Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
CAMPANHA JOVENS GAYS E HSH
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Jovens ativistas discutem hoje(30/03) dados da epidemia de Aids @alemelc
Alessandro Melchior
Twitter: @alemelc
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Reunião GT Plano Estadual HSH, Gays e Travestis
Gerência de DST/Aids, Sangue e Hemoderivados
Secretaria de Estado de Saúde - SES/RJ
www.saude.rj.gov.br/dstaids
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Abia anuncia Oficina Cultural e de gênero III Idade HSH:
- Quandosegunda, 12 de Dezembro de 2011
- Hora17:00 até 19:00
- OndeABIA- Associação
Interdisci plinar de AIDS - DescriçãoAssuntos culturais ou de gênero não são considerados durante a elaboração dos esforços para a prevenção ao HIV/AIDS.
Pessoas da terceira idade geralmente não se sentem confortáveis em falar de seus comportamentos sexuais ou uso de drogas para outras pessoas.Isto faz co...m que poucos adultos mais velhos procurem os grupos de apoio para que possam compartilhar seus anseios e momentos felizes. Além disso, quando procuram, são poucos os que encontram tais atividades abertas para poderem compartilhar suas vidas privadas ou até mesmo se inserirem em grupos sociais de discusões.
Muitos HSH, atualmente nessa faixa etária, não passaram pelos mesmos processos de coming out (assumir-se) que HSH mais jovens passam nos anos mais recentes.
Muitos desses homens começaram suas vidas sexuais antes da existência do movimento gay, dos movimentos sociais de liberação sexual e afirmação de identidade gay. Tão pouco, se reconhecem nas identidades político/sociais propostas pelos setores mais politizados.
Por outro lado, muitos dos primeiros ativistas do início do movimento homossexual, organizados dos anos 70 e 80, estão ingressando na terceira idade, tendo ainda, seja como depositário de memórias, seja por sua militância, uma contribuição imensa a dar para a promoção dos direitos humanos/sexuais da população HSH.
E não podemos esquecer de um número considerável, talvez de forma mais silenciosa, de homens que, somente após os 50 anos de idade, após cumprirem com o script como pai, marido, homem heterossexual, decidem mudar e vivenciar desejos e vivencias homossexuais, seja com homens jovens ou de sua faixa etária.
Venham compartilhar suas experiências com outras pessoas, para que juntos possamos elaborar momentos POSITIVOS em nossos cotidianos.
As oficina às 17:00 h, dia 12 dezembro, na sede da ABIA (Av. Presidente Vargas, 446/13º andar, Centro/RJ).
Mais informações podem ser obtidas na ABIA (falar com Vagner de Almeida, Juan Carlos) pelos telefones 2223-1040 ou 81070109, pelos e-mails abia@abiaids.org.br /vagner.de.almeida@gmail.com ou pelo blog terceiraidadehsh.blogspot. com .
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Prefeito de Alfenas-MG participa do curso de prevenção e advocacy em DST/Aids do projeto Interagir
| FOTO OFICIAL ALFENAS bxres.jpg 190K Visualizar |
domingo, 26 de setembro de 2010
Informe - Consulta Técnica do PNUD sobre Respostas Nacionais Abrangentes ao Estigma relacionado ao HIV
(http://www.icrw.org/
Key (existing) resources for national stakeholders:
(http://www.icrw.org/
(http://data.unaids.org/pub/
Additional Resources:
(http://data.unaids.org/pub/
(http://www.aidsportal.org/
(http://web.worldbank.org/
(2010). (http://data.unaids.org/pub/
June 2010, 'Ensuring non-discrimination in HIV Responses' (UNAIDS/PCB(26)/10.3):
http://data.unaids.org/pub/
to the development of common indicators’.
sábado, 25 de setembro de 2010
SENSE: Presentación de publicación en linea del MSMGF [fonaids] SENSE: Presentación de publicación en linea del MSMGF
revista e se a filiar ao Fórum Global sobre HSH e HIV.
http://www.msmgf.org/
Um abraço.
Toni
----- Original Message -----
From: "Omar Banos" <obanos@msmgf.org>
To: "Omar Baños" <omar.banos@gmail.com>
Sent: Wednesday, September 22, 2010 1:28 PM
Subject: SENSE: Presentación de publicación en linea del MSMGF
Estimados colegas,
Es muy grato para mí anunciarles, como editor de la revista, el lanzamiento
de SENSE, la nueva publicación multimedia del MSMGF para y por HSH con VIH.
