Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Carga viral. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Informação SOBRE Coleta de sangue #SC

Coleta de Carga Viral e CD4
Policlinica do Centro sala 23 pião
inferior De 2 a 5 feiras das 07 as 9 horas

Importante: chegar 15 minutos para cadastro

Trazer identidade ,cartão do sus.cartao de gestante

Não e nescessario Jejum

fone 3952-01-20 Telefone GAPASC 48 32221510

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Posted: 26 May 2013 12:50 PM PDT
Há pelo menos dez anos as pessoas vivendo com HIV sabem disso, cobram do governo uma atitude e... nada. Jovens com osteoporose, disfunção erétil, menopausa precoce, catarata, demência e tudo que aflige a terceira idade, ainda na segunda. O consenso terapêutico irá se reunir mês que vem, vamos ver se alguma atitude será tomada.
Beto Volpe
 
Descrição da imagem: criação artística do HIV em meio a glóbulos na corrente sanguínea
 
Passados 30 anos da descoberta do vírus responsável por causar a aids e pelo menos 15 anos depois de o diagnóstico ter deixado de ser considerado uma sentença de morte, a primeira pergunta que muitos pacientes ainda fazem logo após saber que são soropositivos é: quanto tempo eu tenho de vida? O infectologista Alexandre Naime Barbosa tem a resposta na ponta da língua: "O mesmo tempo que qualquer outra pessoa da sua idade".

Fica para os soropositivos com longo tempo de convivência com o vírus, porém, uma outra constatação. Os pacientes vivem mais, sim, mas envelhecem mais rapidamente.

O advento da terapia antirretroviral, com vários medicamentos, conseguiu controlar a principal causa de morte durante o início da epidemia: as doenças oportunistas, que surgiam depois que o vírus, em multiplicação alucinada, aniquilava as defesas do organismo.
As drogas conseguiram diminuir a replicação do vírus a ponto de a carga viral, nas pessoas que tomam o remédio rigorosamente, ficar indetectável no sangue. Algumas partes do corpo, porém, funcionam como reservatório do vírus, como os sistemas nervoso central e linfático. Uma espécie de refúgio, já que neles os vírus ficam fora do alcance das drogas e continuam se replicando lentamente.

"A gente assistiu à história de 30 anos da doença vendo-a de trás para frente. A primeira visão foi catastrófica. A aids levava a uma profunda redução da imunidade, a ponto de a pessoa morrer em decorrência das doenças oportunistas. Conseguimos mudar isso, tratar as pessoas. Aí, começamos a ver a doença pelo começo", diz Ricardo Diaz, infectologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Nos últimos anos, vários estudos em todo o mundo vêm mostrando que o corpo de uma pessoa que vive por muitos anos com o HIV acaba funcionando como o de alguém que tem, em média, 15 anos a mais.

As comorbidades mais comuns são as doenças cardiovasculares, como infarto e AVC (acidente vascular cerebral), que têm uma prevalência maior nessa população. Em segundo lugar, vêm os vários tipos de cânceres, como o de próstata, mama e colo de útero. Também são comuns perda de massa óssea, diabete e distúrbios neurocognitivos, como demência precoce. E deficiência renal, mas que pode estar mais relacionada ao próprio uso dos remédios.

A solução, afirma o médico, é tentar lidar preventivamente com isso, associando outros medicamentos quando necessário. "Mulheres com o HIV devem fazer o exame de papanicolau e mamografia a cada seis meses. Recomendamos que todos sempre tomem vacinas." Com esses cuidados, diz, mesmo com uma incidência maior de outros problemas de saúde, não há impacto na expectativa de vida. "A mortalidade é praticamente igual a de quem não tem HIV. Só é preciso ter mais cuidados."
 
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Carga Viral

 

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Blog Carga Viral de Beto Volpe (NEWS)

Carga Viral



Posted: 06 Feb 2013 04:17 PM PST
Pessoal, segue texto da queridíssima Marianna Perri, originalmente feita no blog da querida Samanta Quadrado, o qual recomendo. http://quadardo.blogspot.com.br/2013/02/entenda-sindrome-de-down-respondemos-as.html
Beto Volpe


Descrição da imagem: borboletas multicores estilizadas em asas ovais voando em torno do nome do livro referência em síndrome de Down 'Mude seu falar que eu mudo meu ouvir'.
Por Marianna Perri, filha de Rita e José

Mesmo sendo a alteração genética mais comum no Brasil, a Síndrome de Down ainda gera muitas dúvidas: o que é? As crianças que têm a síndrome vão se desenvolver normalmente? Como são os cuidados?

Confira o relato de um pai que defende a inclusão

Pensando nisso, perguntamos no Facebook e Twitter da Pais & Filhos quais eram as principais dúvidas que nosso leitores tinham sobre o assunto e conversamos com um especialista para explicar todos os detalhes sobre a Síndrome de Down.

