Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Bem Fam CLIPPING - 04/set./2013



CLIPPING - 04/set./2013

Mães orientadas, filhos protegidos
Correio Braziliense

Pesquisa realizada por estudante de medicina brasileira em congresso internacional comprova a eficácia do aconselhamento médico para reduzir a transmissão vertical do HTLV. O vírus está associado a males como leucemia e doenças neurológicas.  Ao lado da cesariana, a amamentação com leite em pó é uma das medidas que ajudam a prevenir a transmissão do HTLV de mãe para filho.

Um grupo de alunos mineiros participou, em Montreal, no Canadá, da 16ª Conferência Internacional de Retrovirologia Humana. Lá, apresentaram cinco trabalhos científicos, dos quais se destacou o de Mariana Amaranto, estudante do 5º ano de medicina da Faculdade de Saúde e Ecologia Humana Vespasiano (Faseh), em Belo Horizonte. Ela propôs verificar a eficácia do aconselhamento dado a mulheres portadoras do vírus HTLV-1, que incluiu as recomendações para não amamentar e, preferencialmente, realizar o parto por cesariana.  "Minha pesquisa é um braço de várias outras que esse grupo desenvolve. Ela constatou a eficácia do aconselhamento para a não transmissão do vírus (à criança)", diz Amaranto. O resultado, segundo a estudante, favorece a argumentação para que seja realizada a pesquisa laboratorial do HTLV no pré-natal e para que seja oferecido pelo governo o leite em pó para filhos de mães soropositivas.  Em média, 10% dos indivíduos infectados com o micro-organismo desenvolvem sintomas como leucemia e linfomas de células T, paraparesia espástica tropical e uveíte, entre outros. "A transmissão ocorre por via parenteral, sexual e vertical. Minha pesquisa se relaciona à prevenção da transmissão do vírus por meio da atuação na via vertical. O aconselhamento de mães soropositivas inclui evitar o aleitamento materno e o parto natural." A infecção pelo HTLV é endêmica no Brasil e considerada uma doença negligenciada, com poucas verbas para tratamento e pesquisa. "Temos a sorte de, em Minas Gerais, contar com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e da Fundação Hemominas para essas pesquisas, bem como contar com os alunos da Faseh, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da UFMG, que contribuem para o avanço dos estudos. Com os resultados apresentados, a Prefeitura de Belo Horizonte acaba de incluir os testes para HTLV no pré-natal, pois essa virose pode ser transmitida de mãe para filho por meio do aleitamento materno. Isso é muito importante, porque, atualmente, a transmissão ocorre silenciosamente, sem que as pessoas saibam."

Segundo filho: quando é a hora de engravidar novamente?
O estado de Minas

Quando ter o segundo filho? As dúvidas para os pais são muitas. Entre as principais estão a distância de tempo ideal entre um filho e outro e como agir com relação ao ciúme do primogênito.

 Alguns pais decidem adiar a segunda gravidez para curtir os primeiros anos do primeiro bebê e prestar mais atenção ao crescimento dele. Segundo a coordenadora da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela, o ideal é esperar de dois a três anos e meio para se ter o segundo filho. A médica explica que o tempo ajuda na recuperação da mãe e no aproveitamento da segunda gravidez. "Porque o primeiro ano de vida então é quase uma exclusividade de atenção e de cuidado. Então é importante preservar esse um ano, um ano e meio sem pensar em uma nova gravidez. E para ela também recuperar sua energia, que é um desgaste grande", destaca.  Uma preocupação comum entre os pais é o ciúme em relação aos filhos. Normalmente a criança mais velha sente que perdeu o trono, o prestígio dentro de casa. A obstetra do Grupo Hospitalar Conceição (Rio Grande do Sul), Sandra Canali Ferreira, explica que o primeiro filho pode apresentar comportamentos que já haviam sido superados. "Ele sofre um pouco e estressa um pouco a família. Muitas vezes ele volta a chupar bico, a fazer xixi na cama", comenta a médica. A psicóloga do Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro, Eloisa Zen, orienta os pais destacando que a melhor forma de administrar essa situação é mostrar ao primeiro filho que o lugar dele ainda está ali e que não será ocupado pelo irmão. Para a psicóloga é importante falar que ele é único no coração dos pais, que ele foi o primeiro e que foi muito desejado. Além disso, é importante lembrá-lo de que o irmãozinho vai ser o seu companheiro no dia a dia, seja nas brincadeiras, indo e voltando da escola e também em outras atividades.  Esther Vilela lembra ainda que não existe uma regra determinando a distância entre a primeira e a segunda gravidez. Ela destaca que no caso das mulheres com mais de 40 anos é preciso seguir o período de fertilidade do corpo, e que para este caso não vale a espera de dois anos e meio a três anos entre um filho e outro. A médica frisa que depois dos 40 anos a gravidez será de risco na maioria dos casos.  O Ministério da Saúde, por meio da Rede Cegonha, fornece o acompanhamento médico gratuito desde o pré-natal ao pós-parto. Dessa forma, são realizados exames iniciais da gestação, visitas às maternidades e qualificação do atendimento às futuras mamães.

