Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Hsh. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hsh. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

CAMPANHA JOVENS GAYS E HSH

  VEJAM OS MODELOS DA CAMPANHA TÔ DENTRO PARA GAYS E HSH Clique no link  http://www.ividanova.org.br/nova-pagina/ https://www.facebook.com/pages/Campanha-T%C3%B4-Dentro/375272959309393   Abraços   Américo Nunes Neto Instituto Vida Nova Fone: 2956-9817 - 8212-6950 __._,_.___ Enviado por: Instituto Vida Nova Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Jovens ativistas discutem hoje(30/03) dados da epidemia de Aids @alemelc


Jovens ativistas discutem hoje dados da epidemia de Aids

Com a participação da técnica do Núcleo de Populações Mais Vulneráveis do Programa Estadual de DST/AIDS de São Paulo, Márcia Giovanetti, os participantes do projeto Jovens Ativistas discutiram na manhã desta sexta-feira o histórico e os dados atuais da epidemia de Aids no Brasil.
A discussão, que conta também com a colaboração da interlocutora do GVE de São José do Rio Preto, Zulmira Meireles, debateu, entre outros assuntos, as dificuldades na adesão ao tratamento antirretroviral, os índices e tendências da epidemia de Aids no país, com destaque para os dados do Estado de São Paulo.

Vulnerabilidades às DST/AIDS e homofobia
Por que gays, outros HSH e travestis são mais vulneráveis às DST/AIDS que outros segmentos populacionais? Esse foi o tema da oficina realizada ontem, na abertura do curso, pelo coordenador do Instituto Joana D’arc, Luiz Eduardo dos Santos. Para Luiz Eduardo é necessário um foco especial nas ações para a população jovem. “Precisamos dar atenção à epidemia junto ao segmento mais jovem. E a população de jovens gays é uma das mais significativas, visto que além da vulnerabilidade inerente a sua faixa etária, como a dificuldade de interiorizar as práticas de prevenção, tem que lidar com questões como estigma, discriminação e a sua identidade sexual”.
Na oficina, os participantes discutiram os conceitos de vulnerabilidade a partir da evolução do histórico da forma de percepção e combate à epidemia. Nessa perspectiva, abordou a interação entre a homofobia como fator estruturante dessas condições.
O Projeto
O projeto Jovens Ativistas é uma iniciativa da Associação de Populações Vulneráveis em parceria com o Programa Estadual de DST/AIDS e tem o objetivo de qualificar jovens gays e travestis para incidência política nos processos de planejamento e monitoramento da política de enfrentamento a Aids nos municípios prioritários do Estado.
Essa iniciativa está pensada nos marcos do plano prioritário para gays, outros HSH e travestis de São Paulo e reforça as ações no âmbito do protagonismo juvenil. “Existe uma necessidade imensa de se estimular a participação de novas lideranças no processo de prevenção ao HIV e no controle social. Neste sentido, iniciativas como da APV são fundamentais para esta recomposição”, conclui o coordenador do Instituto Joana D’arc.

Serviço
As atividades seguem até terça-feira, 03 de abril, no Augustus Plaza Hotel em São José do Rio Preto. Melhores informações: www.vulneraveis.org/jovensgays

--
Alessandro Melchior
Twitter: @alemelc

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Reunião GT Plano Estadual HSH, Gays e Travestis

Prezad@s,
Confirmo que a reunião para formação do GT para acompanhamento do Plano Estadual de Enfrentamento da Epidemia HIV/Aids entre HSH, Gays e Travestis, acontecerá no dia 10/02 às 15:00 aqui na Rua México 128 sala 1101.
Conto com a colaboração de tod@s  para divulgação nos respectivos fóruns e encaminhamento de representantes.
Qualquer dúvida é só entrar em contato.
Abraços,
 
Elizabeth FernandesConsultora
Gerência de DST/Aids, Sangue e Hemoderivados
Secretaria de Estado de Saúde - SES/RJ
Rua México, 128 sala 412 Tel: (21) 2332-8272/2332-8271
www.saude.rj.gov.br/dstaids

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Abia anuncia Oficina Cultural e de gênero III Idade HSH:




Inscrições para as Oficinas Culturais e de Gênero para III Idade HSH


    • Quando
      segunda, 12 de Dezembro de 2011
    • Hora
      17:00 até 19:00
  • Onde
    ABIA- Associação Interdisciplinar de AIDS
  • Descrição
    Assuntos culturais ou de gênero não são considerados durante a elaboração dos esforços para a prevenção ao HIV/AIDS.

