Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
PROGRAMA DO FANTÁSTICO #HIV #betoVolpe #depoimento
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
artigos da farmacêutica Soraya Huertas do Remédio Solidário
estão anexos os posteres mais recentes. Vou fazer um novo da educação e mando. São muitos os resultados.
Mantenha o e-mail remedio@terra.com.br como principal. Este só estou usando por causa da meleca do outlook que não está funcionando direito.
Beijos
| 6 anexos — Examinar e baixar todos os anexos | |||
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sábado, 15 de setembro de 2012
Relatório do IX Congresso Brasileiro de Prevenção
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quarta-feira, 9 de março de 2011
18* Confererencia S/ Retrovirus E infecção Oportunistas:09/03/11
NAM aidsmap
18ª Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas, Boston, USA, 27 de Fevereiro - 2 de Março de 2011
Quarta-feira, 9 de Março de 2011
Conteúdos
Notícias e Cobertura da Conferência
Fazemos não só a cobertura da conferência, como também divulgamos notícias e publicações sobre VIH durante todo o ano. Subscreva um dos nossos três boletins regulares de notícias (em inglês) enviados por e-mail e mantê-lo-emos actualizado.
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VIH e doença cardiovascular
Alguns estudos mostraram que as pessoas infectadas pelo VIH têm um risco aumentado de doenças cardiovasculares tais como ataque cardíaco e enfarte.
Há uma certa incerteza sobre as causas, mas estas podem incluir efeitos secundários de alguns medicamentos anti-retrovirais, factores de risco tradicionais tais como tabagismo, hábitos alimentares, idade e os efeitos inflamatórios da infecção pelo VIH.
No entanto, tem sido difícil desvendar as causas exactas pelas quais estes factores de risco são tão prevalentes em pessoas com VIH.
Assim, investigadores franceses desenharam um estudo cuidadosamente controlado que envolveu doentes seropositivos que estavam a fazer tratamento; doentes que ainda não estavam sob terapêutica e pessoas seronegativas. Estes foram todos agrupados segundo outras características e eram todos não fumadores.
Os investigadores monitorizaram a espessura da artéria carótida. A espessura é um indicador do endurecimento das artérias, um sintoma importante de doença cardiovascular.
O aumento da espessura desta artéria foi fortemente associado a uma maior duração da infecção pelo VIH.
Outro factor de risco foi uma resposta anti-inflamatória deficitária do sistema imunitário.
Uma investigação autónoma feita nos Estados Unidos demonstrou que a infecção pelo VIH aumenta o risco de ataque cardíaco em 40% e o risco de qualquer doença cardiovascular em 20%.
Envolveu quase 250 000 doentes; aproximadamente 10% eram seropositivos para a infecção pelo VIH.
O risco de doença cardiovascular foi aumentado tanto pela idade como pela baixa contagem de células CD4.
Prevenção do VIH: tratamento como prevenção
Três sub-estudos do Partners in Prevention (Parceiros na Prevenção) investigaram os riscos de transmissão em mais de 3 000 casais heterossexuais em que um dos parceiros era seropositivo e o outro seronegativo para a infecção pelo VIH (muitas vezes chamadas relações ‘serodiscordantes’).
Novos resultados mostram que a infecciosidade está relacionada com o nível de carga viral no sangue .
Quanto maior a carga viral de um doente, maior o risco de transmissão.
Para doentes com carga viral abaixo das 1000 cópias/ml, o risco de transmissão por relação sexual foi de 1 para 3537.
Este risco aumentou para 1 em 1220 se a carga viral era de 10 000 cópias/ml e de 1 para 434 quando a carga viral foi de 100 000 cópias/ml.
As conclusões do estudo também procuram alimentar o debate sobre a infecciosidade das pessoas sob tratamento.
Poucas transmissões de VIH tiveram origem em pessoas que tinham carga viral indetectável nos fluidos genitais.