O que é a Síndrome de Down?

Descrita pela primeira vez em 1866 pelo médico inglês Langdon Down, é causada por um excesso do material cromossômico: em vez de dois cromossomos 21, o feto apresenta três.

Esta trissomia pode ser simples, quando há um cromossomo a mais em todas as células do organismo; mosaico, quando este cromossomo extra aparece em algumas células apenas, ou por translocação, quando o cromossomo 21 está junto de outro cromossomo.

E isso gera diversos comprometimentos:

- Os mais visíveis são as alterações da imagem. Crianças com Down podem apresentar dedos curtos, pregas nas mãos, olhos um pouco mais puxados, orelhas pequenas, além de outras características.

- Hipotonia, ou seja, redução da força muscular, que pode levar a uma lentidão no desenvolvimento motor. 

- Cardiopatias congênitas, ou malformações cardíacas, que, na maioria dos casos, só são resolvidas com cirurgia.

- Pulmão e brônquios são mais fracos, o que predispõe a doenças respiratórias. Outros órgãos também podem apresentar funcionamento irregular. O intestino fica mais ressecado. A vesícula biliar não se contrai adequadamente.

- Os ligamentos são mais frouxos, a criança tem maior flexibilidade. Com isso, corre o risco de as articulações não se manterem estáveis, principalmente as dos pés, joelhos, coluna cervical, coxa e bacia.

- Cerca de 99% das pessoas com síndrome de Down têm problemas de visão e de 10% a 30% apresentam falhas na audição, por isso é indicado fazer avaliações auditivas e oftalmológicas anualmente.

Cuidados necessários

A criança com Down precisa num primeiro momento de fisioterapia, para adquirir força nos músculos, e de fonoaudiologia, para auxiliar no aprendizado da fala e enrijecer a mandíbula. E depois, quando estiver entrando no período pré-escolar, é indicado que tenham acompanhamento de um terapeuta ocupacional e de um psicopedagogo.

Probabilidade

A chance de uma criança nascer com síndrome de Down no mundo é de 1 para 1000 nascidos. Em 100% dos casos, os bebês nascem com algum comprometimento intelectual. Importante levar em conta a idade dos pais. Quanto mais velho ou mais jovem o casal, maior a probabilidade de o filho nascer com a síndrome.

Com quanto tempo de gestação se descobre a síndrome?

Por ser uma alteração genética, é possível descobrir se o feto tem Síndrome de Down antes do parto. Durante a gravidez, o diagnóstico pode ser feito entre a 8ª e 9ª semanas, por avaliação citogenética (constituição genética das células), ou entre a 12ª e 13ª semanas por amniocentese (análise do líquido amniótico). Estes exames são realizados em consultório e levados para análise em laboratório. Já se os pais optaram pela fertilização in vitro, é possível descobrir se o embrião tem a trissomia antes mesmo de ser colocado na barriga da mãe.

Estes exames não são obrigatórios durante o pré-natal. O obstetra pode sugeri-los em famílias de risco, quando a mãe tem idade avançada, quando há outros casos de cromossomopatias ou então quando o ultrassom indica algumas alterações características, que podem ser identificadas entre a 6ª e 8ª semanas.

A dosagem hormonal da mãe também pode indicar alguma alteração no feto. Neste caso, é necessário iniciar uma investigação mais específica, já que apenas 30% das mães com alterações hormonais têm fetos com algum tipo de problema.

Existem diferentes níveis da síndrome?

Não, apenas existem indivíduos diferentes entre si, assim como todos nós. O que determina as diferenças, além do padrão genético, são os estímulos do ambiente em que a criança se desenvolve.

A nutrição, vacinação e educação também têm participação na qualidade de vida da criança com Down, assim como as atividades físicas.

A alimentação merece uma atenção especial, já que o intestino grosso destes indivíduos é mais longo e funciona mais devagar, absorvendo mais nutrientes. As pessoas com Síndrome de Down precisam de alimentos que ajudem o desenvolvimento neural, como peixes com ômega 3 e oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas.

Além disto, eles precisam de minerais e dois metais, cobre e zinco, que podem ser encontrados em carne, ostras e outros alimentos. As crianças com Down não devem ser vegetarianas. Procure oferecer carne de animais jovens, como vitela, e alimentos frescos, sem muitos conservantes.

Como é o desenvolvimento físico da criança com Down? No que ela é diferente?

O desenvolvimento é diferente das crianças comuns, mas segue características próprias da síndrome. Atualmente, existe uma lista de padrões próprios para estas crianças. É importante que o pequeno siga as curvas de peso, padrões e desenvolvimento próprios. Quando ele não se encaixe nestes padrões, é necessária uma investigação mais precisa, seja ela óssea, de estatura ou neurológica.

As mulheres com mais de 40 anos têm mais chances de ter um filho com síndrome de Down?