    Pessoas da terceira idade geralmente não se sentem confortáveis em falar de seus comportamentos sexuais ou uso de drogas para outras pessoas.

    Isto faz co...m que poucos adultos mais velhos procurem os grupos de apoio para que possam compartilhar seus anseios e momentos felizes. Além disso, quando procuram, são poucos os que encontram tais atividades abertas para poderem compartilhar suas vidas privadas ou até mesmo se inserirem em grupos sociais de discusões.

    Muitos HSH, atualmente nessa faixa etária, não passaram pelos mesmos processos de coming out (assumir-se) que HSH mais jovens passam nos anos mais recentes.

    Muitos desses homens começaram suas vidas sexuais antes da existência do movimento gay, dos movimentos sociais de liberação sexual e afirmação de identidade gay. Tão pouco, se reconhecem nas identidades político/sociais propostas pelos setores mais politizados.

    Por outro lado, muitos dos primeiros ativistas do início do movimento homossexual, organizados dos anos 70 e 80, estão ingressando na terceira idade, tendo ainda, seja como depositário de memórias, seja por sua militância, uma contribuição imensa a dar para a promoção dos direitos humanos/sexuais da população HSH.

    E não podemos esquecer de um número considerável, talvez de forma mais silenciosa, de homens que, somente após os 50 anos de idade, após cumprirem com o script como pai, marido, homem heterossexual, decidem mudar e vivenciar desejos e vivencias homossexuais, seja com homens jovens ou de sua faixa etária.

    Venham compartilhar suas experiências com outras pessoas, para que juntos possamos elaborar momentos POSITIVOS em nossos cotidianos.

    As oficina às 17:00 h, dia 12 dezembro, na sede da ABIA (Av. Presidente Vargas, 446/13º andar, Centro/RJ).

    Mais informações podem ser obtidas na ABIA (falar com Vagner de Almeida, Juan Carlos) pelos telefones 2223-1040 ou 81070109, pelos e-mails abia@abiaids.org.br / vagner.de.almeida@gmail.com ou pelo blog terceiraidadehsh.blogspot.com .

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Prefeito de Alfenas-MG participa do curso de prevenção e advocacy em DST/Aids do projeto Interagir

Prefeito de Alfenas-MG participa do curso de prevenção e advocacy em DST/Aids do projeto Interagir


Reunidos desde sábado, 2 de abril, em Alfenas/MG, os participantes de Araxá, Barbacena, Divinópolis, Belo Horizonte, São Sebastião do Paraíso, Uberlândia e Alfenas (ponto focal), e ainda Serra, Guarapari e Cariacica, do Estado do Espírito Santo, finalizaram na terça-feira, 5, as atividades do curso regional de advocacy voltado para a comunidade de Gays e outros Homens que fazem Sexo com outros Homens (HSH), dentro do projeto Interagir, organizado pela Associação Paranaense da Parada da Diversidade (APPAD).

O projeto é financiado pelo Departamento Nacional de DST, AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde e é executado pela APPAD, em parceria com sete ONGs, entre elas o Movimento Gay de Alfenas e região do Sul de Minas (MGA), instituição que organizou o evento na cidade. O encontro já foi realizado nas cidades de Campo Grande, Curitiba, Recife, Salvador e Alfenas – único município do interior brasileiro a receber os participantes regionais. Os próximos serão no Rio de Janeiro e Belém.

Em Alfenas, assim como nos demais pontos focais, o curso teve como facilitador Toni Reis, de Curitiba/PR, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e Marcelo Pereira Dias (ponto focal – MGA). Nos quatro dias do encontro, os participantes fizeram dinâmicas em grupo, discutiram a situação nas suas localidades, conhecerem-se melhor e receberam visitas importantes, entre elas o prefeito de Alfenas, Luiz Antônio da Silva (PT), que conversou com os cursandos durante duas horas, o vereador Sander Simaglio Maciel (PV), representantes do poder Executivo e Consórcio Intermunicipal de Saúde que atuam na prevenção às DSTs/AIDS.

Ao final, todos receberam certificados de participação do curso virtual e presencial, além de entregarem os planos de prevenção, advocacy e direitos humanos, voltados para a comunidade de Gays e outros HSH. Entre os principais objetivos propostos estão o aumento de ações de prevenção frente à epidemia de DSTs/AIDS, conseguir mais recursos dentro dos Planos de Ações e Metas (PAMs) municipais e estaduais para este trabalho de prevenção e criar o “tripé da cidadania”, criando coordenadorias da Diversidade, conselhos municipais LGBTs e aprovação de mais leis voltadas à comunidade homossexual.

