Bom dia: Nota do Dia: Travestis Concursada e Lotada na Secretaria estadual de educação é Impedida de assumir suas Funções por nao aceitar usar roupas masculinas em Salas de Aula: Mar cela Fonseca, procurou a Nossa Associação Atrevida RN para fazer a denuncia, de imediato convocamos uma reunião pra esclarecimento com a Professora em questão e nosso Advogado Dr. Perceval Carvalho da Sociedade Terra Viva na Sede da Atrevida/RN, depois de ouvi-la constatou que de fato estava havendo discriminação por partes dos gestores. depois de ser rejeitada por varias escolas do Estado, voltando sempre bater as portas da Secretaria de Educação. ouviu que sua demissão já estava para acontecer. a justificativas que sempre ouviu era que suas vestimentas (Vestido ou saia) não condizia com ambiente escolar, solicitando que a mesma usasse roupas masculinas.. desta Forma. e de imediato marquei uma Audiência com a Secretaria Estadual de Educação do estado do Rio Grande do Norte Sra. Betania Leite Carvalho. para o dia 12 de Agosto as 11hrs na Secretaria Estadual de Educação. representantes do SPE Sra. Francimar Rocha, Representante do FORUM LGBT POTIGUAR Sr. Wilson Dantas Representante do Conselho Estadual de Direitos Humanos Dr. Marcos Dionísio Medeiros Caldas e Representante da Atrevida/RN Sra. Jacqueline Brazil. Convidamos a todos@ este citados acima confirmar sua presença na Audiência. desde ja nossos Sinceros agradecimentos att A Direção da Atrevida/RN . __._,_.___ Enviado por: Jacqueline Brazil Responder através da web • • através de email • Adicionar um novo tópico • Mensagens neste tópico (1) VISITE SEU GRUPO • Privacidade • Sair do grupo • Termos de uso . __,_._,___
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Eclosão da Pandemia da Aids e os extermínios de travestis e homossexuais
Dando seguimento às rememorações da história dos...

| Rita Colaço Guarani Kaiowá | 19 de novembro de 2012 23:12 |
http://memoriamhb.blogspot.
![]() | Memória/História MHB-MLGBT: As instituições do Estado brasileiro são cúmplices no sistemático exterm
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quarta-feira, 28 de março de 2012
Votação sobre proibição de kits anti-homofobia é adiada na Câmara do Rio
Votação sobre proibição de kits anti-homofobia é adiada na Câmara do Rio
O projeto de lei que proibia a distribuição de kits anti-homofobia para estudantes da rede municipal das escolas cariocas foi retirado de pauta nesta terça-feira (27) na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. O vereador Paulo Messina (PV) apresentou emenda à proposta, já aprovada em primeiro turno no dia 22, e impediu uma nova votação hoje.O projeto de lei 1.082/2011, elaborado pelo vereador Carlos Bolsonaro (PP), quer proibir a distribuição de material didático contendo orientações sobre diversidade sexual nas escolas municipais. Na tarde desta terça, militantes LGBT, ativistas e defensores dos direitos humanos compareceram ao plenário da Câmara Municipal para pressionar pela derrubada da votação.
Com a retirada do projeto da pauta de votação, o assunto volta às comissões da Câmara. Será feita uma audiência publica, ainda sem data definida.
Autor fala em “defender a família e os bons costumes”
O vereador diz que quer manter a “célula familiar”. “Eu não tenho problema nenhum com opção sexual de ninguém, eu tenho amigos que são gays, mas esse tipo de informação chegar às escolas com dinheiro público para essa idade, eu acho que é uma afronta”, afirmou.
Para Paulo Messina, que também é presidente da Comissão de Educação, o texto é “radical”. “O projeto radicaliza, o que existe no projeto é um impedimento para que se combata o bullying. As crianças continuarão a ter educação da matriz curricular básica apropriada à idade delas, mas seria a proibição para o combate ao preconceito. A emenda retira todos os conceitos preconceituosos do projeto”, disse.