Dilma nega que Bolsa Família estimule procriação de famílias pobres
Isto é

A presidente Dilma Rousseff defendeu nesta terça-feira, em sua coluna semanal Conversa com a Presidenta, o programa Bolsa Família, do governo federal. Questionada por uma jornalista de Sorocaba (SP), que afirmava que o programa estimulava o aumento da procriação entre as famílias mais pobres, Dilma rechaçou esta hipótese, declarando que "o que tem acontecido é exatamente o contrário em nosso País".  "A taxa de fecundidade caiu em todo o Brasil e recuou ainda mais entre a população de baixa renda, especialmente do Norte e Nordeste, onde há mais pessoas recebendo o benefício do Bolsa Família", respondeu Dilma, rebatendo a afirmação da jornalista. Segundo a presidente, o Bolsa Família contribui para a melhora de uma série de indicadores que influem na queda da taxa de fecundidade da população. "Pelas estatísticas, o número médio de filhos tende a cair com o aumento de renda, educação e inclusão social, aspectos reforçados pelo programa", argumentou.

Alerta para esmaltes e unhas postiças em enfermeiras
O Globo

Após pesquisa sobre infeções bacterianas, profissionais de saúde têm sido aconselhadas a manter unhas curtas e limpas no Reino Unido

Enfermeiras têm sido aconselhadas a tomar cuidado com unhas postiças e esmaltes no Reino Unido depois de uma pesquisa do Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) sugerir que o controle de infecção estava sendo posto em risco. As diretrizes do órgão afirmam que as unhas deveriam ser curtas e sem esmalte.  Mas uma pesquisa on-line com cerca de 500 estudantes de enfermagem mostrou que 60% tinham unhas postiças ou pintadas. Segundo o Royal College of Nursing (RCN), os resultados são "preocupantes". - As unhas devem ser curtas e sem esmalte. Unhas falsas não devem ser usadas - ressaltou, em entrevista à BBC, Tom Sandford, do RCN. - Esmalte e unhas postiças abrigam bactérias e são um risco para a saúde dos pacientes. As organizações de saúde devem apoiar as políticas locais sobre uniformes e suas implicações para o controle de infecção. Segundo um documento divulgado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), da Organização Mundial de Saúde (OMS), é vedado o uso de unhas artificiais quando em contato direto com o paciente. Ele também diz para se manter "as unhas naturais e curtas", com pontas menores do que 0,5 centímetros de comprimento.