No entanto, não houve transmissões quando um doente tinha carga viral indetectável no sangue.
Prevenção do VIH: PrEP e microbicidas
A Profilaxia Pré-Exposição (PrEP, em inglês) implica que uma pessoa seronegativa tome um tratamento anti-retroviral para prevenir ser infectado pelo vírus. Um estudo envolvendo homens gays demonstrou que tal pode reduzir a taxa de infecções .
Um modelo construído através de um estudo previu que a expansão do tratamento em África poderia significar menos 700 000 infecções nesse continente até 2022.
Se a PrEP também fosse disponibilizada, então 830 000 novas infecções poderiam ser evitadas e este valor poderia aumentar para 1,25 milhões se o tratamento chegasse a todos os que dele necessitam e houvesse boa adesão.
Investigações independentes mostraram que os microbicidas têm potencial para reduzir em um terço as taxas de infecção.
Outros estudos abordaram o custo-eficácia da PrEP.
Mostraram que o custo-eficácia estava dependente da eficácia do tratamento e das circunstâncias em que era utilizado.
Em relações em que um dos parceiros for seropositivo e o outro seronegativo para a infecção pelo VIH a PrEP pode ser custo-eficaz se o parceiro seropositivo não estiver a fazer tratamento anti-retroviral.
Prevenção da transmissão mãe-filho
O VIH pode ser transmitido da mãe para o bebé através do leite, portanto em muitos países a amamentação é desaconselhada às mulheres seropositivas para a infecção. Contudo, em países de recursos limitados, o leite artificial não é uma alternativa viável à amamentação.
Um estudo de grande dimensão envolveu 1 522 bébés, nascidos de 1 505 mães seropositivas e que estavam a ser amamentados. Nenhuma das mães no estudo estava sob tratamento anti-retroviral e os bebés foram amamentados durante seis meses.
Após seis semanas de tratamento com nevirapina para todas as crianças elas foram randomizadas para fazer um período extra de profilaxia com nevirapina (dose infantil) ou com placebo.
As taxas de transmissão foram significativamente inferiores entre as crianças que receberam nevirapina. As taxas de efeitos secundários foram similares entre os dois braços do estudo.
Outra investigação demonstrou que a profilaxia infantil que consiste em nevirapina, 3TC e AZT resultou em 50% menos transmissões do que apenas a utilização de AZT.
Tratamento de crianças infectadas pelo VIH em contextos de recursos limitados
Um estudo demonstrou que o tratamento com lopinavir/ritonavir tinha algumas vantagens sobre a terapêutica que incluía nevirapina.
O tratamento com lopinavir/ritonavir tinha maior probabilidade de suprimir a carga viral; além disso as taxas de interrupção/descontinuação eram inferiores e houve também um menor número de mortes.
No entanto, a nevirapina foi associada a maiores aumentos na contagem de células CD4 e ao melhor crescimento da criança.
As orientações da OMS provavelmente serão revistas em função destes resultados.
Outro estudo avaliou o melhor modo de utilizar o tratamento em crianças que tinham sido infectadas pelo VIH apesar de terem recebido uma dose única de nevirapina para prevenir a infecção.
Este estudo concluiu que iniciar o tratamento com lopinavir/ritonavir e posteriormente mudar para nevirapina pode ser eficaz se a medição da carga viral for efectuada aos seis e aos doze meses a seguir à modificação de terapêutica – isto identificou todos os casos de falência.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010
São Paulo cria meta para eliminar infecção de mãe para filho por HIV até 2012 27 julho 2010 - 9:10am Portal R7
Portal R7
São Paulo cria meta para eliminar infecção de mãe para filho por HIV até 2012
Estado vai incentivar testes de HIV em grávidas e dispor de medicamentos
O Estado de São Paulo quer eliminar a transmissão vertical (de mãe para filho) do vírus da aids até 2012, reforçando estratégias de prevenção entre as gestantes. Nos últimos oito anos, a incidência deste tipo de transmissão caiu 90% no Estado entre crianças menores de cinco anos, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.