Sim, assim como aquelas que engravidam com menos de 18 anos. Aos 49 anos da mulher, por exemplo, as chances de ter um filho Down é de 1 para 100.

O indivíduo com síndrome de Down tem direitos e deveres legais diferentes das pessoas comuns?

Teoricamente, não, exceto: a família do Down tem direito a receber um salário complementar, quando os pais não estão trabalhando ou registrados. Há também a isenção do IPI em veículos.

Qual a expectativa de vida dos portadores da síndrome? A criança corre o risco de morrer durante a infância? Quais são eles?

É igual a de qualquer outra pessoa: entre 60 e 70 anos. A criança com Down correm os mesmos riscos de morrer durante a infância quanto qualquer criança comum. O único caso no qual o risco de morte é maior é quando a criança apresenta alguma cardiopatia.

Pessoas com síndrome de Down têm a sexualidade exacerbada? Eles podem namorar e casar normalmente?

Não, a sexualidade é exposta, não exacerbada. As pessoas com Down não têm inibição social para traduzir o que pensam ou sentem. Eles podem namorar e casar normalmente, desde que seja dada a oportunidade.

Mulheres portadoras da síndrome podem engravidar? O bebê terá a síndrome? A gestação ocorre normalmente?

As mulheres com Down podem engravidar normalmente. Se elas engravidarem com outra pessoa com Down, as chances de ter um filho Down são de 80%; quando é com um homem normal, este número cai para 50%. A gestação é considerada de risco, já que a futura mãe com Down não entende os cuidados que necessita. Ela deverá fazer uma cesárea, além de ter uma dieta adequada durante toda a gestação.

sábado, 24 de março de 2012

Teste de carga viral em locais com recursos limitados








Quinta-feira, 8 de Março de 2012

Teste de carga viral em locais com recursos limitados


A monitorização regular da carga viral permite que, quando há falência terapêutica, a mudança de tratamento seja mais rápida em comparação com a monitorização baseada em outros critérios, segundo demonstra um estudo conduzido na Zâmbia.
Contudo, a monitorização regular da carga viral não levou à deteção precoce de falência terapêutica.
A monitorização da carga viral é dispendiosa e complexa. E, como tal, não faz habitualmente parte dos cuidados de rotina do VIH em locais com recursos limitados. Isto significa que os testes de carga viral são apenas realizados se a pessoa fica doente ou se a contagem de células CD4 não aumenta ou desce significativamente. Contudo, há preocupações que isto possa significar que algumas pessoas desenvolvam resistência aos medicamentos antes de mudar a combinação terapêutica (por estarem sob um tratamento que não funciona) e que outras mudem de tratamento desnecessariamente.
Uma equipa de investigadores internacionais pretendia observar se a monitorização regular da carga viral tinha benefícios na monitorização baseada na manifestação de sintomas e na contagem de células CD4.
O estudo envolveu 1 973 pessoas que iniciaram o tratamento entre 2006 e 2008.
Os participantes foram randomizados para monitorizar a carga viral de modo regular ou numa base arbitrária.
Um ano após o início do tratamento, não havia diferença na mortalidade entre os dois grupos. Proporções iguais tinham, também, os níveis de carga viral abaixo das 400 cópias/ml. O período de falência terapêutica foi igualmente semelhante.
Porém, os doentes com carga viral monitorizada regularmente eram duas vezes mais propensos a mudar de tratamento, e estas alterações ocorreram mais rápido comparativamente às pessoas no braço da monitorização arbitrária.
Uma análise de custo-eficácia está a ser planeada, mas os investigadores concluíram que a monitorização regular reduz a quantidade de tempo passado em falência terapêutica.

Os benefícios do financiamento do PEPFAR estende-se para além do VIH


Atividades desenvolvidas pelo PEPFAR no mundo (www.pepfar.gov)
O financiamento do PEPFAR para os programas do VIH é associado a uma redução significativa da taxa de mortalidade em geral.
Os gastos na ajuda ao desenvolvimento na área do VIH alcançaram os quatro milhões de dólares americanos em 2009. No entanto, tem havido algumas críticas de que a ajuda disponibilizada foi desviada de outras prioridades da saúde para financiar estas despesas.
Os investigadores analisaram as taxas de mortalidade em adultos nos países da África subsaariana, tendo em conta se recebiam financiamento através do PEPFAR.
Um total de 27 países e um milhão e meio de adultos foram incluídos no estudo. As taxas de mortalidade nos países que receberam financiamento do PEPFAR e dos que não receberam divergiram acentuadamente, após a introdução do mesmo, em 2004. As taxas permaneceram estáveis nos países não abrangidos pelo financiamento, mas nos países abrangidos desceram em quase 50%.
Tal, não se deve simplesmente à mudança no número de mortes relacionadas com o VIH.
A análise demonstrou que todas as causas de mortalidade eram 16% mais baixas nos países a receber financiamento do PEPFAR. Os investigadores estimam que quase 750 000 casos de morte em idade adulta foram prevenidos graças ao financiamento.

