Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Curto & Grosso #cura da #AIDS

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Luiz Loures, diretor-adjunto do Unaids, diz ao "O GLobo" que se o Brasil manejar aids entre gays, estará perto do fim da epidemia

29/10/2013 - 17h30

O diretor executivo-adjunto do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids), o , 
brasileiro Luiz Loures 
alertou durante entrevista concedida ao jornal carioca O Globo para a volta do crescimento da doença entre homossexuais. Ele pede revisão de parâmetros de tratamento no país e no mundo. Leia na íntegra.

O vice-diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV/Aids (Unaids), o brasileiro Luiz Loures, é um homem com uma missão: decretar o fim da epidemia até 2030. Não da aids, como ele sempre gosta de frisar, mas da epidemia da doença. Para o infectologista, basta olhar para os grandes avanços obtidos tanto na prevenção quanto no tratamento nas últimas décadas. O número de novos casos, para se ter uma ideia, caiu em um milhão em menos de dez anos. E a quantidade de gente em tratamento cresceu exponencialmente no mesmo período. Surpreendentemente, no entanto, a infecção volta a crescer no mundo inteiro entre os homossexuais masculinos — o primeiro grupo a ser atingido em cheio pela doença e também o primeiro a dar uma resposta social ao problema. Segundo Loures, para que sua meta seja cumprida, é preciso repensar as estratégias de combate à aids.

O senhor costuma ser otimista. Acha que até 2030 já poderemos falar no fim da epidemia?

Eu sou um otimista mesmo. Acho que até 2030 já podemos estar falando em fim da epidemia. Não no fim da aids, claro. Mas da epidemia. Para isso, no entanto, é preciso haver renovação nas estratégias de combate à doença. É como se a epidemia, de certa forma, estivesse se adaptando aos progressos que fizemos. Então, temos que inovar.

De que forma?

Precisamos mudar a rotina de tratamento, tratar imediatamente a população mais vulnerável. Não esperar a contagem das células CD4 (células do sistema imunológico) cair, mas tratar imediatamente. Já sabemos hoje que o tratamento é importante para a sobrevida e a qualidade de vida do paciente, mas também como forma de prevenção. Quem se trata não transmite. Felizmente, claro, não temos pessoas morrendo de Aids o tempo todo. Mas, por conta disso, a percepção de risco de um jovem gay hoje não é a mesma dos anos 80 e 90. Então temos que adaptar as estratégias.

Há uma tendência global de aumento da doença entre os gays. Por que isso está ocorrendo justamente entre o grupo que primeiro foi mais atingido e que respondeu bem à epidemia nos anos 80?

Eu não sei. Devolvo a pergunta para você. Falta a inserção do assunto como prioridade para a comunidade gay. E só faz aumentar. Está acontecendo na Europa, nos Estados Unidos, na China e na África. A tendência é ascendente em toda parte. É preciso que o tema seja tratado com a importância que tem. Há muita ênfase no debate sobre o casamento gay e pouca para esta questão.

A discussão sobre o casamento gay em várias partes do mundo não é um avanço? Não é um sinal da redução da discriminação?

É claro que é um avanço. Mas, com toda a discussão que está rolando hoje no mundo, não há evidência da redução da discriminação, pelo menos não entre aqueles sujeitos mais vulneráveis. Na última reunião da Organização Mundial de Saúde (OMS) houve uma proposta de se colocar como um item da agenda a questão da saúde LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros). E não passou. Houve um bloqueio. O casamento gay é um avanço social muito importante. Mas por que não conseguimos também discutir a saúde como um item de agenda da OMS? É um paradoxo.

É uma surpresa essa tendência de aumento da epidemia entre os homossexuais?

Não sei se é surpresa. Talvez nem seja. Os fatores que contribuem para isso continuam existindo e levando a epidemia à frente. Para se ter uma ideia, os países que mais recebem dinheiro internacional para a Aids são os mesmos que criminalizam a relação entre pessoas do mesmo sexo — alguns deles, inclusive, com pena de morte. Meus amigos gays vão me matar por dizer isso, mas a verdade é que precisamos de mais engajamento. Fora isso, eu não tenho outra coisa a fazer a não ser propor uma nova estratégia de tratamento.

Inclusive para o Brasil? Há também uma tendência de aumento da doença entre os jovens homossexuais no país?

Sim. No Brasil, cerca de metade dos novos casos da doença ocorre entre homossexuais jovens. E o país, que foi o pioneiro na universalização do tratamento, tem agora uma nova possibilidade concreta de ser o primeiro país do mundo a decretar o fim da epidemia; se conseguir manejar a questão entre os gays. E isso é uma chance histórica, uma oportunidade única.

Qual seria o impacto para o país de passar a tratar imediatamente a população de risco que testasse positivo? O país tem como arcar com isso?

Isso representaria, no Brasil, umas 100 mil pessoas a mais. Atualmente, cerca de 300 mil recebem o coquetel. O país tem como arcar com isso. Precisamos que o Brasil, mais uma vez, seja pioneiro e que seja o primeiro país do mundo a começar a tratar imediatamente todas as populações vulneráveis.



Fonte: O Globo 
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domingo, 14 de abril de 2013


Portador do vírus HIV morre acreditando em cura divina

  

Gilson teve cura divina, parou de tomar remédios e morreu

O corpo de Gilson de Oliveira Silva, 44, foi sepultado domingo (30) no Cemitério Quinta dos Lázaros, em Salvador (BA). No mesmo dia, a sua família informou que vai à Justiça para tentar responsabilizar uma pastora da Igreja Ministério do Fogo pela morte.


Portador do vírus HIV, o desempregado Gilson tinha câncer no rosto e estava se tratando com médicos do Hospital das Clínicas da cidade, que lhe fornecia os medicamentos.


Familiares do Gilson contam que ele parou de tomar os remédios depois que ouviu a pastora lhe dizer que  tinha sido agraciado com uma ‘revelação divina de cura’. Em seis meses, Gilson morreu. 


Harley Henriques (foto), do Gapa (Grupo de Apoio à Prevenção à Aids) da Bahia, falou que esse caso deveria servir de advertência aos pastores que anunciam cura. “A igreja, seja qual for, não pode interferir no saber médico e colocar vidas em risco.”




Simone Oliveira Silva, irmã de Gilson, disse que “a fé nas revelações divinas” cegou o seu irmão. A igreja não se manifestou, segundo a imprensa de Salvador.


Att.Diego Callisto via IPhone



   Nota pessoal: Não digo todas mas, infelizmente algumas igrejas, centro, instituíções religiosas, que mais chegam à pratica do charlatanismo, enganando seus seguidores com a única intenção de tirar dinheiro.
  Tive alguns amigos enganados por suas crenças e que quase morrem por ouvir assuntos como esses.
  Que esse processo seja feito para exemplo aos "maus" ou "Pseudos" religiosos. Pondo um freio nessas mortes.
  NGB
ATIVISMOCONTRAAIDSTB 

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

"Podemos Descartar Uma Cura Eficiente do HIV"

"Podemos Descartar Uma Cura Eficiente do HIV"

O infectologista que isolou o vírus da Aids recebe com cautela o recente anúncio de que dois homens se livraram da doença após transplante de medula óssea. Para ele, a melhor estratégia de enfrentamento é investir em uma vacina preventiva.