SENSE es una publicación trimestral publicada en cuatro idiomas: español,
inglés, francés y portugués.
SENSE se ha creado en respuesta a las diversas publicaciones que existen
para hombres gay, que por lo general están sesgado sobre información y las
historias de los hombres HSH con VIH en diferentes contextos y regiones.
Cada edición presentará a cuatro escritores o colaboradores de diferentes
partes del mundo, quienes explorar los temas del estigma, el bienestar,
activismo, empoderamiento y otros temas relevantes en las vidas de los HSH
con VIH. Cada edición también contará con información sucinta sobre el
tratamiento para el VIH y otros temas de salud relacionados a HSH.
La edición inaugural presenta historias sobre la familia, la homofobia, la
intimidad y el amor de HSH de Marruecos, China, Rumania, y Paraguay. Cada
narrativa está disponible en los cuatro idiomas, además de ofrecer audio de
las historias, leídas por los autores.
Especial agradecimiento a los cuatro colaboradores de esta edición
inaugural: Simón Cazal, Meng Lin, Abdellah Taïa y Surrender.
Pueden encontrar la publicación en esta dirección:
http://www.msmgf.org/html/
Esperamos sea de su agrado,
Atentamente,
Omar Baños
Omar Baños | Program Associate
The Global Forum on MSM & HIV (MSMGF)
Email: obanos@msmgf.org Skype: omar.banos
P: +1 (213) 201-1361
www.msmgf.org
Curso virtual (via internet) sobre Advocacy e Prevenção do HIV/Aids, voltado especificamente para a população de gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) Prazo para inscrição: 07 de outubro de 2010
Ser participante de uma ONG de direitos humanos LGBT, com atuação também na área de HIV/Aids
Ser uma ONG participante de Fóruns de Aids e LGBT, ou equivalente
Ter perfil de militante
Preferencialmente ser jovem
Preferencialmente ser universitário
Ter disponibilidade para realizar e concluir o curso
Ter habilidade em lidar com o computador
Ter redação própria
O município sede da ONG do candidato deve obrigatoriamente ter um Plano de Ações e Metas - PAM (veja em http://www.pam.aids.gov.br/pam/menupam2.asp para a lista completa dos municípios com PAM). Não poderão ser aceitos candidatos de municípios que não têm PAM.
O candidato deve se comprometer a fazer integralmente o curso virtual
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Gays e outros HSH são mais escolarizados, têm maior poder aquisitivo e acessam mais o serviço público de saúde que os homens em geral
Notícias
Estudo
17/06/10Gays e outros HSH são mais escolarizados, têm maior poder aquisitivo e acessam mais o serviço público de saúde que os homens em geral
Entre os gays e outros homens que fazem sexo com homens (HSH) entrevistados em 10 cidades brasileiras, o nível de escolaridade é mais alto do que os homens em geral. Dos 3.610 homens que responderam ao levantamento, 52,2% possuem 11 anos ou mais de escolaridade. Pesquisa sobre Comportamento, Atitudes e Práticas Relacionadas às DST e Aids da População Brasileira de 15 a 64 anos de idade (PCAP), de 2008, mostra que, entre os homens em geral esse índice é de apenas 25,4%. Entre eles, o maior percentual varia de 4 a 7 anos de estudo (40,1%). Os dados foram divulgados hoje durante o VIII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids e o I Congresso Brasileiro das Hepatites Virais.
Nos últimos 12 meses, 23,5% dos gays e outros HSH fizeram o teste de HIV. Segundo a PCAP 2008, menos da metade (11,2%) dos homens em geral foram testados no mesmo período. Chama a atenção o maior percentual de gays e outros HSH que realizam a testagem nos serviços públicos de saúde: 66,7% deles receberam o diagnóstico para o HIV em centros de testagem e aconselhamento ou na rede pública de saúde. Na população masculina em geral, segundo a PCAP 2008, esse percentual é de 40,6%.