“O curso de advocacy e prevenção em HIV/AIDS destinado a Gays e HSH é muito importante para as lideranças LGBTs, a fim de que leis sejam criadas e seus direitos sejam respeitados”, afirmou Caio Augusto de Lima, da Associação Homossexual de Ajuda Mútua (grupo Shama) de Uberlândia.

Todos os planos elaborados serão apresentados, posteriormente, a governadores, prefeitos, secretários estaduais e municipais de saúde, vereadores, deputados estaduais, federais e senadores de todos os Estados do país, respeitando e identificando as reais e emergentes necessidades locais e regionais de cada uma das cinco regiões brasileiras, objetivando sensibilizar governos a adotarem políticas públicas urgentes e eficientes na promoção dos direitos humanos para pessoas LGBT e ações de prevenção às DST/HIV/AIDS específicas a este segmento da população.

Informações adicionais:

Marcelo Dias – Presidente do MGA / Ponto Focal Projeto Interagir Região Sudeste – (35) 8829-9124 / (35)3291-6253
Toni Reis – Coordenador Geral do Projeto – (41) 9602 8906



FOTO OFICIAL ALFENAS bxres.jpg
190K Visualizar

domingo, 26 de setembro de 2010

Informe - Consulta Técnica do PNUD sobre Respostas Nacionais Abrangentes ao Estigma relacionado ao HIV

Informe - Consulta Técnica do PNUD sobre Respostas Nacionais Abrangentes ao Estigma relacionado a HIV,  que  se  realizou  em Londres,  Reino  Unido, nos dias  22 e  23  de setembro  de  2010  no  The  Bermondsey Square Hotel.   

Fui convidado porque participei anteriormente representando a Associação pela  Saúde Integral e Cidadania (ASICAL)  na  elaboração  da Matriz para o Fortalecimento Nacional das Respostas ao HIV  para  gays e outros HSH e pessoas  trans, que  chama-se "Acesso Universal: de Vulnerabilidade a Resiliência". Em breve a Matriz estará disponível  virtualmente em português.

No caso da reunião de Londres, a consulta era geral e não apenas restrito a gays, HSH e travestis. Participaram da Consulta pessoas ligadas ao PNUD, UNaids, IPPF, Banco Mundial, Fundo Global, sociedade civil, pessoas vivendo com HIV/Aids e pessoas que sofrem algum tipo de preconceito e discriminação. Participaram um total de 32 pessoas de todos os continentes, dos seguintes países: Reino Unido, Ucrânia, Trindade e Tobago, México, Brasil, Panamá, Quênia, Tanzânia, Ilha Maurício, Nigéria, Arábia Saudita, Egito, Austrália, Índia, Estados Unidos, Itália, Noruega, entre outros (foto em anexo)

A programação está em anexo, assim como a contextualização (em inglês)

Objetivos da consulta:

A consulta teve como meta desenvolver orientações práticas para a elaboração de respostas nacionais abrangentes ao estigma relacionado ao HIV.

Os objetivos específicos para alcançar esta meta eram:

• Compartilhar boas práticas de políticas e programas de resposta ao estigma relacionado ao HI que já foram ou que poderiam ser incluídas em respostas abrangentes ao estigma relacionado ao HIV; e

• Desenvolver um esboço de matriz dos conteúdos de uma resposta nacional abrangente ao estigma relacionado ao HIV.

Resultados esperados

As discussões e a documentação da reunião serão utilizadas para desenvolver orientações simples e práticas para programas nacionais de aids e os principais atores (key stakeholders) no desenvolvimento de uma resposta nacional abrangente ao estigma relacionado ao HIV.

A discussão iniciou com um panorama global:

• O estigma relacionado ao HIV diz respeito às atitudes, crenças e sentimentos negativos associados ao HIV – incluindo aqueles associados a doença, morte, pobreza, além de sexualidade e uso de drogas

• O estigma se manifesta por meio da discriminação e reforça a mesma, incluindo no nível estrutural – ex.: práticas criminalizadas contribuem para o estigma no âmbito comunitário e individual

• O estigma é uma questão de direitos humanos: se fundamenta na violação de direitos, aumenta a vulnerabilidade a violações de direitos, e requer uma resposta voltada para os direitos
 
• As repostas precisam estar direcionadas para os principais impulsores e facilitadores do estigma relacionado ao HIV para que tenham o impacto desejado


•IMPULSORES: 
– O estigma baseado no medo irracional é percebido como a forma mais fácil de ser superada, mas ainda prevalece amplamente; 
– É mais difícil responder a julgamentos morais – mas isto é de igual importância.