Agência da ONU realiza debate em Curitiba sobre impacto de leis brasileiras em casos de aids no país
ONU Notícias

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em conjunto com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Paraná e o Grupo Esperança, realizou em Curitiba o debate “Diálogos sobre HIV e o Direito: Acesso à Justiça”. O objetivo foi discutir o impacto das leis e práticas do Direito na epidemia de HIV/AIDS no Brasil. O encontro focou em três pontos: o estigma e a discriminação em razão do estado de saúde, da orientação sexual, da identidade de gênero, da ocupação, da violência baseada em gênero, dentre outros tipos de violência; a judicialização das demandas relacionadas ao viver com HIV/AIDS; e a atuação de assessorias jurídicas para a garantia do acesso à justiça. O representante residente adjunto do PNUD, Arnaud Peral, destacou na abertura do evento os avanços da legislação brasileira e os obstáculos que ainda devem ser transpassados para atingir plenamente os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Outros pontos ressaltados foram o combate ao abuso sexual de crianças que acabam contraindo o HIV, a falta de acesso à saúde sexual, a garantia dos direitos humanos no sistema prisional e o preconceito no ambiente de trabalho.O PNUD promoveu o encontro para debater o relatório da Comissão Global sobre o HIV e Direito, lançado em julho desse ano. O documento mostra como os governos de todas as regiões do mundo desperdiçam o potencial dos sistemas jurídicos na luta contra o HIV e conclui que as leis baseadas em evidências e nos direitos humanos fortalecem a resposta global à AIDS. Os próximos “Diálogos sobre HIV e o Direito” serão realizados em Porto Alegre e São Paulo, além de um encontro nacional a ser realizado no Rio de Janeiro em novembro. O evento em Curitiba também contou com o lançamento da campanha “Mulheres e Direitos”, uma parceria entre o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS), União Europeia, Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e ONU Mulheres. A campanha também conta com o apoio do PNUD.

Muitos casos de homofobia não chegam ao Judiciário, diz defensora pública
Agência Brasil

A coordenadora do Núcleo da Defesa da Diversidade Sexual e dos Direitos Homoafetivos (Nudiversis)  da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, Luciana Mota, disse (3) que o Judiciário está preparado para atuar nos casos de homofobia. O que ocorre, segundo ela, é que muitos deles não chegam à Justiça.

“Muitas pessoas não têm conhecimento dos seus direitos. Muitas têm vergonha de denunciar, porque se sentem humilhadas com aquela situação”, disse Luciana. Ela alertou também que há casos em que o agredido não tem como provar a violação, porque “quando a pessoa vai ofender alguém, dificilmente o faz na presença de testemunha”. Com isso, a vítima acaba perdendo a ação por falta de provas. “É um problema que a gente tem [na Defensoria Pública]”, disse. Há ainda casos em que o homossexual agredido se sente inibido para fazer uma denúncia de agressão por medo de represália. “O homossexual é vulnerável por natureza. Ele vive em uma sociedade que o oprime, que é preconceituosa. Ele já se sente, de alguma forma, constrangido, porque sabe que vai sair na rua e vai ouvir piadinha, vai sofrer agressão e vai ser ofendido. Por isso, fica sem coragem de denunciar”, diz Luciana. Segundo Luciana Mota, é preciso mudar a mentalidade da sociedade. As pessoas têm que ser orientadas sobre as consequências de uma conduta homofóbica. “Se praticar homofobia, vai receber uma punição”. Do mesmo modo, ela diz que o homossexual, sofrendo discriminação, deve ser orientado da importância de levar isso às autoridades competentes. A defensora pública defendeu o aumento de políticas públicas do estado para divulgar os direitos da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros) e, do lado do Judiciário, que as leis sejam aplicadas com rigor para que o cidadão que pratica crime de homofobia seja punido e sirva de exemplo para os demais, para que não venham a ter a mesma conduta. A defensora pública reiterou que o problema da intolerância está vinculado de forma direta à educação.