Infeção pelo VIH - Prevenir a transmissão mãe-filho – retenção nos cuidados de saúde é um desafio


Estudos conduzidos na Zâmbia e na África do Sul demonstraram que é difícil reter mulheres grávidas e no período de amamentação nos cuidados de saúde quando sob tratamento antirretroviral.
Quando acessível, a Organização Mundial de Saúde (OMS) incentiva a disponibilização da terapêutica antirretroviral tripla a todas as mulheres grávidas e em período de amamentação, mesmo quando tal não é necessário para a saúde materna. Uma opção na prevenção da transmissão mãe-filho é o uso da monoterapia com AZT após a 14ª semana de gestação, doses únicas de nevirapina para a mãe e bebé durante o parto, e AZT e 3TC no momento do parto e na semana seguinte.
Os investigadores zambezianos concluíram que a terapêutica tripla reduziu o risco de infeções e de mortalidade.
Acrescentam, contudo, que ocorreu um elevado risco de perda no acompanhamento das mulheres sob terapêutica tripla. Pensam que tal poderá diminuir a eficácia dos programas na redução do risco de transmissão mãe-filho.
Um estudo sul-africano demonstrou que 19% das mulheres seropositivas para o VIH grávidas abandonaram os cuidados de saúde um ano após o início da terapêutica antirretroviral. Tal, é comparado a uma taxa de apenas 3% para as mulheres seropositivas não-grávidas.

Tratamento pediátrico para o VIH em locais com poucos recursos


A terapêutica antirretroviral baseada no inibidor da protease lopinavir/ritonavir foi associada a uma descida no risco de desenvolver malária em crianças seropositivas para a infeção pelo VIH.
Os investigadores em Tororo, no Uganda – onde a malária é endémica – observaram as taxas da doença em crianças seropositivas para o VIH, tendo em conta se estas estavam sob terapêutica antirretroviral baseada em lopinavir/ritonavir ou num inibidor não-nucleósido da transcriptase reversa (INNTR).
A terapêutica com o inibidor da protease foi associada a uma redução de 59% do risco de desenvolvimento de malária.
A terapêutica preventiva padrão para a malária foi disponibilizada a todas as crianças. Os investigadores pensam que o lopinavir/ritonavir possa ter potenciado os níveis dos medicamentos profiláticos para a malária. Especulam, também, que o inibidor da protease possa ter um efeito anti-malárico.
Um outro estudo demonstrou que o tratamento com d4T (estavudina) é o principal fator de risco para o desenvolvimento da lipoatrofia (perda de gordura) em crianças sob terapêutica antirretroviral na África do Sul.
Os investigadores enfatizam a importância de detetar precocemente este efeito secundário, difícil de reverter e estigmatizante.

Tratamento para a hepatite C


Estudo apresentado por Edward Gane no CROI 2012
O tratamento para a hepatite C sem interferão peguilado “ não é um sonho”, afirmaram os investigadores após saberem os resultados de um estudo que demonstrou que uma combinação com dois medicamentos orais obteve um efeito rápido e potente contra o vírus.
Contudo, a carga viral aumentou quando o tratamento foi interrompido. O estudo envolveu doentes monoinfetados pelo vírus da hepatite C (VHC).
O tratamento padrão para a hepatite C consiste em interferão peguilado e ribavirina. Esta terapêutica nem sempre funciona e pode causar efeitos secundários graves, muitos dos quais associados ao interferão.
Dois inibidores da protease que atuam diretamente contra o vírus da hepatite C foram recentemente aprovados. Estes melhoram as taxas de resposta ao tratamento, contudo, o interferão peguilado permanece como um componente essencial no tratamento.
Outros medicamentos que atuam diretamente contra o vírus da hepatite C estão em desenvolvimento.
Os resultados apresentados no ano passado demonstraram que a combinação baseada no inibidor da polimerase experimental, GS-7977, mais ribavirina obteve bons resultados em doentes monoinfetados pelo VHC com os genótipos 2 e 3, mais fáceis de tratar.
Os investigadores pretendiam observar se a combinação era segura e eficaz em pessoas com o genótipo 1, mais difícil de tratar.
Os participantes do estudo receberam 400mg de GS-7977 num comprimido diário com 1000 ou 1200mg de ribavirina, consoante o peso de cada pessoa, durante 12 semanas. A carga viral do VHC desceu rapidamente e permaneceu suprimida até ao final da terapêutica.
Contudo, tornou a ser novamente detetável em todos os participantes, à exceção de um. Este doente tinha uma variação genética (IL28B) associada a uma resposta favorável ao tratamento e fibrose hepática mínima.
Os investigadores pensam prolongar a terapêutica, ou adicionar outro medicamento, que atue diretamente no vírus da hepatite C de modo a melhorar as taxas de resposta.