Para se chegar a isso, o governo estadual vai reforçar o pedido de teste de HIV entre as gestantes e criar mecanismos que garantam que elas tomem os medicamentos antirretrovirais de forma correta, procedimento necessário para não transmitir a doença ao feto.
Pré-natal cuidadoso
O objetivo do programa, segundo a coordenadora do Programa Estadual de DST-Aids, Maria Clara Gianna, é chegar ao máximo de duas crianças soropositivas a cada cem gestantes infectadas pelo HIV nos próximos dois anos - número considerado como a eliminação do problema.
- Tem como reduzir a menos de dois casos. Hoje estamos por volta de três a cada cem gestantes, mas já houve uma queda. Em 2000 nos tivemos 287 casos em todo o Estado em crianças menores de cinco anos. Em 2008, a gente teve uma redução para 34 e isso se deu a implantação deste protocolo com as gestantes soropositivas. Mas temos ainda que aprimorar esse sistema.
Segundo Maria Clara, fazer o teste de HIV no pré-natal é fundamental e um direito adquirido por todas as gestantes brasileiras. Ela pode fazer o teste em unidades de saúde. Se for confirmado que é soropositiva, deve tomar antirretrovirais durante toda a gestação e receber AZT injetável durante o parto para prevenir a infecção do bebê.
Outra forma de prevenir a transmissão vertical é oferecer ao recém-nascido um xarope de AZT nas primeiras quatro semanas de vida e não amamentá-la, orienta a coordenadora. Todos estes medicamentos, segundo Maria Clara, são fornecidos na unidade de saúde que deve acompanhar a gestante a partir do momento que lhe foi dado o diagnóstico de HIV.
É possível chegar a este número?
Segundo o infectologista Adauto Castelo Filho, chefe do Núcleo de Patologias Infecciosas na Gravidez da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a melhor maneira de se chegar a essa meta é criar centros de referência de atendimento às gestantes soropositivas. Ele dá exemplo do núcleo da universidade, que possui um ambulatório somente para gestantes soropositivas. Das 850 gestantes apenas duas transmitiram o vírus para seus filhos, número equivalente a 0,3% de transmissões verticais. Bem menor do que a média nacional de 2%, conta.
O médico critica a estratégia criada pelo Ministério da Saúde e reproduzida pelo país. Para ele, o ministério tem como estratégia forçar locais que tem um atendimento bom de HIV, mas que não têm um bom trânsito com a obstetrícia para este tipo de paciente.
- Eu sugeriria que o Ministério da Saúde usasse a estratégia que deu muito certo com a tuberculose que é especializar centros de referência, alguns para atender somente grávidas soropositivas, onde tem equipes multidisciplinares. Se forçar todos os centros a atender a grávida, acho difícil que tenha total êxito.
Como ocorre a transmissão?
A forma mais comum de transmissão é quando ocorre problemas como perfuração da placenta, aumentando as chances de contato do sangue da mãe com o sangue do bebê e durante as contrações, explica o infectologista da Unifesp. Há vários fatores de risco, em especial, não tomar os medicamentos, tomá-los de forma errada, tornando o organismo resistente e se estiver com a carga viral muito alta no sangue, explica.
- Se ela não tomar os medicamentos, ela tem 25% de chance de transmitir o HIV, ou seja, uma em cada quatro soropositivas. Se ela tiver um parto normal e não tiver tomado os remédios durante a gestação, a chance de transmissão é ainda maior, superior a 80%.
Se tomar errado, num primeiro momento tem efeito, mas depois fica resistente e chega ao final da gestação com a carga viral alta de novo. Nestes casos, uma das maneiras de evitar o contágio é optar pela cesariana antes do começo do trabalho de parto.
Deixar de tomar o antirretroviral ou tomá-lo de forma errada, aumentam as chances de transmissão do vírus HIV da gestante para o bebê.