 
A euforia da comunidade científica internacional com o principal estudo divulgado durante a 19ª Conferência Internacional sobre Aids está longe de ser unânime.  Robert Charles Gallo - o infectologista norteamericano que descobriu e isolou o vírus HIV em 1983 - mantém cautela em relação à cura de dois pacientes soropositivos em Boston após serem submetidos a um transplante de medula óssea.
 
Em entrevista exclusiva ao Correio, por email, o diretor do Instituto de Virologia Humana da Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland admite que o tratamento apresentado pelo médico Daniel Kuritzkes, em Washington, não tem qualquer vantagem prática, além de ser extremamente arriscado e impossível de ser replicado em larga escala.
 
Gallo prefere ser realista: trabalha com a hipótese de uma vacina preventiva, apesar de reconhecer que ela não eliminará o vírus. "Eu acho que podemos descartar uma cura eficiente do HIV em um futuro previsível próximo", admitiu. O cientista - que também desenvolveu o primeiro teste sanguíneo para detectar a Aids - esboça otimismo ao reconhecer o progresso contínuo da ciência básica e as suas tentativas de entender a vulnerabilidade do HIV. "Veremos alguns testes clínicos interessantes surgirem nos próximos dois anos", acredita. Na opinião de Gallo, o Brasil segue na vanguarda do tratamento da doença, com "grandes contribuições no desenvolvimento de medicamentos genéricos".

Dois pacientes teriam se livrado do HIV após o tratamento com Antirretrovirais e um transplante de medula óssea. O senhor considera que eles ficaram curados?

O termo cura, na minha opinião, é um exagero. Os cientistas não estão falando apenas sobre a doença, mas sobre uma cura total do vírus. Em outras palavras, a afirmação é de que não existe mais vírus no corpo dos pacientes. No entanto, infelizmente, essa conclusão não pode ser feita até o exame post mortem explorar os tecidos de ambos e procurar por sequências virais. Nós sabemos que esse é o caso em estudos com macacos.

Somente é possível dizer que eles foram curados se o vírus estiver completamente suprimido. Na verdade, eles não foram apenas tratados com Antirretrovirais. Pelo menos no caso do primeiro paciente, sabemos que ele tinha um tipo de câncer que também foi tratado com a total destruição de sua medula óssea (por radiação), seguida de um transplante de células-tronco de medula óssea, de um doador normal com genética rara - ele não tinha a molécula conhecida como CCR5, um receptorchave para que o HIV entre e infecte as células. Essa técnica não tem, absolutamente, nenhuma vantagem prática e não oferece qualquer novo insight conceitual real. Ela tem sido discutido há anos, e é hora de pararmos de falar sobre isso.

Então, o transplante não seria um bom método para tratar a Aids?

Não. Eu não acho que seja possível realizá-lo, na prática, em um nível de larga escala.

Isso porque tais doadores que não possuem a CCR5 são raros e eles não podem tornar suas medulas ósseas disponíveis para o mundo. O receptor precisaria de sua medula óssea ablacionada (removida).

Quais seriam os principais riscos dessa técnica?

Não se trata apenas do risco, mas da falta de doadores suficientes que não tenham a molécula CCR5. Certamente, tal técnica seria perigosa para o tratamento de uma pessoa soropositiva em larga escala. É provável que muitas delas morreriam.

O que é mais urgente e realista: uma vacina preventiva ou uma vacina capaz de matar o vírus?

A primeira opção, uma vacina preventiva. Uma vacina usada para controlar o vírus, em estudos com cobaias animais, nunca tem se mostrado muito eficiente e, certamente, não levará à cura. Ela não vai ser capaz de eliminar cada uma das células infectadas.

 
Se isso ocorrer, seremos capazes de atingir a maior parte dos pacientes, se não todos, nas nações em desenvolvimento. Os Estados Unidos têm mantido o desejo de que esse programa continue e tem cuidado de aumentar o financiamento, apesar de nossas dificuldades econômicas neste momento. Uma vez mais, os EUA podem usar ajuda adicional de outras nações ricas, incluindo o Brasil.

O Brasil ainda está na vanguarda do tratamento e da prevenção da Aids?

Eu diria que sim, pois o Brasil é um país que se mantém atualizado sobre várias drogas e que tem fornecido grandes contribuições no desenvolvimento de medicamentos genéricos, acessíveis à maior parte da população. Seus cientistas clínicos e funcionários da área da saúde têm se mantido atualizados desde os primórdios da epidemia. O envolvimento da mídia sempre tem sido proativo.

Como o senhor vê a importância e a eficácia da Truvada, a primeira pílula de prevenção do HIV aprovada pelo FDA (organismo regulador de medicamentos e alimentos dos EUA) e comercializada?

Quando um funcionário de laboratório ou um trabalhador da área de saúde se expunha à possibilidade de infecção após ficar exposto ao HIV, ele recebia uma droga com propriedades antiHIV. E precisamos assumir que ficaram protegidos porque a vasta maioria nunca se infectou. Então, por que a Truvada? Simplesmente porque o laboratório Gilead Sciences a produziu, combinando duas drogas interessantes. Penso que é um avanço legal, mas não prático para o mundo. Ela será excessivamente cara, e os vírus podem escapar dessas drogas por meio de mutações. Então, ocorrerá uma resistência. Além disso, uma das duas drogas da Truvada pode ser tóxica para os rins. Não se trata de uma panaceia. Eu não acredito que a pílula terá uma longa duração e será amplamente aplicada, como estão afirmando.

 
Acesse, Curta & Compartilhe: http://www.facebook.com/RNPNucleoRJ

terça-feira, 24 de julho de 2012

MATERIA DO FANTÀSTICO DIZ QUE TEREMOS UM MUNDO SEM AIDS?

Matéria do Fantástico - Próxima Geração Já Deve Conhecer Um Mundo Sem Aids

Com o avanço cada vez maior das pesquisas sobre o vírus HIV, os portadores de Aids aumentam as esperanças, e os pesquisadores concentram esforços.
A ONU divulgou nessa semana um relatório otimista sobre o combate à Aids e o governo americano aprovou pela primeira vez um remédio de prevenção ao vírus. Já é possível imaginar um mundo sem Aids?

Um homem que já viu o dia que iria morrer. Um americano que já teve Aids. Sim, não tem mais. Ele é um ex-portador do vírus HIV. Ele encontrou a cura. Timothy Ray Brown está no Fantástico, direto de Washington, capital dos Estados Unidos. Na cidade, ele vai participar 19ª Conferencia Internacional da Aids.

