Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador XVIII Conferência Internacional AIDS. Mostrar todas as postagens
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sábado, 14 de agosto de 2010

Vídeo depoimentos sobre XVIII Conferencia Internacional de AIDS:


Depoimento de Silvia de Almeida
MNCP+ Brasil


Depoimento de Kátia
Forum Ongs Aids Rio de Janeiro/Brasil


Depoimento de Rodrigo Pinheiro Forum Ongs Aids/São Paulo/ Brasil



Depoimento de Khurshdeul Alam,Rede de pessoas vivendo com Hiv, Bangladesh




Information Network
Cleber
RNAJVHA - Rede Nacional de Adolescentes e Jovens
Vivendo com HIV/Aids
Brasil



Depoimento de Veriano Terto,ABIA

Um ano de Agência SIDA em Moçambique: Projeto trouxe mais voz à sociedade civil, afirmam autoridades e ativistas

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AGÊNCIA DE NOTÍCIAS DA AIDS |

AIDS

13/08/2010

13/08/2010 - Um ano de Agência SIDA em Moçambique: Projeto trouxe mais voz à sociedade civil, afirmam autoridades e ativistas

13/08/2010 - 19h

A Agência de Notícias de Resposta ao SIDA completou um ano de existência neste dia 13 de agosto. Apesar do pouco tempo de trabalho, a iniciativa já é elogiada por autoridades, ativistas, jornalistas e especialistas no assunto em Moçambique e ao redor do mundo.

"Este é um projeto que contribui em muito para a mobilização na luta contra a epidemia do HIV", disse o Presidente Armando Emílio Guebuza, durante uma visita ao Brasil no ano passado. "Conhecer o ambiente social do país se faz importante para que as mensagens da Agência sejam bem entendidas", acrescentou.

O diretor executivo do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e AIDS (UNAIDS), Michel Sidibé, afirmou no começo do ano em Portugal que a Agência SIDA "é um ótimo exemplo de como os países de língua portuguesa podem e devem trabalhar juntos contra a doença".

A ideia de criar um serviço de notícias e de apoio aos medias na área do HIV e AIDS surgiu no Brasil, em 2003, com a Agência de Notícias da AIDS. Desde então, o trabalho passou a ser premiado e apresentado internacionalmente e, no final de 2008, através de uma parceria com o ramal moçambicano do Instituto para a Comunicação Social da África Austral (MISA-Moçambique) surge a Agência de Notícias de Resposta ao SIDA.

Baseado na Cidade de Maputo, a capital moçambicano, este projeto tem por objetivo ajudar a formar uma geração de jornalistas mais bem preparados e engajados no assunto, assim como aumentar a quantidade e melhorar a qualidade das informações transmitidas pelos veículos de comunicação social.

Com apoio do UNAIDS de Moçambique e do Brasil, do Centro Internacional de Cooperação Técnica em HIV/AIDS (CICT) do governo brasileiro e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) de Moçambique, a Agência SIDA foi oficialmente lançada em 13 de Agosto de 2009.

"O HIV não tem fronteiras e a luta contra a AIDS também não. Brasil e Moçambique estão juntos nessa batalha", defendeu a jornalista e idealizadora do projeto, Roseli Tardelli, durante o lançamento da iniciativa em Maputo.

Ativistas e jornalistas parabenizam 1º ano de Agência SIDA

Julio Mujojo é Secretário Executivo da Rede Nacional de Pessoas Vivendo com HIV e SIDA (RENSIDA). Para ele, "a Agência mostrou ser um veiculo independente, pois deu à sociedade civil a liberdade de dizer aquilo que pensa".

A vice-presidente da associação de pessoas vivendo com HIV e AIDS Kindlimuka, Irene Cossa, ressaltou que a Agência ajuda na divulgação de informações sobre a doença. "Através das notícias, as pessoas podem se conscientizar e tomar conhecimento de vários casos de estigma e discriminação contra soropositivos ainda muito presentes no nosso país", comentou.

Para o oficial de Informação e Comunicação do Movimento de Acesso ao Tratamento em Moçambique (MATRAM), Mario Machimbene, a Agência SIDA pode ser comparada aos Hospitais de Dia, extintos centros de saúde especializados no atendimento de soropositivos e muito elogiados pelos pacientes. "Esse projeto está num bom caminho, mas sugerimos que abordem mais sobre o trabalho das ONGs de base", acrescentou.

