Policlinica do Centro sala 23 pião
inferior De 2 a 5 feiras das 07 as 9 horas
Importante: chegar 15 minutos para cadastro
Trazer identidade ,cartão do sus.cartao de gestante
Não e nescessario Jejum
fone 3952-01-20 Telefone GAPASC 48 32221510
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
Carga Viral
|
|
Posted: 06 Feb 2013 04:17 PM PST
Pessoal, segue texto da queridíssima Marianna Perri, originalmente feita no blog da querida Samanta Quadrado, o qual recomendo. http://quadardo.blogspot.com.
Beto Volpe
Descrição da imagem: borboletas multicores estilizadas em asas ovais voando em torno do nome do livro referência em síndrome de Down 'Mude seu falar que eu mudo meu ouvir'.
Por Marianna Perri, filha de Rita e José
Mesmo
sendo a alteração genética mais comum no Brasil, a Síndrome de Down
ainda gera muitas dúvidas: o que é? As crianças que têm a síndrome vão
se desenvolver normalmente? Como são os cuidados?
Confira o relato de um pai que defende a inclusão
Pensando nisso, perguntamos no Facebook e Twitter da Pais & Filhos quais eram as principais dúvidas que nosso leitores tinham sobre o assunto e conversamos com um especialista para explicar todos os detalhes sobre a Síndrome de Down.
O que é a Síndrome de Down?
Descrita pela primeira vez em 1866 pelo médico inglês Langdon Down, é causada por um excesso do material cromossômico: em vez de dois cromossomos 21, o feto apresenta três.
Esta
trissomia pode ser simples, quando há um cromossomo a mais em todas as
células do organismo; mosaico, quando este cromossomo extra aparece em
algumas células apenas, ou por translocação, quando o cromossomo 21
está junto de outro cromossomo.
E isso gera diversos comprometimentos:
- Os mais visíveis são as alterações da imagem. Crianças com Down podem apresentar dedos curtos, pregas nas mãos, olhos um pouco mais puxados, orelhas pequenas, além de outras características. - Hipotonia, ou seja, redução da força muscular, que pode levar a uma lentidão no desenvolvimento motor. - Cardiopatias congênitas, ou malformações cardíacas, que, na maioria dos casos, só são resolvidas com cirurgia. - Pulmão e brônquios são mais fracos, o que predispõe a doenças respiratórias. Outros órgãos também podem apresentar funcionamento irregular. O intestino fica mais ressecado. A vesícula biliar não se contrai adequadamente. - Os ligamentos são mais frouxos, a criança tem maior flexibilidade. Com isso, corre o risco de as articulações não se manterem estáveis, principalmente as dos pés, joelhos, coluna cervical, coxa e bacia. - Cerca de 99% das pessoas com síndrome de Down têm problemas de visão e de 10% a 30% apresentam falhas na audição, por isso é indicado fazer avaliações auditivas e oftalmológicas anualmente. Cuidados necessários A criança com Down precisa num primeiro momento de fisioterapia, para adquirir força nos músculos, e de fonoaudiologia, para auxiliar no aprendizado da fala e enrijecer a mandíbula. E depois, quando estiver entrando no período pré-escolar, é indicado que tenham acompanhamento de um terapeuta ocupacional e de um psicopedagogo. Probabilidade A chance de uma criança nascer com síndrome de Down no mundo é de 1 para 1000 nascidos. Em 100% dos casos, os bebês nascem com algum comprometimento intelectual. Importante levar em conta a idade dos pais. Quanto mais velho ou mais jovem o casal, maior a probabilidade de o filho nascer com a síndrome. Com quanto tempo de gestação se descobre a síndrome? Por ser uma alteração genética, é possível descobrir se o feto tem Síndrome de Down antes do parto. Durante a gravidez, o diagnóstico pode ser feito entre a 8ª e 9ª semanas, por avaliação citogenética (constituição genética das células), ou entre a 12ª e 13ª semanas por amniocentese (análise do líquido amniótico). Estes exames são realizados em consultório e levados para análise em laboratório. Já se os pais optaram pela fertilização in vitro, é possível descobrir se o embrião tem a trissomia antes mesmo de ser colocado na barriga da mãe. Estes exames não são obrigatórios durante o pré-natal. O obstetra pode sugeri-los em famílias de risco, quando a mãe tem idade avançada, quando há outros casos de cromossomopatias ou então quando o ultrassom indica algumas alterações características, que podem ser identificadas entre a 6ª e 8ª semanas. A dosagem hormonal da mãe também pode indicar alguma alteração no feto. Neste caso, é necessário iniciar uma investigação mais específica, já que apenas 30% das mães com alterações hormonais têm fetos com algum tipo de problema. Existem diferentes níveis da síndrome? Não, apenas existem indivíduos diferentes entre si, assim como todos nós. O que determina as diferenças, além do padrão genético, são os estímulos do ambiente em que a criança se desenvolve. A nutrição, vacinação e educação também têm participação na qualidade de vida da criança com Down, assim como as atividades físicas. A alimentação merece uma atenção especial, já que o intestino grosso destes indivíduos é mais longo e funciona mais devagar, absorvendo mais nutrientes. As pessoas com Síndrome de Down precisam de alimentos que ajudem o desenvolvimento neural, como peixes com ômega 3 e oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas. Além disto, eles precisam de minerais e dois metais, cobre e zinco, que podem ser encontrados em carne, ostras e outros alimentos. As crianças com Down não devem ser vegetarianas. Procure oferecer carne de animais jovens, como vitela, e alimentos frescos, sem muitos conservantes. Como é o desenvolvimento físico da criança com Down? No que ela é diferente? O desenvolvimento é diferente das crianças comuns, mas segue características próprias da síndrome. Atualmente, existe uma lista de padrões próprios