A partir deste domingo, 22, até sexta-feira, 27, médicos, pesquisadores, políticos de vários países vão trocar idéia sobre essa doença que desafia o mundo a mais de 30 anos. Hoje, a comunidade cientifica já sabe muito bem como tratar o HIV e que chegou a hora de mudar o foco. Este é o momento de se concentrar na busca da vacina contra a Aids e na cura da doença.

A geração que deverá conhecer o mundo sem Aids já está nascendo. Dela faz parte a filha do casal Marta e Greicio, ambos soropositivos.

"Decidi ter um filho. Era um sonho nosso que decidimos realizar”, conta Marta Fernandes. “É difícil quando você tem uma doença crônica. É difícil lidar com o preconceito. Foi um processo meio longo", acrescenta.

A declaração foi dada ao Fantástico em janeiro do ano passado. Ester, filha de Marta e Greicio, nasceu no dia 3 de junho de 2011 e não é portadora do vírus HIV.

“Ester está boa, sadia e só dá alegria para nós”, ressalta a mãe.

Nós podemos pensar na realidade de um mundo sem Aids, só precisamos implementar todas as ferramentas que já temos", diz Anthony Fauci, Diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA.

Essas palavras ele vai repetir, nesta segunda, durante a 19ª Conferencia Internacional da Aids, em Washington.

Fauci refere-se aos avanços do tratamento e prevenção. Entre eles, os cuidados tomados por Marta, que fez com que a chance de ela transmitir o vírus a Ester fosse quase zero.

A previsão da Organização das Nações Unidas é que até 2015, todas as grávidas terão acesso aos remédios que combatem o vírus da Aids. Isso vai significar praticamente um mundo sem bebês com HIV.

“Nós caminhamos rapidamente para um cenário bastante favorável mesmo sem a vacina, porque a vacina é algo que poderá vir a acontecer a médio, talvez longo prazo”, explica Pedro Chequer, Coordenador da Unaids/Brasil

A ciência também já descobriu que um paciente soropositivo que faz o tratamento corretamente reduz em 96% a chance de passar o vírus durante uma relação sexual. Dado que também ajuda a explicar por que a taxa de transmissão vem caindo anualmente.

"Hoje no Brasil, nós temos mais de 200 mil pessoas que se tratam pela infecção do HIV e da Aids”, destacou Alexandre Padilha, Ministro da Saúde.

No ano passado, dois milhões e meio de pessoas foram infectadas pelo HIV em todo o mundo, 20% a menos que em 2001. Situação que faz com que cresça o número de casais como Felipe e José. Felipe sabe que é portador do vírus HIV desde 2006. Há três anos, ele conheceu José e começaram a namorar. José não era portador do vírus. E assim continua.

“Escutei de um grande amigo meu, ex-grande amigo meu: ‘como você pode pensar em entrar nesse relacionamento, que não tem futuro, porque sabe-se lá quanto tempo ele vai durar’”, conta o arquiteto José Miranda.

“Eu acredito muito na cura. Mas, eu sonho com a cura contra o preconceito”, ressalta Felipe Gomes, ativista de direitos humanos.

As barreiras contra a expansão do contágio não param de aparecer. Depois de uma pesquisa realizada em diferentes partes do mundo, os Estados Unidos aprovaram esta semana a utilização do remédio truvada como auxiliar na prevenção.

Essa pílula já é usada em 93 países como remédio para os pacientes soropositivos. Estudos indicaram que se tomado por uma pessoa sem o vírus as chances de ela contraí-lo são reduzidas em até 73%. Júlio foi um dos voluntários da pesquisa no brasil.

“Hoje a gente busca novas metodologias de prevenção e a própria cura da Aids. Acho que cada um pode fazer a sua parte de alguma forma”, diz Julio Moreira, presidente do grupo Arco-Íris.

Após sete meses em tratamento, o resultado no exame de Júlio continua sendo negativo. Mas ele afirma que, durante este período, não deixou de usar também a camisinha, que é ainda a única forma 100% garantida de prevenção.

Sobre a cura, a última grande notícia aconteceu em 2010. Foi quando médicos conseguiram eliminar totalmente o vírus do corpo de um homem.

“O médico disse que não tinha mais nenhum resquício de HIV no meu organismo, mas eu só acreditei quando vi a notícia em um jornal de medicina inglês”, conta o americano Timothy Ray Brown.

Brown, na altura HIV positivo, foi diagnosticado com leucemia e precisou passar por um transplante de medula. O doador da medula tinha uma mutação genética muito diferente e era resistente ao HIV. Um tratamento caro, arriscado e que dificilmente pode ser aplicado mais uma vez. Mas além de curar o americano, ajudou cientistas a direcionarem melhor as pesquisas.

O médico de Timothy foi Steven Deeks, um dos grandes pesquisadores sobre HIV. Ele conta que essa experiência permitiu os pesquisadores puderem dizer que o momento atual não é para gastar energia tentando controlar o vírus. É concentrar esforços para matar o HIV.

Link: http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1681428-15605,00-PROXIMA+GERACAO+JA+DEVE+CONHECER+UM+MUNDO+SEM+AIDS.html
Se vamos ter uma próxima geração sem aids eu não sei ? Mas que teremos milhões pessoas cada vez mais dependendo de remédios e enriquecendo  os laboratórios disso eu tenho certeza!!! Afinal o truvada e muitos outros prometem.
Abraços,
Josefa.


Nota PessoaL: 

  Até quando Pseudos Jornalistas e péssimos editores vão continuar
deixando notícias como essa passarem?
  Já não bastou o da Cura da AIDS pelo TRUVADA?
  Qual remedio pode ser eficiente em 100% com o uso de camisinha e ter
sua  eficácia de 40% semcamisinha?
   Para ser eficiente deve ter 100% de eficacia e não precisar de mais
nenhum outro meio de proteção.
    Não veem que notícias assim dão a falsa impressão que está todo
bem e que poderemos relaxar no uso de preservativo?
   Não estou nem falando na tentativa de cura da AIDS atravez da
vacina, outra promessa que gastou milhares de doláres e resultou em
fiasco.
   Por sua vez O Governo Federal não atualiza os dados do Boletim epidemiologico,
pois mantem a versão de 2008,me corrijam quanto o ano, mas de 2008 até
os dias atuais as coisas ficaram muito piores.
   Não quero acreditar que trata-se de uma forma de "ocultar" e escamotear a
falencia do atual "Melhor Programa de Aids"
  Senhores jornalistas e senhores editores tenham mais respeito com o
ser humano!!!!
  E Ainda tentam dizer que meu registro de jornalista não vale. Pois
não estudei em universidade.
  Sou formado na universidade do Viva a VIDDA!!

