Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
terça-feira, 22 de maio de 2012
O desabafo de XUXA e a pedofilia(POR Nilo G.Borgna)
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Repórter Rio: Campanha combate à violência sexual
terça-feira, 13 de abril de 2010
Menina de 10 anos estuprada recebe alta após aborto em Pernambuco
Menina de 10 anos estuprada recebe alta após aborto em Pernambuco
Do G1, em São Paulo
13/04/2010
Polícia prendeu padrasto, em flagrante, por estupro de vulnerável.
De acordo com delegada, criança sofria violência desde 2008.
A gravidez de uma menina de 10 anos, que teria sido estuprada pelo padrasto, foi interrompida na tarde de sábado (10) no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no Recife. Segundo a enfermeira chefe Cristiane Moraes, o procedimento foi autorizado pela Justiça de Pernambuco, de acordo com a Portaria Regulamentadora 1508/2005 do Ministério da Saúde.
A menina teve alta médica neste domingo (11) e está recebendo apoio psicológico, médico, social e jurídico. "Ela está em poder de conselheiros tutelares, que estão acompanhando o caso no Recife", disse Cristiane.
Ainda segundo ela, o procedimento de aborto legal é permitido em casos de violência sexual, doença materna ou má-formação fetal. "Prazo limite para o processo é até 16 semanas de gestação, que era o tempo de gravidez da criança", afirmou a enfermeira.
De acordo com a delegada Mariana Vilas Boas, responsável pelo inquérito policial na Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA), o padrasto foi preso em flagrante, na quinta-feira (8). "A menina foi levada para um hospital em Jaboatão dos Guararapes (PE), na quarta-feira (7), por ter sentido dores abdominais. Ela tinha acabado de manter relação sexual com o padrasto. Fizemos todos os exames necessários e coletamos material genético para confirmar a conjunção carnal."
Em depoimento, o padrasto teria confessado à polícia que mantinha relações sexuais com a menina desde 2008. Segundo Mariana, o padrasto deve continuar preso pelo menos até o fim das investigações, que tem dez dias de prazo para ser concluído.
Cortesia:Clipping Bem Fam(13/04/010)
quinta-feira, 25 de março de 2010
Habemus Papa
Bento XVI encobriu escândalos sexuais quando era cardeal, diz 'NYT'
25 de março de 2010
Efe
Documentos obtidos pelo jornal americano revelam envolvimento do atual papa na omissão de abusos
NOVA YORK - Documentos obtidos pelo jornal americano New York Times revelam que até o bispo alemão Joseph Ratzinger, atualmente o papa Bento XVI, encobriu um sacerdote americano que abusou de aproximadamente 200 meninos surdos. A reportagem denunciando as omissões da Igreja foram publicadas nesta quinta-feira, 25, no diário.
A correspondência interna de bispos do estado americano de Wisconsin diretamente ao cardeal Ratzinger, que se tornaria o papa em abril de 2005, mostra que enquanto os responsáveis eclesiásticos discutiram a expulsão do padre, a prioridade maior foi proteger a Igreja do escândalo, segundo o site do jornal.
Os documentos procedem da causa judicial aberta contra o reverendo Lawrence C. Murphy, que trabalhou durante mais de 20 anos, entre 1950 e 1974, em uma escola para crianças surdas de Wisconsin. Eles foram cedidos pelos advogados de cinco homens que processaram a Arquidiocese de Milwaukee.
O arcebispo de Milwaukee em 1996, Rembert G. Weakland, enviou duas cartas informando a situação, e não obteve resposta do então cardeal Ratzinger, que dirigia a Congregação para a Doutrina da Fé, encarregada de estudar esses casos.
Após oito meses, o segundo responsável à frente da doutrina oficial católica, o cardeal Tarsicio Bertone, atualmente secretário de Estado do Vaticano, ordenou aos bispos de Wisconsin iniciarem um julgamento cônego secreto que poderia ter terminado com a expulsão de Murphy do sacerdócio.
No entanto, Bertone parou o processo depois que Murphy escreveu pessoalmente a Ratzinger dizendo que tinha se arrependido e estava doente. "Só quero viver o tempo que me resta na dignidade do meu sacerdócio", afirmava o padre na carta que enviou Ratzinger, já perto de sua morte, que aconteceu em 1998. "Solicito sua bondosa ajuda neste assunto", acrescentava.
Murphy nunca foi julgado ou sancionado pela Igreja e até a Polícia e os investigadores de justiça se omitiram perante as declarações das vítimas. Em 1974, o sacerdote foi transferido pelo arcebispo William E. Cousins, de Milwaukee, à Diocese de Superior, no norte de Wisconsin, onde passou seus últimos 24 anos trabalhando com crianças em colégios, igrejas paroquiais e em um centro de detenção juvenil, segundo o jornal.
Cortesia:Clipping Bem Fam(25/03/010)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Abuso sexual infantil
Abuso sexual de crianças ocorre em todas as classes, mas pobres são os que mais denunciam
Agência Brasil
05/02/2010
Brasília - Crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes não têm endereço certo e ocorrem em diversos setores da sociedade. Pobres e ricos são vítimas dessa forma de violência.
“O abuso sexual no Brasil reza missa, dirige culto, é doutor, tem mandato e disputa eleição. Está nos tribunais, no conselho tutelar e na creche. Mora em condomínios, mas também está desempregado. Bebe uísque e cachaça. É a própria cara da sociedade abusando das nossas crianças”, diz o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia, senador Magno Malta (PR-ES).
Entretanto, segundo a coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), Leila Paiva, quem costuma fazer denúncia de abuso sexual são pessoas das camadas mais pobres.
“A violência sexual não é uma violência de classe. Mas a violência que chega à esfera pública é uma violência de classe”, explica Leila, que também é responsável pelo serviço Disque 100, que recebe denúncias de violências contra crianças e adolescentes. “As classes A e B também têm vítimas, mas não denunciam”, destaca a coordenadora.
A psicóloga Karen Michel Esber, autora do livro Autores de Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, alerta para o fato de que os números oficiais não representam o total de casos.
“No silêncio dos muros das casas das classes A e B, ninguém fica sabendo. A denúncia não acontece por medo ou por vergonha. Há mulheres que pensam 'o que eu vou fazer sem esse marido?'. Nas classes populares, há mais visibilidade e a vizinha denuncia para o conselho tutelar.”
A titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Brasília, Gláucia Cristina Ésper, confirma que os mais pobres denunciam mais do que as pessoas de classe média ou alta.
“O sexo é um tabu. Quem que as pessoas carentes têm para procurar ajuda? Correm para a porta da polícia. As pessoas com poder aquisitivo maior não querem registrar ocorrência.”
Gláucia Ésper destaca a importância de que as pessoas mais pobres tenham acesso a canais de denúncias na própria comunidade. Ela cita o exemplo da DPCA de Ceilândia, cidade a 30 quilómetros de Brasília, que recebe um grande número de registros de abuso.
“A pessoa carente, às vezes sem dinheiro para comer, vai pagar um ou dois ónibus para chegar à Asa Norte [área central de Brasília] para registrar uma ocorrência?"
Nota pessoal: Tá vendo como não podemos generalizar, fora a opinião desse Senhor Deputado, sobra a matéria anterior, o trabalho que ele se empenhou a fazer, abuso sexual infantil, aí eu concordo e me solidariso com ele. Acho que devemos ter olhos e ouvidos na tentativa de coibir esses acontecimentos.