“Quem está sendo intolerante é ele. Nós não propusemos projeto nenhum. Estamos reagindo a uma postura intolerante e preconceituosa. Ele (o vereador) parte de um princípio de uma heteronormatividade, do correto e do errado. Se esse projeto for aprovado é uma séria violação de direitos humanos”, disse.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Secretário Geral da ONU Ban Ki Moon fala contra o bullying homofóbico
![]() |
Durante uma mesa redonda em Nova York em 08 de dezembro de 2011, Secretário Geral da ONU Ban Ki Moon afirmou que o assédio homofóbico dos jovens constitui uma "violação grave dos direitos humanos", e instou os Estados a tomar as medidas necessárias para proteger os seus cidadãos de violência e discriminação em razão da orientação sexual e identidade de gênero.
Faça a sua escola mais segura e melhore a realização de aprendizagem para todos!
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| Política de informação e orientações sobre Identidade Orientação / Gênero e Educação Sexual: As leis discriminatórias e práticas e actos de violência contra indivíduos com base em sua orientação sexual e identidade de gênero Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos de 2011 Relatório do Workshop Internacional sobre Bullying Homofóbico UNESCO , 2012 Discriminação em razão da orientação sexual e identidade de gênero na Europa Conselho da Europa de 2011 a Recomendação do Comité de Ministros (...) |
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| Você sabia que ...? Estima-se que 6 milhões de estudantes LGBT estão caindo fora da escola por causa do assédio por colegas e funcionários (1) No Reino Unido, 90% dos professores secundários disse que os alunos em suas escolas são intimidados, perseguidos ou xingado por ser, ou por ser percebida a ser, homossexual. (2) 65% dos jovens do Estado pessoas LGB que eles sofreram bullying nas escolas britânicas por causa de sua orientação sexual, incluindo abuso físico, 41% e ameaças de morte para 17%. (...) |
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Espero que a decisao do Governo Dilma se estenda...
| Kawika Lgbt | 13 de Janeiro de 2012 03:55 |
http://noticias.terra.com.br/
Comissão do Senado aprova plástica pelo SUS a mulheres agredidas
Um projeto de lei aprovado nesta quinta feira na Comissão de Direitos Humanos do Senado prevê que mu... |
sábado, 19 de novembro de 2011
Indianara Siqueira fala da transfobia Via facebook
| Indianara Siqueira | 18 de Novembro de 2011 17:35 |
sábado, 13 de agosto de 2011
Exigimos justicia! TRANS
Exigen transexuales justiciaPosted: agosto 12, 2011 by cronicadesociales in Información Jalisco Etiquetas: Red Lésbico gay bisexuales y transexuales Integrantes de la Red Mexicana de Mujeres Trans exigieron esclarecer el asesinato de Gaby Medina, una mujer transexual a la que apodaban “La Fresa”, quien fue hallada calcinada el 6 de agosto, en el Municipio de Tlajomulco de Zúñiga. De acuerdo con las activistas, las autoridades, tanto de la Procuraduría General de Justicia como del Instituto Jalisciense de Ciencias Forenses, no han realizado su trabajo, debido a la preferencia sexual de la víctima. Las activistas señalaron que, para entregar el cuerpo de Gaby a sus familiares, es necesario hacer una prueba de ADN, que tardará una semana más en estar lista. “Lo que queremos es que se haga justicia y que hallen al culpable, porque no es justo que esté pasando esto”, reclamó Delia, hermana mayor de Gaby. Gaby fue localizada por bomberos de Tlajomulco la mañana del 6 de agosto, en un predio del poblado El Tepetate; según reportes periodísticos, los peritos tardaron más de cuatro horas en llegar al lugar. Las activistas asumen que se trata de discriminación por su preferencia sexual. “Nos molesta que no hayan llegado, que cuando dijeron que era un travesti ya no quisieron seguir ni con los peritajes ni hacer las cosas rápido”, indicó otra chica transexual, que prefirió no decir su nombre. Gaby, de 41 años, tenía más de 20 años como trabajadora sexual en la zona de Condoplaza del Sol. Su cuerpo, según peritos, presentaba dos heridas, una en el cuello y otra en el abdomen, realizadas con un objeto punzocortante. Las evidencias también mostraban que probablemente estuvo atada de manos y habían colocado cinta canela alrededor de su cuello. Las autoridades abrieron una investigación por presunto crimen pasional, lo que las activistas consideraron como absurdo, pues su compañera, aseveraron, no tenía problemas con nadie. Además, añadieron que tienen temor a que vuelva a suceder un hecho similar, pues en menos de dos años, ocho mujeres transexuales han sido asesinadas de manera violenta. Por el caso de Gaby, la Comisión Estatal de Derechos Humanos Jalisco abrió el acta de investigación 28/11, que se turnó a la segunda visitaduría. Hasta el cierre de la edición, las activistas organizaban una manifestación en su lugar de trabajo, con un altar en honor a Gaby y pancartas en las que exigían la inclusión de este grupo social en las políticas públicas locales. Paty Betancourt Coordinadora General RED MEXICANA DE MUJERES TRANS A.C. Fundadora de REDLACTRANS Coordinadora subregional de centro America y mexico REDLACTRANS Calle Alvaro obregon #1280 Colonia la perla Guadalajara, Jalisco. Tel. (52) (33) 37195019 / 331 3105484 Facebook: paty betancourt Facebook: mujeres trans skype: patybetancourt1 "NADA SIN NOSOTRAS" |