Salomão Moyana, Diretor do jornal moçambicano Magazine Independente, disse que "a criação da Agência foi muito útil porque levanta assuntos acerca do HIV de uma forma consistente e assídua." Na opinião do jornalista, "a Agência pode se tornar numa instituição âncora sobre HIV no país e na região porque é uma experiência inovadora e muito importante na divulgação de informações sobre um dos maiores problemas da África, a AIDS".

O Chefe da Seção Nacional do Jornal Domingo, André Matola, afirmou que a iniciativa é muito bem vinda para um país onde o índice de soroprevalência é preocupante (15 por cento dos adultos). "É importante ter uma projeto que nos ajudar a tomar conta dos fatos em tempo real, escritos com profundidade, de forma didática e pedagógica. Gostaria que a página fosse mais divulgada para que todos tenham o seu acesso", comentou.

Para o assessor de Comunicação da organização Médicos Sem Fronteiras em Moçambique Abílio Cossa, a Agência funciona como uma fonte de informação para as ONGs que têm programas de HIV. "Através dela somos informados sobre o trabalho levado a cabo pelos outros grupos ao nível nacional e internacional. É um site que já era necessário no país. Aborda as notícias de forma muito simples, com imparcialidade e profissionalismo".

Agência SIDA em números

No primeiro ano do projeto em Moçambique, cerca de 600 reportagens, notícias e artigos opinativos foram publicados neste site. Quase todos com fotos que ilustram bem o assunto abordado.

A média mensal de acessos ao site é de 10.100 visitas, números considerados positivos já que apenas um por cento da população moçambicana usa a internet com frequência, segundo estimativas do governo. De acordo com um levantamento interno, os visitantes são, na maioria, profissionais que atuam na área, jornalistas e funcionários do governo.

Aproximadamente 50 textos produzidos pela Agência SIDA foram publicados na íntegra ou usados como base para notícias veiculadas nos principais jornais, rádios e sites do país.

A criação da Agência ganhou destaque no programa "Em Defesa da Vida", da Televisão de Moçambique (TVM); e no jornal iO Globo e nas revistas Saber Viver e Raça Brasil.

Em parceria com a Agência AIDS, do Brasil, a Agência SIDA fez a cobertura de importantes eventos internacionais, como a XVIII Conferência Internacional de AIDS na Áustria, o III Congresso da Comunidade de Países de Língua Portuguesa sobre HIV e AIDS em Portugal, e a V Conferência da Sociedade Internacional de AIDS (IAS) na África do Sul.

A Agência promoveu também palestras e debates sobre jornalismo e AIDS para mais de 100 estudantes na Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane e na Escola Técnica e Superior de Jornalismo; e ajudou na formação sobre HIV e minorias sexuais de 20 jovens comunicadores.

Quatro estudantes de jornalismo participaram de um treinamento na redação da Agência, em Maputo, durante três meses; e um jornalista veio ao Brasil, onde fez trabalhou na Agência AIDS durante dois meses e conheceu organizações que atuam contra a epidemia e alguns dos principais veículos de comunicação do Brasil.

Mais sobre a Agência SIDA

"A agência tem um papel fundamental em apoiar os medias a criar um debate franco sobre todos os problemas que envolvem a AIDS." Secretário Executivo-Adjunto do Conselho Nacional de Combate a AIDS de Moçambique, Diogo Milagre

"Uma ferramenta essencial na luta contra o HIV e AIDS." Diretor do UNAIDS em Moçambique, Maurício Cysne.

"Esperamos fazer uma revolução na área de informação sobre a AIDS." Director executivo do MISA-Moçambique, Alfredo Libombo Tomás.

"A Agência em Moçambique é um veículo de comunicação para dar poder a sociedade civil". Diretor do UNAIDS no Brasil, Pedro Chequer.

"Vai contribuir com a educação cívica da população, sobretudo em relação às medidas de prevenção ao HIV". Embaixador de Moçambique no Brasil, Murade Murargy.

"A agência veio preencher a falta de conhecimento profundo sobre o HIV e AIDS existente aqui no nosso país". Coordenador do Movimento de Acesso ao Tratamento em Moçambique, César Mufanequiço.