Tags: aids, filho, HIV, mãe, Saiu na Imprensa, transmissão vertical
sexta-feira, 30 de julho de 2010
São Paulo quer eliminar infecção de mãe para filho por HIV até 2012 27/07/2010 Incidência de transmissão vertical despencou 90% desde 2000
São Paulo quer eliminar infecção de mãe para filho por HIV até 2012
27/07/2010
Incidência de transmissão vertical despencou
90% desde 2000 no Estado
O Estado de São Paulo quer eliminar a transmissão vertical (mãe para filho) do vírus da aids até 2012. Para isso aposta no reforço das estratégias de diagnóstico e profilaxia das gestantes na rede de saúde paulista.
Estudo realizado pelo Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, órgão da Secretaria de Estado da Saúde, em parceria com pesquisadores da Califórnia e do Ceará, aponta que o coeficiente de incidência da doença em crianças menores de cinco anos caiu 90,6% desde 2000.
Os resultados do estudo foram apresentados na última semana durante a Conferência Internacional de Aids, em Viena, juntamente com outros 25 trabalhos produzidos pelo CRT/DST-Aids e aprovados para o evento. O número de estudos paulistas aprovados é recorde e triplicou em relação à última conferência, realizada em 2008.
Sob o ponto de vista epidemiológico, a eliminação da transmissão vertical ocorre quando há até duas crianças soropositivas em cada 100 gestantes infectadas pelo HIV. A expectativa é de que isso ocorra nos próximos dois anos.
Segundo a pediatra Luiza Matida, do CRT, a redução de 90% desde 2000 é fruto da adoção de estratégias mais eficientes de diagnóstico e controle. “Em relação às metas pactuadas, pode-se afirmar que a eliminação da TV do HIV será alcançada. Entretanto, deve-se atentar para a manutenção de ações de vigilância e atenção integral, principalmente em cenários com desigualdades sociais”, diz.
São Paulo foi pioneiro a adotar medidas preventivas da transmissão vertical (TV) do HIV, a partir de meados dos anos 1990.
Cortesia Clipping Bem Fam(27/07/010)
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Maioria das 10.194 crianças do país menores de 5 anos com HIV foi infectada pela mãe, Pernambuco.com
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terça-feira, 23 de março de 2010
Maioria das crianças menores de 5 anos com HIV foi infectada pela mãe
Maioria das crianças menores de 5 anos com HIV foi infectada pela mãe
Agência Brasil
23/03/2010
O Fundo Global de Luta contra a Aids, a Tuberculose e a Malária divulgou que, atualmente, pelo menos 10.194 crianças brasileiras com até 5 anos de idade foram infectadas pelo vírus em decorrência da transmissão vertical. Os dados são de dezembro de 2009 e, de acordo com a pasta, ainda vão passar por uma revisão. Apenas no ano passado, 481 crianças foram infectadas. De 1996 a 2008, 3.758 crianças morreram em decorrência da aids.
O assessor técnico do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Marcelo Freitas, explicou que o maior desafio brasileiro na erradicação da transmissão vertical é ampliar o diagnóstico de HIV em gestantes. Segundo ele, mais de 90% das grávidas atendidas na rede de atenção básica chegam a fazer pré-natal mas somente 60% passam pelo teste que detecta o vírus.
Entre as razões para o baixo índice de detecção estão o fato de o médico não oferecer o exame, a recusa da paciente de submeter-se a ele e a fraca estrutura de laboratórios. Nesse último caso, Freitas afirmou que o exame chega a ser feito, mas o resultado não é devolvido ao paciente ou ao médico. A estimativa é de que até 12 mil gestantes de um total de 2,5 milhões por ano apresentem o HIV, entre as mulheres diagnosticadas e não diagnosticadas.
"Em menores de 5 anos, de todos os casos notificados de 1984 a 2009, 94% foram por meio da transmissão vertical. Não tem para onde correr. No caso de criança, a grande via de transmissão é a vertical", alertou o especialista.