Amigos no Facebook podem induzir a comportamentos de risco
AFP 

Adolescentes que veem em redes sociais na internet, como Facebook e Myspace, fotos de amigos fumando e consumindo álcool são mais propensos a fumar e beber também, concluiu um estudo publicado esta terça-feira nos Estados Unidos. "Nosso estudo mostra que os adolescentes podem ser influenciados a fumar ou consumir álcool pelas imagens de seus amigos online", disse Thomas Valente, da Universidade do Sul da Califórnia, principal autor do estudo. "Até onde sabemos, este é o primeiro estudo que aplica métodos de análise das redes sociais para examinar como as atividades dos adolescentes nesses ambientes influenciam seu consumo de tabaco e álcool", acrescentou. Valente e sua equipe tiraram essas conclusões de uma consulta feita com 1.563 no condado de Los Angeles. Os cientistas observaram que o tamanho da própria rede virtual de amigos não é um fator importante associado a comportamentos de risco, mas estas estavam relacionadas com a exibição de fotos online de amigos em festas ou bebendo.

Acusado de mutilar 15 mulheres deixa Mais Médicos
Correio Braziliense  

O Ministério da Saúde decidiu desligar o médico e ex-deputado federal Carlos Jorge Cury Masilla, de 56 anos, do Programa Mais Médicos. O afastamento ocorreu um dia depois de o Correio revelar que o profissional, destacado para trabalhar em Águas Lindas (GO), é acusado de mutilar e causar lesões em pelo menos 15 mulheres em Manaus. Ele também é suspeito da morte de duas pacientes. Após consulta ao Conselho Federal de Medicina, o governo federal invalidou a inscrição de Cury. Além de ser acusado de mutilar e causar lesões corporais em pelo menos 15 mulheres de Manaus, o médico Carlos Jorge Cury Masilla é suspeito de ser o responsável pela morte de duas pacientes. A denúncia foi levada ao Ministério Publico Federal (MPF) e tramita em sigilo. As mulheres, que afirmam ter sido lesadas por Cury, entregaram uma representação coletiva ao MPF em fevereiro deste ano. No documento, afirmam que os erros cometidos pelo médico resultaram na morte de Laureci Fuzari e Maria Alteniza de Lima Salles.

A velhice é branca (Ancelmo Gois)

 Na mesa da socióloga Eleonora Menicucci, ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, está um estudo que mostra que o rosto da velhice no Brasil é, majoritariamente, o de uma mulher branca.

 A população feminina brasileira é formada por 50% de negras, 49% de brancas e 1% de indígenas e amarelas.

 Só que...  A partir dos 60 anos de idade, esse quadro se inverte: 57% das idosas são brancas.

Jovem que sobreviveu a ataque talibã inaugura biblioteca
Redação Lux

Malala Yousafzai, a jovem paquistanesa que sobreviveu a um ataque talibã em outubro do ano passado, inaugurou uma nova biblioteca em Birmingham, no Reino Unido. Com apenas 16 anos, a adolescente tem aqui a sua grande oportunidade para voltar a afirmar que os livros são a melhor arma para derrotar o terrorismo e lutar pelo direito à educação. “Lembrem-se sempre que mesmo um livro, uma caneta, uma criança e um professor podem mudar o mundo”, afirmou Malala durante a inauguração daquela que é apresentada como a maior biblioteca da Europa. Recorde-se que a estudante foi gravemente ferida na cabeça em outubro do ano passado, depois de ter defendido em público o direito das mulheres à educação. Recentemente, foi convidada por uma editora para publicar a sua história.

Com sete anos de existência, Natex produz 100 milhões de preservativos por ano
AC 24Horas

A fábrica de preservativos completa sete anos de existência, e segundo o governo do Estado, conta com 179 funcionários e 700 famílias que vendem látex nativo para sua produção. Atualmente, a Natex produz 20% de todas as camisinhas masculinhas distribuídas pelo governo federal.

O governador Sebastião Viana (PT) visitou a fábrica, em Xapuri, e disse que seu sonho é repassar a Natex para ser administrada por funcionários. Se dependesse de mim, vocês já seriam donos disso aqui. Eu sonho com o dia que a Natex vai pertencer aos seus funcionários. Por isso não pensem que vocês são apenas funcionários que trabalham para receber os seus salários. Pensem grande" disse. A Natex produz 100 milhões de unidades por ano e o Ministério da Saúde é o único comprador de toda sua produção, num contrato de R$ 10 milhões anuais. O ministro da Saúde Alexandre Padilha garantiu o contrato de renovação já estava pronto, garantindo mais um ano de trabalho e recursos para a empresa.  A fábrica também é a segunda maior empregadora de Xapuri, com vários departamentos técnicos, inclusive um laboratório, tudo certificado com a ISO 9001. Dos 179 empregados, 98% são de Xapuri mesmo.