"A iniciativa pode influenciar a vida de muitas pessoas nesse país africano tão fortemente atingido pela epidemia". Mariângela Simão, ex-diretora do Departamento de AIDS do Brasil.

Redação da Agência de Notícias da AIDS

sábado, 31 de julho de 2010

Sem complacência (Artigo) O GLOBO 28/07/2010 MOHGA KAMAL-YANNI Os representantes de dezenas de governos do mundo encerraram na semana passada a

Sem complacência (Artigo)

O GLOBO

28/07/2010

MOHGA KAMAL-YANNI

Os representantes de dezenas de governos do mundo encerraram na semana passada a 13aConferência Internacional de AIDS com um dilema: comemorar ou não? Os mais otimistas podem apontar significativas vitórias na luta contra o HIV e a AIDS: o número de pessoas que são infectadas todos os anos, por exemplo, caiu cerca de 17% desde 2001. E mais, o número de doentes que recebem tratamento aumentou dez vezes em cinco anos e as mortes foram reduzidas em 10%.

Os desconfiados, por sua vez, também têm muito o que contar: apesar dos avanços, mais da metade das pessoas com HIV e AIDS não recebe o tratamento adequado.

A situação mantém-se particularmente sombria em grande parte da África Subsaariana, onde se encontram 60% das pessoas que vivem com HIV, dois terços das novas infecções e cerca de três quartos de todas as mortes relacionadas à doença. Essa relativa falta de progresso é decepcionante, especialmente considerando que 2010 foi o ano escolhido pelos líderes mundiais para ser o marco a partir do qual haveria acesso à prevenção, ao tratamento e aos cuidados a todos que estão em risco para o HIV e a AIDS. E por que o mundo não conseguiu fazer jus às promessas feitas por seus líderes em 2001? Inevitavelmente, parte da resposta é dinheiro. O fato é que os doadores não se dispuseram a encontrar os fundos necessários para enfrentar a propagação do HIV e tratar as pessoas infectadas.

O mais grave é que ao invés de intensificar os esforços para o enfrentamento da epidemia, os países e instituições doadores parecem sobrevalorizar o sucesso alcançado como forma de justificar sua complacência e, assim, não cumprir com o seu dever.

Um exemplo disso é o caixa vazio do Fundo Global de Combate à AIDS, Tuberculose e Malária - responsável por salvar quase cinco milhões de vidas até agora. É preciso lembrar que, para garantir o acesso universal ao tratamento, os doadores deverão reabastecer o Fundo com, no mínimo, 20 bilhões de dólares para os próximos três anos. Além disso, de forma a assegurar a efetividade e sustentabilidade da intervenção, faz-se necessário manter nos países serviços de saúde pública, infraestrutura e recursos humanos bem treinados.

Não se pode atribuir, no entanto, a solução do problema somente a vontade dos países ricos ou a gestão da ajuda financeira. Os governos africanos também têm papel crucial a desempenhar.

Como parte da declaração das Nações Unidas de 2001, da qual consta a promessa de universalidade do acesso ao tratamento da doença, eles se comprometeram a destinar 15 por cento dos seus orçamentos nacionais para o setor saúde e, em especial, para o combate ao HIV/AIDS.

Apesar de alguns poucos países como Malavi e Botsuana cumprirem a meta, em onze nações africanas se gastam atualmente em saúde somente cinco dólares por pessoa ao ano.

Em março, África do Sul, Ruanda e Egito conseguiram, em surdina, fazer com que o compromisso fosse derrubado na reunião de ministros da Fazenda da União Africana.

Isto é preocupante. Se os governos do Norte e do Sul não destinarem fundos adicionais, o acesso universal à prevenção, ao tratamento e aos cuidados continuará sendo uma meta inatingível. A batalha também será perdida se a discriminação e o preconceito contra a doença e suas consequências não forem enfrentados.

Há países na África onde os governos dificultam a luta contra o HIV aplicando medidas punitivas. Em Serra Leoa, por exemplo, uma lei de 2007 criminaliza pessoas com HIV, pois considera-se que as mesmas expõem outras ao risco de infecção. A lei prevê penas inclusive para mulheres grávidas que passam o vírus para os seus filhos ainda na gestação. Não é só na África que isso acontece: em 2008, no Texas, nos Estados Unidos da América, um morador de rua HIV positivo foi condenado a 35 anos de cadeia por "agredir um funcionário público com uma arma mortal". Seu crime: cuspir em um policial quando estava bêbado.