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
TRANS FOBIA NO RIO DE JANEIRO,MELHOR DESTINO GAY DO MUNDO
TRANS FOBIA NO RIO DE JANEIRO,MELHOR DESTINO GAY DO MUNDO
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segunda-feira, 18 de julho de 2011
International Day Against HOMOPHOBIA & TRANSPHOBIA
International Day Against
HOMOPHOBIA & TRANSPHOBIA
Dear all,
The annual report on the International Day Against Homophobia and Transphobia 2011 can now be accessed HERE.
Activists from over 90 countries took action this year around May 17, confirming once more the relevance of the Day as a specific entry point for action.
With activity reports, including on media coverage, coming in from many countries, the IDAHO Committee estimates that the Day has provided the opportunity to impact at least 200 million people worldwide.
This report offers a glimpse of how the Day has been celebrated around the world. It aims at highlighting the strength, the creativity, the boldness and the diversity of the global fight to end violence, discrimination and stigmatization of people on the grounds of their actual or perceived sexual orientation and/or gender identity or expression.
We hope it will provide an inspiration for even more actions to be developed next year.
With our best wishes
The IDAHO Committee team
PS : the report purposefully does not cite any specific organization in the country chapters. Each country chapter title contains a hyperlink to the respective page on our site, which contains all detailed information, as far as we managed to collect it. If there is additional information to upload, or erroneous info to amend, please tell us so at contact@dayagainsthomophobia.
The country pages also will soon provide a space to link to the sites of organizations which have been involved in IDAHO action. The site has registered 100 000 visits on the days around IDAHO 2011, so we hope this will bring your organization increased visibility. If you would like these sections to feature a specific page of your site, please send us the specific URL.
Thanks!
Hola a tod@s,
El informe anual sobre el Día Internacional contra la Homofobia y la Transfobia 2011 (en Inglés) ya está disponible AQUÍ.
Activistas de más de 90 países han entrado en acción durante este año en el marco del 17 de mayo, confirmando una vez más la relevancia del Día como fecha para visibilisar la lucha para los derechos humanos de las personas LGBTI.
Gracias a los informes de actividades, incluyendo la cobertura mediática, provenientes de muchos países, el Comité IDAHO estima que la información sobre el Día ha llegado a por lo menos 200 millones de personas en todo el mundo.
Este informe permite ver cómo se ha celebrado el Día en todo el mundo. Su objetivo es destacar la fuerza, la creatividad, la audacia y la diversidad de la lucha mundial para acabar con la violencia, la discriminación y la estigmatización de las personas por razón de su orientación sexual real o percibida y / o su identidad o expresión de género.
Esperamos que éste se convierta en una fuente de inspiración para que se desarrollen aún más acciones el próximo año.
Saludos
El equipo del Comité IDAHO
PD: a propósito, el informe no menciona ninguna organización concreta en los capítulos nacionales. El título del capítulo de cada país contiene un enlace a la página correspondiente en nuestra página web, que contiene toda la información detallada, o por lo menos la que hemos conseguido recoger. Si hay alguna otra información que añadir, o información errónea que deba ser modificada, por favor escríbenos a contact@dayagainsthomophobia.
Las páginas nacionales también serán pronto un espacio para vincular las páginas webs de las organizaciones que han participado en acciones IDAHO. La página web ha registrado unas 100 000 visitas en los días alrededor del Idaho 2011, así que esperamos que ésto traiga a su organización una mayor visibilidad. Si desea que alguna de estas secciones contenga un enlace específico a su página web, por favor envíenos la URL específica. ¡Gracias!