•FACILITADORES: O ambiente legal, as religiões e o envolvimento comunitário podem ajudar ou atrapalhar as intervenções em resposta aos impulsores. 


Uma das questões que foi muito debatida foi que as respostas ao estigma e à discriminação devem ser transversais, incluindo todos os setores governamentais, em parceria com a sociedade civil, e que deve haver "accountability" (responsabilização/prestação de contas..), sustentabilidade das ações, transformar as políticas de governo em políticas de estado, o fortalecimento da sociedade civil e das pessoas que sofrem estigma e discriminação.

Pessoalmente fiquei muito feliz porque logo em seguida à apresentação do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia da Aids e das DST entre Gays, HSH e Travestis, e Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT, os mesmos foram muito elogiados e vistos como referência para o mundo. Sinto que  estamos no caminho certo, precisamos fazer a "accountability" dos dois planos, assim das outras políticas públicas já estabelecidas para a comunidade LGBT, inclusive o PNDH III. 

Foi discutido como trabalhar com o fundamentalismo, que tem sido uma grande barreira para a garantia dos direitos humanos das pessoas que sofrem preconceito e discriminação; fazer o monitoramento e avaliação das políticas públicas, e como fazer a descentralização do âmbito nacional para os estados e municípios.

Foi interessante estar conversando com representantes de países em que a homossexualidade está sujeita à pena de morte e outros países em que é crime. Mas mesmo nestes países, temos muitos aliados.

Foi apresentado um mapa sobre legislação que promove ou impede o acesso universal a prevenção, tratamento, atenção e apoio em HIV: “Making the law work  for the HIV response” (fazendo a legislação funcionar em prol da resposta ao HIV): link: http://data.unaids.org/pub/BaseDocument/2010/20100728_hr_poster_en.pdf

O relatório final da consulta de Londres estará pronto em dezembro.

Foi entregue uma séria de materiais listados abaixo, tudo em inglês. As pessoas que quiserem, podem pedir que enviarei (está muito pesado para enviar agora, embora alguns podem ser baixados diretamente).

Reports and research:

1.  Stangl, A; Go, V; Zelaya, C; Brady, L; Nyblade, L; Stackpool-Moore, L; Hows, J; Sprague, L; Nykanen-Rettaroli, L; de Zalduondo, B.  (2010) Enabling the Scale-Up of Efforts to Reduce HIV Stigma and Discrimination:  A New  Framework to Inform Program Implementation and Measurement 
2.  ICRW (2010) Roadmap Toward an Expanded Response to HIV Stigma and Discrimination
(http://www.icrw.org/publications/roadmap-toward-expanded-response-hiv-stigma-and-discrimination
3.  UNDP, Background Paper (working document) –Synopsis and Update of Evidence on Interventions to Address HIV-Related Stigma  
Key (existing) resources for national stakeholders:
4.  ICRW (2010) Scaling up the Response to HIV Stigma and Discrimination
(http://www.icrw.org/publications/scaling-response-hiv-stigma-and-discrimination) 
5.  UNAIDS (2007) Reducing HIV Stigma and Discrimination: a Critical Part of National AIDS Programmes
(http://data.unaids.org/pub/Report/2008/jc1521_stigmatisation_en.pdf)  

Additional Resources:
6.  UNAIDS (2009) HIV-Related Stigma and Discrimination – A Summary of Recent Literature
(http://data.unaids.org/pub/Report/.../20091130_stigmasummary_en.pdf)  
7.  Department for International Development (2007) Taking Action Against HIV Stigma and Discrimination – Guidance Document and Supporting Resources 
(http://www.aidsportal.org/repos/stigma%20guidance%20doc.pdf
8.  IPPF (2010) Stigma Measures and Measurement Tools: Civil Society Consultation to Contribute to the Development  of Common Indicators to Support a Scaled-up Response to Reducing HIV-related Stigma  
9.  World Bank, Tackling HIV - related Stigma and Discrimination in South Asia, Directions in Development, Human Development World Bank
(
http://web.worldbank.org/WBSITE/EXTERNAL/COUNTRIES/SOUTHASIAEXT/0,,contentMDK:22654773~menuPK:2246552~pagePK:2865106~piPK:2865128~theSitePK:223547,00.html)