Esses mecanismos de criminalização das pessoas portadoras do vírus da AIDS buscam cortar caminho para o controle da doença, mas na verdade acabam contribuindo para a sua expansão, pois desestimulam aqueles que desconfiam estar contaminados de fazer o teste e de receber o tratamento.

A realidade é triste, pois, quase uma década depois da promessa dos líderes mundiais em deter a epidemia da AIDS, o progresso ainda depende de ações tanto de países ricos quanto pobres.

No momento, uma coisa é certa: os delegados dos países que participaram da Conferência de Viena semana passada voltam com muito dever de casa para fazer. E é bom que saibam: não há espaço para complacência.

MOHGA KAMAL-YANNI é assessora em Saúde e HIV da organização não governamental Oxfam na Inglaterra.
Cortesia : Clipping Bem Fam (28/07/010)

terça-feira, 27 de julho de 2010

Assembléia Mundial de Saúde define o dia 28 de Julho como o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais 26/07/2010 Durante a 63ª Assembleia Mun

Assembléia Mundial de Saúde define o dia 28 de Julho como o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais

26/07/2010

Durante a 63ª Assembleia Mundial da Saúde, que ocorreu em Genebra de 17 a 21 de maio, ficou decidido que em 28 de julho será o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. As informações são da Organização Pan- Americana de Saúde (OPAS). Evento no hospital Emílio Ribas vai marcar a data no Brasil.

“Reconhecendo a necessidade de reduzir a incidência para prevenir e controlar as hepatites virais, e facilitar o acesso a um diagnóstico correto a proposta foi apresentada pelo Brasil, em conjunto com Indonésia e Colômbia”, informou a OPAS.

A data será uma oportunidade para estimular o fortalecimento das medidas preventivas e de controle das hepatites virais.

28 de Julho no Brasil

O presidente do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Antônio Carlos Nardi, participa, no dia 28 de julho, da solenidade alusiva ao Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, no Auditório Emílio Ribas, localizado no Edifício Sede do Ministério da Saúde. A solenidade vai contar com a presença do ministro da saúde, José Gomes Temporão.

Preocupado com os efeitos silenciosos das hepatites virais, o Ministério da Saúde integrou recentemente o Programa de Hepatites Virais ao Programa de DST/Aids, criando assim o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Em nota a representação OPAS no País parabenizou a iniciativa.

Sobre as Hepatites Virais

Uma doença que na maioria dos casos não tem sintomas e que a transmissão pode ocorrer no compartilhamento de escova de dentes, lâminas de barbear, alicates de unha e até mesmo com a ingestão de frutas e verduras mal lavadas. Esta é a hepatite, uma inflamação no fígado que nas suas formas mais conhecidas são causadas por vírus.

Segundo uma pesquisa divulgada no final do ano passado pela Sociedade Brasileira de Infectologia, a cada ano ocorrem cerca de 37,5 mil casos de hepatites virais no País. As mais comuns são as do tipo A e B, seguidas pela do tipo C.

A hepatite A é transmitida por objetos e alimentos contaminados, mas tem vacina e, no geral, é mais fácil de tratar. Indica-se repouso, dieta sem gordura e a não ingestão de bebidas alcoólicas.

A hepatite B, apesar de ter também uma vacina preventiva, pode ser transmitida por objetos contaminados e por via sexual. O tratamento com remédios pode levar meses para se chegar à cura e, em 5 a 10% dos casos, se cronifica, ou seja, se instala no organismo por vários anos, complicando a saúde do paciente.

Já o tipo C da hepatite é mais transmitido por sangue e derivados, em relações sexuais sem camisinha e no compartilhamento de objetos, mas não tem vacina preventiva e se cronifica em 85% dos casos.
Cortesia Clipping Bem Fam (26/07/010)

Conferência da aids termina pedindo mais direitos e prevenção 26 de julho de 2010 Efe Desde domingo, países discutem em Viena temas como gel vagin

Conferência da aids termina pedindo mais direitos e prevenção

26 de julho de 2010

Efe

Desde domingo, países discutem em Viena temas como gel vaginal, situação nas prisões e falta de verba

VIENA - Após seis dias de encontro, 248 sessões e centenas de atividades paralelas, a Conferência Internacional Aids 2010 terminou,sexta-feira, 23, com destaque para os direitos humanos, a prevenção e a universalização do tratamento aos portadores do HIV.