Chers tous,
Le rapport annuel 2011 de la Journée internationale contre l'homophobie et la transphobie (en anglais) peut maintenant être consulté ICI.
Des militants de plus de 90 pays ont engagé des actions cette année autour du 17 mai, confirmant une fois de plus la pertinence de la journée comme opportunité pour agir.
Avec des rapports d'activité, y compris sur la couverture médiatique, qui nous arrivent de nombreux pays, le Comité IDAHO estime que la Journée a été l'occasion de toucher au moins 200 millions de personnes à travers le monde.
Ce rapport offre un aperçu de la façon dont la Journée a été célébrée partout dans le monde. Il vise à souligner la force, la créativité, l'audace et la diversité de la lutte mondiale contre les violences, les discriminations et la stigmatisation des personnes au motif de leur orientation sexuelle réelle ou perçue et / ou leur identité ou expression de genre.
Nous espérons qu'il sera une source d'inspiration pour les actions a venir, encore plus nombreuses.
Avec nos meilleurs vœux
L'équipe du Comité IDAHO
PS: le rapport ne cite délibérément aucune organisation en particulier dans les chapitres par pays. Chaque titre de chapitre pays contient un lien hypertexte vers la page correspondante sur notre site, qui elle contient toutes les informations détaillées que nous avons réussi à recueillir. S'il y a des informations supplémentaires à mettre en ligne, ou des information erronées a modifier, signalez nous le à contact@dayagainsthomophobia.
Les pages par pays contiendront également bientôt un espace pour mettre en valeur les sites des organisations qui ont été impliquées dans les activités. Le site a enregistré 100 000 visites autour du 17 mai 2011, nous espérons donc qu'il favorisera une visibilité accrue de votre organisation. Si vous souhaitez que figurent des pages spécifiques de votre site, merci de nous envoyer l'URL spécifique. Amicalement,
Editor: Day Against Homophobia
http://dayagainsthomophobia.
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segunda-feira, 20 de junho de 2011
Travesti é morto a tiros no Centro da cidade
Travesti é morto a tiros no Centro da cidade
Fonte: http://tribunadonorte.com.br/
domingo, 12 de junho de 2011
Genocídio silencioso das Travestis e Transexuais na América Latina
El genocidio silencioso de las transSegún la Real Academia Española de la Lengua, el genocidio se define como el “exterminio o eliminación sistemática de un grupo social por motivo de raza, de etnia, de religión, de política o de nacionalidad.” A esto habría que sumar la identidad de género. Por: Carlos Romero Prieto Según la Real Academia Española de la Lengua, el genocidio se define como el“exterminio o eliminación sistemática de un grupo social por motivos de raza, de etnia, de religión, de política o de nacionalidad.” A esto habría que sumar la identidad de género. En un hecho sin precedentes y que tira por la borda años de lucha de la comunidad trans, el documento previo conteniendo la declaración de la conferencia ha eliminado toda mención a esta población, contribuyendo -una vez más- a la invisibilización de las expresiones transgénero. La presión de las corrientes conservadoras en el seno de la Asamblea de las Naciones Unidas tuvo efecto, y muchos de los puntos medulares para optimizar la respuesta a la epidemia han sido disminuidos o sujetos a interpretaciones de valor que, en muchos casos, propiciarán acciones descontextualizadas y de bajo impacto. Para Marcela Romero y Belén Correa deREDLACTRANS, “Es necesario denunciar este tipo de hechos, que además de invalidar las acciones de incidencia de nuestras comunidades, contribuyen al genocidio silencioso de nuestras comunidades, las cuales ya son víctimas de otro tipo de violencia y exclusiones bajo la mirada cómplice de los gobiernos”, puntualizaron.Y manifestaron con preocupación que “las trans en Latinoamérica enfrentan una coyuntura que necesita, hoy más que nunca, de acciones específicas como investigación, capacitación y vigilancia epidemiológica; pero lamentablemente todo esto será imposible de alcanzar si nos excluyen de los documentos que rigen las acciones de los gobiernos.” Además de lo señalado por Romero y Correa, este hecho supone una muestra más de la doble moral de algunos gobiernos, que por un lado reconocen la concentración de la epidemia en ciertas comunidades pero por otro siguen actuando desde la transfobia y la homofobia. Es importante también hacer un llamado a las agencias de cooperación y programas del sistema de Naciones Unidas para que capitalicen su potencial político e influyan al más alto nivel para evitar este tipo de situaciones, que además de debilitar a las comunidades, debilitan la respuesta al VIH y al SIDA. "...EU andarei vestido e armado com vossas armas para que meus inimigos tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me enxerguem e nem em pensamentos possam ter para me fazerem mal..." Jair Brandão GESTOS PFT RNP+/REDLA+ Brasil CAPDA/RNP+ Brasil |
sábado, 21 de maio de 2011
Una-se a Campanha de ação contra a Transfobia-REDLACTRANS
Unete a la campaña de acción contra la transfobia -REDLACTRANS
Al final de la página se encuentra el formulario.