PARA QUEM NÂO SABE: ESSE É  O Jargão do GPVRJ.

terça-feira, 26 de junho de 2012

VAMOS FICAR CALADOS? (Robson Silva via FB) PROJETO HOMOFÒBICO


25 de Junho de 2012 14:38
VAMOS FICAR CALADOS? (Robson Silva via FB)

Na página da Câmara Federal está publicado um acinte à toda comunidade LGBT, onde se faz o uso proposital do termo pejorativo "homossexualismo" já amplamente condenado pela Ciência; afora a discussão de um absurdo que fere frontalmente os Direitos Humanos de todo o segmento social da Diversidade de Orientação Sexual e de Gênero. Ficaremos calados?

Quando até dentro da comunidade LGBT surgem candidatos oportunistas a vereador, a exemplo do ex-BBB Serginho, que, numa postura "higienista" e conivente com a bancada fundamentalista religiosa e seu discurso de "cura gay", propõe a criação de "Centros de Apoio" para "psicanalise" de gays e seus familiares.

Conforme consta na página da Câmara Federal:

"Comissão discutirá resolução do Conselho de Psicologia sobre homossexualismo'

Comissão discutirá resolução do Conselho de Psicologia sobre homossexualismo A Comissão de Seguridade Social e Família realizará audiência pública nesta quinta-feira (28) para discutir o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 234/11, que susta a aplicação de dois dispositivos da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia, os quais orientam os profissionais da área a não usar a mídia para reforçar preconceitos contra os homossexuais nem propor tratamento para curá-los.

O primeiro dispositivo da resolução que o autor do projeto, deputado João Campos (PSDB-GO), quer sustar é o que diz que “os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”.

O segundo dispositivo diz que “os psicólogos não se pronunciarão nem participarão de pronunciamentos públicos nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.

Segundo João Campos, essas orientações restringem o trabalho dos profissionais e o direito da pessoa de receber orientação profissional.

A audiência foi sugerida pelo relator da proposta, deputado Roberto de Lucena (PV-SP), que quer subsídios para elaborar seu parecer.

"Entendo que a matéria não pode ser vista apenas sob a égide de uma única classe profissional, pois alcança a sociedade de uma forma geral. O tema requer um estudo e uma análise aprofundada, levando em consideração os aspectos científicos e também sociais que o envolvem", disse.

"No mesmo sentido, entendo que a matéria também deve ser submetida aos maiores interessados, ou seja, às pessoas que desejam buscar na psicologia ajuda em virtude de dúvidas quanto a orientação sexual assumida", acrescentou.

Foram convidados: - o procurador-geral do Trabalho, Luís Antônio Camargo de Melo; - o presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Verona; - a escritora e psicóloga com especialização em psicologia da sexualidade Marisa Lobo; - o autor do livro "A Homossexualidade Masculina", Claudemiro Soares; - o psicólogo Luciano Garrido.

A reunião será realizada às 9h30, no Plenário 7."

http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/TRABALHO-E-PREVIDENCIA/420689-COMISSAO-DISCUTIRA-RESOLUCAO-DO-CONSELHO-DE-PSICOLOGIA-SOBRE-HOMOSSEXUALISMO.html

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Estudante de 17 anos descobre uma possível cura para o câncer




socializando



Estudante de 17 anos descobre uma possível cura para o câncer

Método usa nanopartículas para identificar e eliminar as células cancerígenas. Jovem recebe uma bolsa de estudos no valor de US$ 100 mil.
  • Fernando Daquino
  • 16/1/2012
  • 37.805 acessos
(Fonte da imagem: Daily Mail)
Conforme publicação do site Daily Mail, uma jovem de apenas 17 anos pode ter descoberto a cura para o câncer. Angela Zhang, estudante da Monta Vista High School, recebeu uma bolsa de estudos de US$ 100 mil por ter ganhado o Siemens Competition Math, Science & Technology.
A adolescente sempre se revelou um prodígio. Já em seu primeiro ano no Ensino Médio, a garota lia artigos de pós-doutorado em bioengenharia. Um ano mais tarde, Zhang já comentava sobre seu objetivo de trabalhar como pesquisadora no laboratório da Universidade de Stanford – uma das instituições de ensino mais renomadas dos EUA.
O projeto da jovem consiste na utilização de nanopartículas para identificar as células cancerígenas, as quais podem ser enviadas ao centro dos tumores quando combinadas com uma droga à base de salinomicina. Depois de terem se “prendido” às células doentes, através de ressonâncias magnéticas, essas nanopartículas permitem que os médicos saibam exatamente onde estão ou poderão se formar os tumores.
Por meio de uma luz infravermelha, as nanopartículas são “derretidas”, liberando o medicamento que eliminará as células cancerígenas de dentro para fora. Quando testada em ratos, a tecnologia acabou quase que completamente com os tumores. Angela Zhang passou mais de 1.000 horas engajada em seu projeto, o que significa que ela trabalha nele desde os 15 anos.
Embora ainda possa levar alguns anos para que essa técnica seja testada em humanos, os primeiros resultados são promissores.


terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Cura da Aids está mais próxima, dizem cientistas


repassando
 
ANTONIO ERNANDES MARQUES DA COSTA
Coordenador da ONG/GRUPAJUS
Coord. Adjunto do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
Representante Norte na CNAIDS - MS/DEPARTAMENTO -DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
Representate Norte no MCP - Mecanismo de Coordenação de País






Cura da Aids está mais próxima, dizem cientistas
Depois de mais de duas décadas de pesquisas, o HIV, causador da Aids, já é o vírus sobre o qual há mais conhecimento acumulado
São Paulo — O HIV é o vírus mais conhecido pela ciência, como resultado de grandes investimentos em pesquisa nas últimas décadas. Os inúmeros avanços conquistados modificaram muito, para melhor, a realidade dos portadores do vírus. Mas ainda há um longo caminho pela frente para que se possa controlar a epidemia de HIV-Aids.
A conclusão é de Esper Kallás, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) que organizou, na semana passada, em São Paulo, o 6º Curso Avançado de Patogênese do HIV, no qual foram discutidos temas como tratamento, desenvolvimento de vacinas e epidemiologia do vírus.
O curso, que trouxe ao Brasil 30 dos principais especialistas em HIV de todo o mundo, integrou as atividades do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Investigação em Imunologia (INCT-iii), cuja área de HIV-Aids é coordenada por Kallás.
O Programa INCT foi lançado em dezembro de 2008 pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com recursos obtidos em parceria com as fundações de amparo à pesquisa estaduais. A Fapesp financia 50% dos valores destinados aos institutos sediados no Estado de São Paulo.
Três desafios
Segundo Kallás, as apresentações dos especialistas durante o curso mostraram que as descobertas relacionadas a vários aspectos do vírus e da Aids não cessaram nos últimos anos – e melhoraram efetivamente a vida dos pacientes –, mas ainda é preciso avançar.
“Os avanços que tivemos desde a identificação da síndrome da Aids até hoje foram imensos. Mas ainda temos três grandes desafios pela frente. O primeiro é desenvolver uma vacina protetora. O segundo, compreender o mecanismo de degeneração e combater o envelhecimento dos portadores. O terceiro é descobrir como curar o indivíduo. Quando cumprirmos esses três objetivos, poderemos controlar ou eliminar a epidemia”, disse ele.
 