Mais de 16 mil delegados, 850 especialistas e 95 ONGs debateram desde o último domingo as estratégias para frear a disseminação da doença, que afeta 33 milhões de pessoas no mundo todo. A cada dia, 7,4 mil pessoas são infectadas pelo vírus que deixou 2 milhões de mortos em 2008.

"A conferência é um começo para discutir, enfocar e enfatizar o Leste Europeu, a Ásia Central e os problemas dessas regiões", disse Brigitte Schmied, co-presidente do encontro, em relação à importância dada às partes do mundo onde a doença se expande com maior rapidez.

Para Brigitte, a conferência, que foi "muito viva", trabalhou três pontos essenciais: o acesso ao tratamento universal para todos os infectados pelo HIV, a importância dos direitos humanos na luta contra a aids e a melhora na prevenção.

Em relação aos direitos humanos, a conferência teve como documento oficial a chamada Declaração de Viena, na qual se adverte que a criminalização e a repressão como estratégias de luta contra a droga e a toxicomania estão "alimentando" a epidemia do HIV.

Nesse sentido, a co-presidente aposta em políticas de redução de danos, como a mudança de seringas, as drogas de substituição e, no geral, uma aproximação científica, e não penal, do tema.

No encerramento da conferência, a declaração foi assinada por 12.725 pessoas.

Por sua vez, o presidente do encontro, Julio Montaner, alertou sobre a queda prevista das contribuições ao Fundo Mundial Contra a Aids pelos países industrializados.

Montaner acusou o G8 (países mais ricos e Rússia) de "traição" pela previsível queda das contribuições. "Quando faltou dinheiro para pagar os banqueiros ou a indústria automotiva, eles foram ajudados em seguida, porque são amigos das empresas. Também houve fundos para Wall Street e para o derrame de petróleo no Golfo do México", disse o médico canadense de origem argentina.

Foram os países mais ricos os que encabeçaram a criação do Fundo Mundial Contra a Aids, a Tuberculose e a Malária, que no período 2008-2010 contava com US$ 10 bilhões para combater o HIV. Para os anos 2011 a 2013, o fundo pede entre US$ 13 milhões e 20 milhões.

Manfred Nowak, relator especial da ONU sobre tortura, se referiu nesta sexta à falta de vontade política de muitos governos para resolver o grave problema da aids nas prisões.

As más condições de vida nos centros penitenciários de muitos países, com carência de assistência médica, seringas e preservativos, faz com que a taxa de prevalência da aids seja muito elevada.

Nowak lembrou que 30 milhões de pessoas entram e saem das prisões a cada ano, muitas delas infectadas com o HIV, o que "não é só um problema de saúde nas prisões, mas de saúde pública" em geral. "Elas estão privadas de liberdade, mas não de direitos humanos", lembrou o especialista.

A conferência de Viena entrega o testemunho da organização deste evento bienal a Washington, que sediará a reunião sobre a doença em 2012.

Após o fim do fórum, o professor de medicina ugandense Elly Katabira assume a Presidência da Sociedade Internacional da Aids até 2012.
Cortesia Bem Fam(26/07/010)

Conferência Internacional de Aids: Sem dinheiro, avanços na prevenção e no tratamento apresentados em Viena serão inúteis, dizem participantes da mesa

Conferência Internacional de Aids: Sem dinheiro, avanços na prevenção e no tratamento apresentados em Viena serão inúteis, dizem participantes da mesa de encerramento

26/07/2010

O evento sobre aids mais importante do mundo terminou nesta sexta-feira, em Viena, na Áustria. Segundo os organizadores, os cinco dias de debates e palestras evidenciaram que houve avanços em pesquisas científicas nas áreas de prevenção e tratamento nos últimos dois anos, mas que são necessários mais fundos e melhores proteções dos direitos humanos.

“Dizem que o mundo está em crise econômica, mas não é verdade. O que falta é colocar a aids como prioridade mundial. Quando há emergência em Wall Street (Rua onde estão as bolsas de valores de Nova York), bilhares e bilhares de dólares aparecem de repente”, criticou o coordenador geral da XVIII Conferência Internacional de Aids, Julio Montaner.