FRASE

"Não há médicos em número suficiente no Brasil para o atendimento básico à população. As desistências revelam um drama que municípios e Estados vivem quando precisam preencher uma vaga após um concurso público.” Alexandre Padilha, ministro da saúde.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

CLIPPING - 09/ago./2013
"Agosto Azul"
  
Fiocruz faz campanha sobre hepatites virais no Rio

Para lembrar o Dia Mundial da Luta contra Hepatites Virais, comemorado no dia 28 de julho, o Instituto Oswaldo Cruz iniciou uma campanha de vacinação contra a hepatite B. Além da imunização, o instituto, órgão da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também está realizando testes rápidos para identificar a doença e divulgando métodos de prevenção à doença. No domingo (11) haverá uma caminhada para conscientização em Copacabana, na zona sul, quando enfermeiros continuarão vacinando as pessoas. A médica Mariana Lewis, responsável pelo Ambulatório de Hepatites Virais do instituto, disse que a hepatite quase nunca apresenta sintomas. “Infelizmente, a grande maioria das pessoas são assintomáticas, não sentem nada. É por isso que a gente faz essas campanhas de testes rápidos. Porque muitas pessoas são portadoras, mas desconhecem porque não sentem nada”, disse. De acordo com a médica, há várias formas de se prevenir contra a hepatite, além da imunização. “Para crianças, o governo faz a prevenção através do calendário de imunização. Atualmente, essa vacinação se estendeu para indivíduos de até 49 anos. Nos adultos é importante não compartilhar alicates, ter cuidado com o local onde se faz tatuagem e piercing, usar camisinha”.

Homem é o responsável por 40% dos casos em que casal não consegue engravidar

O Dia dos Pais para o comerciante Gilberto Barbosa, de 35 anos, é uma data mais do que especial. Há um ano, ele realizou o sonho de ter um filho. A conquista só veio através de uma fertilização in vitro: após quatro anos de tentativas frustradas por meios naturais, Gilberto descobriu um problema de infertilidade. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, os homens são, isoladamente, os responsáveis por cerca de 30% a 40% das vezes em que o casal tem dificuldades para engravidar. 
Depois de fazer um espermograma — exame que avalia a quantidade e a qualidade de espermatozoides produzidos —, Gilberto descobriu que seus gametas tinham baixa mobilidade. — Nunca tinha engravidado ninguém. Pelo tempo que eu e minha esposa estávamos tentando, já imaginava que o problema era comigo. Encarei de forma natural — conta o comerciante, marido da gerente de loja Marcia Filgueiras, de 35 anos, e pai de Matheus, que completou 1 ano em junho passado. A reação de Gilberto vem se tornando mais comum nos últimos dez anos, quando os homens começaram a largar o preconceito e a aceitar que também podem ser inférteis. De acordo com Paulo Gallo, tanto o homem quanto a mulher devem fazer exames se o casal não consegue gerar filhos naturalmente. Para eles, o único teste é o espermograma. Caso seja constatada alguma anormalidade, é preciso investigar as causas. Se a origem da infertilidade for infecção, varicocele ou alterações hormonais, na maioria das vezes é possível tratar. Outras causas não têm tratamento — explica. Quando o problema não pode ser corrigido, mesmo após intervenção médica, o casal tem duas opções: inseminação artificial, para casos menos graves de infertilidade, ou fertilização in vitro, para casos mais sérios.