Sobre a possibilidade de erradicação virtual da infecção de mãe para filho, ele avaliou: "É uma possibilidade muito aberta. Não dá pra dizer, sendo que temos todos esse desafios ainda. A gente ainda não pode sinalizar e prometer."
Entre as medidas consideradas eficazes para evitar o risco de transmissão, segundo o ministério, estão o diagnóstico precoce da gestante infectada, o uso de drogas anti-retrovirais, o parto cesariano programado e a suspensão do aleitamento materno (substituindo-o por leite artificial ou fórmula infantil).
Durante o pré-natal, toda gestante tem o direito e deve realizar o teste para HIV. Quanto mais precoce o diagnóstico da infecção, maiores as chances de evitar a transmissão para o bebê. O tratamento é gratuito e está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).
Cortesia clipping Bem Fam(23/03/010)
Nota Pessoal: Outra matéria de denota um certo descaso com a prevenção, e falta de controle nos exames anti HIV, Vide Postagems:
Conquista silenciosa
40%das grávidas atendidas pelo SUS....
Continuo observando, espero que todos ao lerem essas notícia façam sempre com senso crítico.
segunda-feira, 22 de março de 2010
40% das grávidas atendidas pelo SUS não fazem teste para detectar vírus da Aids
40% das grávidas atendidas pelo SUS não fazem teste para detectar vírus da Aids
Do G1, em São Paulo
22/03/2010
94% das crianças brasileiras com HIV foram infectadas pela mãe.
Índice de contaminação de bebês pelas mães no país é de 6,8%.
Em menores de 5 anos, de todos os casos notificados de 1984 a 2009, 94% foram por meio da transmissão vertical. Não tem para onde correr. No caso de criança, a grande via de transmissão é a vertical"
O Fundo Global de Luta contra a Aids, a Tuberculose e a Malária anunciou neste mês que o mundo pode alcançar em 2015 a erradicação virtual da infecção pelo vírus da Aids durante a gestação, o parto ou o aleitamento – a chamada transmissão vertical. A erradicação virtual é obtida quando os índices de contaminação são inferiores a 1%. Mas o Ministério da Saúde, diante de um índice aproximado de 6,8% de contaminação de bebês pelas mães no Brasil, não acredita nessa possibilidade para o país.
Hoje, pelo menos 10.194 crianças brasileiras com idade até 5 anos foram infectadas pelo vírus em decorrência da transmissão vertical (dados de dezembro de 2009). De 1996 a 2008, 3.758 crianças morreram por causa da Aids.
“Em menores de 5 anos, de todos os casos notificados de 1984 a 2009, 94% foram por meio da transmissão vertical. Não tem para onde correr. No caso de criança, a grande via de transmissão é a vertical”, alertou Marcelo Freitas, assessor técnico do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. A estimativa é de que até 12 mil gestantes de um total de 2,5 milhões por ano apresentem o HIV, somando mulheres diagnosticadas e não diagnosticadas.
Freitas explicou que o maior desafio brasileiro na erradicação da transmissão vertical é ampliar o diagnóstico de HIV em gestantes. Mais de 90% das grávidas atendidas na rede de atenção básica chegam a fazer pré-natal, mas somente 60% passam pela testagem que detecta o vírus.
Entre as razões para o baixo índice de detecção estão a não oferta de exame por parte do médico, a recusa da gestante de submeter-se ao teste e problemas estruturais dos laboratórios. Nesse último caso, o exame chega a ser feito, mas o resultado não é devolvido à grávida ou ao médico.
Até o final de 2009, de acordo com o Fundo Global de Luta contra Aids, Tuberculose e Malária, 790 mil grávidas soropositivas de países subdesenvolvidos e em desenvolvimento receberam antirretroviral para prevenir a infecção do bebê pela mãe. Esse número é 45% do total de mulheres que se encaixam no perfil.