De acordo com Esper Kallás, os investimentos na pesquisa sobre o HIV, que sempre foram consideráveis, precisam permanecer no mesmo patamar para que seja possível chegar a esses objetivos.
“O HIV é seguramente o vírus que mais conhecemos hoje em dia e para o qual nós mais tivemos investimentos em pesquisa. Mas é preciso dar continuidade a isso. É importante observar, no entanto, que os recursos investidos na pesquisa sobre Aids não ficam restritos a essa área, mas acabam se replicando para várias outras. Não podemos esquecer que esse tipo de investimento é feito principalmente a longo prazo, na formação de recursos humanos, na disseminação de conhecimento e na capacitação de grupos de pesquisa”, destacou.
A situação dos pacientes atualmente, em comparação com a do início da epidemia na década de 1980, é bastante diferente, segundo Kallás. Mas isso não significa que a doença possa ser encarada com indiferença.
“Naquela época, ser portador da doença tinha um significado ainda mais dramático. Hoje é diferente, mas a doença não pode ser ignorada. Ela ainda tem um impacto muito grande, em termos de saúde pública, de saúde individual e até mesmo no que diz respeito ao custo financeiro. A condição do doente melhorou muito em relação ao que era antes, mas ainda temos muito o que fazer”, afirmou.
 
Vacinas experimentais
Durante o curso, uma revisão do tema da patogênese do HIV foi apresentada aos estudantes, médicos e outros profissionais participantes. Mas o aspecto principal do curso consistiu em estreitar o contato com os dados recentes das pesquisas realizadas pelos cientistas que apresentaram conferências.
“Tivemos a oportunidade de ver o que está na fronteira do conhecimento da patogenia do HIV tanto em relação à transmissão, como à prevenção, à resposta imune, à virologia e ao tratamento da infecção”, disse Kallás.
Todas essas áreas apresentaram avanços recentes de grande importância. “Na questão da prevenção, por exemplo, tivemos aqui a apresentação dos dados mais recentes relacionados à profilaxia da pré-exposição ao vírus. Na parte de imunologia, tivemos a identificação de novas subpopulações celulares envolvidas na resposta imune”, afirmou.
 
Degeneração
Já na área de reconhecimento dos aspectos biodegenerativos da infecção pelo HIV, o curso proporcionou discussões sobre senescência celular e marcadores de ativação. Na parte de virologia, foi apresentada a identificação de novos alvos para a ação antirretroviral e mecanismos de defesa celular.
“Tivemos também a discussão de novos dados de diversidade genética do HIV e novos dados de distribuição e transmissão de HIV no Brasil e no mundo. No que se refere ao tratamento, discutimos as novidades de desenvolvimento de novas drogas e debatemos situações especiais como a infecção aguda, ou pessoas que não respondem com a elevação de linfócitos TCD4. O curso teve ainda extensas discussões sobre a questão da resistência”, disse Kallás.
Na área de vacinas, foram apresentados resultados recentes de diversos grupos com vacinas experimentais candidatas para combater a transmissão do HIV. Foram debatidos alguns dos principais gargalos para o avanço científico em imunologia.
“Um dos gargalos é que ainda não temos um marcador de proteção bem definido. Não conseguimos dizer com precisão, com base em um teste específico, se uma pessoa vai ficar protegida ou não. Em segundo lugar, o vírus é muito diverso, muda muito de pessoa para pessoa e até mesmo dentro de um mesmo indivíduo ele possui uma grande diversidade. Uma vacina tem dificuldade de identificar e reconhecer essas variações virais”, disse.
Outro gargalo, ainda segundo Kallás, é que não se sabe exatamente qual é a região do vírus e o tipo de resposta que consegue de fato gerar proteção. “Há várias tentativas, sabemos algumas dessas coisas, mas não sabemos ainda com certeza essa definição. Tivemos avanços que foram apresentados e que permitem entender alguns desses problemas, mas ainda temos um longo caminho pela frente”, disse.
CAT - Centro de Apoio ao Tabagista
Núcleo de estudos do tabaco
Ação política no controle do tabagismo
 
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domingo, 20 de novembro de 2011

Armadilha para o HIV @oGLOBO


Medicamento em desenvolvimento na UFRJ promete revolucionar tratamento da Aids

Especialista trabalha no Laboratório de Aids e Imunologia Molecular da Fiocruz Foto: Simone Marinho / O Globo

Especialista trabalha no Laboratório de Aids e Imunologia Molecular da Fiocruz Simone Marinho / O Globo

RIO - Uma planta usada na medicina tradicional contra o câncer é a nova esperança de uma terapia mais eficaz contra a Aids. Em desenvolvimento por um grupo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Laboratório Kyolab, de Campinas, uma droga se mostrou promissora em testes in vitro e deve começar a ser testada em animais já no ano que vem. Se os resultados se mantiverem iguais aos já obtidos, dizem os especialistas, será uma grande revolução no tratamento da doença.
Especializado em fitoquímica de medicamentos, o laboratório de Campinas conseguiu isolar numa planta natural do Piauí uma molécula considerada superativa. A linha de pesquisa incluía originalmente testar sua atividade contra alguns tipos de câncer (para os quais já se encontra em fase II de testes), uma vez que era com esse fim que a planta era usada na medicina tradicional. Resolveu-se também testá-la contra o HIV.
- Começamos a estudar suas propriedades contra o HIV e descobrimos coisas interessantíssimas - afirmou o chefe do Laboratório de Virologia Molecular do Instituto de Biologia da UFRJ, Amilcar Tanuri.
Atualmente, o tratamento padrão contra Aids é feito com o coquetel de drogas. Essa combinação de medicamentos mantém as pessoas saudáveis porque impede a replicação do vírus no sangue. Entretanto, se o tratamento for suspenso, em menos de uma semana o vírus volta a se multiplicar.
Isso acontece porque, embora as drogas bloqueiem a replicação no sangue, o vírus consegue se “esconder” no interior de algumas células, onde se replica muito lentamente, ficando num estado de latência. Mas, quando a medicação no entorno desparece, ele volta a se multiplicar normalmente, fazendo com que a doença retorne.
- A molécula isolada no laboratório de Campinas consegue ativar esse HIV que está latente. Ela quebra a latência do vírus, que começa a se multiplicar e sai das células (onde estava “escondido”) - explica Tanuri. - Quando isso acontece, o coquetel consegue eliminá-lo.
Essa abordagem no desenvolvimento de drogas é inédita. Nos Estados Unidos vários estudos estariam tentando, ainda sem sucesso, encontrar maneiras de tirar o HIV da latência.
- Nenhum medicamento disponível atualmente alcança dentro das células de latência - explica o diretor do Kyolab, Luiz Pianovsky. - A abordagem é inédita, superinovadora e pode inclusive vir a ser a cura da Aids, dependendo ainda de alguns fatores.
De acordo com os cientistas envolvidos no projeto, mais de 2 milhões de moléculas já teriam sido testadas em laboratórios internacionais sem nunca se conseguir achar uma que fosse ativa contra o vírus da Aids.
- Trata-se de um grande esforço internacional, e tivemos a sorte de ter uma planta com uma molécula bioativa - comemora Amilcar Tanuri, acrescentando que o estudo brasileiro está sendo submetido para publicação no periódico internacional “Aids”. - É uma droga-chave para uma tentativa futura de curar o paciente.
Mesmo que não se conseguisse a cura total, explicam os cientistas, a droga poderia ser crucial para suprimir a circulação do vírus no organismo por muito mais tempo do que os atuais remédios.
- Não há nada no mundo que atue dessa maneira - ressalta Pianovsky. - Há alguns produtos para outras funções, mas com potência muito menor do que essa.
Os estudos ainda estão em fase inicial e são necessárias ainda várias etapas de testagem, entre elas a toxicologia. A planta original, de onde a molécula foi extraída, é extremamente tóxica.
- Os resultados obtidos in vitro, no entanto, já demonstram que a toxicidade não é tão alta - disse Pianovsky.
O próximo passo dos cientistas é testar o medicamento em macacos rhesus antes de passar para testes em seres humanos. Ainda há um longo caminho a percorrer e não há previsão para a finalização da droga. Mas os especialistas afirmam que, se tudo der certo, seria um dos maiores avanços em muitos anos.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Entrevista: O homem que derrotou a aids

