Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Controle. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Controle. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

artigos da farmacêutica Soraya Huertas do Remédio Solidário

Nilo
estão anexos os posteres mais recentes. Vou fazer um novo da educação e mando. São muitos os resultados. 
Mantenha o e-mail remedio@terra.com.br como principal. Este só estou usando por causa da meleca do outlook que não está funcionando direito.
Beijos
Soraya
6 anexos Examinar e baixar todos os anexos

Poster - CONTROLE DE DIABETES NA FARMÁCIA COMUNITÁRIA.pdf
123K Exibir como HTML Examinar e baixar

POSTER - Descarte Solidário.pdf
282K Exibir como HTML Examinar e baixar

POSTER - ESTUDO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA.pdf
948K Exibir como HTML Examinar e baixar

POSTER - III Congresso de Medicina - ESTUDO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA.pdf
635K Exibir como HTML Examinar e baixar

Poster - REMUME - 2012.pdf
258K Exibir como HTML Examinar e baixar

Poster - TRANSMISSÃO VERTICAL.pdf
270K Exibir como HTML Examinar e baixar

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Rio+20 acaba hoje com balanço positivo para o Brasil, mas com críticas de ativistas

Rio+20 acaba hoje com balanço positivo para o Brasil, mas com críticas de ativistas
APOIO








APOIO










22/06/2012 - 12h30

A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, será encerrada nesta sexta-feira com a divulgação do documento final, contendo 49 páginas, denominado O Futuro Que Queremos. Dentre os mais de 200 artigos que integram o texto, oito tratam especificamente sobre saúde. Segundo informações da Agência Brasil, o balanço dos 10 dias de discussões divide opiniões. Autoridades brasileiras consideram um avanço a inclusão do desenvolvimento sustentável com erradicação da pobreza, enquanto movimentos sociais e alguns líderes estrangeiros condenam a falta de ousadia do texto.

O tom de crítica deve predominar nesta sexta-feira, pois as organizações não governamentais (ONGs) que promoveram vários protestos durante a conferência prometem uma manifestação para hoje. Nela, será apresentado um balanço das discussões e recomendações apresentadas no texto final a ser aprovado pelos chefes de Estado e Governo.

O chefe da delegação do Brasil na Rio+20, embaixador André Corrêa do Lago, reiterou que o saldo da conferência é positivo. “O principal saldo foi fazer com que o desenvolvimento sustentável se transforme em paradigma em todos seus aspectos - social, ambiental e econômico”, disse.

Porém, para as ONGs, faltou ousadia por parte das autoridades na exigência de definições claras sobre responsabilidades específicas, repasses financeiros, discriminação de prazos para a adoção de medidas e a ampliação de poderes do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).

No Riocentro, local das discussões políticas, os protestos foram mais discretos do que os que dominaram as ruas do Rio de Janeiro.
Na terça-feira, 19 de junho, cerca de 50 ativistas que trabalham com questões ligadas à aids e à tuberculose fizeram uma manifestação. Eles seguraram cartazes com frases com reivindicações como “A saúde brilha em genebra, mas a vulnerabilidade continua aqui”, distribuíram camisinhas e cantaram palavras de ordem como “não é mole não, controle social está em risco de extinção”. Os militantes percorreram o espaço da Cúpula dos Povos, no Aterro do Flamengo, e depois seguiram até a Cinelândia no centro do Rio.

O ato fez parte das ações da campanha SOS ONGs Brasil, lançada em fevereiro deste ano, que pede uma rediscussão sobre o financiamento das entidades da sociedade civil que fazem o controle social das políticas de saúde, em especial no caso da aids e da tuberculose.

As discussões mostraram ainda que as divergências econômicas estão presentes também nos debates políticos e ambientais. Os negociadores dos países desenvolvidos e em desenvolvimento entraram em vários conflitos, principalmente os que envolviam recursos. A União Africana (formada por 54 países) foi um dos blocos que mais reagiram às restrições impostas pelos países desenvolvidos.

“Não há um grupo de negociadores que tenha admitido ganhar em tudo. O Brasil conduziu muito bem os temas divergentes. Depois, chegamos a um acordo e agora temos um caminho. Mas o documento ainda é muito grande”, disse o ministro do Desenvolvimento, Economia Florestal e Meio Ambiente do Congo, Henri Djombo.