“O básico” – novos temas


Lançámos recentemente 12 novos temas da nossa série ilustrada “O básico”.
Desenhámos estes folhetos para apoiar as discussões entre os profissionais de saúde e as pessoas que vivem com VIH, onde cada tema cobre alguns aspetos-chave. São escritos em linguagem simples e com ilustrações para melhor compreender a informação.
Pode saber mais sobre estes novos temas no blog da NAM, ou consultar e descarregar a série completa no nosso site.
Muitos destes folhetos estão traduzidos em vários idiomas, incluindo o Português. Pode encontrar todos os folhetos em português no nosso site, como também, mais informações detalhadas para doentes.

Apoie o nosso trabalho de outras formas


Como organização de solidariedade, necessitamos de donativos e agradecemos todos os que recebemos, sejam pequenos ou grandes. Todos os cêntimos são canalizados para ajudar as pessoas que vivem com VIH e aqueles que os apoiam e cuidam, a ter acesso a informação essencial.
Acreditamos veementemente que uma informação independente, clara e baseada em evidência científica está no centro do fortalecimento da capacidade das pessoas para tomarem decisões sobre a sua saúde e viver durante mais tempo, vidas felizes e com mais saúde.
Se quiser apoiar o nosso trabalho através de um donativo, poderá fazê-lo online através da página www.aidsmap.com/donate.
Se quiser saber como o seu apoio pode fazer a diferença e se sentir que pode apoiar o nosso trabalho com um donativo, poderá fazê-lo online através da página www.aidsmap.com/donate.
Muito obrigado.
“Fui diagnosticado com VIH no início de dezembro, com 24 anos…No início não consegui contar nem aos meus amigos mais próximos ou familiares e o aidsmap.com ajudou-me a falar com outras pessoas.”
Links relacionados:
A NAM é uma reconhecida organização de base comunitária, com sede no Reino Unido. Proporciona informações correctas e actualizadas sobre VIH para todo o mundo para pessoas que vivem com a infecção pelo VIH e profissionais desta área.
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Telefone: +44 (0)20 3242 0820
Fax: +44 (0) 20 3242 0839
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NAM Publications
Registered office: 77a Tradescant Road, London, SW8 1XJ
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Fui entrevistado por Cidinha Campos ontem

Estou no aguardo da respostas a minha entrevista no programa Cidinha Livre (Band) de ontem,
Onde falei do congelamento de sangue dos PVHAS em virtude da troca de tecnologia de verificação do exame de carga viral, e também da continuidade e de falta de alguns ARVS na farmácias, mesmo depois da nota que o Ministério da saúde ter me garantido que os estoques estavam regularizados.
A baixo esta o link do blog para vcs:
http://blogs.band.com.br/cidinhalivre/2011/08/

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Testes de carga viral chegam aos estados



 Socializando...

Abaixo a nota que o Departamento encaminhou para os estados sobre os Teste de Carga Viral e, pelas informações passadas no Encontro Nacional da RNP+BRASIL pelo Eduardo, Rio e São Paulo já receberam os Kits na sexta-feira . No RS deve estar chegando hoje, conforme o Eduardo informou.

Abs
Zehelio
JOSÉ HÉLIO COSTALUNGA DE FREITAS
Representação Estadual da RNP+RS
zehelio@terra.com.br
Rua Luis Afonso 234 - Cidade Baixa - Porto Alegre
fone: 51.3013.1169 /3221.6363


Para informação!
Carine Zambonato Ecco
Especialista em Saúde
Depto. de Ações em Saúde
SCDST/Aids
Secretaria Estadual da Saúde

Av. Borges de Medeiros, 1501/5º andar  sala 01- Ala Norte - Cep: 90119-900 Porto Alegre/RS
Fone: (51) 32885910/5911 Fax: (51) 32216677
------------- Mensagem Original -------------
Data:
Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011 15:07
Assunto:
Fwd: Testes de carga viral chegam aos estados




Carine,
Por gentileza, encaminha este e-mail para o Zé Hélio e para o mailing das OSC.
Grato,

Ricardo Charão
Testes de carga viral chegam aos estados
Para:
Testes de carga viral chegam aos estados
A realização dos testes de quantificação de carga viral do HIV, que monitora a evolução do tratamento de pessoas vivendo com HIV/aids em acompanhamento no país, encontra-se regularizada. Desde a última quinta-feira (4), os lotes com a nova remessa de exames começaram a chegar em todos os estados brasileiros. Em nota técnica publicada hoje (5), o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde reforça junto à rede laboratorial a retomada da realização das testagens, conforme as recomendações expressas nos Consensos Terapêuticos Adulto, Gestantes e Crianças/Adolescentes. O documento cancela a nota de 12 de julho, que orientava a priorização temporária da solicitação dos exames. A contribuição de um grupo de trabalho para análise de processo de aquisição, armazenamento e distribuição de insumos estratégicos para a saúde permitiu ao Ministério da Saúde celeridade no reabastecimento da rede.