10. UNAIDS PCB NGO Delegation, Report of the UNAIDS PCB NGO Delegation on Stigma and Discrimination
(2010). (http://data.unaids.org/pub/Agenda/2010/20100504_ngo_report_final_en.pdf)
11. UNAIDS PCB (2010).  Background paper to the 26th meeting of the UNAIDS Programme Coordinating Board,
June 2010, 'Ensuring non-discrimination in HIV Responses' (UNAIDS/PCB(26)/10.3): 
http://data.unaids.org/pub/BaseDocument/2010/20100526_non_discrimination_in_hiv_en.pdf
12. GNP+ (2010).  ‘HIV-related Stigma Measures and Measurement Tools: Consultation with PLHIV to contribute
to the development of common indicators’.
13. GFATM (2010). Summary:  Analysis of Round 8 and 9 Global Fund HIV Proposals: HIV-related Stigma

Toni Reis


__._,_.___
Anexo(s) de Toni Reis

1 de 1 foto(s)
2 de 2 arquivo(s)

sábado, 25 de setembro de 2010

SENSE: Presentación de publicación en linea del MSMGF [fonaids] SENSE: Presentación de publicación en linea del MSMGF

  Pessoal sugiro quem tem interesse em homossexualidade e Aids ver a
revista e se a filiar ao Fórum Global sobre HSH e HIV.

http://www.msmgf.org/

Um abraço.

Toni
----- Original Message -----
From: "Omar Banos" <obanos@msmgf.org>
To: "Omar Baños" <omar.banos@gmail.com>
Sent: Wednesday, September 22, 2010 1:28 PM
Subject: SENSE: Presentación de publicación en linea del MSMGF

Estimados colegas,

Es muy grato para mí anunciarles, como editor de la revista, el lanzamiento
de SENSE, la nueva publicación multimedia del MSMGF para y por HSH con VIH.
SENSE es una publicación trimestral publicada en cuatro idiomas: español,
inglés, francés y portugués.

SENSE se ha creado en respuesta a las diversas publicaciones que existen
para hombres gay, que por lo general están sesgado sobre información y las
historias de los hombres HSH con VIH en diferentes contextos y regiones.
Cada edición presentará a cuatro escritores o colaboradores de diferentes
partes del mundo, quienes explorar los temas del estigma, el bienestar,
activismo, empoderamiento y otros temas relevantes en las vidas de los HSH
con VIH. Cada edición también contará con información sucinta sobre el
tratamiento para el VIH y otros temas de salud relacionados a HSH.

La edición inaugural presenta historias sobre la familia, la homofobia, la
intimidad y el amor de HSH de Marruecos, China, Rumania, y Paraguay. Cada
narrativa está disponible en los cuatro idiomas, además de ofrecer audio de
las historias, leídas por los autores.

Especial agradecimiento a los cuatro colaboradores de esta edición
inaugural: Simón Cazal, Meng Lin, Abdellah Taïa y Surrender.

Pueden encontrar la publicación en esta dirección:
http://www.msmgf.org/html/sense/sense.html

Esperamos sea de su agrado,

Atentamente,

Omar Baños
Omar Baños | Program Associate
The Global Forum on MSM & HIV (MSMGF)
Email: obanos@msmgf.org Skype: omar.banos
P: +1 (213) 201-1361
www.msmgf.org

Curso virtual (via internet) sobre Advocacy e Prevenção do HIV/Aids, voltado especificamente para a população de gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) Prazo para inscrição: 07 de outubro de 2010


[fonaids] INSCRIÇÕES ABERTAS - Curso virtual (via interne t) sobre Advocacy e Prevenção do HIV/Aids para Ga ys e outros HSH

 


para  divulgação
INSCRIÇÕES ABERTAS

Curso virtual (via internet) sobre Advocacy e Prevenção do HIV/Aids, voltado especificamente para a população de gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH)

Prazo para inscrição: 07 de outubro de 2010

Contexto:

A Associação Paranaense da Parada da Diversidade – APPAD, em parceria com o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde,  ASICAL , vem desenvolvendo o “Projeto InteraGir - Ações de Advocacy e Prevenção em HIV/Aids para a comunidade de gays e outros HSH”.

O Projeto está sendo desenvolvido em rede desde janeiro de 2009, através de 7 organizações distribuídas entre as 5 macrorregiões do país:

    Norte  – Grupo Homossexual do Pará
    Nordeste – GLICH e Instituto Papai
Sudeste – Cellos e Movimento Gay de Alfenas
Sul – Cepac
Centro-Oeste – Associação de Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul

O Projeto prevê ações de advocacy no Executivo estadual e municipal, visando ao fortalecimento das atividades dos Planos de Ações e Metas em HIV/Aids, na área de gays e outros HSH, a implementação dos Planos Estaduais de Enfrentamento da Epidemia da AIDS e das DST entre Gays, HSH e Travestis*, inclusive no que diz respeito a ações de prevenção. Também prevê a promoção da cidadania e dos direitos humanos de pessoas vivendo com HIV/Aids e da população LGBT, por meio de ações de advocacy no Legislativo estadual e municipal.
 
