal en Latinoamérica y el Caribe: ¡menos promesas y más acción hacia 2015! (Cobertura especial)

Este lema resume las conclusiones y recomendaciones de las redes latinoamericanas y del Caribe con trabajo en VIH, en el marco de la Consulta regional y Reunión de alto nivel sobre acceso universal a la prevención, atención, tratamiento, apoyo y cuidado en VIH/Sida.
Por: Carlos Romero Prieto




El documento ha surgido de la preocupación de las instancias que integran REDESLAC (ASICAL, REDLA, COASCE, ICW, LACCASO, REDLACTRANS, REDTRASEX, RELARD  y el Movimiento Latinoamericano y del Caribe de Mujeres Positivas) así como de organizaciones y activistas de la sociedad civil, de las poblaciones vulnerables y de personas viviendo con VIH o Sida, quienes han seguido con preocupación los procesos de consulta regionales y nacionales realizados en 2006 y 2010, como parte del monitoreo al cumplimiento de metas y criterios establecidos en la declaración de compromiso sobre el VIH/sida de 2001, de la Declaración Política sobre el VIH/sida de 2006 y de los Objetivos de Desarrollo del Milenio (objetivo 6).
En el documento mencionan su desencanto por las brechas identificadas en diferentes niveles y que las metas planteadas para el 2003, 2005 y 2010 simplemente no se han cumplido. Sólo el 42% de los 1,4 millones de personas viviendo con VIH en Centroamérica y Sudamérica están incluidas en la cobertura de tratamiento antirretroviral, y durante el 2009 la cobertura sólo se incrementó en un 6%, cuando el promedio mundial fue de 30%.
Señalaron también la escasa transparencia en la toma de decisiones para el diseño, implementación, asignación de recursos, seguimiento y evaluación de políticas y programas y la falta de medidas contundentes contra la corrupción. De manera general y resumida, los diez planteamientos son:
Reconocer el VIH como un problema de salud, de derechos humanos y de desarrollo: las respuestas nacionales deben responder a la integralidad  de conceptos de desarrollo humano, social y económico, a la garantía del pleno ejercicio de los derechos humanos y al acceso universal a los servicios de salud y otros vinculados, considerando a los derechos humanos como eje de todas las acciones en respuesta  a la epidemia del VIH, incluyendo los derechos sexuales y los derechos reproductivos en las agendas integradas para responder al VIH y sida. El estigma y discriminación deben ser erradicados.
Basar las respuestas nacionales en el principio de los Tres Unos: para ello aún necesitamos un marco de acción sobre el VIH y sida, acordado multisectorialmente. Algunos países aún no tienen una autoridad nacional de coordinación del VIH y sida y otros no tienen un marco de monitoreo y evaluación establecido y funcionando.
Garantizar la cantidad, calidad y enfoque de la inversión en respuesta al VIH: los recursos limitados en tiempo de crisis, cuando el VIH y el sida no son más parte de la agenda prioritaria, deben ser optimizados, reduciendo las brechas entre epidemia e inversión, poniendo énfasis en poblaciones en mayor riesgo. Los estados deben aumentar sus inversiones nacionales. En la región hay grandes diferencias en la manera en que los gobiernos definen e implementan fondos para responder a las epidemias nacionales de VIH. El Fondo Mundial no debe ser utilizado para solventar las debilidades de los gobiernos que privilegian los proyectos en lugar de los programas, sino para repuntar el trabajo conjunto y la inversión focalizada, eficiente y transparente, que permitan abatir los problemas de VIH en los sistemas de salud.