Para ele, “a saúde da população merece mais responsabilidade financeira que as crises econômicas.”

A coordenadora local da Conferência, Brigitte Schmied, afirmou que as reuniões em Viena provaram que é possível expandir o tratamento e a prevenção para todos aqueles que precisam. “Apesar de muitos obstáculos no nosso caminho, deixamos este encontro com energias renovadas”, disse.

De acordo com o Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids), 5.2 milhões de pessoas estão em tratamento com antirretrovirais no mundo. O número de pacientes que recebem os vitais medicamentos é 20 vezes maior hoje que em 2003, por exemplo. Mas o número total de pessoas que precisam de medicamentos é estimado em 10 milhões.

Michel Sidibé, Diretor Executivo do Unaids, citou como alvo, durante todos seus discursos na Conferência, o plano Tratamento 2.0, cujo objetivo é expandir o teste de HIV e o tratamento da aids até 2025, evitando 10 milhões de mortes.

Representando as pessoas vivendo com HIV na mesa de encerramento, a argentina Patrícia Pérez defendeu a campanha mundial “Mais paz, menos aids”. “Precisamos de paz para evitar a violência doméstica, o estigma e a discriminação nas nossas comunidades, precisamos de paz em nossos países para que os fundos sejam para questões sociais e não para guerras”, comentou.

Cortesia Clipping Bem Fam(26/07/010)

Patrícia defendeu que até a próxima Conferência Internacional de Aids, em Washington-DC nos Estados Unidos em 2012, as mulheres homossexuais, imigrantes, índias, usuárias de droga, trabalhadoras do sexo, presas, crianças ou jovens estejam mais incluídas nas atividades e nas tomadas de decisões de combate da pandemia. “Nada será feito para a gente, sem a nossa participação”, afirmou.

A Conferência Internacional de Aids volta aos Estados Unidos depois de 20 anos. O país deixou de concorrer pela sede do evento porque passou a proibir a entrada de estrangeiros portadores do HIV, regra mudada pelo Presidente Barack Obama.

Novidades científicas

A norte-americana Diane Havlir é uma das coordenadoras científicas da Conferência em Viena. Em entrevista à Agência de Notícias da Aids, ela disse que o estudo do gel vaginal, feito à base do antirretroviral tenofovir e que mostrou eficácia de até 54%, merece destaque especial porque é o maior êxito sobre possíveis estratégias para uma revolução da prevenção entre as mulheres. (Leia aqui)

“Na última conferência (México, em 2008), a circuncisão foi muito falada, pois ficou provada que pode prevenir os homens em até 60%, mas o microbicida traz agora esperança às mulheres, que em muitos casos não conseguem exigir dos seus parceiros o uso do preservativo”, comentou.

Diane disse que viu também novas descobertas na área de ciência básica sobre o funcionamento do HIV no organismo humano. “Cada pequeno passo que completamos sobre como age o vírus da aids dentro da célula será importante para pensarmos em outras possibilidades de tratamento, vacina e até mesmo a cura da doença”, disse.

Ela observou ainda estudos que comprovam a importância da distribuição de seringas descartáveis para prevenir o vírus entre usuários de drogas e pesquisas que mostraram as melhores combinações medicamentosas para o tratamento de soropositivos com tuberculose.

Brasileiros na conferência somam 303

De acordo com a organização do evento, 19.300 pessoas de 197 países participaram da Conferência em Viena. Quase 1300 foram jornalistas e outros profissionais da comunicação.

Aproximadamente 1200 participantes vieram da Europa do Leste e da Ásia Central, regiões que receberam atenção especial no encontro por serem as únicas do mundo onde a proporção de casos novos do HIV ainda cresce.

Os brasileiros no evento somaram 303. Na última Conferência Internacional de Aids, no México, foram 405.

A suíça foi o país numericamente mais representado com 3360 participantes. Os Estados Unidos tiveram 2832, seguidos pelo Canadá com 1037 e Áustria com 845.

Durante toda a programação do evento, ocorreram mais de 400 debates e apresentações orais.

Além da escassez de recursos financeiros, os principais protestos na Conferência pediram pela quebra das patentes dos medicamentos contra a aids, pela liberação controlada da distribuição de seringas descartáveis e da metadona para usuários de drogas injetáveis e pelo respeito ao trabalho sexual.