A atual etapa do projeto prevê a ampliação das ações-piloto iniciais, e a realização de um curso virtual (por internet) em advocacy e prevenção do HIV/Aids, especificamente para a população de gays e outros HSH. A duração prevista do curso é de 09 semanas, no período de 11 de outubro a 10 de dezembro de 2010.

O curso virtual envolve o estudo de material teórico, incluindo vídeo apresentações, e a realização de tarefas em etapas de acordo com os conteúdos, de modo a construir um plano básico de advocacy e um plano básico de intervenção na comunidade (prevenção). Os estudantes contarão com a orientação de tutores.

Há até 210 vagas disponíveis no curso, distribuídas da seguinte forma:

                Região Sul:                         30 vagas
                Região Norte:                   30 vagas
                Região Centro-Oeste:   30 vagas
                Região Nordeste 1 (BA, SE, AL, CE):        30 vagas
Região Nordeste 2 (PE, PB, RN, PI, MA):              30 vagas
                Região Sudeste 1 (MG, ES):        30 vagas
Região Sudeste 2 (SP, RJ):           30 vagas

Até o momento (24/09), 70 pessoas já se inscreveram.

Ao final do curso virtual, os 10 estudantes com o melhor desempenho em cada uma das 7 regiões terão a oportunidade de participar de um curso regional presencial de 40 horas, para o aperfeiçoamento dos conhecimentos adquiridos e definição de planos de ação mais aprofundados.

Critérios para seleção de candidatos:


  • Ser participante de uma ONG de direitos humanos LGBT, com atuação também na área de HIV/Aids

  • Ser uma ONG participante de Fóruns de Aids e LGBT, ou equivalente

  • Ter perfil de militante

  • Preferencialmente ser jovem

  • Preferencialmente ser universitário

  • Ter disponibilidade para realizar e concluir o curso

  • Ter habilidade em lidar com o computador

  • Ter redação própria

  • O município sede da ONG do candidato deve obrigatoriamente ter um Plano de Ações e Metas - PAM (veja em http://www.pam.aids.gov.br/pam/menupam2.asp para a lista completa dos municípios com PAM). Não poderão ser aceitos candidatos de municípios que não têm PAM.

  • O candidato deve se comprometer a fazer integralmente o curso virtual

Como se candidatar:

A inscrição dos candidatos ao curso se dará por meio de formulário disponível no site: www.asical.org/br. No menu direito (utilize a barra de rolamento inferior para visualizar o menu direito), no item, “Cadastre-se”, clique em “Para fazer parte da comunidade clique aqui”, e preencha e envie o formulário de inscrição.

As inscrições serão avaliadas de acordo com os critérios acima e de acordo com o número de vagas disponíveis por região.

Os candidatos selecionados serão informados por e-mail até 09 de outubro e receberão um login e uma senha para poder entrar na plataforma do curso.

Dúvidas:

Eventuais dúvidas devem ser encaminhadas por e-mail para interagir@cepac.org.br


Márcio Marins                                                         Toni Reis

Coordenador-Geral da APPAD                                 Coordenador-Geral do Projeto InteraGir           

* Travestis: a Projeto InteraGir não contempla travestis, visto que um projeto específico para esta população, aprovado na mesma concorrência, está sendo desenvolvido por outra organização.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Gays e outros HSH são mais escolarizados, têm maior poder aquisitivo e acessam mais o serviço público de saúde que os homens em geral

Notícias

Estudo

17/06/10

Gays e outros HSH são mais escolarizados, têm maior poder aquisitivo e acessam mais o serviço público de saúde que os homens em geral

Entre os gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) entrevistados em 10 cidades brasileiras, o nível de escolaridade é mais alto do que os homens em geral. Dos 3.610 homens que responderam ao levantamento, 52,2% possuem 11 anos ou mais de escolaridade. Pesquisa sobre Comportamento, Atitudes e Práticas Relacionadas às DST e Aids da População Brasileira de 15 a 64 anos de idade (PCAP), de 2008, mostra que, entre os homens em geral esse índice é de apenas 25,4%. Entre eles, o maior percentual varia de 4 a 7 anos de estudo (40,1%). Os dados foram divulgados hoje durante o VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e o I Congresso Brasileiro das Hepatites Virais.