Abordar la problemática de las mujeres, las niñas, la igualdad de género y el VIH: los estados y gobernantes deben incluir en sus agendas acciones basadas en evidencia y fondos adecuados para atender a las necesidades específicas de las mujeres y niñas en el contexto del VIH, implementando programas y políticas que aborden los derechos y necesidades con perspectiva de género, incluyendo acciones de prevención contra la violencia de género que es causa y consecuencia del VIH para mujeres y niñas, así como acciones contra el machismo y heterosexismo.
Garantizar el fortalecimiento de la sociedad civil y la participación de las personas afectadas y en riesgo en la toma de decisiones: se deben aumentar los fondos para que la sociedad civil, incluyendo a las organizaciones, grupos y redes de personas con VIH y de poblaciones en mayor situación de vulnerabilidad y riesgo, puedan dar respuesta a las necesidades de sus poblaciones y para monitorear el cumplimiento de los compromisos gubernamentales a nivel nacional, regional y mundial sobre el VIH y el sida.
Apoyo y cuidado a huérfanos: diseñar programas y servicios para niñas/os huérfanos o afectados por el VIH para otorgarles asesoramiento, apoyo psicosocial adecuado, y asegurarles escolarización, acceso a la vivienda, buena nutrición, y servicios sociales y de salud de calidad. Entre las deudas de los gobiernos se encuentra pendientes el relevamiento que permita dimensionar y caracterizar el universo de niñas/os y adolescentes afectados directamente o indirectamente por el VIH.
Prevenir con educación: los ministros de Salud y Educación de Latinoamérica firmaron en 2008 la Declaración “Prevenir con Educación”. Poco se ha avanzado. Exigimos una agenda concreta de acciones a fin de alcanzar las metas propuestas, incluyendo educación universal e integral sobre sexualidad dentro y fuera de las escuelas, con contenidos sobre DD.HH, equidad de género y diversidad sexual. Esto es esencial para disminuir el estigma y la violencia.
Atender a las personas privadas de la libertad: los estados deben reconocer las debilidades del sistema penitenciario, incluyendo sus sistemas de salud e incorporar el paradigma de la salud pública y el reconocimiento del derecho de las personas que viven en las cárceles a una atención integral de la salud, adoptando las medidas necesarias para la atención, cuidado y prevención de las personas privadas de libertad, resguardando el acceso a la información y educación sobre la prevención del VIH, al asesoramiento y pruebas voluntarias y confidenciales del VIH, a los medios de prevención (preservativos, desinfectante y material de inyección estéril), al tratamiento y atención, y a participar voluntariamente en ensayos clínicos relacionados con el VIH.
Promover respuestas basadas en la evidencia: los estados y los cooperantes deben promover y apoyar el desarrollo de investigaciones a nivel nacional y regional que permitan documentar la situación real del VIH en la región, las prevalencias en las distintas poblaciones y su evolución, el  impacto de la epidemia en los países de la región y en las poblaciones de mayor riesgo y vulnerabilidad, incluyendo vigilar la eficacia de los ARV, la toxicidad, los efectos secundarios, la interacción entre los medicamentos y la resistencia a los mismos.
Monitoreo y rendición de cuentas: la implementación de mecanismos de monitoreo, evaluación y rendición de cuentas que incluyan a las personas que viven con VIH y a las organizaciones de la sociedad civil es esencial para garantizar mejores definiciones sobre prioridades, calidad de los servicios, adecuación y distribución de recursos.