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  4. actup.org actuporg Politics of Prevention: A book review http://i.actup.org/a5k02v #aids #politics #education #aids2010 #iac
  5. actup.org actuporg Política de prevención: Una revisión de libro http://i.actup.org/a5k02v #sida #política #educación #aids2010 #iac
  6. ACT UP Wisconsin ACTUP_Wisconsin AIDS 2010: Under the Radar: July 22 http://bit.ly/aAgP6y #hiv #aids2010 #hcv #infants #sexwork #bones (via @TheBodyDotCom)
  7. Elgui DeilsonElgui Incrível a arte de #DanielGoldstein! Conheci "Medicine Men" em Viena, na #Aids2010. Veja em http://bit.ly/929c0f
  8. actup.org actuporg HIV patients were stigmatised in South African hospital http://i.actup.org/9Qatyh #hiv #southafrica #aids2010
  9. actup.org actuporg MIV-pasiënte word gestigmatiseer in Suid-Afrikaanse hospitaal http://i.actup.org/9Qatyh #miv #easterncape #Uitenhage #aids2010
  10. HIV Story Project HIVStoryProject A new direction for HIV prevention... #aids2010 #HIVstory http://fb.me/ClqvPSsU
  11. The Body TheBodyDotCom Human Rights as a Conscious Achievement: Prevention Justician Waheedah Shabazz-El Closes Out AIDS 2010 http://bit.ly/9dAYz4 #hiv #aids2010
  12. Proxy Therapeutics PxTherapeutics From NYT: "Advance on AIDS Raises Questions as Well as Joy" #AIDS2010 http://nyti.ms/bTJM8y
  13. Beautiful Disaster Qnofhrts RT @LivingResults: #AIDS2010 "Everyone with HIV/AIDS needs treatment... You don’t save money by delaying treat ... http://tmi.me/hbeB
  14. Andre Blackman mindofandre New on Pulse + Signal: 11 Important Resources from the #AIDS2010 Meeting http://bit.ly/clpZBw #hcsm
  15. Beautiful Disaster Qnofhrts RT @KellyHIVAIDS: AIDSmeds #AIDS2010 Coverage: HPV Cancer Vaccine Effective for Heterosexual, Gay and Bisexual Me ... http://tmi.me/hb76
  16. The Body TheBodyDotCom AIDS 2010 Media Analysis http://bit.ly/be4juH #hiv #aids2010
  17. ICSDP icsdp RT @SPHEREproject: @icsdp video on the War on Drugs- legal or public health issue?!! Watch it here: http://bit.ly/caCUqR #vdecl #aids2010
  18. Kurtis Marsh kurtismarsh RT @AIDSmeds #AIDS2010 Coverage: HPV Cancer Vaccine Effective 4 Heterosexual, Gay and Bisexual Men http://bit.ly/ahj4vc #HIV #AIDS #Health
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  20. Vienna Declaration vdecl Weren't w/us at #aids2010? Jump to the 50min mark to hear Dr Montaner's parting words on #hiv, #drug use, & the #vdecl: http://ow.ly/2gN0a
  21. Youth Challenge Intl YouthChallenge Lauren's back from #AIDS2010, Steve's back from #Africa and we're all eating way too much chocolate purchased from airports.
  22. Pauly Pauly1999 RT @AIDSmeds: #AIDS2010 Coverage - MACS: Childhood Sex Abuse and Victimization Linked to Increased HIV Risk http://ow.ly/2gKaG #AIDS
  23. The Body TheBodyDotCom What Message Do We Want to Take to AIDS 2012 in Washington, D.C.? A Blog Entry by Gary Bell http://bit.ly/bh8NM9 #hiv #aids2010 #aids2012
  24. Bono Street Team bonostreetteam RT @USPEPFAR: View Secretary Clinton’s Video Message to the XVIII International AIDS Conference #AIDS2010... http://fb.me/AAd0d7OK
  25. PEPFAR USPEPFAR View Secretary Clinton’s Video Message to the XVIII International AIDS Conference #AIDS2010 http://bit.ly/d2KQjk
  26. Chris Curry chriscurryKC RT @AIDSgov: For recap on the Intl AIDS Conference and the closing session, check out our #AIDS2010 wrap-up blog post http://go.usa.gov/Oou