sábado, 30 de julho de 2011

VERGONHA NACIONAL ** SOBRE FALTA DE KIT CARGA VIRAL**

Prezados Amigos Ativistas na Luta Contra a Aids
 
 
 
É uma vergonha o que o atual governo tem feito com as Pessoas Vivendo com HIV e Aids. Como se já não bastassem as altas que são dadas todos os dias às pessoas que estão doentes, porque no entender dos médicos, a Aids é apenas uma doença crônica, ainda temos que engolir falta e fracionamento de Antiretrovirais. E agora o congelamento do sangue, o que vai tornar tudo ainda mais caro, pois se o sangue não será analisado em tempo hábil, era melhor nem colhê-lo. Pior de tudo é saber que todo este descaso não é por falta de dinheiro e sim por falta de vergonha, por uma má adminstração por parte do Ministério da Saúde e do Departamento de Aids. Não sei o que é pior, se o descaso dos gestores em relação à nós Soropositivos, ou se as novas regras para concorrências de projetos criadas pelo Departamento de Aids, onde pouquíssimas ONG's podem se habiltar à recursos. O irônico é que as ONG's precisam desses recursos justamente para fazer aquilo que o governo deixa de fazer.  
Conclusão: Para o governo é melhor acabar com os Soropositivos, já que não acabam com a epidemia. Melhor programa de Aids do Mundo? Só se for para quem não tem HIV.
 
Solidariamente,
 
Rene Júnior
Moderador do FONAIDS
Pessoa Vivendo com HIV e Aids há 8 anos
Membro da RNP+ Rio de Janeiro desde 2004
Diretor Administrativo Financeiro - Grupo Pela Vidda
Membro do GT OSC/OG do Estado do Rio de Janeiro
Membro da Comissão Estadual de Aids do Rio de Janeiro
Membro do Fórum de ONG's Aids do Estado do Rio de Janeiro
Conselheiro Municipal de Saúde  -  Município do Rio de Janeiro
 
René: Brilhante seu registro de repúdio que é de todos nós MILITANTES desta causa e conhecedores do dia a dia do viver com HIV/Aids.
 
Precisamos agora é entrar neste processo para conhecê-lo e entender o porquê isto acontece. Estas obrigações fiscais, legalmente, seriam dos Conselhos de Saúde e do Fórum Ong Aids RJ por serem instâncias formais de representação social. A estes órgãos deveriam ser dadas as explicações e esclarecimentos formais... se assim não for (concedendo prazo nas notificações extra-judiciais enviadas) daí vamos com tudo no MPE e MPF (com ata de deliberação da reunião do Forum) entrar e requerer, como movimento, a instauração de Ação Civil Pública e/ou audiência pública e nosso povo na Rua... foi assim que um dia conseguimos os ARV e a vida... agora lutamos para mantê-la. Que ironia!!
 
Sozinhos, isolados, em guetos,  individualmente podemos fazer muito pouco... precisamos entender que o coletivo é muito mais forte e fortalecer os espaços sociais acima citados é PREMENTE E URGENTE.
 
Precisamos fazer o controle dos nossos espaços primeiro e nos apoderar dos processos. Com conhecimento e articulação séria com foco em resultados chegaremos em nossos objetivos.
 
NÃO PODEMOS MAIS TOLERAR DESCULPAS DE TODOS OS ÓRGÃOS PÚBLICOS RESPONSÁVEIS PELA NOSSA SAÚDE. TOLERÂNCIA ZERO!!!
 
De forma amigável já foram feitas diversas tentativas de diálogo e esclarecimentos formais e coerentes. A própria Secretaria Executiva do Fórum ONG AIDS/RJ já tentou, por diversas vezes, obter informações formais sobre o ocorrido e, até onde saiba, as respostas não vieram ao coletivo. Continuamos a ESPERAR, ESPERAR... ESPERAR... até quando???
 
As vezes me dá uma saudade das histórias que contam do Herbert Daniel e sua coragem, determinação e resiliência no ativismo em HIV/Aids. Precisamos de líderes puxando e enfrentando de frente e à frente este problema.
 
 
O Alister postou no FACE da REAJVCHA-RJ e já deu muito "barulho". Até o MS já ligou para ele. Mas é preciso mais, muito mais... caso contrário, isto virará uma ROTINA (e tudo que vira rotina neste país ... acaba-se se tornando NORMAL!!).. além do abuso de escolha de público-alvo específico para fazer exames de carga viral (nova portaria). Lamentável!! 
 
 
MILITANTES E ATIVISTAS... VAMOS NOS MEXER!!!!
 
REGINA BUENO.
Ativista em HIV/Aids no RJ.
 