Este comunicado ha generado un sano y positivo debate al inicio de la reunión sobre el alcance de la respuesta y los roles asumidos por los actores, y es además un acto contundente desde las redes comunitarias, las cuales han contado con poca participación en la consulta.
Todos los artículos pueden ser compartidos y publicados siempre que sean citados los datos de la fuente.
http://www.corresponsalesclave.org/2011/03/acceso-universal-en-latinoamerica-y-el-caribe-%C2%A1menos-promesas-y-mas-accion-hacia-2015-cobertura-especial.html

Posicionamento SC da Am. Lat. e Caribe sobre Declaracao UNGASS 2011

“Intensifying our Efforts to Eliminate HIV and AIDS”


Posicionamento da Sociedade Civil da América Latina

As organizações da sociedade civil da América Latina e Caribe, representada por 98 delegados e delegadas, participantes da Reunião de Alto Nível sobre HIV e AIDS nas Nações Unidas, saudamos que o documento aprovado estabeleça metas realistas[1], as quais devem ser alcançadas em prevenção, tratamento do HIV e AIDS e apoio às pessoas que vivem com HIV para o ano de 2015.

Consideramos estratégico que os Estados Membros se comprometam a realizar uma melhor coleta de dados e análise referente às populações com maior risco de infecção, e que os serviços de aconselhamento e testes confidenciais e voluntários sejam garantidos. O documento também reafirma que o pleno cumprimento dos direitos humanos e das liberdades fundamentais para todas as pessoas, é essencial na resposta  mundial ao HIV, reconhecendo ainda, que as respostas ao estigma e à discriminação contra as pessoas que vivem, o se supõe que vivem com HIV,  são fundamentais na luta contra a epidemia. 

Saudamos que o documento, além de enumerar  as medidas preventivas que os Estados Membros devem aplicar,  pela primeira vez, faz referencia ao uso dos preservativos, e não apenas ao “acesso” a eles, considerando o seu uso como "um comportamento sexual responsável”.

Valorizamos que os Estados Membros sejam estimulados a identificar e revisar, a fim de eliminar  as restrições, sobre a entrada, permanência e residência de pessoas que vivem com HIV.

Aderimos às posições defendidas pelos governos de Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Costa Rica, Guatemala e México que promoveram as posições mais progressistas, buscando garantir uma Declaração que efetivamente responda aos desafios atuais da epidemia global. Entretanto observamos com preocupação, que apesar de todos os esforços continuamos enfrentando um déficit de vontade política dos governos fundamentalistas e dos que priorizaram o interesse financeiro e comercial em detrimento da vida humana, o que se traduz em uma Declaração que não avançou em muitos pontos essenciais, a saber:

·         O segundo parágrafo aprovado debilita a credibilidade das referências aos direitos  humanos do documento, sugerindo que as leis nacionais e as normas culturais, sociais e religiosas têm prioridade sobre as obrigações dos direitos humanos.

·  A única meta que considera as mulheres trata apenas da transmissão vertical, e como tal, não contempla as mulheres, jovens e meninas para garantir o acesso à saúde, a seus direitos sexuais e reprodutivos, a uma educação sexual integral e a uma vida livre de violência.

·  Saudamos a referência expressa às populações de homens que fazem sexo com homens, pessoas que usam drogas, trabalhadores sexuais e seus clientes, ainda que nos preocupe que este enfoque, não garantiu ações concretas dos Direitos Humanos de tais populações. Também no parágrafo 26 se estigmatiza as pessoas que usam drogas, sem fazer referência à garantia de seus direitos.

·  Há evidências que na América Latina, a população mais afetada é a população trans (travestis, transexuais e transgêneros), entretanto, a mesma não é incluída no documento e continua invisibilizada. Devido à negação de alguns Estados Membros em reconhecer sua existência.

·  Entendemos que a linguagem sobre populações migrantes é muito débil frente o impacto da epidemia nestas populações. Também chamamos a atenção que os povos originários e as pessoas usuárias de drogas por outras vias, não foram consideradas.

·  Os parágrafos 77 e 85 omitem a homofobia, a transfobia e a discriminação contra as trabalhadoras sexuais, como fatores que aumentam  significativamente os riscos do HIV nestas populações, a linguagem “incluindo a exploração comercial", para qualificar o olhar sobre a exploração sexual das mulheres (não de crianças) no parágrafo 81 (também na declaração de 2006) estigmatiza os trabalhadores/as sexuais e mina o reconhecimento do trabalho sexual como trabalho.

·  Preocupa-nos que as Nações Unidas apenas considera jovens aqueles entre 15 e 24 anos, e a Declaração deixa descoberta a faixa compreendida entre 10 e 14 anos, mais ainda quando na região a exigência de consentimento de pais ou tutores e barreiras legais impedem o livre acesso à saúde de milhares de jovens.

·  É importante que a Declaração reconheça que os países tenham acesso a medicamentos de baixo custo, incluindo os genéricos, para proteger a saúde pública e promover o acesso aos medicamentos. Incluindo o compromisso de eliminar os obstáculos que limitam a capacidade dos países em desenvolvimento, para abastecer produtos para o diagnóstico, atenção, prevenção e tratamento, assim como dos medicamentos e insumos para HIV e outras "infecções oportunistas". Também, pela primeira vez, as organizações internacionais, em particular a OMPI, a UNIDO, o PNUD, a UNCTAD, a OMC e a OMS foram instadas a ajudar os países em desenvolvimento a criar capacidades nacionais destinadas a aumentar o acesso a medicamentos e tratamentos, incluso mediante a otimização da adoção e o uso das flexibilidades existentes no Acordo sobre os ADPICs. Entretanto, faz um chamado à rápida aceitação das emendas ao artigo 31 deste Acordo, que impede a concessão de uma licença compulsória com o objetivo principal ou unicamente a exportar a um país que necessita de medicamentos. 