Questionados sobre sua percepção de risco, os outros HSH também demonstram maior nível de informação. Entre aqueles que se testaram alguma vez na vida, 53,9% o fizeram porque achavam que tinham algum risco de ter se infectado ou por “curiosidade” de saber sua condição sorológica. Entre os homens em geral, 32,7% procuraram o serviço de diagnóstico por essas razões.
Utilizando-se de metodologia em que cada entrevistado funciona como “semente” e leva o pesquisador a outros entrevistados, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde realizou estudo com o público HSH em: Manaus, Recife, Salvador, Curitiba, Itajaí, Santos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campo Grande e Brasília. O critério para a participação na pesquisa foi possuir 18 anos ou mais e ter tido pelo menos uma relação sexual com um homem nos últimos 12 meses. O levantamento foi coordenado pela pesquisadora Ligia Kerr, da Universidade Federal do Ceará.
Os gays e outros HSH também utilizam com maior frequência os serviços de saúde para testes de HIV e acesso a preservativos do que a média da população masculina do país. Em relação a acesso ao preservativo, 76,9% dos gays e outros HSH declararam ter recebido camisinhas gratuitamente nos últimos 12 meses. Sessenta e seis por cento dos HSH tiveram acesso ao preservativo em um serviço público de saúde, 10,7% em uma organização não governamental e 9,9% na escola. Entre os homens em geral, esse índice é bem menor (33,9%).
A pesquisa comprova que o Projeto Saúde e Prevenção nas escolas (SPE) é um dos canais de acesso do jovem ao preservativo. O SPE é um projeto do Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação e consiste em levar ações de prevenção às instituições de ensino do país.
Uso do preservativo
Entre os gays e outros HSH de 25 a 64 anos, 78,9% usaram preservativo na primeira relação sexual, contra 21,6% dos homens em geral, na mesma faixa etária. Entretanto, o uso da camisinha na última relação sexual (nos últimos 12 meses) com parceria casual cai para 59,6%, praticamente o mesmo percentual dos homens em geral, que é 56,9%.
Em relação à população mais jovem, a pesquisa traz um alerta. Os jovens gays e outros HSH utilizam o preservativo em menor proporção que os jovens homens em geral: 53,9% deles utilizaram a camisinha na primeira relação sexual, enquanto 62,3% dos jovens homens em geral a usaram na primeira vez.
Nas relações nos últimos 12 meses com parceiro fixo, 29,3% dos jovens gays e outros jovens HSH utilizaram o preservativo. Nos jovens em geral, a média é de 34,6%. Em relações com parceiros casuais, os jovens gays e outros HSH fizeram uso do preservativo em 54,3% dos casos, resultado similar ao encontrado nos jovens em geral (57%).
Os resultados da pesquisa corroboram os últimos dados epidemiológicos lançados no final do ano passado pelo Ministério da Saúde. Na faixa etária de 13 a 19 anos, entre os meninos, há mais casos de aids por transmissão homossexual (33,5%) do que heterossexual (28,3% ).
Prevalência
A taxa de prevalência do HIV na população de gays e outros HSH com mais de 18 anos das 10 cidades pesquisadas foi de 10,5%. O dado encontrado é consistente com estudos anteriormente realizados em algumas cidades do Brasil e característico de uma epidemia concentrada. Nos Estados Unidos, por exemplo, a prevalência na população HSH é de 9,1%, bastante similar à brasileira. A prevalência na população masculina brasileira de 15 a 49 anos é estimada em 0,8%. A taxa de prevalência de sífilis durante a vida encontrada na pesquisa com gays e outros HSH foi de 13,4%.
Estigma e discriminação
Os resultados da pesquisa realizada com os gays e outros HSH evidenciam que o preconceito está presente na vida dessa população. Um total de 29,6% dos entrevistados afirmou já ter sofrido discriminação por causa da orientação sexual alguma vez; 44,5% disseram ter sido xingados e 12,4% já foram agredidos fisicamente. Mais da metade deles (51,3%) disseram já ter sido discriminados no trabalho, 28,1% na escola ou faculdade e 13% em algum ambiente religioso.