Homem reverte vasectomia após 24 anos para ser pai pela terceira vez

 Assim que sua segunda filha nasceu, em 1986, o empresário do setor de laticínios João Bosco, de 58 anos, decidiu fazer vasectomia, pois não pretendia mais ser pai. Após 24 anos da cirurgia de esterilização, porém, o morador de Marechal Cândido Rondon (PR) reverteu o procedimento, e agora comemora a chegada do caçula, João, de 3 meses, fruto de seu segundo casamento. A idade média dos homens que fazem vasectomia no Brasil é de 27 anos na rede pública e de 34 no sistema privado, segundo o urologista Jorge Hallak, chefe do Laboratório de Andrologia do Centro de Reprodução Humana do Hospital das Clínicas (HC) em São Paulo.  Segundo o Ministério da Saúde, o número de esterilizações masculinas feitas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) subiu de 7.798 em 2001 para 34.144 em 2009, um aumento de mais de 4 vezes. Para ser submetido à operação, o homem precisa ter acima de 18 anos e dois filhos ou acima de 25 anos, com ou sem filhos, explica o urologista Sidney Glina, que realiza tanto reversões de vasectomia quanto reprodução assistida.  "É um absurdo um menino de 18 anos fazer isso, porque ele não tem condições de saber se vai querer ter filho aos 30. É um método radical, e para contracepção existem camisinha, pílula, DIU (dispositivo intrauterino)", enumera Glina. Mais de 30 milhões de casais em todo o mundo usam a vasectomia como método de controle da natalidade, de acordo com Hallak. Só nos EUA, são feitas cerca de 550 mil esterilizações masculinas por ano, aponta o urologista do HC. Segundo o médico Sidney Glina, de todos os pacientes que fazem vasectomia, entre 6% e 10% mudam de ideia. E a maioria desses homens são aqueles que já tiveram dois filhos, em média, mas se casaram de novo, geralmente com uma mulher mais jovem.  A reversão tem uma taxa média de sucesso ou seja, a mulher engravida em cerca de 60% dos casos. E, quanto menor o tempo em que o homem fica esterilizado, melhor: se o período for inferior a três anos, as chances chegam a 76%, contra 30% se a vasectomia durar mais de 15 anos, destaca Hallak. A idade da mulher é outro fator que conta muito nessas situações.

Metade dos brasileiros nunca foi ao urologista

 Homem não chora. Homem não pede informação. Estas máximas infelizmente agora podem se somar a outra homem não vai ao médico! Além de segurar as emoções, preferir estar perdido a perguntar onde fica uma rua, os homens estão colocando a saúde em risco. E isso não é de hoje. O problema é antigo e pode ter origens culturais e econômicas.  Um estudo recente feito pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) com cinco mil homens em seis capitais brasileiras Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Brasília afirma que 44% dos homens na faixa etária dos 40 anos jamais foram ao urologista e não fazem exames preventivos. É importante lembrar que todos os homens a partir desta idade devem visitar o especialista anualmente e se submeter ao exame de toque retal e PSA antígeno específico da próstata analisado na coleta do sangue. Estes dados revelam uma situação cultura e econômica na qual o Brasil se encontra. Muitos homens não vão ao urologista ou cuidam da saúde de uma forma geral porque não foram instruídos a isso e outros também não têm acesso a serviços de saúde. Outro fator que deve ser observado é o preconceito com o exame de toque retal. A população está mais consciente em relação a isso, mas ainda existem muitas barreira. Assim como em outros tipos de câncer, a prevenção e a detecção precoce são fundamentais. No ano passado, mais de 60 mil novos casos foram diagnosticados segundo o Instituto Nacional do Câncer. Muitos homens temem o resultado dos exames, mas se diagnosticado precocemente, o câncer de próstata tem tratamento e cura em muitos casos , completa Dr. Chade.