·  Preocupa-nos que os compromissos de financiamento estão formulados de maneira que não vinculam  a obrigação dos países doadores ao abastecimento de recursos. Além de não se explicitar a necessidade de fundos para os programas de prevenção. Uma vez mais vemos com preocupação que no documento não se menciona a América Latina, o que dificulta que os fundos sejam direcionados a nossa região, agravando a crise de financiamento já afetada pela saída da cooperação internacional de nossos países.

Finalmente, consideramos que os compromissos assumidos pelos Estados Membros, devem ser tomados como oportunidade para fortalecer o monitoramento dos mesmos, entretanto nos preocupa a debilidade das ações de seguimento levantadas na Declaração. Dessa maneira, a Sociedade Civil da América Latina e do Caribe demanda:
·         Que os governos da região, agências das Nações Unidas, e a Cooperação Internacional cumpram com os compromissos firmados na “Consulta Regional e Reunião de Alto Nível Sobre Acesso Universal no México” (março 2011), fazendo os necessários vínculos com a Declaração Global “Intensificando nossos esforços para eliminar o HIV e AIDS” (“Intensifing our Efforts to Eliminate HIV and AIDS”) que hoje se aprova nas Nações Unidas.

·         Um plano e consulta regional de avaliação sobre o cumprimento das metas entre governos, sociedade civil, agências das Nações Unidas e cooperação internacional no ano de 2014;
·         A realização de uma Reunião global de Alto Nível sobre o HIV e AIDS no ano de 2016;
Nova Iorque, 10 de Junho de 2011.



[1]    Redução de 50% na transmissão (via relação) sexual e de 50% entre pessoas que usam drogas injetáveis; a eliminação da transmissão vertical (de mãe a filho) e uma redução significativa das mortes maternas relacionadas à AIDS; a redução das mortes de pessoas que vivem com HIV causada pela tuberculose em 50% e reduzir os altos níveis de co-infecção com hepatite B e C (pelas quais se determina que sejam desenvolvidas, o mais rapidamente possível, as estimativas globais ainda não disponíveis); o abastecimento de tratamento a 15 milhões de pessoas.
---------------------------


Sergio Souza Costa

Gestos
www.gestos.org

Medicis, 68 Boa Vista
Recife 50070-290 Brazil
Tel: 55.81.34217670
Mobile: 55.81.92157556
Skype: sergio.souza.costa
twitter.com/sergioscosta

Nossa missão: Construir culturas democráticas, equitativas e de paz para superar a AIDS.
Our mission: To build democratic, fair and peaceful cultures to overcome AIDS.
__._,_.___
Anexo(s) de =?ISO-8859-1?Q?Sergio=20Costa?=
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sexta-feira, 10 de junho de 2011

@UNAIDS Final update from the UN High Level Meeting on AIDS!

Hi all – final push and today’s highlight will be the adoption of the declaration. Thanks for bearing with me on sending these emails and sorry this one came a bit late today.

Thanks again for all the support. We ran a short analysis on tweetreach and the #AIDS2011 hastag has over 2.4 million people reached and over 4.5 million impressions just in the last 1500 tweets! 

The following events for today will be livestreamed: http://j.mp/mumND6.

Key events

10:00  Panel 5 Integrating the AIDS response with broader health and development agendas

12:30 Press conference on the High Level Meeting Declaration

1:15    Migration and HIV with ILO and UNHCR

3:00    General Assembly – High-Level Meeting on AIDS – adoption of the Declaration


Here are some key tweets.


Key tweets Friday

World leaders launch plan to eliminate new #HIV infections among children by 2015 http://j.mp/mmRNez @USPEPFAR @UNAIDS #AIDS2011


We're live at the @UN for the final day High Level Meeting on #AIDS http://j.mp/k6Qza1 - tag your tweets with #AIDS2011 & follow live: http://j.mp/mumND6

quinta-feira, 9 de junho de 2011