Atendimento à imprensa
Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais
Tel: (61) 9221-2546/3306-7024 / 7010 / 7016
Site: www.aids.gov.br - E-mail: imprensa@aids.gov.br
sábado, 24 de abril de 2010
Quero Fazer, Lançamento do Projeto
Notícias
Quero fazer
23/04/10Trailer itinerante leva testagem anti-HIV para gays e travestis no DF
A partir da próxima semana, gays e travestis no Plano Piloto (DF) terão uma opção diferente para fazer teste de aids. Uma unidade móvel de saúde (trailer) estará em pontos de concentração desse público para realizar teste rápido anti-HIV à noite. A cerimônia de lançamento da iniciativa está marcada para hoje, às 11h45, no auditório do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. Trata-se do projeto-piloto Quero Fazer, uma ação inédita no Brasil destinada à prevenção e à testagem voluntária do vírus da aids entre gays, travestis e outros homens que fazem sexo com homens (HSH). No trailer vão ocorrer atividades de prevenção e aconselhamento, além do exame. Equipe de profissionais de saúde e integrantes de ONG locais serão responsáveis pelo acolhimento do público e pela realização do teste. O teste rápido permite que a entrega de resultado do diagnóstico para a infecção do HIV saia em cerca de 40 minutos.
A iniciativa permite que as pessoas possam fazer o exame fora do horário comercial e os pontos estratégicos de funcionamento aproximam essa população vulnerável dos serviços de saúde, além de mobilizá-los para a prevenção em relação a aids. Dados epidemiológicos do Ministério da Saúde de 2008 indicam maior incidência de aids entre gays, travestis e HSH do que na população geral. Nesse segmento, a probabilidade de infecção pelo HIV é de 11 vezes maior do que nos homens heterossexuais. É importante destacar que não há grupo de risco para o HIV/aids, pois qualquer pessoa está suscetível à infecção.
O Quero Fazer é uma ação apoiada pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e executada pela Pact Brasil, com o apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, da UnB e de organizações não governamentais locais. O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais é responsável pelo treinamento da equipe de profissionais que atuam junto ao público-alvo e pelo fornecimento dos testes e de preservativos. Além de ir a locais frequentados por esse público, o projeto reforça os objetivos do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre Gays, HSH e Travestis, lançado pelo Ministério da Saúde, em março de 2008.
Brasília é a terceira cidade a aderir à iniciativa. O Quero Fazer atua também no Recife e no Rio de Janeiro. No Recife, além do trailer ter possibilitado que cerca de duas mil pessoas fizessem seu teste anti-HIV, os serviços de testagem voluntária foram estendidos à ONG Grupo Leões do Norte e ao Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) do Cabo de Santo Agostinho, facilitando o acesso de gays e travestis ao diagnóstico do HIV. No Rio de Janeiro, o serviço está disponível no Grupo Arco Iris (ONG LGBT) e no CTA de São João do Meriti, na Baixada Fluminense. Os pontos de testagem e aconselhamento do Quero Fazer ajudam a fortalecer o vínculo dessa população com os serviços públicos de saúde.
A ideia do projeto é realizar 4,5 mil testes rápidos de HIV, nas três cidades em dois anos de funcionamento. Para isso, os serviços de diagnóstico para o HIV do Quero Fazer usando o teste rápido são divulgados e complementados por ações de prevenção realizadas por educadores de pares (lideranças de ONG LGBT locais). A importância da prevenção das DST/HIV e do diagnóstico precoce é reforçada também por estratégias de comunicação do projeto, entre elas: perfil e colunas em sites de relacionamento gay, blog www.pactbrasil.org/querofazer, comunidade Quero Fazer no Orkut, cartilha, folderes e mensagens de texto via celular.
SERVIÇO
Lançamento do Quero Fazer: Hoje (23 de abril), às 11h45, auditório do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (SAF Sul Trecho 2, bloco F, Torre 1, Ed. Premium – Auditório)
Contato: Pact Brasil: (21) 9390-5448
Departamento DST, Aids e Hepatites do Ministério da Saúde: (61) 3306-7016
PROGRAMAÇÃO DO TRAILER ITINERANTE
Parque da Cidade, Conic e 403 sul (próximo ao Gate´s Pub) à noite
MAIS INFORMAÇÕES
Embaixada dos Estados Unidos no Brasil: http://www.embaixada-americana.org.br/
USAID: http://brazil.usaid.gov/pt
Departamento DST, Aids e Hepatites do Ministério da Saúde: www.aids.gov.br
Pólo de Prevenção de DST, Aids da UnB: 3307-2772 ramal 208
Fonte:www.aids.gov.br