Nos últimos 12 meses, 23,5% dos gays e outros HSH fizeram o teste de HIV. Segundo a PCAP 2008, menos da metade (11,2%) dos homens em geral foram testados no mesmo período. Chama a atenção o maior percentual de gays e outros HSH que realizam a testagem nos serviços públicos de saúde: 66,7% deles receberam o diagnóstico para o HIV em centros de testagem e aconselhamento ou na rede pública de saúde. Na população masculina em geral, segundo a PCAP 2008, esse percentual é de 40,6%.

Questionados sobre sua percepção de risco, os outros HSH também demonstram maior nível de informação. Entre aqueles que se testaram alguma vez na vida, 53,9% o fizeram porque achavam que tinham algum risco de ter se infectado ou por “curiosidade” de saber sua condição sorológica. Entre os homens em geral, 32,7% procuraram o serviço de diagnóstico por essas razões.

Utilizando-se de metodologia em que cada entrevistado funciona como “semente” e leva o pesquisador a outros entrevistados, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde realizou estudo com o público HSH em: Manaus, Recife, Salvador, Curitiba, Itajaí, Santos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campo Grande e Brasília. O critério para a participação na pesquisa foi possuir 18 anos ou mais e ter tido pelo menos uma relação sexual com um homem nos últimos 12 meses. O levantamento foi coordenado pela pesquisadora Ligia Kerr, da Universidade Federal do Ceará.

Os gays e outros HSH também utilizam com maior frequência os serviços de saúde para testes de HIV e acesso a preservativos do que a média da população masculina do país. Em relação a acesso ao preservativo, 76,9% dos gays e outros HSH declararam ter recebido camisinhas gratuitamente nos últimos 12 meses. Sessenta e seis por cento dos HSH tiveram acesso ao preservativo em um serviço público de saúde, 10,7% em uma organização não governamental e 9,9% na escola. Entre os homens em geral, esse índice é bem menor (33,9%).

A pesquisa comprova que o Projeto Saúde e Prevenção nas escolas (SPE) é um dos canais de acesso do jovem ao preservativo. O SPE é um projeto do Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação e consiste em levar ações de prevenção às instituições de ensino do país.

Uso do preservativo
Entre os gays e outros HSH de 25 a 64 anos, 78,9% usaram preservativo na primeira relação sexual, contra 21,6% dos homens em geral, na mesma faixa etária. Entretanto, o uso da camisinha na última relação sexual (nos últimos 12 meses) com parceria casual cai para 59,6%, praticamente o mesmo percentual dos homens em geral, que é 56,9%.

Em relação à população mais jovem, a pesquisa traz um alerta. Os jovens gays e outros HSH utilizam o preservativo em menor proporção que os jovens homens em geral: 53,9% deles utilizaram a camisinha na primeira relação sexual, enquanto 62,3% dos jovens homens em geral a usaram na primeira vez.

Nas relações nos últimos 12 meses com parceiro fixo, 29,3% dos jovens gays e outros jovens HSH utilizaram o preservativo. Nos jovens em geral, a média é de 34,6%. Em relações com parceiros casuais, os jovens gays e outros HSH fizeram uso do preservativo em 54,3% dos casos, resultado similar ao encontrado nos jovens em geral (57%).

Os resultados da pesquisa corroboram os últimos dados epidemiológicos lançados no final do ano passado pelo Ministério da Saúde. Na faixa etária de 13 a 19 anos, entre os meninos, há mais casos de aids por transmissão homossexual (33,5%) do que heterossexual (28,3% ).

Prevalência
A taxa de prevalência do HIV na população de gays e outros HSH com mais de 18 anos das 10 cidades pesquisadas foi de 10,5%. O dado encontrado é consistente com estudos anteriormente realizados em algumas cidades do Brasil e característico de uma epidemia concentrada. Nos Estados Unidos, por exemplo, a prevalência na população HSH é de 9,1%, bastante similar à brasileira. A prevalência na população masculina brasileira de 15 a 49 anos é estimada em 0,8%. A taxa de prevalência de sífilis durante a vida encontrada na pesquisa com gays e outros HSH foi de 13,4%.

Estigma e discriminação
Os resultados da pesquisa realizada com os gays e outros HSH evidenciam que o preconceito está presente na vida dessa população. Um total de 29,6% dos entrevistados afirmou já ter sofrido discriminação por causa da orientação sexual alguma vez; 44,5% disseram ter sido xingados e 12,4% já foram agredidos fisicamente. Mais da metade deles (51,3%) disseram já ter sido discriminados no trabalho, 28,1% na escola ou faculdade e 13% em algum ambiente religioso.