Paralelamente, os líderes políticos estrangeiros discursavam na sessão plenária e debatiam o conteúdo do documento final. O texto ratifica que os temas polêmicos e sem consenso ficarão para uma próxima cúpula. Os aspectos sociais são destacados, ressaltando o esforço conjunto para a erradicação da pobreza, a melhoria na qualidade de vida e o homem no centro das preocupações.

O documento tem 49 páginas, menos uma em relação à versão anterior, sendo que inicialmente o texto chegou a ter 200 páginas. O documento está dividido em seis capítulos e 283 itens. Os capítulos mais relevantes são os que tratam de financiamentos e meios de implementação (relacionados às metas e compromissos que devem ser cumpridos).

O texto destaca, por exemplo, o combate a aids, tuberculose, gripe e doenças crônicas como diabetes e hipertensão, e afirma que é preciso redobrar esforços para alcançar o acesso universal à prevenção, tratamento, cuidados e apoio.


Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 3 de abril de 2012

Ministro anuncia criação de Fundo de Apoio a Projetos de OSC


Ministro anuncia criação de Fundo de Apoio a Projetos de Organizações da Sociedade Civil




O ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da
República) participou nesta quarta-feira (28/03) do 7º Congresso do Grupo
de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE), em São Paulo.
30.03.2012 - Ministro anuncia criação de Fundo de Apoio a Projetos de
Organizações da Sociedade Civil

Crédito: Divulgação/GIFE

Na abertura do evento, o ministro anunciou a criação de um Fundo de Apoio
a Projetos de Organizações da Sociedade Civil (OSCs), cuja proposta está
sendo concluída pelo Grupo de Trabalho composto por representantes de sete
ministérios e número igual de representantes de OSCs. O Grupo de Trabalho,
criado pela presidenta Dilma Rousseff, também tem a missão de apresentar a
ela o projeto de um novo marco regulatório das relações entre o Estado e
as organizações da sociedade.

Em sua palestra, Gilberto Carvalho analisou as conexões entre democracia,
participação social e o novo marco regulatório, imprescindível para a
criação de um ambiente mais favorável à atuação das organizações da
sociedade civil. Segundo ele, “o Brasil vive hoje um processo virtuoso de
fortalecimento da participação social na formação da agenda, formulação,
implementação, monitoramento e avaliação de políticas públicas”, muito
importante porque “a atuação da sociedade civil nas coisas do Estado e dos
governos é absolutamente necessária. Num país com as seculares
desigualdades e uma estrutura social tão injusta, ela é imperativa”.

Para o ministro, a participação social deve ser compreendida como um
instrumento de gestão que ajuda a reduzir certa “miopia” que é própria da
tecnocracia, ao aproximar os planos formulados pelos técnicos às demandas,
características e realidades concretas em que serão implementados. Ao
mesmo tempo, a participação contribui para o aprofundamento da democracia,
para a democratização do Estado, da política, e da própria sociedade, ao
efetivar mecanismos de controle social e, ao mesmo tempo, apontar
direções, criar novos consensos e prioridades para ação estatal. Na visão
do ministro, “sem participação social é impossível transformar democracia
política em democracia social”. Por isso, os governos do presidente Lula e
da presidenta Dilma assumiram a estratégia de “consolidar o diálogo e a
participação social como métodos de governo, potencializando iniciativas
já existentes e incentivando formas novas de participação em políticas
públicas, programas e ações do governo federal”.

Marco regulatório e Fundo de Apoio

O ministro Gilberto Carvalho ressaltou que é urgente a construção de um
novo arcabouço jurídico e administrativo orientador das relações entre o
Estado e as OSCs. “O governo reconhece que a parceria com a sociedade na
execução e no controle social das políticas públicas traz ganhos
democráticos baseados em criatividade, capilaridade, a proximidade com os
beneficiários e a própria ética do cuidado que essas organizações têm como
parte de sua atuação”. Ele expôs alguns critérios já definidos pelo Grupo
de Trabalho que está elaborando a proposta do novo marco regulatório, sob
a coordenação da Secretaria-Geral da Presidência.