Entrevista: O homem que derrotou a aids
Veja.com
17/12/2010 
"Ele está  curado da aids. Não encontramos nenhum sinal de HIV nele. Normalmente, pacientes infectados por muito tempo possuem HIV integrado ao seu genoma. Nem isso encontramos nele." - Gero Huetter, médico alemão responsável por curar um paciente com aids pela primeira vez na história 
Em 1995, o executivo americano Timothy Ray Brown contraiu aids. Foi também nesse ano que Gero Huetter, então graduando da Universidade de Berlim, decidiu entrar para o ramo da pesquisa médica. As duas histórias se cruzariam em maio de 2006, quando Brown, que também sofria de um tipo agressivo de leucemia,  abriu a porta do consultório com a placa: “Dr. Gero Huetter, hematologista”. 
Brown estava magro, emaciado e com alguns órgãos já severamente comprometidos. Mas Huetter se lembra de notar no paciente, já nesse primeiro encontro, uma energia e um otimismo acima do comum. Optou, então, por submeter Brown a uma terapia que envolvia quimioterapia e transplante de medula. Mas um transplante especial: o doador da medula deveria possuir uma mutação rara, que eliminava de suas células a proteína CCR5, que permite a entrada do HIV nas células de defesa do organismo. Havia uma possibilidade teórica de que o tratamento destinado à leucemia pudesse ter algum impacto sobre a aids. "Eu não esperava muito da experiência", diz Huetter. "Ela nunca havia sido feita antes, nem mesmo em animais." 
Neste mês, após dois transplantes de medula e três anos sem qualquer sinal de HIV no organismo de Brown, o médico anunciou o que parecia estar fora do horizonte médico: a cura de um paciente de aids. Embora esse sucesso em particular não signifique a cura da aids em geral, ela mostra que o HIV pode ser derrotado. Em entrevista ao site de VEJA, Huetter, 42 anos, conta detalhes da pesquisa, comenta o estado do paciente e as expectativas de cura para outras vítimas de HIV. 
Como você se sente sendo o primeira médico a curar a aids no mundo? É um sentimento agradável. Foi um trabalho duro colocar todas as peças juntas, mas no final foi um sucesso. 
O que permite dizer que o paciente está curado da aids? Não encontramos nenhum sinal de HIV nele. Normalmente, pacientes infectados por muito tempo possuem HIV integrado ao seu genoma. Nem isso encontramos nele. Todas as suas células infectadas foram substituídas pelas células do doador.
Como você conheceu Brown? Ele era um paciente meu desde maio de 2006. Estava muito enfraquecido e com uma leucemia muito severa. Naquele momento, sem tratamento, esperava-se que ele vivesse apenas alguns meses. Com um tratamento convencional, sem transplante, tinha uma chance de 10 a 15% de remissão por um período curto, até a leucemia voltar. A única esperança real de vida para ele era um transplante de medula. Ele era jovem, tinha uns 40 anos na época, então tinha o melhor prognóstico para esse procedimento. Decidimos, então, que o melhor para ele, seria escolher um doador com a mutação do CCR5. A CCR5 é a proteína que permite a entrada do HIV nas células de defesa do nosso organismo. Sem ela, o vírus fica impossibilitado de nos infectar. Cerca de 1% da população mundial possui uma mutação que elimina o CCR5 das células. 
Será possível replicar o tratamento em outras pessoas com HIV? Depois de publicar um artigo científico com nossos primeiros resultados, em 2008, recebemos consultas de pacientes de todo o mundo, que sofrem de leucemia e HIV. Para oito deles, fizemos uma busca de doadores compatíveis. Alguns tinham apenas dois doadores, então a probabilidade de encontrar a mutação era muito baixa. Outros morreram antes de o transplante ser feito. E o paciente mais promissor, uma criança, com mais de 100 possíveis doadores, não pode ser curada por esse método porque nenhum deles tinha essa mutação. Algumas vezes as estatísticas falham com você. Agora estamos esperando outros contatos, de outras instituições e hospitais. Qualquer um que se encaixe nessas condições - ser soropositivo e vítima de leucemia - pode falar comigo e eu providenciarei a busca de doadores. 
Essa pesquisa pode evoluir para uma cura geral? Sim. Mesmo antes que eu fizesse esse transplante, alguns pesquisadores estudavam a possibilidade de uma terapia genética ou uma medicação para o HIV que bloqueasse essa proteína, imitando a mutação. Agora existe investimento e interesse suficiente nessa linha de pesquisa, e pode ser que ela traga resultado.
Você esperava curar a aids ou foi um feliz acidente? Uma mistura dos dois, na verdade. Eu nunca tinha tentado nenhuma pesquisa com HIV antes disso. Sou um hematologista e trato pacientes com câncer, mas surgiu para mim esse paciente que tinha leucemia e HIV. Foi o momento em que comecei a pensar nessa abordagem. Sabia que havia uma pequena chance de curar a aids, mas não esperava muito da experiência, já que nunca havia sido tentada antes, nem mesmo em animais. Não tínhamos nada a que nos apegar.
Como foi o tratamento? Durante as primeiras sessões de quimioterapia, tivemos muitos problemas, incluindo falha de alguns órgãos. A leucemia é muito agressiva e diversos pacientes morrem nas primeiras três ou quatro semanas de tratamento. Não bastasse isso, Brown era soropositivo, com todos os riscos e problemas que isso acarreta. 
Ele sofreu com algum efeito colateral? Sim. No segundo transplante, tivemos uma série de complicações. Ele ainda sofre com elas, especialmente as consequências cerebrais. Ele tem dificuldades de lembrar coisas que acabaram de acontecer. Não acontecimentos de cinco anos ou cinco meses atrás, mas de cinco minutos. Como “onde eu estava indo?” ou “onde deixei minhas chaves?”. 
Ele voltará a ter uma vida normal? Sim, uma vida bem normal. Não tem mais restrições. Ele mudou-se para São Francisco, não sabe se em definitivo. Ainda não está trabalhando, mas esperamos que vá se livrar de boa parte dos efeitos colaterais nos próximos anos e voltar à sua rotina. Provavelmente, não fazendo exatamente as mesmas coisas que fazia antes, mas ele encontrará um jeito de trabalhar.
Cortesia Clipping Bem Fam
http://www.grupobemfam.org.br