Parto natural retratado em documentário

O aumento no número de cesarianas no Brasil, que já chegam a 52% do total de nascimentos, e os benefícios do parto normal são os temas centrais do documentário “O renascimento do parto”, de Érica de Paula e Eduardo Chauvet, que estreia hoje no país. O filme traz depoimentos de mães, parteiras, médicos obstetras, especialistas e cenas de partos e paisagens. Entre os especialistas entrevistados, estão a antropóloga americana e ativista do parto natural Robbie Davis-Floyd; o obstetra e cientista francês Michel Odent; a obstetra e professora da Universidade de Brasília (UnB) Maria Esther Vilela, que coordena o Núcleo de Saúde da Mulher e o Programa Rede Cegonha do Ministério da Saúde; a epidemiologista e professora da UnB Daphne Rattner; a psicóloga Laura Uplinger; e a enfermeira obstetra Heloisa Lessa. O documentário busca destacar a importância do parto normal -- que, como defendem os diretores, poderia ser feito em até 90% dos casos, contra 10% de gestações de maior risco -- e do trabalho de parto, importante para mãe e bebê no processo do nascimento, por liberar um coquetel de hormônios, como oxitocina, prolactina, endorfina e adrenalina.  O filme mostra os diversos motivos que teriam levado a um excesso de indicações de cesarianas, além de abordar a não necessidade de tantas intervenções no bebê logo após o nascimento, a frequente falta de contato imediato dos filhos com as mães nos dois tipos de partos e o aumento de crianças prematuras ou com complicações (principalmente respiratórias) que demandam uma unidade de terapia intensiva (UTI) neonatal depois de uma cesárea.  De acordo com Érica de Paula, que fez a pesquisa e o roteiro do documentário, ele não mostra o "outro lado" das vantagens da cesariana porque "a visão contrária é o que a gente vê 24 horas por dia, sete dias por semana". "Os 90 minutos que tínhamos para fazer o filme foram usados justamente para mostrar esse outro lado". Segundo a obstetriz (profissional da saúde que atua em partos) Ana Cristina Duarte, que participou do documentário, "o que se calcula é que não mais do que 15% das mulheres têm problemas de saúde ou da dinâmica do parto que necessite algum tipo de intervenção".

Parto por R$ 1,2 mil

 A adolescente Joelma Sousa Rocha, de 16 anos, teve de pagar R$ 1,2 mil para conseguir realizar seu parto de emergência pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Itabuna, na Bahia. Quando a cobrança ilegal foi denunciada, o médico Luís Lei foi obrigado a devolver o dinheiro, mas não foi demitido da Maternidade Ester Gomes, pois, segundo o diretor da unidade, não há mais obstetras no hospital. No entanto, haveria 12 profissionais com especialidade na área trabalhando no local. Joelma contou que chegou à instituição apresentando sangramento e fortes dores. Uma médica de plantão teria se recusado a fazer o parto porque, segundo ela, o que Joelma estava sentindo era normal em sua condição. Comovido com o sofrimento da esposa, Luiz Henrique do Espírito do Santo procurou outro obstetra. O médico em questão aceitou fazer a cirurgia se recebesse R$ 1,2 mil. A mãe e o filho passam bem.

Brasil tem déficit de quase 3 mil vagas para acolher jovens em conflito com a lei

O Brasil tem atualmente um déficit de quase 3 mil vagas para acolher os 18.378 jovens em conflito com a lei obrigados a cumprir medidas socioeducativas. Segundo um relatório do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) divulgado (8), as 443 unidades de internação e de semiliberdade, juntas, somam 15.414 vagas. Além disso, mais da metade dos estabelecimentos inspecionados foram considerados insalubres. Promotores de Justiça da Infância e Juventude inspecionaram, em março de 2012 e no mesmo mês deste ano, 287 das 321 unidades de internação provisória ou definitiva cadastradas no banco de dados do CNMP. Eles relataram ter encontrado estabelecimentos superlotados em 15 estados, além do Distrito Federal. No Maranhão, segundo os promotores, o total de internos superava em 459% o número de vagas. Entre os piores resultados, na sequência vem Mato Grosso do Sul (354%); Alagoas (325%); Ceará (203%) e Paraíba (202%). A superlotação também foi verificada em grande parte das 105 unidades de semiliberdade visitadas. Segundo o CNMP, há 122 estabelecimentos desse tipo em funcionamento no país. Em Alagoas, estado onde os promotores constataram uma situação “alarmante”, o sistema de acolhimento tem condições de atender a 15 crianças ou adolescentes e, segundo o relatório, havia 175 em situação de conflito com a lei – um déficit de 1.166%. O relatório Um Olhar Atento às Unidades de Internação e Semiliberdade para Adolescentes aponta outros problemas constatados nas unidades visitadas, como a falta de separação dos internos por faixas etárias, porte físico e tipos de infração. O documento também chama a atenção para a distância entre o local onde os jovens cumprem a medida socioeducativa e o lugar onde seus pais ou parentes mais próximos vivem. Em todas as regiões brasileiras, ao menos 20% das unidades abrigam uma maioria de internos que poderia estar em estabelecimentos mais próximos das casas de seus pais. A distância, sugere o relatório, prejudica as ações socioeducativas que dependem do envolvimento familiar.