 
 

  Recentemente liguei para um grupo do Sul do pais, solicitando esplicações sobre esse tema Salvo engano foi um rapaz do GapaSc, ele explicou que o motivo da troca é que no KIT anterior a janela ImunológiCA  alem de ser maior, não detectava o virus da Hepatite, e  esse novo teste alem de diminuir a janela imunologica do HIV reduz a janela do virus da Hepatite detecta o mesmo com melhor performance.
 O problema ocorido foi que estimaram um prazo de #3# meses para trocar os equipamentos, treinar o pessoal e distribuir esse kit (da Siemens) em todo o país, eu contra argumentei, TODO O PAÌS? IMPOSSIVEL!!!
nesse tempo já pagaram o novo equipamento,e os novos KITS estão sendo distribuídos, Falta o treinamento( Quantos estados e territórios?).
 Se voCes quiserem tenho a portaria.Peçam para postar.
Eu Ia postar sobre o assunto, instruído pelo pessoal do sul Achei por bem aguardar>
 Ocorreu que fiz minha testagem esta semana, e soube pela enfermeira,que o kit havia chegado e que eu não precisava reagendar, me encaixou no dia sem agendamento. Aguardemos>>
Agora vejamos o que esta ocorrendo conosco:
 1# Falta sistematica de ARV(seja ele que tipo for)
 2#Problema no KIT de CD4
 3# Os HIV+ em tratamento estão com problema de se aposentarem
 4# Os aposentados estão sendo DEZAPosentados!
 5# o Vale Social está cada vez mais Dificil de se tirar ou de se renovar
 6# Vale do Metrô só cobre 10 passagens.
 7# Falta dos medicamentos das Doenças Oportunistas(me desminta se eu estiver mentindo)
 8#Deixo em aberto para vocês me ajudarem>>>........

Nilo Geronimo Borgna
 

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Rnp Rio de Janeiro28 de julho de 2011 10:46
Ativistas criticam novo prazo para regularização de testes de carga viral

27/07/2011 - 12h35

Em resposta ao novo prazo do Ministério da Saúde para a regularização do estoque de exames de carga viral (Leia aqui), ativistas reforçaram a necessidade de estoques reguladores e pediram a reestruturação do SUS. Segundo o ministro Alexandre Padilha, a situação estará normalizada até o final de agosto. O prazo inicial, divulgado pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais na semana passada, era o começo do próximo mês. 

“Quem conhece a logística do Ministério da Saúde sabe que seria impossível acabar com o problema nas primeiras semanas de agosto. Uma coisa é o material chegar aos Estados e municípios, outra é estar disponível aos usuários”, disse o representante do Fórum de ONG/Aids do Estado do Rio de Janeiro, William Amaral.

As explicações oficiais de que a falta de kits para os exames aconteceu porque algumas empresas que participavam da licitação de compra entraram com recursos, atrasando o processo, não serviram como justificativa para William. “O governo precisa estar preparado para essas situações. Mais uma vez fica clara a necessidade de estoques emergenciais”, afirmou. Segundo o ativista, “o Departamento de Aids está desaprendendo como combater a doença.” 

Já o integrante do GIV (Grupo de Incentivo à Vida), Jorge Beloqui, avaliou que a situação não pode ser vista com um problema pontual. “Esta não é uma dificuldade isolada da resposta brasileira à aids. Recentemente faltaram vários remédios", lembou. “É preciso reestruturar o SUS, desde o Ministério até o municípios".

Beloqui também cobrou informações do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais de um diagnóstico que seria realizado pelo órgão sobre o fluxo de medicamentos. Em março deste ano, quando o antirretroviral atazanavir 300mg teve a distribuição fracionada para evitar o desabastecimento, o diretor do Departamento, Dirceu Greco, afirmou à Agência Aids que em cerca de 30 dias essa análise seria concluída. 

Fábio Serrato

Dica de Entrevista

William Amaral
Fórum de ONG/Aids do RJ
Tel.: (21) 3563-6440

Jorge Beloqui
GIV
Tel.: (11) 5084-0255 / 11 5084-7465
http://www.facebook.com/l/IAQAyJmvUAQD8l-i1xfGA1HUMVnJKQ6bJ9WLa88wIix2hjw/www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17390

terça-feira, 26 de julho de 2011

Conforme já postei anteriormente:(Problemas com teste de Carga Viral)