Atendimento à imprensa
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Tel: (61) 9221-2546/3306-7024 / 7010 / 7016
Site:
www.aids.gov.br - E-mail: imprensa@aids.gov.br

sábado, 24 de abril de 2010

Quero Fazer, Lançamento do Projeto

Notícias

Quero fazer

23/04/10

Trailer itinerante leva testagem anti-HIV para gays e travestis no DF

A partir da próxima semana, gays e travestis no Plano Piloto (DF) terão uma opção diferente para fazer teste de aids. Uma unidade móvel de saúde (trailer) estará em pontos de concentração desse público para realizar teste rápido anti-HIV à noite. A cerimônia de lançamento da iniciativa está marcada para hoje, às 11h45, no auditório do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. Trata-se do projeto-piloto Quero Fazer, uma ação inédita no Brasil destinada à prevenção e à testagem voluntária do vírus da aids entre gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens (HSH). No trailer vão ocorrer atividades de prevenção e aconselhamento, além do exame. Equipe de profissionais de saúde e integrantes de ONG locais serão responsáveis pelo acolhimento do público e pela realização do teste. O teste rápido permite que a entrega de resultado do diagnóstico para a infecção do HIV saia em cerca de 40 minutos.

A iniciativa permite que as pessoas possam fazer o exame fora do horário comercial e os pontos estratégicos de funcionamento aproximam essa população vulnerável dos serviços de saúde, além de mobilizá-los para a prevenção em relação a aids. Dados epidemiológicos do Ministério da Saúde de 2008 indicam maior incidência de aids entre gays, travestis e HSH do que na população geral. Nesse segmento, a probabilidade de infecção pelo HIV é de 11 vezes maior do que nos homens heterossexuais. É importante destacar que não há grupo de risco para o HIV/aids, pois qualquer pessoa está suscetível à infecção.

O Quero Fazer é uma ação apoiada pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e executada pela Pact Brasil, com o apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, da UnB e de organizações não governamentais locais. O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais é responsável pelo treinamento da equipe de profissionais que atuam junto ao público-alvo e pelo fornecimento dos testes e de preservativos. Além de ir a locais frequentados por esse público, o projeto reforça os objetivos do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre Gays, HSH e Travestis, lançado pelo Ministério da Saúde, em março de 2008.

Brasília é a terceira cidade a aderir à iniciativa. O Quero Fazer atua também no Recife e no Rio de Janeiro. No Recife, além do trailer ter possibilitado que cerca de duas mil pessoas fizessem seu teste anti-HIV, os serviços de testagem voluntária foram estendidos à ONG Grupo Leões do Norte e ao Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) do Cabo de Santo Agostinho, facilitando o acesso de gays e travestis ao diagnóstico do HIV. No Rio de Janeiro, o serviço está disponível no Grupo Arco Iris (ONG LGBT) e no CTA de São João do Meriti, na Baixada Fluminense. Os pontos de testagem e aconselhamento do Quero Fazer ajudam a fortalecer o vínculo dessa população com os serviços públicos de saúde.

A ideia do projeto é realizar 4,5 mil testes rápidos de HIV, nas três cidades em dois anos de funcionamento. Para isso, os serviços de diagnóstico para o HIV do Quero Fazer usando o teste rápido são divulgados e complementados por ações de prevenção realizadas por educadores de pares (lideranças de ONG LGBT locais). A importância da prevenção das DST/HIV e do diagnóstico precoce é reforçada também por estratégias de comunicação do projeto, entre elas: perfil e colunas em sites de relacionamento gay, blog www.pactbrasil.org/querofazer, comunidade Quero Fazer no Orkut, cartilha, folderes e mensagens de texto via celular.

SERVIÇO
Lançamento do Quero Fazer: Hoje (23 de abril), às 11h45, auditório do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (SAF Sul Trecho 2, bloco F, Torre 1, Ed. Premium – Auditório)
Contato: Pact Brasil: (21) 9390-5448
Departamento DST, Aids e Hepatites do Ministério da Saúde: (61) 3306-7016

PROGRAMAÇÃO DO TRAILER ITINERANTE
Parque da Cidade, Conic e 403 sul (próximo ao Gate´s Pub) à noite

MAIS INFORMAÇÕES
Embaixada dos Estados Unidos no Brasil: http://www.embaixada-americana.org.br/
USAID: http://brazil.usaid.gov/pt
Departamento DST, Aids e Hepatites do Ministério da Saúde: www.aids.gov.br
Pólo de Prevenção de DST, Aids da UnB: 3307-2772 ramal 208

Fonte:www.aids.gov.br