Cidades com educação pior têm maior população jovem

O Atlas de Desenvolvimento Humano no Brasil 2013, lançado na semana passada, mostra que os municípios com piores indicadores em educação têm, proporcionalmente, o dobro de crianças e adolescentes do que os com os melhores índices. Nas cidades mais bem colocadas no quesito educacional do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) apenas um quarto da população tem até 19 anos enquanto nos últimos lugares mais da metade da população está nesta faixa etária. A educação é no Brasil o fator mais atrasado dos três que compõem o índice feito pela Organização das Nações Unidas. Na média, os municípios brasileiros chegam a 0,637 em uma escala de zero a um. Os outros dois quesitos são Longevidade, em que a média é 0,816 e Renda, com 0,739. Apesar disso, o índice feito a cada 10 anos mostra um salto grande em duas décadas. Em 1991, a média das cidades era de apenas 0,278. Atualmente, apenas cinco dos 5.565 municípios estão abaixo deste patamar. O cruzamento de dados do Atlas por cidade – também lançado a cada 10 anos – mostra que há um agravante nestas cidades. Além de terem os piores indicadores, elas estão entre as com maior população em idade escolar. As duas piores colocadas do Brasil em IDHM são Melgaço e Chaves, ambas no Pará. Em Melgaço, onde o IDHM Educação é de 0,207, um total de 56% dos moradores têm até 19 anos e, em Chaves, que tem 0,234 de IDHM Educação, 51% estão na mesma faixa etária.

Criada vacina 100% eficaz contra a malária

 Um grupo internacional de pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos desenvolveu uma vacina contra a malária com 100% de eficácia. Esse é o primeiro imunizante a alcançar tal nível de proteção, mas há largos obstáculos para que ele chegue à população mais vulnerável à doença. A proteção completa foi conquistada após administração intravenosa de cinco doses da vacina. Além disso, especialistas afirmam que a produção em grande escala é praticamente inviável. O trabalho divulgado hoje na revista Science, porém, surpreende ainda se forem levadas em conta estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), que estabeleceu como meta uma vacina contra o mal com pelo menos 80% de eficácia até 2025.  O pesquisador Stephen Hoffman e a equipe liderada por ele selecionaram 57 voluntários, sendo 17 integrantes do grupo de controle, que não foi imunizado. Quarenta participantes foram divididos em grupos que receberam doses variadas da vacina PfSPZ. Nenhum dos seis indivíduos submetidos a cinco doses contraiu a doença após ser exposto ao parasita causador da malária, o Plasmodium falciparum. Das nove pessoas com uma vacinação a menos, três foram infectadas. Os demais participantes apresentaram uma proteção intermediária. A PfSPZ utiliza o princípio básico de imunização, passando aos indivíduos uma versão enfraquecida do agente patológico em uma forma específica do ciclo de desenvolvimento biológico, o esporozoíto.

Frase

“A verdade é que um grande número de unidades de todo o país ainda não atende às especificações do sistema socioeducativo, do Estatuto da Criança e do Adolescente. É isso que, de fato, dificulta a ressocialização.” Taís Schilling Ferraz, presidenta da Comissão da Infância e Juventude do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP)

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