terça-feira, 2 de novembro de 2010

BRASIL: terapias de cura da homossexualidade [idahocontrahomofobia]

Thiago escreveu:
> Amad@s!
> Não sei se tod@s conseguiram acompanhar os desdobramentos sobre o manifesto
> que o Ministério Nação Ágape moveu em denúncia junto ao Conselho Federal de
> Psicologia - CFP, contra desvio de conduta ética-profissional do Silas. A
> resposta do conselho segue destacada abaixo, em amarelo e em rosa os
> contatos regionais: a denúncia foi encaminhada para o RJ. Caso auxilie a
> pensar produções de texto, o manifesto pode ser acessado na íntegra em:
> Parte 1 e 2
> - http://ministerioagapebsb.blogspot.com/2010/05/carta-aberta-de-repudio-publico.html
>
> O último texto orientador que publiquei, e com linguagem mais científica,
> "Sobre os Riscos: Religiosidade x Psicologia", está
> em: http://ministerioagapebsb.blogspot.com/2009/05/sobre-os-riscos-religiosidade-x.html
> Espero que auxilie!Att. Patrick
> --- Em sáb, 30/10/10, Ministério Nação Ágape Ministério Nação Ágape
> <ministerioagape.bsb@gmail.com
> escreveu:
>
> De: Ministério Nação Ágape Ministério Nação Ágape
> <
> Assunto: IMPORTANTE Fwd: Silas Malafaia é psicólogo? - Carta Pública ao CFP
> Para: "Patrick Thiago"
> Data: Sábado, 30 de Outubro de 2010, 0:58
>
>
>
> ---------- Mensagem encaminhada ----------
> De: Ministério Nação Ágape Ministério Nação Ágape
> <ministerioagape.bsb@gmail.com>
>
> Data: 19 de agosto de 2010 11:08
> Assunto: (Thiago Henrique) IMPORTANTE Fwd: Silas Malafaia é psicólogo? -
> Carta Pública ao CFP
> Para: Thiago Henrique <>
>
>
>
>
>
>
> ---------- Mensagem encaminhada ----------
> De: Ministério Nação Ágape Ministério Nação Ágape
> <>
>
>
> Data: 19 de agosto de 2010 11:07
> Assunto: Re: Silas Malafaia é psicólogo? - Carta Pública ao CFP
> Para: cotec 2 <cr>
>
>
>
> Prezada Fabíola,
>
> Obrigado por nos responder e encaminhar nossa denúncia ao órgão competente.
> Aguardamos novas informações sobre os desdobramentos deste caso.
> Aproveitamos o momento para nos colocar disponíveis para auxiliá-los no que
> for possível.

>
> Informamos que desde junho de 2010, estamos em processo transitório.
> Atualmente sou novo presidente do Ministério Nação Ágape - gestão 2010/2014.
>
> Atenciosamente,
>
> Diácono Thiago Henrique
> Predidente do Ministério Nação Ágape
>
>
> Em 10 de agosto de 2010 17:50, cotec 2 <cotec2@pol.org.br> escreveu:


> Prezado Patrick,
>
> Informamos que a Comissão de Orientação e Ética do Conselho Federal de
> Psicologia assistiu os vídeos indicados no e-mail abaixo e deliberou pelo
> encaminhamento de sua denúncia ao Conselho Regional de Psicologia
> responsável, haja vista que, durante o programa, o senhor Silas fez
> referência a uma equipe de psicólogos de sua igreja que atenderia
> homossexuais dispostos a deixarem a homossexualidade.
>
>
>
> Solicitaremos providências ao CRP-05 (Rio de Janeiro) para que proceda com
> fiscalizações no local, uma vez que pesquisamos na rede mundial de
> computadores e identificamos uma igreja em que o senhor Silas é pastor,
> localizada no Rio de Janeiro.

>
> Estamos à disposição para esclarecimentos, caso necessário.
>
> Atenciosamente,
> Fabíola Corrêa
> Assessora Técnica
> Conselho Federal de Psicologia
> cotec2@pol.org.br
>
>
> (61) 2109-0100

ent: Saturday, May 01, 2010 5:26 AM
> Subject: Silas Malafaia é psicólogo? - Carta Pública ao CFP

> Prezado Presidente do Conselho Federal de Psicologia, Humberto Cota Verona,
> e respectivos presidentes dos demais 17 conselhos regionais espalhados em
> território nacional,

> Em primeiro lugar, queremos parabenizar os tantos projetos e múltiplas ações
> voltadas para os direitos humanos promovidos nos últimos anos pelo Conselho
> Federal de Psicologia (CFP) e pelos Conselhos Regionais de Psicologia (CRP),
> cumprindo o seu papel constitucional e sendo de grande importância em tantas
> contribuições para a sociedade, em especial para as consideradas minorias,
> muitas vezes excluídas no exercício dos seus direitos.