Segundo o ministro, “será respeitada a autonomia e a natureza de direito
privado das organizações, em tudo distintas de Estados e municípios, bem
como a proporcionalidade entre as relações de parceria e os procedimentos
para a prestação de contas, com a criação de mecanismos mais
simplificados”. Ele também destacou o uso do chamamento público para a
seleção das entidades e afirmou que “o monitoramento e a avaliação das
ações deverão ser cada vez mais precisos, racionais e planejados”.

Gilberto Carvalho também anunciou a realização de um grande Censo das
Organizações da Sociedade Civil e a criação de um Fundo de Apoio a
Projetos de Organizações da Sociedade Civil. O Fundo de Apoio será
constituído, inicialmente, com aportes da Petrobrás, Banco do Brasil e
BNDES e sua gestão será orientada por um Conselho Consultivo integrado por
representantes da sociedade civil e por financiadores. As linhas de
financiamento serão voltadas para a defesa de direitos, a sustentabilidade
e a justiça ambiental. O ministro previu para este semestre a constituição
do Fundo de Apoio e a finalização da proposta de novo marco regulatório
das OSCs.

Fransérgio Goulart
(21)38520080/82804410/87225745
www.twitter.com/franjuventude
skype:franjuventude

quinta-feira, 29 de março de 2012

BSB-- Frente Parlamentar Nacional de Combate à Tuberculose



http://www2.camara.gov.br/logo.jpg
Câmara dos Deputados
Agência Câmara de Notícias
Data: 27/03/2012
Deputado articula criação da Frente Parlamentar Nacional de Combate à Tuberculose
A Comissão de Seguridade Social e Família realizou audiência pública para discutir formas de intensificar o combate à tuberculose. O debate integrou a programação relativa ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose, comemorado em 24 de março.
A audiência foi proposta pelo deputado Antonio Brito (PTB-BA). “O Brasil é responsável por 80% da carga de tuberculose no mundo. Possui um coeficiente de incidência de 37,2 casos por 100 mil habitantes e uma taxa de mortalidade de 2,5 óbitos por 100 habitantes, que equivalem a 71 mil casos novos e 4.600 mortes ao ano, respectivamente.
É a principal causa de morte entre as pessoas que vivem com HIV/aids”, disse ele.
O deputado afirmou ainda que a tuberculose demonstra relação direta com a miséria e a exclusão social. “A realização da audiência teve por objetivo dar visibilidade à tuberculose como problema de saúde pública no Brasil. Esperamos sensibilizar o Congresso acerca das questões que envolvem o controle da tuberculose no Brasil e as estratégias para alcançar as populações mais vulneráveis”, acrescentou.

Debatedores analisam formas de ampliar o combate à tuberculose.
Audiência Pública . Tema: Dar visibilidade à tuberculose como problema de saúde pública no Brasil. (REQ. 178/12, Antônio Brito)
Foram convidados:
- o secretário-executivo do Fórum ONGs Tuberculose (RJ), Carlos Brasília;
- o vice-presidente do Grupo de Apoio à Prevenção da Aids no Rio Grande do Sul (Gapa/RS), Carlos Alberto Ebeling Duarte;
- o presidente da Fundação Ataulpho de Paiva (RJ), Germano Gerhardt Filho;
- o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.

O deputado Antonio Brito (PTB-BA) disse nesta terça-feira que está colhendo assinaturas de apoio à criação da Frente Parlamentar de Combate à Tuberculose. O anúncio foi feito durante audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família. O objetivo do evento, que integrou a programação relativa ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose (24 de março), foi dar visibilidade à doença como problema de saúde pública no Brasil.

A cada ano, 71 mil pessoas contraem tuberculose no País, o que provoca 4.600 mortes anualmente, ou seja, 12 por dia. Além disso, estima-se que 45 milhões de pessoas carreguem o bacilo de Koch, a bactéria que provoca a maioria dos casos de tuberculose.

A doença ataca principalmente os pulmões, mas pode ocorrer em outras partes do corpo, como ossos, rins e meninges – as membranas que envolvem o cérebro. Os principais sintomas são tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro, acompanhada ou não por febre no fim do dia.

Abandono do tratamento
Antonio Brito destaca que um dos maiores problemas para o combate à doença é o abandono do tratamento pelo paciente antes de seis meses, em razão da melhora no estado de saúde.
“Com isso, o bacilo se torna resistente, acometendo outras pessoas nas quais a medicação já não fará efeito. É preocupante também o fato de a tuberculose ser a principal causa de morte das pessoas acometidas por HIV/aids", afirmou.