Falta de reagentes faz governo limitar exame de carga viral em paciente com Aids

 
Agência Brasil
BRASÍLIA - O Ministério da Saúde decidiu limitar os exames de carga viral em pessoas com Aids por causa da falta de reagentes usados no teste que checa a quantidade do vírus HIV no sangue e acompanha a eficácia do tratamento
O baixo estoque de reagentes é resultado da paralisação de uma licitação feita pelo ministério para comprar testes mais modernos e rápidos. O processo foi contestado várias vezes por empresas participantes.
Em nota técnica, o ministério orienta as secretarias estaduais de Saúde a dar prioridade aos testes em gestantes e crianças de até 4 anos infectadas. De acordo com o diretor do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais, o infectologista Dirceu Greco, os dois grupos são considerados prioritários porque a carga viral interfere no parto e no tratamento precoce das crianças.
No caso dos pacientes em tratamento, com carga viral estável ou com exame marcado, a recomendação é colher e congelar as amostras de sangue para que sejam testadas quando o fornecimento estiver normalizado. A previsão de Greco é que os exames atrasem em um ou dois meses. Segundo ele, isso não deve atrapalhar o tratamento, mas é um transtorno para os pacientes.
"Tecnicamente, o tratamento não deve ter prejuízo", assinalou o infectologista. "Do ponto de vista individual, é realmente um transtorno [para o paciente]." Alguns laboratórios públicos já estão armazenando as amostras, acrescentou, sem informar em quais estado isso já está ocorrendo. No país, 80 instituições fazem o exame da carga viral do HIV.
Para regularizar o fornecimento, o governo federal fez uma compra emergencial dos reagentes usados para abastecer os laboratórios por seis meses. A expectativa, segundo Greco, é que os kits importados cheguem na primeira semana de agosto. Anualmente são feitos 70 mil exames de carga viral - em média dois por paciente - no país.
________________________________ 
Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,falta-de-reagentes-faz-governo-limitar-exame-de-carga-viral-em-paciente-com-aids,749315,0.htm

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Problema com teste de carga viral.

 
Pessoas queridas,
Na semana passada recebemos uma informação de que o LACEN havia informado os profissionais de saúde que não fariam Carga Viral de julho a setembro!
E, mais, que o MS não havia repassado kits.
Entramos em contato com o LACEN, que acabou negando a informação.
Mas, a fonte continuou nos informando que era “quente” a notícia!
Agora saiu uma Nota Técnica assinada por Dirceu Grecco (197/2011) de 12/07/2011 confirmando que não haverá Carga Viral!
Vocês sabiam disso?
O que podemos fazer?

Claudia Penalvo

SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade
Rua Jacinto Gomes, número 378 - Santana, Porto Alegre, Rio Grande do Sul
51-3233.8423

Prezados,
ja sabiamos que o Lacem não faria mais carga viral, os pacientes estão sendo emcaminhados para o Hospital Presidente Vargas ou PAM 3 - Vila dos Comerciarios isso ja estava acontecende desde março de 2011, segundo informações qe eu tenho nenhum exame de cargaviral ou cd4 o acem não iria mais fazer

Marcelly Malta
Pessoal,

Os exames de CV ainda estão sendo feitos pelo LACEN, o que eles não fazem mais é a coleta, desde março.
Em Porto Alegre os exames são feitos pelo Laboratório Central  e atendem os PAM ¾ e o Hosp. Presidente Vargas

Como esta sendo feita uma troca  na metodologia dos exames de Carga Viral, foi feita uma compra emergencial de 6 meses – Siemens - para suprir a demanda no intervalo de implantação desta nova metodologia, salientando que o LACEN esta sem kits e já estão congelando o sangue, e os kits que deveriam chegar em POA até final de semana passado, não chegaram.


O problema é o impacto que acarretará para nós PVHA, porque tem que ser trocado os equipos, o pessoal tem que ser capacitado, e pelo que sabemos se faltar kits, a proposta é congelar o sangue e esperar até a rede estar apta a realizar estes exames.
É um problema de logística!!!

Precisamos resolver e acredito que devemos pedir para o estado/ município/ LACEN fazer uma reunião para esclarecer esta logística, e ver a melhor forma de reduzir o impacto que acarretara na rede de serviço e a nós PVHA.

Quem sabe pedir esclarecimentos ao Departamento e eles estarem presentes quando fizermos esta reunião?

Em anexo, a Nota Técnica referente aos Exames de Carga Viral do Departamento -  leiam com atenção.

Nilo ,
Espero que consigas ler.....esta em PDF.
abs



De: Zé Helio [mai
Enviada em: segunda-feira, 18 de julho de 2011 22:15
Para: 'nilo geronimo'
Assunto: nota tecnica Exames carga viral

Nilo,

Como falamos via fone ta indo a nota técnica para saberes do conteúdo.

Alagoas já fez reunião com o LACEN, o Claudio colocou no egroup....

Vamos ver como esta a situação em todo pais....agora é momento de reunir dados.

E vamos ver se o Departamento nos dá uma resposta, o email que passei foi com cópia para o Eduardo sobre esta situação.

E vms nessa,
Abs
 Zehelio

JOSÉ HÉLIO COSTALUNGA DE FREITAS
Representação Estadual da RNP+RS
cel: 51.99683546
Rua Luis Afonso 234 - Cidade Baixa - Porto Alegre
fone: 51.3013.1169 /3221.6363


2 anexos Examinar e baixar todos os anexos

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oledata.mso
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Nilo ,

Espero que consigas ler.....esta em PDF.

abs