para estas crianças. É importante que o pequeno siga as curvas de peso, padrões e desenvolvimento próprios. Quando ele não se encaixe nestes padrões, é necessária uma investigação mais precisa, seja ela óssea, de estatura ou neurológica. As mulheres com mais de 40 anos têm mais chances de ter um filho com síndrome de Down? Sim, assim como aquelas que engravidam com menos de 18 anos. Aos 49 anos da mulher, por exemplo, as chances de ter um filho Down é de 1 para 100. O indivíduo com síndrome de Down tem direitos e deveres legais diferentes das pessoas comuns? Teoricamente, não, exceto: a família do Down tem direito a receber um salário complementar, quando os pais não estão trabalhando ou registrados. Há também a isenção do IPI em veículos. Qual a expectativa de vida dos portadores da síndrome? A criança corre o risco de morrer durante a infância? Quais são eles? É igual a de qualquer outra pessoa: entre 60 e 70 anos. A criança com Down correm os mesmos riscos de morrer durante a infância quanto qualquer criança comum. O único caso no qual o risco de morte é maior é quando a criança apresenta alguma cardiopatia. Pessoas com síndrome de Down têm a sexualidade exacerbada? Eles podem namorar e casar normalmente? Não, a sexualidade é exposta, não exacerbada. As pessoas com Down não têm inibição social para traduzir o que pensam ou sentem. Eles podem namorar e casar normalmente, desde que seja dada a oportunidade. Mulheres portadoras da síndrome podem engravidar? O bebê terá a síndrome? A gestação ocorre normalmente? As mulheres com Down podem engravidar normalmente. Se elas engravidarem com outra pessoa com Down, as chances de ter um filho Down são de 80%; quando é com um homem normal, este número cai para 50%. A gestação é considerada de risco, já que a futura mãe com Down não entende os cuidados que necessita. Ela deverá fazer uma cesárea, além de ter uma dieta adequada durante toda a gestação. |






A NAM é uma reconhecida organização de base comunitária, com sede no Reino Unido. Proporciona informações correctas e actualizadas sobre VIH para todo o mundo para pessoas que vivem com a infecção pelo VIH e profissionais desta área.------------- Mensagem Original ------------- | |
Data: | Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011 15:07 |
Assunto: | Fwd: Testes de carga viral chegam aos estados |
Carine, Por gentileza, encaminha este e-mail para o Zé Hélio e para o mailing das OSC. Grato, Ricardo Charão Testes de carga viral chegam aos estados Para: Testes de carga viral chegam aos estados A realização dos testes de quantificação de carga viral do HIV, que monitora a evolução do tratamento de pessoas vivendo com HIV/aids em acompanhamento no país, encontra-se regularizada. Desde a última quinta-feira (4), os lotes com a nova remessa de exames começaram a chegar em todos os estados brasileiros. Em nota técnica publicada hoje (5), o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde reforça junto à rede laboratorial a retomada da realização das testagens, conforme as recomendações expressas nos Consensos Terapêuticos Adulto, Gestantes e Crianças/Adolescentes. O documento cancela a nota de 12 de julho, que orientava a priorização temporária da solicitação dos exames. A contribuição de um grupo de trabalho para análise de processo de aquisição, armazenamento e distribuição de insumos estratégicos para a saúde permitiu ao Ministério da Saúde celeridade no reabastecimento da rede. |
Ativistas criticam novo prazo para regularização de testes de carga viral 27/07/2011 - 12h35 Em resposta ao novo prazo do Ministério da Saúde para a regularização do estoque de exames de carga viral (Leia aqui), ativistas reforçaram a necessidade de estoques reguladores e pediram a reestruturação do SUS. Segundo o ministro Alexandre Padilha, a situação estará normalizada até o final de agosto. O prazo inicial, divulgado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais na semana passada, era o começo do próximo mês. “Quem conhece a logística do Ministério da Saúde sabe que seria impossível acabar com o problema nas primeiras semanas de agosto. Uma coisa é o material chegar aos Estados e municípios, outra é estar disponível aos usuários”, disse o representante do Fórum de ONG/Aids do Estado do Rio de Janeiro, William Amaral. As explicações oficiais de que a falta de kits para os exames aconteceu porque algumas empresas que participavam da licitação de compra entraram com recursos, atrasando o processo, não serviram como justificativa para William. “O governo precisa estar preparado para essas situações. Mais uma vez fica clara a necessidade de estoques emergenciais”, afirmou. Segundo o ativista, “o Departamento de Aids está desaprendendo como combater a doença.” Já o integrante do GIV (Grupo de Incentivo à Vida), Jorge Beloqui, avaliou que a situação não pode ser vista com um problema pontual. “Esta não é uma dificuldade isolada da resposta brasileira à aids. Recentemente faltaram vários remédios", lembou. “É preciso reestruturar o SUS, desde o Ministério até o municípios". Beloqui também cobrou informações do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais de um diagnóstico que seria realizado pelo órgão sobre o fluxo de medicamentos. Em março deste ano, quando o antirretroviral atazanavir 300mg teve a distribuição fracionada para evitar o desabastecimento, o diretor do Departamento, Dirceu Greco, afirmou à Agência Aids que em cerca de 30 dias essa análise seria concluída. Fábio Serrato Dica de Entrevista William Amaral Fórum de ONG/Aids do RJ Tel.: (21) 3563-6440 Jorge Beloqui GIV Tel.: (11) 5084-0255 / 11 5084-7465 http://www.facebook.com/l/
|
| 2 anexos — Examinar e baixar todos os anexos | |||
| |||
| |||