O tratamento da tuberculose é feito gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS), onde o paciente também recebe os medicamentos, que devem ser tomados sem interrupção por seis meses.

Redução de casos
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destacou, durante a audiência, que os casos de tuberculose vêm diminuindo nos últimos anos.
Apesar disso, segundo Jarbas Barbosa, ainda há muito a ser feito, uma vez que a tuberculose atinge principalmente uma faixa da população que muitas vezes não consegue acessar os serviços de saúde.

"Atualmente, a tuberculose está muito concentrada em algumas áreas e populações: nas periferias das grandes cidades, nas prisões, nas áreas indígenas e entre as pessoas que vivem em situação de rua. O esforço hoje é saber como chegar a essas populações mais vulneráveis", afirmou.
Acolhimento inadequado

O vice-presidente do Grupo de Apoio à Prevenção da Aids (Gapa) do Rio Grande do Sul, Carlos Alberto Duarte, já se tratou por duas vezes de tuberculose pelo SUS. Ele afirma que um dos motivos de a população abandonar o tratamento da tuberculose é a falta de acolhimento adequado por parte dos profissionais de saúde que lidam com os doentes.

O secretário-executivo do Fórum ONGs Tuberculose, Carlos Basília, alertou para o desconhecimento da população e até dos médicos sobre a tuberculose. Ele citou pesquisa segundo a qual 49% dos entrevistados desconhecia a doença e 70% dos médicos foram incapazes de citar os principais sintomas de doenças como a tuberculose, a doença de Chagas e a hanseníase. Por isso, de acordo com Carlos Basília, as campanhas de informação sobre a tuberculose são tão importantes.

O presidente da Fundação Ataulpho de Paiva, Liga Brasileira contra a Tuberculose, Germano Gerhardt Filho, disse que o país precisa de uma política de produção de insumos básicos farmacêuticos para deixar de sermos dependentes das importações de outros países como da Índia e China, nós não produzimos a matéria prima isso é uma questão de soberania nacional. Segundo ele  com cerca de R$ 1 milhão é possível iniciar a produção de medicamento para a doença no Brasil.

Clique aqui  para  assistir a gravação completa do vídeo da audiência pública

2012-03-27-876.jpg
Leia também:
___________________________________________________________

Pesquisa e edição:

Carlos Basília
Fórum ONGs Tuberculose RJ
Observatório Tuberculose Brasil
Instituto Brasileiro de Inovações em saúde Social - IBISS

Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social

Campanhas de tuberculose:

Notícia:

domingo, 19 de junho de 2011

1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social

Reencaminhando...
 
 
Caros amigos da 1ª Consocial,


A coordenação-executiva nacional da 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social – 1ª Consocial, pede a você: cidadão, entidade pública e privada que juntem-se a nós no esforço de divulgar e estimular a participação de um número ainda maior de cidadãos nos eventos  e etapas da 1ª Consocial.

Para tanto, pedimos que compartilhe entre seus contatos, o link - “Fique Informado” (http://www.cgu.gov.br/consocial/formularioconsocial/formInscPort.asp)  já disponível no site da Consocial, que a partir de um cadastro simples dará aos nossos usuários ainda mais acesso as informações, sempre em primeira mão, sobre o que acontece pelo Brasil na mobilização e participação da sociedade nas ações relacionadas à Conferência.

Além do link “Fique Informado” estão disponíveis, também no site da Consocial, no campo - “Divulgação”, os banners link para divulgação livre da 1ª Consocial em sites, blogs, fóruns e demais canais da internet.

Não se esqueça também de que a 1ª Consocial está nas redes sociais: Curta, siga, participe e divulgue! Nos ajude a fazer desse movimento um momento importante, crescente e aparente!

Facebook: "Consocial Cgu"
Orkut: Comunidade "1ª Consocial"
Twitter: "@ConsocialCGU"


Muito obrigado!