>
> No final do mês de março de 2010, o senhor Silas Malafaia, apareceu em rede
> nacional, ao vivo, no Programa do Ratinho, que possui parceria com o Sistema
> Brasileiro de Televisão (SBT),com a apresentação e seu conteúdo reproduzido
> no You Tube, a partir dos seguintes endereços eletrônicos - basta clicar
> aqui: Parte 1, Parte 2 e Parte 3; e durante o debate ele afirma ser
> psicólogo, mas traz comportamentos que não condizem com o código normativo
> dos psicólogos. Inclusive, em suas afirmações, ele confunde a audiência e
> presta um não-serviço em nome da psicologia ao afirmar que o comportamento e
> conduta humana não fazem parte da personalidade humana, ao passo que tenta
> desvincular a sexualidade (desvinculando no caso a orientação sexual)
> da persona. Apresenta a afirmação de que o comportamento homossexual estaria
> fragmentado da pessoa como um todo, já que aponta e enfatiza que a
> homossexualidade se trata de uma conduta, como se
> fosse algo que pudesse ser controlado ou modificado. Utiliza recursos
> teóricos-científicos precários e ultrapassados, o que coloca também em
> questão a sua própria formação enquanto psicólogo. O que sugere a
> necessidade de uma prova de avaliação para autorizar ou refutar o exercício
> profissional após formação, assim como acontece na Ordem dos Advogados.
>
>
> Ele ainda afirma que sua igreja possui atendimento psicológico para tratar
> da homossexualidade, novamente infringindo o código de ética profissional de
> psicólogos. Queremos também, um posicionamento da situação de convênio da
> referida igreja com os Conselhos Regionais de Psicologia que se vinculam a
> estas igrejas, ao passo que qualquer instituição que promova tais serviços
> devem estar de acordo com as leis, normas e regras que regem o
> atendimento psicológico, mesmo em caráter social-comunitário. Como sabemos,
> os instrumentos e metodologias em psicologia não podem ser utilizados com
> finalidade religiosa, em detrimento de nenhuma religião. Muito menos para
> promover cura daquilo que a psicologia e outras áreas de saber em saúde não
> consideram como doença, podendo ainda questionar tal comportamento como uma
> medida vinculada ao charlatanismo, já que a maior possibilidade é a falta de
> sucesso dos respectivos tratamentos, sem contar os
> grandes danos que possibilitam ao psiquismo humano. Sabemos que, em seu
> manual de conduta ética, a psicologia não possibilita fórum privilegiado
> para nenhuma religião em respeito à pluralidade e diversidade humana, que
> compõem a cultura dos diversos grupos sociais, em especial das minorias.
> Psicologia é uma profissão regulamentada e religião é uma crença. Uma não
> deve se sobrepor sobre a outra ou mesmo se misturar/ se fundir. De modo que
> o que ele apresentou no programa proporciona uma equação irregular em seu
> discurso.
>
>
> Deste modo, em nome de uma ciência comprometida com a promoção do bem-estar
> social e pela promoção dos direitos humanos, incluindo os direitos sexuais,
> solicitamos resposta diante de tal ocorrido, uma vez que é função
> constitucional dos Conselhos a regulamentação e fiscalização da profissão,
> em relação a uma conduta que além de ferir os valores éticos da profissão,
> em vários artigos e incisos, macula em rede nacional o exercício
> profissional e os ganhos internacionais e nacionais no campo da saúde, ao
> afirmar categoricamente, neste e em outros programas, que a homossexualidade
> não deve ser aceita como prática normal e naturalmente humana, promovendo
> comportamentos de exclusão e divergências sócio-familiares. Quando na
> realidade a homossexualidade e o comportamento homossexual não se tratam de
> doença e nem de perversão, logo não necessita de cura e nem de correção. Já
> a homofobia sim, esta necessita de cuidados, tanto em
> âmbito individual quanto social.
>
>
> Sobre programas de TV, há um tempo um apresentador de programa, adepto da
> doutrina espírita kardecista, Luiz Antônio Gasparetto, foi bastante
> questionado para que não misturasse o exercício profissional da psicologia
> com suas crenças e intervenções religiosas, também em rede nacional, pela
> rede TV, e queremos entender as razões que Silas Malafaia ainda não foi
> questionado, pois desconhecemos pronunciamento oficial do Conselho Federal
> de Psicologia e suas unidades Regionais, como ocorreu com o caso da
> Rosangela Justino, que promoveu tanta dor, revolta e sofrimento em meio as
> comunidades de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros (LGBT) e
> comunidade científica-profissional da psicologia com suas afirmações e
> entrevistas conclusivas sobre um fato que a ciência médica e da saúde
> discorda, ou seja, ações profissionais paradoxais. Caso já existam alguma
> manifestação pública, por favor, partilhe conosco e auxiliaremos na
> circulação das mesmas.
>
>
> Somos um ministério que, há 04 anos e com maior atuação no Centro-Oeste,
> trabalha no apoio, acompanhamento e formação de base para jovens e adultos
> LGBT em situação de risco e vulnerabilidade sócio-religiosa, em especial, no
> meio protestante. Visamos sempre fomentar multiplicadores, tanto diretos,
> quanto indiretos. Atuamos em duas frentes principais de trabalho que se
> distingue pelo nosso público alvo: aos LGBT (nossa prioridade) e diálogo e
> até mesmo enfrentamento dos fundamentalismos religiosos expressos pelos
> movimentos heterossexualismos ou heterossexualistas. Saliento que com os
> líderes e políticos religiosos fundamentalistas, procuramos sempre o
> diálogo, quando não é possível, atuamos no enfrentamento de ideologias quase
> nazistas que marginalizem as LGBT, que as/os marginalizam dos seus direitos
> à cidadania, incluindo o direito ao exercício da religiosidade e
> espiritualidade em comunidade, castrados pela manifestação
> do bulliyng expresso também por homofobia religiosa, diante de tantos erros
> graves de traduções Bíblicas, assim como pelo viés constitucional brasileiro
> em relação ao fato que vivemos em um país laico.
>
>
>
> Aproveitamos o momento para solicitar apoio ao CFP e CRP's em relação
> ao Projeto de Lei 122, compondo a lista de projetos humanitários e pelo
> direito à vida que a autarquia já realiza.
>
>
>
>
> Cordialmente,
>
>
> Patrick Thiago Bomfim
> Co-fundador e Presidente do Ministério Nação Ágape
>Nilo pergunta:
Solicitos mais informações sobre o dito po vc para Denunciar no blog>>>
Antes de publicar eu já postei esse manifesto?
Se tiver mais a crescentar me mande assim faço uma grande postagem.
Aguardo resposta!!!



No último programa do Silas no Ratinho, discutindo o PLC 122/2006, ele se colocou como psicólogo, afirmando que a homossexualidade seria doença, contrariando a Resolução CFP nº 01/1999, que proíbe o psicólogo observar a homossexualidade como doença. Além disto, ele infringiu vários itens estabelecidos no código de ética dos psicólogos, como o fato de aparecer ao vivo, em programa de auditório, realizando apologia à uma suposta cura da homossexualidade, com o intuito de se promover por meio da quebra do decoro ético. O Ministério Nação Ágape denunciou, conforme link abaixo (Parte 01 e 02). Quase 05 meses depois o Conselho Federal de Psicologia, respondeu, conforme anexo, dizendo que iriam encaminhar a demanda para o Regional, do RJ, pelo fato do Silas mencionar no ar que em sua igreja atendiam homossexuais, necessitando de fiscalização destes serviços, tão questionados. Deste modo, sugiro que a militância do RJ faça bastante pressão sobre este aspecto, junto ao Conselho Regional de Psicologia do RJ (CRP-05)!

Respondi sua pergunta?

Att.
Patrick


Amado, o manifesto está disponível em: http://ministerioagapebsb.blogspot.com/2010/05/carta-aberta-de-repudio-publico.html

Abraços,