NO SOMOS PERSONAS PELIGROSAS
ESTAMOS EN PELIGRO
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Basta de crimenes de odios Basta de transfobia
| NO SOMOS PERSONAS PELIGROSAS ESTAMOS EN PELIGRO Quién está matando a las trans en Honduras? Como hemos desarrollado en artículos anteriores, podemos decir que en muchos países de la región -particularmente en Centroamérica- estamos asistiendo al asesinato sistemático de personas transgénero. Una rápida explicación del fenómeno podría orientarse a enmarcarlos dentro de los crímenes de odio, de los que también son víctimas gays, lesbianas y trabajadoras sexuales. Son sin lugar a dudas crímenes de odio, pero también genera una particular sospecha que el blanco prioritario de estos asesinatos sistemáticos sean las líderes (y protectoras de los derechos humanos) de las organizaciones de trans. Por: Javier Hourcade Bellocq Claves: Centroamérica., Crímenes de odio, Discriminación, Honduras, Mujeres Líderes, Mujeres Trans, Redlactrans, Trans Comentarios (3) Actualmente, en el mundo, ocho de cada diez asesinatos de personas trans suceden en Latinoamérica (ver carta abierta de la Alianza) y un porcentaje significativo en Centroamérica. Estos crímenes de odio no son nuevos; lo nuevo es que ahora sabemos que suceden. Y conociendo este fenómeno la pregunta es ¿qué vamos a hacer? Por: Javier Hourcade Bellocq Comentarios (0) A continuación reproducimos la carta abierta completa de la Alianza Internacional por los recientes crímenes transfóbicos en Centro América: "No podemos seguir siendo testigos pasivos de los asesinatos de una población, que además viene siendo objeto de muchas otras formas de violencia y exclusión. No podemos seguir leyendo los mensajes casi diarios de las organizaciones trans comunicando muertes violentas sin reaccionar ¡ahora!" Por: Javier Hourcade Bellocq Comentarios (0) El metro Hidalgo, en la Ciudad de México, ha sido sede de la exposición sobre la vida y obra de destacadas personalidades pertenecientes a las poblaciones de travestis, transexuales y transgénero de México. Un avance contra el estigma y la discriminación. Por: M. A. Andoni Bello Lanestosa Claves: Discriminación, Estigma, México, Prevención, Sida, Trans, Transexuales, Transgénero, Travestis, VIH Comentarios (0) Los actos discriminatorios que suceden a lo ancho y largo del territorio nacional en contra de la población trans continúa y la prensa sigue hablando de ellos como “crímenes pasionales”. Una vez más, volvemos a denunciarlos. ¿Hasta cuándo? Por: Diego Leonardo Mora Comentarios (1) En un simposio sobre las poblaciones con vulnerabilidad incrementada, representantes de las comunidades de trabajadoras sexuales, trans, jóvenes en situación de encierro y usuarios de drogas expusieron sus experiencias exitosas en salud sexual y reproductiva y prevención del VIH. Por: Mirta Ruíz Díaz Claves: Poblaciones vulnerables, Prevención, Sida, SIDA 2010, Simposio, Trabajo Sexual, Trans, Uso de Drogas, VIH Comentarios (1) Integrantes de la Red Latinoamericana de Personas Trans trabajan para presentar su propuesta ante el Fondo Mundial, misión en la que se enfocan en el encuentro que se lleva a cabo esta semana en Panamá. Por: Dayra Garcia Comentarios (2) El Encuentro del Fondo Mundial que se realizó en el país llegó a su fin pero - entre paneles, ponencias y talleres- una problemática no logró acaparar la atención que merece: las violaciones a los derechos humanos que sufren cada día las poblaciones más vulnerables, sobre todo la población Trans. ¿Quiénes son los responsables? ¿Somos todos? Por: Alejandra Ruffo Comentarios (0) El nuevo enfoque del Fondo Mundial exige que se brinden servicios de salud gratuitos a las personas viviendo con VIH (PVVS), a la población de Lesbianas, Gays, Bisexuales y Trans (LGBT), y a las Trabajadoras Sexuales (TS). Por: Narda Bustillos Bozo Comentarios (0) En lo que va del año se cometieron 13 asesinatos de odio y una joven trans de 20 años está desaparecida. Johana Ramírez, referente de la Redlactrans en Guatemala, también sufrió un atentado y relata los pormenores de esta dura realidad. Por: Alejandra Ruffo Comentarios (1) |
















Como hemos desarrollado en artículos anteriores, podemos decir que en muchos países de la región -particularmente en Centroamérica- estamos asistiendo al asesinato sistemático de personas transgénero. Una rápida explicación del fenómeno podría orientarse a enmarcarlos dentro de los crímenes de odio, de los que también son víctimas gays, lesbianas y trabajadoras sexuales. Son sin lugar a dudas crímenes de odio, pero también genera una particular sospecha que el blanco prioritario de estos asesinatos sistemáticos sean las líderes (y protectoras de los derechos humanos) de las organizaciones de trans. 


Actualmente, en el mundo, ocho de cada diez asesinatos de personas trans suceden en Latinoamérica (ver carta abierta de la Alianza) y un porcentaje significativo en Centroamérica. Estos crímenes de odio no son nuevos; lo nuevo es que ahora sabemos que suceden. Y conociendo este fenómeno la pregunta es ¿qué vamos a hacer?
A continuación reproducimos la carta abierta completa de la Alianza Internacional por los recientes crímenes transfóbicos en Centro América: "No podemos seguir siendo testigos pasivos de los asesinatos de una población, que además viene siendo objeto de muchas otras formas de violencia y exclusión. No podemos seguir leyendo los mensajes casi diarios de las organizaciones trans comunicando muertes violentas sin reaccionar ¡ahora!"
El metro Hidalgo, en la Ciudad de México, ha sido sede de la exposición sobre la vida y obra de destacadas personalidades pertenecientes a las poblaciones de travestis, transexuales y transgénero de México. Un avance contra el estigma y la discriminación.
Los actos discriminatorios que suceden a lo ancho y largo del territorio nacional en contra de la población trans continúa y la prensa sigue hablando de ellos como “crímenes pasionales”. Una vez más, volvemos a denunciarlos. ¿Hasta cuándo?
En un simposio sobre las poblaciones con vulnerabilidad incrementada, representantes de las comunidades de trabajadoras sexuales, trans, jóvenes en situación de encierro y usuarios de drogas expusieron sus experiencias exitosas en salud sexual y reproductiva y prevención del VIH.
Integrantes de la Red Latinoamericana de Personas Trans trabajan para presentar su propuesta ante el Fondo Mundial, misión en la que se enfocan en el encuentro que se lleva a cabo esta semana en Panamá.
El Encuentro del Fondo Mundial que se realizó en el país llegó a su fin pero - entre paneles, ponencias y talleres- una problemática no logró acaparar la atención que merece: las violaciones a los derechos humanos que sufren cada día las poblaciones más vulnerables, sobre todo la población Trans. ¿Quiénes son los responsables? ¿Somos todos?
El nuevo enfoque del Fondo Mundial exige que se brinden servicios de salud gratuitos a las personas viviendo con VIH (PVVS), a la población de Lesbianas, Gays, Bisexuales y Trans (LGBT), y a las Trabajadoras Sexuales (TS).
En lo que va del año se cometieron 13 asesinatos de odio y una joven trans de 20 años está desaparecida. Johana Ramírez, referente de la Redlactrans en Guatemala, también sufrió un atentado y relata los pormenores de esta dura realidad.