Atenciosamente,

Coordenação-Executiva da 1ª Consocial
Controladoria-Geral da União





Enfa. Dra. Herleni Cavalcante Farias        
AMOR EM MOVIMENTO
Trabalho voluntario de amor e inclusão para Portadores do virus de HIV e Aids no DF e Entorno
(Fone:+55 61 8580-7114 / 8523-9905 / 9150-2636)

quarta-feira, 2 de março de 2011

A SOCIEDADE CIVIL MAIS PARTICIPATIVA



Prezados/as
 
Na oportunidade leiam este ótimo artigo da Revista Carta Capital
 
José Marcos de Oliveira
 
A sociedade civil está mais participativa, diz professor da UFMG Leonardo Avritzer  - Da Redação  em 2 de Março as 9:45 horas
Professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal de Minas Gerais, Leo­nardo Avritzer integra um dos mais interessantes núcleos de estudo nascidos na academia brasileira nos últimos anos. Fundado, em 2006, na UFMG, o Centro de Referência do Interesse Público pesquisa temas como corrupção, democracia participativa, sociedade civil e instituições públicas. Um dos mais recentes trabalhos do grupo é o livroA Dinâmica da Participação Local no Brasil, uma coletânea de artigos organizada pelo próprio Avritzer. A obra desmonta alguns mitos. Mostra, por exemplo, que os cidadãos têm participado cada vez mais das decisões públicas, por meio de conselhos municipais, estaduais e federais. O resultado, aponta o livro, é uma maior pressão sobre o poder público e a consequente adoção de políticas mais eficientes e mais inclusivas e o refinamento no controle da corrupção. “Os conselhos são uma das instituições mais importantes do Brasil democrático”, diz o acadêmico. Nesta entrevista, Avritzer defende a necessidade da ampliação do poder dos cidadãos e propõe que indicados ao Supremo também sejam sabatinados por representantes da sociedade civil.
CartaCapital: Desde a Constituição de 1988 cresce o número de conselhos municipais, estaduais e federais. Que balanço é possível fazer dessas experiências? Elas aumentaram o poder da sociedade civil sobre as decisões do Estado?

Leonardo Avritzer: A participação da sociedade civil nas políticas públicas foi uma das grandes bandeiras da democratização brasileira. Diversos movimentos reivindicaram essa participação, obtida durante a Constituinte. Hoje existem mais de 10 mil conselhos e cerca de mil planos diretores participativos, além de outras formas de participação no nível nacional, como as conferências, que envolveram alguns milhões de cidadãos. Todas essas formas, apesar das diferenças na sua implementação, têm aumentado a influência da sociedade civil na elaboração de políticas públicas. A sociedade civil também tem influência positiva na determinação de formatos mais participativos e mais inclusivos em diversas políticas sociais, como a assistência social.
CC: Em comparação a outros países, o que se pode dizer sobre a sociedade civil brasileira? Ela é menos ou mais participativa?

LA: O Brasil tem uma sociedade civil com características muito específicas. Ela está profundamente institucionalizada e interage fortemente com o Estado. Se compararmos com outros paí­ses, especialmente da América do Sul, o Brasil sai na frente nas parcerias entre Estado e sociedade civil, mas deixa a desejar em relação a mobilizações mais independentes.
CC: Os conselhos têm representado realmente avanços democráticos ou acabam “aparelhados” por parcelas organizadas que não refletem necessariamente a visão geral da sociedade?

LA: Os conselhos são uma das instituições mais importantes do Brasil democrático. Eles foram institucionalizados na primeira metade dos anos 1990 com algumas características que se mostraram fundamentais: decisões importantes são tomadas em plenário e quase todos os conselhos em grandes cidades têm câmaras técnicas. Essas características deram à sociedade civil importância crucial em algumas decisões de ampliação ou melhora da inclusão social. Uma parte dos municípios brasileiros tem planos anuais na área da assistência social ou da criança e adolescente graças aos conselhos. Há também a importância do aumento do controle público. As prestações de contas das transferências na área da saúde são assinadas pelos presidentes dos conselhos e isso dá à sociedade civil capacidade de acompanhamento das contas públicas. Mais recentemente, os conselhos de alimentação escolar têm desempenhado um importante papel na supervisão da qualidade da merenda, em prefeituras de pequenas cidades.
CC: O que seria preciso mudar para que os conselhos tenham participação mais efetiva na formulação de políticas públicas e no acompanhamento de sua execução?

