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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Bem Fam CLIPPING - 20/dez./2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Secretário admite aumento de 30% nos casos de tuberculose no Rio
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
IBGE: renda dos ricos supera a dos pobres em 39 vezes
16/11/2011 às 10:06
IBGE: renda dos ricos supera a dos pobres em 39 vezes
Agência EstadoSegundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os 10% mais pobres ganhavam apenas 1,1% do total de rendimentos. Já os 10% mais ricos ficaram com 44,5% do total. Outro recorte revela o rendimento médio no grupo do 1% mais rico: R$ 16.560,92. Os dados valem para a população de 101,8 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais de idade e algum tipo de rendimento em 2010. A renda média mensal apurada foi de R$ 1.202. Levando-se em conta os habitantes de todas as idades, o IBGE calculou a renda média mensal per capita de R$ 668. O Censo indica, porém, que metade da população recebia até R$ 375 por mês, valor inferior ao salário mínimo oficial em 2010 (R$ 510).
Entre as capitais, segundo o IBGE, manteve-se a tendência de melhores níveis de rendimento domiciliar per capita nas regiões Sul e Sudeste. O maior valor (R$ 1.573) foi registrado em Florianópolis (SC), onde metade da população recebia até R$ 900. Em 17 das 26 capitais, metade da população não recebia até o valor do salário mínimo.
Cor e gênero
Os homens recebiam no País em média 42% mais que as mulheres (R$ 1.395, ante R$ 984), e metade deles ganhava até R$ 765, cerca de 50% a mais do que metade das mulheres (até R$ 510). No grupo dos municípios com até 50 mil habitantes, os homens recebiam, em média, 47% a mais que as mulheres: R$ 903 contra R$ 615. Já nos municípios com mais de 500 mil habitantes, os homens recebiam R$ 1.985, em média, e as mulheres, R$ 1.417, uma diferença de cerca de 40%.
http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=5784945
Sugestão: Google Notícias
http://news.google.com/nwshp?hl=pt-BR&tab=wn&pog=false
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Bem fam CLIPPING – 15/07/2011
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
IBGE - Censo 2010 contabiliza mais de 60 mil casais homossexuais
Segundo Toni Reis, presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), o número foi maior que a expectativa, tendo em vista que muitos casais do mesmo sexo não assumem publicamente e relação por receio da homofobia ainda existente no Brasil. Parabéns ao IBGE pela iniciativa.
Censo 2010 contabiliza mais de 60 mil casais homossexuais
Resultados preliminares foram divulgados nesta sexta-feira (29), pelo IBGE.
País tem 37,5 milhões de pessoas que vivem com cônjuges do sexo oposto.
Dos 67,5 milhões de domicílios recenseados, mais de 57 milhões são considerados particulares e têm ao menos uma pessoa apontada como responsável pelos demais moradores da casa.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Censo 2010, um mapa para novo governo (Editorial) O GLOBO 29/10/2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
IBGE divulga Síntese de Indicadores Sociais Agência Brasil
IBGE divulga Síntese de Indicadores Sociais
Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga hoje (17), no Rio, a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2010. Será às 10h, durante entrevista coletiva na sede do IBGE, no centro da cidade.
O SIS é uma análise das condições de vida e reúne um conjunto de indicadores sobre a realidade social brasileira. Abrange informações sobre saúde, educação, domicílios, famílias, cor e raça, mulheres, idosos, crianças, adolescentes e jovens, entre outros. Os indicadores foram elaborados principalmente com base em informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2009.
Clipping Bem Fam
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Qual é a inflação da sua família? 10 de maio de 2010 Por Beatriz Ferrari
s pessoais
Os brasileiros têm sentido neste ano o avanço da inflação. O índice oficial do governo, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), acumulou alta de 2,06% no primeiro trimestre. Os grupos de bens e serviços, que apresentaram as elevações mais acentuadas, foram justamente os mais importantes para a maioria das famílias: alimentação e bebidas, educação e serviços pessoais, como manicure, salário de empregada doméstica, etc. E no seu orçamento? O que está pesando mais?
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A inflação não é sentida pelos indivíduos da mesma maneira. Os institutos de pesquisa trabalham com índices gerais, que refletem a realidade de grupos sociais ou níveis de renda específicos. Por isso, quando os preços começam a subir com maior intensidade, é importante acompanhar de perto quais despesas têm maior impacto no orçamento de sua família. Esta postura mais proativa, argumentam os especialistas em finanças pessoais, é essencial para reorganizar seus gastos e evitar recursos emergenciais, como o uso do cheque especial.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibiliza uma cartilha que ensina cada família a calcular sua própria inflação. O método é simples: basta anotar os gastos e, no fim de cada mês, medir o quanto o custo de vida aumentou em relação ao mês anterior (veja como calcular no infográfico abaixo).
De acordo com André Braz, economista do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), esse controle não serve apenas para a família ter idéia exata do tamanho de sua inflação. "Isso é mera curiosidade, o importante é entender de que maneira se podem combater desperdícios no próprio orçamento. Para descobrir os gargalos, basta monitorar as despesas", explica.
O cálculo do IBGE, além de ajudar no acompanhamento geral do custo de vida da família, também serve para identificar que grupo de bens ou serviços está pressionando mais fortemente a inflação de cada um. "Como meu salário é fixo, se está aumentando de um lado, eu tenho de reduzir de outro", esclarece Myrian Lund, professora de finanças pessoais da FGV.
A inflação brasileira deve encerrar este ano em 5,42% conforme projeção mais recente dos economistas consultados pelo Banco Central. Considerando o histórico do país, em que o IPCA chegou a superar 2 000%, a previsão para 2010 não chega a ser alarmante. Mesmo assim, uma perda de poder aquisitivo desta magnitude significa um valor considerável para o orçamento familiar de um ano.
Veja.com
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Mulheres pobres fazem menos exames preventivos de saúde
Agência Brasil
Publicação: 31/03/2010 11:03
Divulgado nesta quarta-feira (31/3), a pesquisa mostra que enquanto entre mulheres que frequentaram a escola por mais de 11 anos o percentual das que fizeram mamografia é de 60,9%, entre as que registram até um ano de escolaridade o índice cai para 47,5%. Por faixa de renda, das que recebem mais de cinco salários, 81,1% se submeteram ao exame, porém apenas 28,8% das mulheres com menos de um quarto do mínimo realizaram o preventivo.
Quando avaliado se o procedimento clínico foi feito por um médico ou profissional de saúde, as desigualdades se mantêm, assim como para o preventivo de câncer do colo do útero. Entre as mulheres com mais de 11 anos de estudo, o percentual é de 90,7%, contra 65% entre as com menos de um ano. Quanto avaliada a renda, entre as com menos de um quarto de salário, o percentual das que realizaram o preventivo é de 77%, ante 95,4% das que recebem mais de cinco mínimos.
Brasileiro avalia a própria saúde como boa ou muito boa, mostra estudo Programa Saúde da Família chega à metade das casas brasileiras, constata IBGE Planos de saúde chegam a um quarto da população
Na avaliação do presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Francisco Batista Júnior, o índice é alto e demonstra ineficiência da rede básica. "Tanto no caso de planejamento familiar como de medida médica, o dado [sobre número de cirurgias] é alarmante. As mulheres que retiraram o útero, cirurgia traumatizante, sofreram de lesões que não foram diagnosticadas a tempo."
Fonte: Correio Brasiliense
quinta-feira, 4 de março de 2010
Texto de Reginaldo Mathias,da ASAPREV,Rio
REGINALDO MATHIAS Rosangela Soares da Silva
Reginaldo R. Mathias dos Santos
Francisco Antonio Alves Latorre
Carla Ferreira Rama Mathias
e Advogados Sandra Regina Fernandes
Sheila Sales da Silva
Luiz Felipe Vancini de Oliveira
Laércio Pellegrino de Macedo
Rafael Eis Mathias dos Santos
jornal O GLOBO se posiciona, estranhamente, contra a massa de segurados da
Previdência Social e, por via de conseqüência, contra parcela significativa dos
idosos do nosso país.
No primeiro deles – intitulado como “Desvarios no INSS” –
investe contra os aposentados, enunciando a seguinte pérola:
“É de grande inconsistência técnica a concessão de
aumentos reais acima da inflação, a aposentados, já fora da força de trabalho,
sem contribuir para a economia com a sua produção”.
E, mais adiante, conclui, professoralmente:
“Ou seja, o Brasil paga benefícios como se a sua população
fosse mais idosa do que é.Tradução: se nada for feito, o simples envelhecimento
vegetativo dos brasileiros implodirá o INSS. Se a demagogia vingar no Congresso
e fora dele, a falência virá ainda mais cedo”
Uma e outra opiniões, originárias de quem não conhece os
meandros da Previdência Social – talvez porque jovem ou bem-nascido considere
as regras previdenciárias como benefícios de que jamais necessitará... –
poderiam e deveriam permanecer no sepulcro em que são esquecidas as
aleivosias mais absurdas, que, não raras vezes, aparecem nas páginas dos
jornais.
Evidentemente, é verdadeiramente abjeto o tratamento que
se deu à contraprestação devida pela sociedade a quem, idoso ou ancião, já não
pode permanecer na “força de trabalho” e, mais ainda, quando se menospreza
quem, em muitas décadas, ajudou a construir o país em que vivemos.
E, sem dúvida, é de rara atecnia a tese sobre o
“envelhecimento vegetativo” e sua ação sobre o INSS, implodindo-o, vetusta
alegativa, há muito usada pelos governantes, quando estão no poder, que
ignoram quando a ele pretendem ser alçados.
É que, nos desvãos dessa tese, constata-se a sombria
proteção às grandes empresas, devedoras de substancial parcela das receitas do
INSS, e aos funcionários públicos, que se locupletam com proventos de valores
______________________________________________________________________
TEL / FAX: (21) 2262-3476 / 2533-0675 / 2240-6613
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usadas para o cálculo de suas aposentadorias ao erário público.
Em síntese, o malsinado editorial, tal como no gueto de
Varsóvia, restringe a determinado espaço, segregando-o, importante segmento
da sociedade, constituído de trabalhadores, na sua integralidade, também idosos,
na sua quase totalidade: tal segmento, a ralé, segundo a opinião de alguns
“analistas”, deve permanecer confinado aos resultados da RECEITA e da
DESPESA do órgão previdenciário, ao passo que outros segmentos, a elite e as
castas dos servidores públicos, são subvencionados pelo TESOURO NACIONAL...
Entretanto, não se resignou o jornal a esse constrangedor
editorial: como se estivesse insatisfeito e necessitasse de progredir nas suas
assacadilhas – não se sabe com que intenções... – publicou novo editorial, no
mesmo diapasão, sob o título de “ Insensatez fiscal”, em que preconiza que a
possível concessão de míseros 2%, como ganho real, acima do reajuste
decorrente da inflação oficial, seria capaz de “cometer” mais uma insensatez
fiscal, “... esta de proporções gigantescas...” como se vê no indigitado artigo.
Não é possível, ante a continuada e despropositada ação
contra a parte mais frágil no concerto da previdência social, que permaneçamos
inertes, sem cotejar essas teorias aberrantes, sem oposição àqueles que têm nas
mãos o poder de manipular a opinião pública, como naturais formadores dos
conceitos políticos que norteiam os legisladores, nesse país.
Não é necessário discorrer sobre os “ensinamentos” que
defluem dessa peça editorial, especialmente porque, de regra geral, são
conhecidíssimos pelos aposentados e pensionistas, acostumados à luta pela
reposição, revisão, recomposição, reavaliação, enfim, para reaver o que lhes é
sequencialmente subtraído, no curso de tantos anos: é de elementar sabença
toda a trajetória dos procedimentos administrativos – na concessão do que,
ironicamente, chamam de “benefícios” – especialmente o fato, dito como se fosse
a descoberta do novo, de que “... o valor da aposentadoria é calculado
considerando-se as contribuições efetivas do segurado (e não o salário
mínimo)...”, como o articulista assenta o seu arrazoado.
Corrija-se, apenas, o fato de que o cálculo não considera as
“contribuições efetivas”, mas aquelas que, ao talante dos governantes, melhor
lhes interessam, na ânsia permanente de manter, sob o ângulo político, em
perfeito equilíbrio, o CAIXA PREVIDENCIÁRIO, tanto que essas “contribuições
efetivas” são manipuladas, com freqüência, usando-se, até mesmo,
excrescências jurídicas, como o conhecido fator previdenciário.
Insta observar, aliás, que o articulista, ligeiro ao realçar a
forma como é calculado o valor dos proventos – e, não, das aposentadorias,
como afirma... – com relação aos segurados da Previdência Social, “esquece” de
ressaltar que os segurados da Previdência Pública sequer necessitam de
“cálculos”, para a fixação dos seus proventos.
E, SEM DÚVIDA, A FONTE PAGADORA É A MESMA, O
GOVERNO FEDERAL...
Contudo, é de se realçar que, contrariamente ao que o
articulista afiança, não é o aumento concedido ao salário mínimo, por si só, que
alimenta a insatisfação dos segurados da Previdência Social, quando os valores
dos proventos e as pensões são reajustados: o que incomoda e, sem dúvida,
esteia a injustiça flagrante e progressiva é o fato de se constatar que os índices
do IBGE não retratam a inflação real e, assim, não avaliam “... a trajetória do
custo de vida para a maioria dos consumidores...” – como informa o editorial –
bem assim, que os governos, insensíveis e inconseqüentes, privilegiam seus
interesses políticos, em detrimento dos que deveriam ser os seus objetivos, o
bem-estar dos cidadãos, de todos os segmentos, e, especialmente, os dos idosos
e dos anciãos.
Nesse contexto, assegurar aos aposentados e pensionistas
os ganhos reais concedidos a todos os que recebem o salário mínimo – e já se
aproximam de 80% do universo de segurados do INSS, tendendo, a se manter
essa política nefasta, a que tal percentual seja cada vez maior – não é mais que
justo, justificado, pertinente e, sobretudo, exercício rudimentar de cidadania.
Ao revés, considerar como prevalente a ignóbil tese de que
“... a previdência tem participação crescente no volume de gastos do setor
público... – e essa historinha já se desenrola, desde 1988, quando a Carta
Constitucional foi promulgada – se constitui em teoria tão aviltante como a de se
desconsiderar que a fabricação e venda de cigarros tem participação crescente no
volume de doenças e óbitos, no âmbito de toda a sociedade.
E, finalmente, afiançar, como o fez o desconhecido e
desconhecedor articulista, que despesas “... como educação, saúde, segurança
pública, habitação, etc...” são “... tão ou mais importantes...” que os proventos e
as pensões de idosos ou anciãos, é concluir que aquelas despesas –
especialmente a com o “etc.” – devem ser priorizadas, enquanto os valores
necessários à sobrevivência de cidadãos que já não podem prover o seu próprio
sustento e manter, com a dignidade indispensável, a própria vida, sejam
entregues a tais cidadãos, se e quando se puder fazê-lo, no quantum que se
quiser, o que é kafkiano.
OU SEJA, HITLER DEVE ESTAR SE CONTORCENDO, NO SEU
TÚMULO...
Presidente da ASAPREV-RJ
REGINALDO MATHIAS
Advogado da ASAPREV-RJ