LA: A questão principal é a sua maior efetividade em municípios de pequeno porte. É possível afirmar que hoje existe uma forte divisão no Brasil no que diz respeito à participação entre municípios com mais e com menos de 100 mil habitantes. Nos municípios com mais de 100 mil habitantes, a participação cumpre o papel de forçar o Executi­vo a ter mais e melhores políticas sociais. Nossa pesquisa produziu dados que apontam nessa direção. Por outro lado, nos municípios com menos de 100 mil, as evidências são de que os prefeitos continuam exercendo forte controle sobre os conselhos. O maior desafio hoje é diminuir esse controle e ampliar a participação para pequenas cidades, tornando-as mais capilares no País.
CC: Em um dos cruzamentos de dados do livro, percebe-se que cidades com alta intensidade de participação popular tendem a arrecadar até 70% mais em impostos do que aquelas onde a sociedade civil é alijada das decisões. Que outras vantagens à administração pública o senhor apontaria?

LA: Uma das correlações mais fortes que conseguimos mostrar no livro é a correlação entre participação social e capacidade tributária. Mostramos que a receita tributária municipal das cidades com alta intensidade participativa é duas vezes maior do que nas cidades com baixa intensidade participativa. E, mais interessante, as despesas de custeio são apenas uma vez e meia superiores. Fomos também capazes de mostrar que a cobertura de vagas em creches municipais é muito superior nas cidades participativas.
CC: O senhor defende a participação de representantes da sociedade civil na sabatina e no processo de escolha de, por exemplo, ministros do Supremo. Por quê?

LA: Temos no Brasil um protagonismo crescente do Poder Judiciário. Ao mesmo tempo, o processo de confirmação de juízes, especialmente os do Supremo, é altamente deficiente. Os debates são rarefeitos, como vimos na recente confirmação do ministro (Luiz) Fux. A nossa proposta é que organizações da sociedade civil tenham um papel maior nas sabatinas de ministros indicados ao Supremo, com direito a perguntas que o Senado não costuma fazer. Por exemplo, o que o indicado pensa sobre meio ambiente, direitos das minorias, corrupção.
CC: Apesar do enorme número de ONGs­ e especialistas dedicados ao tema da criança e do adolescente, esta é uma área em que as cenas de barbárie contra menores se repetem com frequência inaceitável. Esta seria uma área na qual a sociedade civil não se fez ouvir?


LA: A área da criança e do adolescente é uma das mais problemáticas no Brasil, tanto do ponto de vista das políticas públicas quanto do ponto de vista da participação. Ela se superpõe a outras políticas, como a assistência social, e carece de um sistema gestor. No caso do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, ele não tem o mesmo papel do Conselho Nacional de Saúde ou do Conselho Nacional da Assistência Social. Não dispõe de um fundo próprio e não consegue determinar uma política nacional. Todos esses fatos agravam a situação.

Curso de atualização em Participação e Controle Social na Saúde está com vagas abertas

REPASSANDO

ANTONIO ERNANDES MARQUES DA COSTA
Coordenador da ONG/GRUPAJUS
Coord. Adjunto do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
Representante Norte na CNAIDS - MS/DEPARTAMENTO -DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
Representate Norte no MCP - Mecanismo de Coordenação de País
Av. Senador Lemos, Passagem Vila Nova, 152 - CEP 66.120-510 - Belém - Pará
fone (91) 91916202/ (91) 8296.5215 Belem - Pará




Curso de atualização em Participação e Controle Social na Saúde está com vagas abertas
 
 
Numa parceria com o Ministério da Saúde, o Projeto Democracia Participativa (Prodep) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) abre inscrições para o Curso de Atualização em Participação e Controle Social na Saúde. A atividade de extensão tem por prioridade atualizar conselheiros de saúde, técnicos e gestores governamentais ligados a políticas de saúde e membros de organizações da sociedade civil com experiência participativa.

Serão ofertadas 400 vagas, a serem preenchidas de acordo com a ordem de inscrição e considerando os requisitos solicitados no edital. Caso estas não sejam completadas pelo público prioritário, o Prodep abrirá vagas para conselheiros de políticas correlacionadas com a saúde.

O curso terá carga horária de 100 horas/aula, com início previsto ainda para o mês de março e estendendo-se até maio. As aulas serão ministradas na modalidade de ensino à distância, divididas em três módulos: As concepções da democracia e sua influência na constituição do Estado, Noções de controle público e participação social pós-Constituição de 1988, Gestão do Sistema Único de Saúde e a participação popular.
O período de inscrições teve início na última segunda-feira, 28 de fevereiro, e prossegue até 11 de março. Mais informações sobre o curso também estão disponíveis por e-mail (e_prodep@fafich.ufmg.br) e pelo telefone 0xx31 3499-3551.


--
Douglas Estevão de Miranda

Área de Informação Estratégica
Ministério da Saúde / Secretaria de Vigilância em Saúde
Programa Nacional de Controle da Tuberculose - PNCT
Tel:   55 61 3213.8026

Área de Monitoramento e Avaliação
Projeto Fundo Global TB Brasil
Tel: 55 21 3122.4417
     

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Informes
















>> Em Foco
Fiat mapeia saúde de 13 mil funcionários
Publicado em 16/02/2011 09:20



>> Expert
Não se muda estilo de vida com preconceito
Publicado em 16/02/2011 08:00



























 


 
VIII Conferência Municipal de Saúde de Goiânia.
 
Tema: "Todos usam o SUS! SUS na Seguridade Social, Política Publica e Patrimônio do Povo Brasileiro".
 
Eixos:
 
I - Política de Saúde na Seguridade Social: O SUS real
  • A Seguridade Social Brasileira e o SUS: principio e diretrizes;
  • SUS patrimônio do povo brasileiro: de todos para todos.
 
II - Participação da comunidade e Controle Social nas decisões e consolidação do SUS.
  • Participação popular dos diversos segmentos e sujeitos sociais no SUS;
  • Comunicação, Educação e Informação como instrumentos de fortalecimento da participação popular no SUS;
  • Relação do Controle Social do SUS com outras instancias de Controle
 
III - A Gestão do SUS
  • Financiamento e Sustentabilidade do SUS;
  • Modelo de Atenção, Pacto pela Saúde e Relação Publico x Privado;
  • Gestão do Sistema, do Trabalho e da Educação em Saúde.
 
CALENDÁRIO:
 
07/04/2011 - Lançamento da VIII Conferencia Municipal de Saúde de Goiânia
15 a 30/04/2011 - Etapas Temáticas
02 a 20/05/2011 - Etapas Distritais
29/06 a 02/07/2011 - VIII Conferencia Municipal de Saúde de Goiânia
 
19 a 21/09/2011 - Conferência Estadual de Saúde de Goiás
30/11 a 04/12/2011 - 14ª Conferência Nacional de Saúde.


 
 


 
 
AGENDA DE EVENTOS



















 
 


Licitações Em Aberto

Número: 0012/2011

Acordo: 914BRZ2018 - POLÍTICA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NO BRASIL
Objeto: Contratação de serviços de consultoria técnica especializada para o trabalho de pesquisa Evolução da Qualidade de Software no Brasil de 1994-2010 baseada nas Pesquisas e Projetos do PBQP Software, mediante a realização de análise dos dados existentes e elaboração de diagnóstico com a evolução da qualidade no setor de software brasileiro neste período.

Data de Publicação: 14/02/2011
Data de Recebimento da Proposta: 17/03/2011 18:00

Documentos publicados:
 


Número: 0011/2011

Acordo: 914BRZ2018 - POLÍTICA DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO NO BRASIL
Objeto: Contratação de serviços de consultoria técnica especializada para a realização da Pesquisa Qualidade no Setor de Software Brasileiro - 2011, referente ao ano base de 2010, junto a empresas brasileiras desenvolvedoras de software do Brasil.

Data de Publicação: 14/02/2011
Data de Recebimento da Proposta: 17/03/2011 18:00
_______________________________________________________________________________________

Número: 0547/2010

Acordo: 914BRZ1130 - EDUCACAO PREVENTIVA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
Objeto: Contratação de serviços especializados em confecção e instalação de ponto de trabalho, armários e gaveteiros, para a Gerência de DST/AIDS, Sangue e Hemoderivados, na cidade do Rio de Janeiro -RJ.

Data de Publicação: 14/02/2011
Data de Recebimento da Proposta: 21/02/2011 18:00

Documentos publicados: