Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador Jean Wyllys. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jean Wyllys. Mostrar todas as postagens

sábado, 18 de julho de 2015

Jean Wyllys em entrevista a #RevistaPoder

O discurso bem amarrado de Jean Wyllys, além da bandeira LGBT

   
    tamanho jean wyllysJean Wyllys por João Wainer para a revista PODER
    Principal voz da comunidade LGBT no Congresso Nacional, o deputado federal Jean Wyllys estendeu sua luta a todas as minorias. Cumprindo o segundo mandato, elegeu-se com votação expressiva e conquistou incrível visibilidade, mas paga um preço alto pela exposição 
    Por Paulo Sampaio para a revista PODER de julho
    Primeiro homossexual assumido a participar do reality show Big Brother Brasil, da TV Globo, em 2005, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) reduziu sua exposição em ambientes gays a quase nada. Parece paradoxal, mas agora que se tornou o arauto da comunidade LGBT e das minorias no Congresso Nacional, ele precisa se cuidar para não ter a imagem denegrida: “Eu gostaria de ir ao Galeria Café (bar carioca de frequência homossexual) e sambar até o chão, como fazia antes, mas a representação política trouxe responsabilidades que limitam minha vida pessoal. No mundo em que a gente vive, com esses celulares com câmera, não posso me arriscar a ser difamado, a aparecer na internet em um vídeo me ridicularizando, preciso tomar cuidado. As pessoas esperam que eu cometa um deslize, para depois dizer: ‘Quem mandou colocar veado no poder?’”.
    Mas se há câmeras patrulheiras em bares gays, significa que os detratores do deputado estão entre os próprios integrantes da comunidade que ele defende incondicionalmente.  Wyllys isenta os homossexuais que sofrem da chamada homofobia internalizada, um fenômeno que leva os gays a se rejeitarem. “A gente é criado em uma cultura heterossexista de dominação masculina, somos construídos por esses discursos, esses aparatos conceituais. Então, é uma cultura que forja gays homofóbicos. Muitos trepam (sic) com culpa, chegam em casa quase se chicoteando, se sentido sujos pelo que fizeram. Isso traz um sofrimento psíquico muito grande. Eu quero ajudá-los a sair disso.”  Para Jean Wyllys, seus verdadeiros adversários, em um ambiente político devastado pela desinformação e a deslealdade, são a ignorância e a má-fé: “Quem você acha que leva vantagem eleitoral em um país como o nosso, com  esse débito enorme em educação de qualidade, com essa despolitização generalizada das pessoas? Quem você acha que dá mais audiência no Ratinho, no Datena: eu ou o cara que investe na falta de discernimento da população e afirma, por exemplo, que a redução da maioridade penal vai reduzir a violência urbana?”
    VOZ SOLITÁRIA
    Se por um lado a ignorância compromete a compreensão do discurso do deputado do PSOL, por outro possibilita a ele uma incrível visibilidade no Congresso Nacional.  Ser uma “voz solitária” em um ambiente coalhado de fundamentalistas, justamente no momento em que a desmoralização da casa chegou a seu ponto mais evidente, proporciona, aí sim, uma exposição “boa”. Em seu segundo mandato, ele foi eleito em 2014 com expressivos 144 mil votos – contra 13 mil do pleito anterior (2010). Dono de um espírito aguerrido, uma reconhecida articulação intelectual e uma imperturbável perseverança, Wyllys denuncia permanentemente os privilégios das elites em detrimento dos direitos básicos da população carente. “Minha campanha custou R$ 70 mil, angariados por crowdfunding, com doações individuais feitas em todo o Brasil. Esse dinheiro é de pessoas que se sentem representadas por mim, que deram R$ 100, R$ 200, R$ 300. Agora, você sabe quanto custou a campanha do (presidente da Câmara) Eduardo Cunha (PMDB-RJ)? Sete milhões. Os doadores são grandes corporações que o sustentam em troca da manutenção de interesses próprios. Fazem isso justamente para que ele aprove o financiamento privado de campanhas”, afirma.
    Wyllys se refere a Eduardo Cunha como “a encarnação do mal”. Difusor de princípios controversos, o presidente da Câmara personifica uma espécie de “adversário perfeito” do deputado.  Não só pela defesa de pontos de vistas extremamente conservadores, como pela forma com que faz isso. Evangélico fundamentalista, Cunha não tem pudor quando se trata de distorcer as intenções da oposição. Antes de assumir a presidência da Câmara, tuitou:  “Estamos sob ataque dos gays, abortistas e maconheiros”. Assessores de Cunha não retornaram a ligação da reportagem. De acordo com a deputada Erika Kokay (PT-DF),  Jean Wyllys tem sido vítima de “profunda desonestidade intelectual”. Em um dos episódios promovidos para prejudicar sua imagem, o deputado foi apontado como o autor de frases de intolerância religiosa e em defesa da pedofilia na internet. Juntamente com Erika e o deputado Domingos Dutra (SDD-MA), Wyllys protocolou uma representação criminal por calúnia, difamação, falsificação de documento público, injúria, formação de quadrilha e improbidade administrativa contra o deputado Marco Feliciano  (PSC-SP) e o pastor Silas Malafaia. Feliciano se queixa de que “o Jean não conversa com ninguém, é egocêntrico, joga para a plateia”.  “Ele não aceita ser confrontado, faz mais mal do que bem para o movimento gay, muitos homossexuais não se sentem representados por ele.” Há controvérsias. Wagner Tronolone,  fundador do Diversidade Tucana, liderada por homossexuais do PSDB, diz que, apesar de não comungar do ideário político de Jean Wyllys, o considera “uma figura importantíssima na defesa da causa LGBT”. “Valorizo muito a atuação dele no Congresso. Ele dá a cara a tapa em um ambiente extremamente conservador.”
    BEIJO NO BIGODUDO
    Boa parte dos opositores de Jean Wyllys se aproveita de seu discurso radical para  fazer o contraponto politicamente incorreto – e conseguir projeção. Wyllys costuma dar trela a políticos que agregam mais com ele do que o contrário. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) tornou-se famoso por isso. A PODER, Bolsonaro explicou: “Não tenho nada contra homossexuais. Se o cara chega no bar e dá uma rebolada, não vejo problema. Pode até sentar na minha mesa. Mas não vem lascar um beijo no bigodudo que está com ele porque aí eu chio. Ali não é lugar!”. Embora reconheça no “discurso performático” de Bolsonaro  a intenção de construir um personagem, Jean Wyllys não tem dúvida de que ele age assim por convicção:  “O Bolsonaro serviu ao regime militar, ele foi parte daquela estrutura de poder que caçou pessoas, exilou, matou. E nunca quis a redemocratização, as Diretas Já. Queria a permanência da ditadura”. Firme no propósito de chocar, Bolsonaro reage com cinismo: “O Brasil nunca viveu uma ditadura. Isso só está na cabeça desse povo de esquerda que quer se vitimizar. Além de tudo, são mal informados”.
    De uns tempos pra cá, Jean Wyllys tem usado a expressão “analfabeto político” para se referir a pessoas que, no seu parecer, emitem opiniões sem ter ideia do que estão falando. O “ignorante” que deu origem à série foi o adolescente Kim Kataguiri, 19 anos, integrante de um movimento chamado Brasil Livre. Em um artigo publicado na seção Tendências e Debates, da Folha de S.Paulo, Kataguiri convocou os leitores a participar da manifestação de 15 de março, a favor do impeachment de Dilma. Escreveu ele: “A Petrobras é uma verdadeira Apple da picaretagem, e a Dilma, nossa gerentona, a Steve Jobs da incompetência”. Inconformado com o espaço dado pelo jornal ao garoto, Wyllys postou na internet: “(Os analfabetos políticos falam) mesmo sem se aprofundar nos conhecimentos em questão; mesmo renunciando a tarefa de se informar melhor sobre eles; mesmo partindo de preconceitos, boatos ou mentiras”. Kataguiri replicou com um vídeo: “Que moral tem um deputado que diz defender os negros e os gays, mas, ao mesmo tempo, idolatra Che Guevara? Você sabia que se estivesse lá, deputado, na Revolução Cubana, seria fuzilado simplesmente por ser gay?”. Sobre os frequentadores do ato contra Dilma, Wyllys diz que a “elite mais egoísta” é a de São Paulo. “Você não precisa nascer pobre, nem passar fome, para ter a percepção do que seja isso. Mas os paulistas simplesmente não conseguem. O pior discurso sobre os pobres vem sempre de lá. Eles chamam o Bolsa Família de ‘Bolsa Vagabundo’.”
    À PROVA DE RUÍDO
    Jean Wyllys recebeu PODER em seu apartamento carioca, localizado em uma esquina da movimentada rua Barata Ribeiro, que atravessa Copacabana do Lido ao Posto 6. Com móveis meramente funcionais, sem nenhuma alusão a designers ou estilos, a sala escura rescende a incenso. Ele explica que mandou instalar janelas antirruído para isolar o interior do barulho da rua.  “Não era possível me concentrar”, diz, enquanto se deixa fotografar antes da entrevista. O escritório fica em um dente da sala que dá para a rua. Aparentemente, o deputado não tem vaidade física. Não pede para trocar a roupa para fazer as fotos, nem para ver na máquina como estão saindo as imagens.
    Manso a princípio, ergue as sobrancelhas quando o assunto mexe com suas convicções.  “Não vou ouvir calado opiniões como: ‘Tudo bem ser gay, mas não precisa dar pinta’. Como não precisa dar pinta? Quem disse que, para não receber uma lâmpada na cara, na Paulista, tem de andar de corte militar, coturno, jeans e camisa xadrez? Não existe modelo de homossexual. É preciso respeitar a bicha pão com ovo do mesmo jeito que a bicha ‘sala de estar’, que é a que vai ao Spot”. (De acordo com a “Aurélia, a Dicionária da Língua Afiada”, elaborada pelo jornalista gay Vitor Angelo, a definição de “pão com ovo” é: “(pejorativo)(SP) homossexual pobre, tanto econômica como culturalmente”). A “sala de estar” seria a alegadamente refinada. Sem namorado no momento, Wyllys diz que a política demanda muito tempo de sua vida e que, por mais contraditório que possa parecer, a luta pela liberdade não deixa tempo para que ele mesmo usufrua dessa liberdade. “Como não posso estar nos aplicativos (de busca de sexo), o máximo que me permito é ir a uma sauna gay. Mesmo assim, as pessoas que estão lá se escandalizam com a minha presença.” E haja espírito combativo para enfrentar o preconceito.

    terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

    Jean Wyllys via FACE


    Outra crônica do absurdo
    Estava eu chegando ao plenário da Câmara, agora há pouco, quando me abordaram dois homens - um mais velho e outro jovem - vestindo camisetas com dizer "contra a corrupção" e com adesivos da campanha de Eduardo Cunha nelas. O mais velho me disse: "Valeu a traição!" (??!!!!). E o mais novo me perguntou: "Posso te cumprimentar?". E eu, que sou educado e não tenho medo de ciladas montadas por reacionários de direita para o YouTube (sim, pois havia uma mulher loura vestida com a mesma camiseta filmando a cena), respondi-lhe serenamente: "Claro". E ele, apertando-me a mão no cumprimento, disse-me: "Você é a vergonha de minha geração". E eu lhe respondi de pronto: "Graças a Deus! Se eu fosse o orgulho de sua geração, amado, aí é que estaria preocupado e mal". E ele - que parece não ter entendido que eu fico feliz de ser uma "vergonha" para a geração de reacionários, fascistas e ignorantes motivados à direita - continuou repetindo sua frase enquanto eu seguia sem um arranhão da caridade de quem me detesta.

    segunda-feira, 29 de setembro de 2014

    PSOL REPRESENTA CONTRA LEVI FIDELIX

    ​Para Conhecimento: A candidata do PSOL à Presidência da República, Luciana Genro, e o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) apresentaram, na tarde desta segunda-feira (29/09), uma representação contra o candidato do PRTB à Presidência, Levy Fidelix, junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ação foi movida por conta das declarações homofóbicas do candidato durante o debate exibido pela TV Record, na noite deste domingo (28/09). Luciana Genro e Jean Wyllys exigem que Levy Fidelix seja punido, nos termos da legislação eleitoral, por ter incitado o ódio e a violência contra a população LGBT em seu pronunciamento no debate. Ao responder um questionamento da candidata do PSOL, o candidato do PRTB disse: “Então, gente, vamos ter coragem, nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria”, referindo-se a lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. “A nossa candidatura é a única que está pautando constantemente a defesa dos direitos LGBT. E a fala odiosa do candidato Levy Fidelix chamou a atenção do Brasil inteiro para o silêncio dos três candidatos mais bem colocados nas pesquisas a respeito da homofobia e da necessidade de se garantir, em lei, o casamento civil igualitário e de se combater, a partir da educação nas escolas, qualquer tipo de discriminação”, disse Luciana Genro. Na peça apresentada ao TSE, Luciana Genro e Jean Wyllys sustentam que Levy adotou um discurso “claramente homofóbico”. “O candidato ora representado incitou à violência e à discriminação contra a população LGBT por meio de verdadeiro discurso de ódio e ofensa à coletividade LGBT em geral”, diz o texto. A representação entende que o pronunciamento de Levy Fidelix “contêm o mais fino exemplo de dano moral coletivo que a Justiça Eleitoral jamais pode tolerar, sob pena de ruína dos institutos do Estado Democrático de Direito e violação de princípios constitucionais basilares”. E cita como exemplo o artigo 243 do Código Eleitoral, que afirma que não será tolerada propaganda “de guerra, de processos violentos para subverter o regime, a ordem política e social ou de preconceitos de raça ou de classes”. O texto também sustenta que é possível enquadrar Levy Fidelix nos artigos 325 e 326 do Código Eleitoral, que condenam a difamação e a injúria que são praticadas a partir de candidaturas em espaços destinados à disputa eleitoral. A representação de Luciana Genro e Jean Wyllys pede que, após parecer do Ministério Público Eleitoral, a medida “seja julgada procedente para condenar o representado ao pagamento das multas previstas na legislação eleitoral, em seu patamar máximo”.

    quinta-feira, 2 de maio de 2013

    @REVISTA RADIS :: Respeito abre portas para o acolhimento



    REPORTAGENS

    Respeito abre portas para o acolhimento

    REVISTA RADIS

    Gestores, profissionais, ativistas e usuários apontam avanços e desafios após instituição de política de saúde integral para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais

    Adriano De Lavor
     
    Quase dois anos após a publicação da portaria 2.836 do Ministério da Saúde (de 1º/12/2011), que institui no âmbito do SUS a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, avanços e desafios foram registrados. No mês em que se comemora o Dia Internacional contra a Homofobia — 17 de maio, data em que, em 1990, a OMS excluiu a homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) —, Radis registrou aplausos e críticas de gestores, profissionais, ativistas e usuários da comunidade LGBT: todos reconhecem como pioneira a iniciativa que assegura, de forma inédita no país, o respeito às diferenças e a garantia das especificidades de saúde, mas identificam deficiências e obstáculos que dificultam sua implementação. 
    O acompanhamento de ações e práticas bem sucedidas nessa área — e o relato de usuários — indica que a concreta efetivação da política depende de que se conquiste também algo que já está na base do sistema de saúde: a garantia do respeito ao cidadão brasileiro na sua integralidade, com suas diferenças e especificidades. O entrevistados da Radis ressaltam que uma diretriz que de fato promova a saúde integral, elimine a discriminação e o preconceito institucional e contribua para a redução das desigualdades só é possível com a compreensão de que discriminação e preconceito contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais são causa de sofrimento e adoecimento, e que acesso e acolhimento só fazem sentido quando são sinônimos de respeito.
     
    Integralidade, uma conquista
    Uma das vozes mais atuantes na defesa dos direitos da comunidade LGBT no Congresso Nacional, o deputado federal (PSOL-RJ) Jean Wyllys considera que “há muito mais vontade do que uma política de fato”. Em entrevista à Radis (ver pág. 14), ele aponta que não há recursos garantidos para que a política aconteça e critica que as orientações ali definidas não estejam integradas ao sistema de saúde mais amplo.
    Técnica da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde, Kátia Souto reconhece que “o desafio de sair do papel é cotidiano” e considera que, para efetivação da política, é necessário reconhecer que homofobia, lesbofobia e transfobia são determinantes sociais de agravos à saúde mental e física. “Uma das principais conquistas dessa política é a abordagem de integralidade. É a compreensão de que essa população tem especificidades que superam adoecimentos a partir de vulnerabilidades sociais”, avalia. 
    “Tudo isso é um bom começo”, resume o historiador e educador Andrey Roosewelt Chagas Lemos, coordenador nacional LGBT da União de Negros pela Igualdade (Unegro), em Sergipe. Para ele, é positiva a aprovação de uma política nacional que dialoga com o Conselho Nacional de Saúde e a sociedade civil. 
    Estudante de Ciência Política na Universidade de Brasília (UnB), Marcelo Caetano, vice-presidente da Associação Brasileira de Homens Trans (ABHT), concorda: “O reconhecimento de que a população LGBT tem necessidades especiais de saúde já é um avanço”, observa. Mesmo identificando que há uma distância entre o que prevê a política nacional e sua efetivação, ele interpreta que sua existência indica que esta é uma realidade que está sendo incorporada às preocupações institucionais. “Não é algo tão estável, que funcione da melhor maneira, mas é um início”, opina. Para o ativista, a política representa um compromisso do Estado em atender as necessidades dos grupos. “É um respaldo, uma garantia e um instrumento para termos nossos direitos respeitados”, 


    considera.


    domingo, 3 de março de 2013

    #TEcONTE? #CURTO E gRSSO #JEANwYLLIS.

    TE CONTEI ? "CURTO & GROSSO" . Lobo em pele de cordeiro...Marco Feliciano / PSC-SP,lembrem desse partido nas próximas eleições
                  
    PSC-SP, lembrem desse partido nas próximas eleições.
    Por Walter Hupse
    As comissões da Câmara dos Deputados, largamente ignoradas pela maioria da população, são importantes órgãos do legislativo federal cuja principal tarefa é examinar os projetos de lei e emitir pareceres sobre estes. A ideia é fornecer à totalidade dos deputados bases legais para que aprovem ou reprovem um projeto de lei. Acessório a isto, também é tarefa das comissões apresentar estudos sobre os temas trabalhados.
    Assim, as comissões funcionam tanto como a ante-sala do parlamento como centro produtor de ideias sobre o tema. Na prática, as comissões tem importâncias distintas, na relação direta dos temas que cada uma trabalha e na visibilidade que o tema tem. Presidir uma comissão importante é sempre garantia de aparecer na TV algumas vezes, o que pode ser um grande passo em direção à projetos pessoais futuros.

    A distribuição da presidência das comissões é, normalmente, feita de acordo com os poderes/tamanho das bancadas dos partidos políticos. Os partidos maiores ficam com a ‘melhores’ e mais importantes comissões, os menores, desde que da base de apoio do governo, abocanham aquelas consideradas mais ‘desimportantes’. Isso é pauta de muita negociação e barganha.
    Pois bem, a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, que cuida de temas como temas como direitos LGBT, liberdade e diversidade religiosa, políticas para mulheres, ficou, na divisão, com o PSC. E é provável que o PSC indique Marco Feliciano para a sua presidência.
    Marco Feliciano pode ser tudo, menos defensor dos direitos humanos e minorias. São públicas e notórias as opiniões do deputado sobre os negros, homossexuais e praticantes de outras religiões, em especial as religiões afro.

    Segundo o pastor, a AIDS seria um “câncer gay”, e os africanos seriam “descendentes de ancestral amaldiçoado por Noé” , e no continente africano repousaria “a maldição do paganismo, do ocultismo, misérias, Ebola, AIDS e Fome”.
    Para o possível futuro presidente da comissão, “negro é negro, não tem como mudar, diferente dos homossexuais”. (Apenas dois neurônios são necessários para entender o que esta fala significa....)

    Feliciano na presidência da comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, Telhada na posição equivalente no município de São Paulo. Isso diz muito da maneira como levamos à sério uma das mais importantes questões no Brasil.
    A dignidade e os direitos são rifados numa barganha auto-interessada. Se negociações e barganhas são necessárias para que se governe, a escolha do que barganhar é e até onde negociar é uma questão de opção.
    Mas os direitos das minorias não são uma opção, e sim uma necessidade urgente. Pena que os principais partidos políticos nacionais não pensem assim, sempre dispostos a entregar as pastas e pautas dos Direitos Humanos aos seus seus piores inimigos.




    Resposta rápida

    domingo, 17 de fevereiro de 2013

    #avaaz #Fim da #página RelatarComoInapropriadO #DiscursodeÓdio

    Os homofóbicos fundamentalistas estão atacando novamente. Criaram uma petição no AVAAZ contra a presença de Jean Wyllys no Crongresso Nacional.

    Precisamos nos unir e derrubar esta petição, como?
    Vá no link :
    http://www.avaaz.org/po/petition/Jean_Wyllys_fora_da_Camara_Federal_de_Deputados/?fGZYaeb&pv=16

    2) Vá até o fim da página

    3) Clique em "Relatar isto como Inapropriado"

    4) Selecione "Discurso de Ódio"

    Pessoal, como estamos tendo um certo "ruído" na comunicação, estou colocando aqui como é que funciona. Vocês não devem assinar a petição de FORMA ALGUMA, já que essa é a favor da cassação de Jean Wyllys. Vocês devem ir até o final da página (como está ai na imagem) e clicar no "relatar isso como inapropriado".
    Pessoal, como estamos tendo um certo "ruído" na comunicação, estou colocando aqui como é que funciona. Vocês não devem assinar a petição de FORMA ALGUMA, já que essa é a favor da cassação de Jean Wyllys. Vocês devem ir até o final da página (como está ai na imagem) e clicar no "relatar isso como inapropriado".

    quinta-feira, 28 de junho de 2012

    Audiência do projeto de lei sobre reversão da homossexualidade


    Audiência do projeto de lei sobre reversão da homossexualidade gera polêmica

     repassando

    Audiência do projeto de lei sobre reversão da homossexualidade gera polêmica
    Ânimos exaltados marcaram a primeira audiência pública realizada na Câmara dos Deputados para debater o Projeto de Decreto Legislativo (PDC) 234/11, que pretende alterar a resolução 01/99 do Conselho Federal de Psicologia (CFP) proibindo tratamentos de reversão da homossexualidade. Manifestantes discutiram com a psicóloga Marisa Lobo, defensora de que a mudança da orientação sexual é possível e deve ser tentada se o paciente estiver de acordo.
    O PDC 234 é de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), pertencente à bancada evangélica, e tramita na Comissão de Seguridade e Família da Câmara. A proposta, cujo relator é o deputado Roberto de Lucena (PV-SP), ainda não foi apreciada em outras comissões. Para João Campos, os artigos 2º e 3º da resolução do CFP, que vedam a chamada “cura gay”, são abusivos. “Ela [a resolução] fere a autonomia do paciente, pois proíbe o atendimento no caso de ele ser homossexual”, afirmou.
    Também contrária à resolução do conselho, Marisa Lobo afirmou que o psicólogo não pode negar atendimento ao paciente que deseje mudar sua orientação sexual. “Eu tenho que dar ouvidos a esse sofrimento psíquico”, disse a psicóloga. A fala de Marisa provocou reações acaloradas em parte da plateia. Irritada com as manifestações, a psicóloga rebateu. “Todo mundo que discorda de vocês, vocês dizem que é homofóbico”.
    O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), coordenador da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), defendeu que o motivo real de sofrimento psíquico é o preconceito da sociedade, não a orientação sexual. “Quem nasce em uma cultura homofóbica e é injuriado desde criança, é lógico que vai ter uma percepção negativa de si”, disse. Ele e a deputada Erika Kokay (PT-DF) criticaram a ausência de representantes dos movimentos LGBT na mesa. “A audiência foi composta de forma parcial. Há uma posição predominante dos próprios autores do projeto”, reclamou Erika.
    O Conselho Federal de Psicologia recusou convite para participar das discussões sob a mesma alegação de falta de diversidade. “Quatro dos cinco profissionais convidados para a mesa indicam posicionamento favorável à suspensão dos artigos”, justificou o órgão em nota de repúdio.
    Por telefone, a vice-presidente do CFP, Clara Goldman, negou que a resolução 01/99 traga alguma forma de cerceamento no atendimento a pacientes com identidade LGBT. “O que ela proíbe é que [a homossexualidade] seja trabalhada como doença”, afirmou.
    Representante da Companhia Revolucionária Triângulo Rosa, o estudante de serviço social Luth Laporta, 19 anos, estava entre os manifestantes contrários à suspensão da resolução do CFP. “As pessoas não conseguem ser felizes com sua sexualidade por causa da opressão. Isso vem de a sociedade não permitir que elas sejam como são e não do fato de ser homossexual”, disse.
    A psicóloga Lorena Lucena, 26 anos, também acompanhou a audiência e classificou como “fraca” a argumentação de Marisa Lobo. “Estamos desconstruindo o ser ou não homossexual como algo patológico. O papel do profissional [da psicologia] é dar ouvidos ao sujeito, não reforçar o preconceito da sociedade”.
    Fonte: Agência Brasil
    ANTONIO ERNANDES MARQUES DA COSTA
    Coordenador da ONG/GRUPAJUS
    Coordenador do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
    Rep.  Norte na CNAIDS - Ministerio da Saude /DE. DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
    Representate Norte no MCP - Mecanismo de Coordenação de País

    sábado, 12 de maio de 2012

    Próxima reunião e mesa redonda_14/5, às 11h_Jean Wyllys

    Amigos,
    segue anexo o cartaz divulgando a mesa redonda com o Deputado  Jean Wyllys, 2a feira 11h no Auditório Anchieta, PUC, Marques de São Vicente, promovido pelo curso de DIREITO . Divulguem, se possível.
    Ana  Bontempo

    Cara amiga,

    Informo sobre a mesa redonda com o Jean Wyllys na PUC.
    Será , 14/5, às 11h. Segue o cartaz em anexo. Pode passar
    adiante. Se Deus quiser, vai ser muito legal.

    Um abração  e até a próxima,

    Padre Luís Correia






    Jean Wyllys - PUC-Rio.pdf
    1303K Exibir como HTML Examinar e baixar

    quinta-feira, 29 de março de 2012

    Denunciem esse site ao safernet (homofobico) @safernet RT PF

    29 de Março de 2012 03:39
    Eu simplesmente fiquei chocada com esse post que a Bruna Oliveira encontrou e postou na página de trans pra ver esse absurdo
    RECOMENDO A TODOS QUE DENUNCIE NO SAFERNET ESSE POST>
     ASSIM COMO O EXEMPLO DO FACISTA QUE PREGAVA ESTUPRO CORRETIVO< TEVE MUITAS DENUNCIAS FOI PRESO< E CONFISCADO MEIO MILHÂO >>> VALEU PF>>> VALEU JEAN POIS COORDENOU TUDO!!!!

    WWW.safernet.org.br 

    TEL 71 91361618   71 32355910
    Delegacias:
    0xx27 31372607/31379078
    Fax 31379077

    TWITTER:
    Iremos matar Jean Wyllys e bombardearemos a parada gay. Olá Caros Leitores, - Pastebin.com
    pastebin.com   

    quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

    QUAL O MELHOR PARTIDO PARA OS LGBT? Kawika Lgbt

    Kawika Lgbt 11 de Janeiro de 2012 07:00
    QUAL O MELHOR PARTIDO PARA OS LGBT?
    EXTREMA ESQUERDA OU EXTREMA DIREITA?
    Nessa foto o extremo-direitista Presidente do Iran busca apoio e suporte dos dos extremos-esquerdistas Ortega (Nicaragua) e Chavez da Venezuela. O fanatico Iraniano, que disse que no Iran nao existem gays nem lesbicas, tambem viajara a Cuba de Fidel Castro (Que se desculpou em 2011 pelas atrocidades de Cuba aos LGBT cubanos) e com o o esquerdista presidente do Equador Rafael Correia.

    Moral da estoria/historia:
    Jean Wyllys disse em uma de suas entrevistas a Maria Gabriela que no Congresso do Brasil os esquerdistas e deireitistas se odeiam e disputam o tempo todo, mas quando o negocio eh votar "contra" os direitos e as causas dos LGBT os esquerdistas e sindicalistas e os direitistas e ruralistas do Brasil se juntam e todos votam "contra" os LGBT. ASSISTA JEAN WYLLYS COM GABY NO YOUTUBE.

    LGBT somos supra-partidarios, acima de qualquer partido politico, ate porque tanto a esquerda (Cuba, Russai-Stalin, China) como a direita (Iran, Arabia Saudita, Uganda, Vaticano) ja fizerem horrores contra os LGBT no mundo todo, desde a inquizicao ao facismo, desde o nazismo ao comunismo a unica coisa que todos esses sistemas tiveram em comum foi a perseguicao e assassinato de pessoas LGBT em toda a historia da humanidade.

    Agora tentam aprovar leis no Brasil para acabar com o pais laico e transformar o Brasil numa TeoCRACIA Keptocratica.
    OLHO VIVO PESSOAL.

    http://www.aljazeera.com/news/americas/2012/01/201211152652871670.html
    Ortega begins third term aside foreign allies
    www.aljazeera.com
    Nicaragua's leftist ex-rebel president inaugurated at Managua ceremony attended by counterparts from...

    quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

    Jean Wyllys integra Subcomissão Especial de Acompanhamento da Comissão da Verdade

    Marcelinho Baena 14 de Dezembro de 2011 21:56
    14/12/2011 - 8:24
    Jean Wyllys integra Subcomissão Especial de Acompanhamento da Comissão da Verdade
    A Subcomissão Especial de Acompanhamento da Comissão da Verdade foi lançada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias nesta terça-feira. A subcomissão terá a finalidade de contribuir e fiscalizar os trabalhos da Comissão Nacional da Verdade, criada pelo Executivo para apurar e esclarecer as violações de direitos humanos ocorridos durante o período da ditadura militar no Brasil.

    A presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputada Manuela D’ávila (PCdoB-RS), garantiu que o colegiado dará todo o suporte necessário para a subcomissão cumprir o seu papel. “O nosso papel é fiscalizar, acompanhar e garantir que os resultados saiam. E que os resultados sejam a verdade”, ressaltou.

    Além de representantes de entidades da sociedade civil, esteve presente na solenidade o deputado argentino Juan Cabandié, filho de militantes e vítima da ditadura argentina. Ele desejou que os parlamentares brasileiros descubram a verdade e que a impunidade tenha um fim. “Para haver a verdade completa, os responsáveis pelos crimes precisam estar no cárcere”, afirmou.

    Tempo
    A deputada Luiza Erundina (PSB-SP) será a coordenadora da subcomissão e pretende iniciar os trabalhos de imediato, independentemente do recesso parlamentar. Segundo ela, não se pode mais esperar, pois já há um atraso de mais de 40 anos. Erundina explicou que não cabe à subcomissão a função de punir; porém, disse acreditar que a impunidade dos responsáveis por crimes durante o período da ditadura não pode mais ser aceita.

    “A Argentina acabou de condenar 23 militares de alta patente. Por que o Brasil não faz isso? O Uruguai acabou de mudar a sua Lei de Anistia, tirando a prescrição dos crimes. É isso que os outros países fizeram e nós temos de fazer também”, argumentou. “Sem isso, vamos estar sempre num processo de transição democrática, porque um crime não esclarecido é um crime continuado”, completou.

    Também farão parte da Subcomissão os deputados Chico Alencar e Jean Wyllys, do PSOL do Rio de Janeiro; Domingos Dutra (PT-MA), Arnaldo Jordy (PPS-PA), Luiz Couto (PT-PB), Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) e Erika Kokay (PT-DF).
    http://psol50.org.br/blog/tag/psol/
    Partido Socialismo e Liberdade

    quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

    SIM PARA A APROVACAO TEXTO ORIGINAL PLC 122/2006

    Kawika Lgbt 6 de Dezembro de 2011 21:42
    NAO AO ACORDAO MARTA-CRIVELLA-DEMOSTENES (Jo diz: Posicao Medieval)
    SIM PARA A APROVACAO TEXTO ORIGINAL PLC 122/2006
    CHAMEM O DEPUTADO FEDERAL LGBT JEAN WYLLYS PARA A COMISSAO
    Marta Suplicy tem "texto alternativo" para o projeto de lei da camara para criminalizar a homofobia, lesbofobia e transfobia no Brasil. Praticamente a alteracao da Marta foi elaborada em conjunto com o direitista Senador Demostenes (que como sabemos nao tem compromissos com LGBT) e com o Senador do PRB Marcelo Crivella (Crivella sendo um pouco pior que o Malafaia e o bolsonaro em assuntos LGBT). Como uma imagem diz mais que mil palavras aqui vai no que acredita o Senador Marcelo Crivella do RJ sobre os LGBT. A votacao sera dia 8/Dezembro/2011 nesta quinta-feira as 9am no senado de Brasilia e a maioria da comunidade LGBT brasileira quer a aprovacao do texto original do PLC 122/2006 sem as alteracoes do acordao Marta-Demostenes-Crivella ate porque nenhum dos tres eh LGBT e estao apitando o taco onde nao entendem. A Marta eh grande apoiadora dos LGBT mas ela certamente nao sabe e nunca passou o que um LGBT passa no Brasil para fazer esse tipo de acordao. Basicamente o que o Acordao Marta/Demostenes-Crivella tenta eh mudar a essencia do PLC 122/2006 e 1) Nao reconhecer a homofobia, lesbofobia e transfobia como racismo (Ate a ONU ja disse em Maio/2011 que Homofobia eh IGUAL Racismo) e 2) Os pastores/Padres/Igrejas estao autorizados a dizer que ser LGBT eh pecado ou doenca mental desde que for somente dentro das Igrejas tonando esses "santuarios" nuns verdadeiros centros de capacitacao e treinamento de pessoas para atacarem a populacao LGBT do Brasil de no minimos 19 milhoes. Exija seu direito e OLHO VIVO PESSOAL. Aqui o "santinho do Pau Oco Senador Marcelo Crivella do RJ: https://www.youtube.com/watch?v=to02lcFKMUc
    Jô Soares questiona o Bispo Marcelo Crivella sobre homossexualidade
    www.youtube.com
    Visite: http://www.novaconsciencia.com.br/ (ENGLISH) The brazilian presenter Jô Soares, questioning ...

    quarta-feira, 14 de setembro de 2011

    Apoio a Jean Wyllys

    2ª Ação Coletiva - Apoio a Jean Wyllys


    Hoje às 08:30 - 31 de outubro às 11:30

    Criado por

    ParaTodos contra a homofobia, a lesbofobia e a transfobia.

    Mais informações
    ELEIÇÃO DE MELHOR PARLAMENTAR DO ANO

    Qual foi o parlamentar que melhor representou a população LGBT no Congresso este ano?
    E aquele que mais se destacou na defesa de causas importantes?

    Sem dúvida, foi JEAN WYLLYS, deputado federal pelo PSOL-RJ.

    Agora, cabe a nós dizer isso a todo o restante do Brasil!

    Na eleição de melhor parlamentar do ano, Jean está oscilando entre o 1º e o 3º lugares.

    Vamos votar, cada um de nós, para que ele fique em 1º lugar absoluto?

    VOTE AQUI em JEAN WYLLYS: http://www.premiocongressoemfoco.com.br/Voto.aspx

    Leva apenas um minuto. Não deixe para fazer depois, você pode esquecer. Vote agora mesmo!

    NÃO DEIXE DE CONFIRMAR O VOTO POR E-MAIL.
    Verifique se preencheu o e-mail corretamente.

    segunda-feira, 4 de julho de 2011

    Ayres Britto defende a criminalização do preconceito contra homossexuais

    Ayres Britto defende a criminalização do preconceito contra homossexuais
    Ariadne Sakkis
    Publicação: 01/07/2011 08:00 Atualização:
    Correio Brasiliense 

    Os defensores da criminalização da homofobia têm ao seu lado um aliado de peso. Relator do processo que concedeu o direito de união estável para homossexuais, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto acredita que o país não pode se omitir nessa questão. “No mundo todo ocidental, há uma tendência de repúdio à homofobia. E o Brasil não poderia ficar de fora desse progresso civilizatório”, disse ontem ao Correio, após participar de um debate sobre o tema promovido pela Universidade de Brasília (leia entrevista abaixo). O auditório da Faculdade de Estudos Sociais Aplicados ficou lotado.

    O pensamento de Britto vai de encontro ao que propõe o Projeto de Lei nº 122, de 2006, que altera a Lei nº 7.716, de 1989, conhecida como Lei do Racismo, além do parágrafo 3º do art. 140 do Código Penal para que a discriminação em função de orientação sexual e identidade de gênero seja considerada crime (veja Para saber mais). A medida teve a redação alterada algumas vezes para minimizar atritos com parlamentares contrários a ela. A atual relatora do projeto é a senadora Marta Suplicy (PT-SP). Se for aprovada, a norma tornará passível de detenção e multa quem cometer práticas discriminatórias contra gays, lésbicas, travestis, transgêneros e transexuais.

    O ministro esteve ontem no derradeiro debate da Semana de Direito e Gênero, organizada pela Faculdade de Direito da UnB. Dividiram a mesa com ele o deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ), a doutora em psicologia Tatiana Lionço e a mestranda em antropologia Mariana Cintra. Ayres Britto era a figura mais aguardada do dia e a fala dele foi aplaudida em diversas ocasiões. Ele voltou a endossar a decisão do STF quanto à união de pessoas do mesmo sexo. “Quem é que está perdendo? Quem é que está tendo os seus direito subtraídos? Os heterossexuais não vão continuar do mesmo jeito? Por que proibir os direitos dos homoafetivos?”, reiterou o magistrado.

    Para ele, a decisão é a prova de que os assuntos de afeto passaram a integrar a pauta da Justiça brasileira. “Finalmente, o Poder Judiciário começa a entender que o afeto também é uma categoria jurídica. A Constituição fala do pensamento, do sentimento e da criação artística, de religiosidade e agora estamos compreendendo que, sem afetividade, não pode haver efetividade da Constituição.”

    Perdão
    O uso de argumentos científicos para justificar discursos homofóbicos e o mau uso da palavra, principalmente por parte de fundamentalistas religiosos, foram os temas escolhidos pela psicóloga Tatiana Lionço. “O discurso da degeneração e da anormalidade, do ponto de vista científico, não se sustenta mais. Ele só se sustenta do ponto de vista religioso. A eles eu digo: ‘Perdoai, eles não sabem o que dizem’”, defendeu. A antropóloga Mariana Cintra lembrou que, apesar de os homens serem alvos mais frequentes, mulheres, transgêneros e travestis também são alvos constantes de agressão.

    Pressão por legislação
    O deputado federal Jean Wyllys (PSol-RJ) reconhece as conquistas sobre a união entre pessoas do mesmo sexo, mas nem por isso deixará de militar para que o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) seja convertido em lei. Ele sabe que a tarefa será árdua. “A decisão é um instrumento de combate à discriminação jurídica. Mas ainda não há uma lei, é uma jurisprudência. Para que isso seja acessado automaticamente, o Congresso (Nacional) tem que legislar e, aí mora o problema, porque o Congresso é formado por uma maioria conservadora. A única maneira de mudar a face da Casa é ampliando a consciência política sobre o assunto”, avaliou ontem em seminário realizado na UnB.

    Parte da consciência a que se refere é a educação de respeito às diferenças em uma sociedade pluralista. Daí, a necessidade de desfazer conceitos distorcidos e lutar contra a discriminação. “O homossexual, para se assumir, precisa reinventar a si mesmo para driblar a homofobia cultural e conceitual introjetada nele mesmo. Precisamos de uma transformação nas regras para criar um mundo onde há respeito a todos.”

    Nesse contexto, está inserida a UnB. Atualmente, a comunidade acadêmica está em plena discussão sobre a criação de um programa de combate à homofobia dentro da instituição. Uma das propostas levantadas nas plenárias é que a UnB redija o próprio material educativo contra a discriminação a lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros.

    São muitas as denúncias de perseguição e agressão a estudantes em função da orientação sexual. Para o deputado federal Jean Wyllys, a iniciativa da cartilha é salutar. “Acho maravilhoso. É lamentável que um aluno entre na universidade e não desconstrua os seus preconceitos. Esse aluno é uma cavalgadura que nem sequer merece estar na universidade. Ninguém é obrigado a amar o homossexual, mas a discriminação e a perseguição são inadmissíveis”, disse.

    Atraso de 10 anos
    O Projeto de Lei (PL) nº 122 tem origem no PL nº 5003, de 2001, apresentado pela então deputada petista Iara Bernardi. O texto estipulava punições para quem cometesse discriminação em função de orientação sexual. Depois deles, outros projetos semelhantes surgiram e foram unificados para facilitar a tramitação. Em 2006, com nova redação, a norma foi aprovada pela Câmara dos Deputados e encaminhado ao Senado Federal. Ele prevê alteração na Lei do Racismo para que a discriminação por opção sexual seja considerada crime, assim como acontece com raça e cor. Desde então, a proposta passou pelas comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Assuntos Sociais (CAS) e atualmente está na Comissão de Direitos Humanos da Casa. Sob forte pressão da bancada evangélica e católica, o texto sofreu alterações. Entre 2008 e 2010, o projeto não teve o andamento esperado na Casa, mas em 2011 foi resgatado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP). Ela proporá alteração no texto para que não seja considerado crime “a manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência e de crença”.

    Três perguntas para - Carlos Ayres Britto

    Como o senhor avalia a decisão do STF sobre a união estável homoafetiva, que teve imensa repercussão?
    Acho que o Supremo interpretou muito bem a Constituição. E o fez à luz dos seus princípios mais importantes.

    Mas há quem diga que o Supremo atropelou o Poder Legislativo. O senhor concorda?Não usurpou função legislativa, porque não lhe cabe fazer as vezes de legislador. Ao promover a inclusão comunitária do segmento homoafetivo do nosso país, o fez conciliando rigorosamente o direito constitucional e o humanismo. Eu fico muito feliz.

    O que o senhor pensa sobre a criminalização da homofobia?No mundo todo ocidental, civilizado, arejado mentalmente, há um repúdio à homofobia. E o Brasil não poderia ficar de fora desse progresso civilizatório.

    quarta-feira, 15 de junho de 2011

    Malta ameaça renunciar mandato se Lei Anti-homofobia for aprovada no Congresso

    13/06/2011 às 15h45

    Malta ameaça renunciar mandato se Lei Anti-homofobia for aprovada no Congresso



    Folha Vitória

    Foto: Agência Senado

    O senador capixaba Magno Malta (PR) anunciou que vai renunciar o mandato no Senado caso a lei anti-homofobia, que torna crime a discriminação contra homossexuais, for aprovada no Senado.
    “Se o Projeto de Lei 122, que excita a criação de um terceiro sexo, for aprovado, com dignidade de cristão, renuncio do mandato de Senador da República”, disse.
    Para o republicano, criar castas, mudar costumes enraizados pela própria natureza e proteger a minoria com privilégios são fatos reais que ferem a justiça social em toda conjuntura. "Preconceito é cegueira moral, não aceito nem a intolerância e conceito imparcial. Não estou legislando em causa própria, mas no mais legitimo dever de defender a família estruturada, o futuro de uma geração e de forma geral a vida na sua essência divina”.
    Magno Malta afirmou ainda que vai entrar com uma ação na Justiça contra o deputado federal Jean Willis (PSOL/RJ), que, segundo o senador, tem lhe acusado de relacionar a pedofilia com o homossexualidade.
    “Legislar em causa própria, com preconceito e calúnia é grave e não faço e nem aceito. Vou interpelar judicialmente o deputado federal que tem declarado para a imprensa que sou de má fé ao relacionar homossexualismo com pedofilia. Nunca afirmei tal comparação. Pelo contrário, defendi o Vaticano mostrando a realidade dos fatos como comportamentos distintos e sem relação na grande maioria das vezes”, destacou.
    E prosseguiu: “Nunca afirmei tal relação. De minha boca não saiu tal declaração. Eu respeito à opção sexual de cada cidadão. No meu partido, temos o vereador Moacir Sélia, o Moa, um travesti de muito respeito. Fizemos campanha juntos, lado a lado. É meu amigo".

    sábado, 21 de maio de 2011

    Jean Wyllys debate direitos humanos Parte 1

    Enviado por em 07/04/2010
    Participação de Jean Wyllys no debate sobre direitos humanos realizado na PUC/RJ, junto com o Deputado Estadual Marcelo Freixo (PSOL/RJ), no dia 1º de abril de 2010.










    sexta-feira, 22 de abril de 2011

    Carta do Deputado Jean Wyllys - Uma Ode ao Estado Laico

    Parabéns    querido  Jean.  Tem nosso  apoio.
                                                                   Toni Reis

    Carta do Deputado Jean Wyllys - uma ode ao estado Laico
    Em primeiro lugar, quero lembrar que nós vivemos em um Estado Democrático de Direito e laico. Para quem não sabe o que isso quer dizer, “Estado laico”, esclareço: O Estado, além de separado da Igreja (de qualquer igreja), não tem paixão religiosa, não se pauta nem deve se pautar por dogmas religiosos nem por interpretações fundamentalistas de textos religiosos (quaisquer textos religiosos). Num Estado Laico e Democrático de Direito, a lei maior é a Constituição Federal (e não a Bíblia, ou o Corão, ou a Torá).


    Logo, eu, como representante eleito deste Estado Laico e Democrático de Direito, não me pauto pelo que diz A Carta de Paulo aos Romanos, mas sim pela Carta Magna, ou seja, pelo que está na Constituição Federal. E esta deixa claro, já no Artigo 1º, que um dos fundamentos da República Federativa do Brasil é a dignidade da pessoa humana e em seu artigo 3º coloca como objetivos fundamentais a construção de uma sociedade livre, justa e solidária e a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. A república Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos princípios da prevalência dos Direitos Humanos e repúdio ao terrorismo e ao racismo.


    Sendo a defesa da Dignidade Humana um princípio soberano da Constituição Federal e norte de todo ordenamento jurídico Brasileiro, ela deve ser tutelada pelo Estado e servir de limite à liberdade de expressão. Ou seja, o limite da liberdade de expressão de quem quer que seja é a dignidade da pessoa humana do outro. O que fanáticos e fundamentalistas religiosos mais têm feito nos últimos anos é violar a dignidade humana de homossexuais.


    Seus discursos de ódio têm servido de pano de fundo para brutais assassinatos de homossexuais, numa proporção assustadora de 200 por ano, segundo dados levantados pelo Grupo Gay da Bahia e da Anistia Internacional. Incitar o ódio contra os homossexuais faz, do incitador, um cúmplice dos brutais assassinatos de gays e lésbicas, como o que ocorreu recentemente em Goiânia, em que a adolescente Adriele Camacho de Almeida, 16 anos, que, segundo a mídia, foi brutalmente assassinada por parentes de sua namorada pelo fato de ser lésbica. Ou como o que ocorreu no Rio de Janeiro, em que o adolescente Alexandre Ivo, que foi enforcado, torturado e morto aos 14 anos por ser afeminado.


    O PLC 122 , apesar de toda campanha para deturpá-lo junto à opinião pública, é um projeto que busca assegurar para os homossexuais os direitos à dignidade humana e à vida. O PLC 122 não atenta contra a liberdade de expressão de quem quer que seja, apenas assegura a dignidade da pessoa humana de homossexuais, o que necessariamente põe limite aos abusos de liberdade de expressão que fanáticos e fundamentalistas vêm praticando em sua cruzada contra LGBTs.


    Assim como o trecho da Carta de Paulo aos Romanos que diz que o “homossexualismo é uma aberração” [sic] são os trechos da Bíblia em apologia à escravidão e à venda de pessoas (Levítico 25:44-46 – “E, quanto a teu escravo ou a tua escrava que tiveres, serão das gentes que estão ao redor de vós; deles comprareis escravos e escravas…”), e apedrejamento de mulheres adúlteras (Levítico 20:27 – “O homem ou mulher que consultar os mortos ou for feiticeiro, certamente será morto. Serão apedrejados, e o seu sangue será sobre eles…”) e violência em geral (Deuteronômio 20:13:14 – “E o SENHOR, teu Deus, a dará na tua mão; e todo varão que houver nela passarás ao fio da espada, salvo as mulheres, e as crianças, e os animais; e tudo o que houver na cidade, todo o seu despojo, tomarás para ti; e comerás o despojo dos teus inimigos, que te deu o SENHOR, teu Deus…”).


    A leitura da Bíblia deve ensejar uma religiosidade sadia e tolerante, livre de fundamentalismos. Ou seja, se não pratica a escravidão e o assassinato de adúlteras como recomenda a Bíblia, então não tem por que perseguir e ofender os homossexuais só por que há nela um trecho que os fundamentalistas interpretam como aval para sua homofobia odiosa.


    Não declarei guerra aos cristãos. Declarei meu amor à vida dos injustiçados e oprimidos e ao outro. Se essa postura é interpretada como declaração de guerra aos cristãos, eu já não sei mais o que é o cristianismo. O cristianismo no qual fui formado – e do qual minha mãe, irmãos e muitos amigos fazem parte – valoriza a vida humana, prega o respeito aos diferentes e se dedica à proteção dos fracos e oprimidos. “Eu vim para que TODOS tenham vida; que TODOS tenham vida plenamente”, disse Jesus de Nazaré.


    Não, eu não persigo cristãos. Essa é a injúria mais odiosa que se pode fazer em relação à minha atuação parlamentar. Mas os fundamentalistas e fanáticos cristãos vêm perseguindo sistematicamente os adeptos da Umbanda e do Candomblé, inclusive com invasões de terreiros e violências físicas contra lalorixás e babalorixás como denunciaram várias matérias de jornais: é o caso do ataque, por quatro integrantes de uma igreja evangélica, a um centro de Umbanda no Catete, no Rio de Janeiro; ou o de Bernadete Souza Ferreira dos Santos, Ialorixá e líder comunitária, que foi alvo de tortura, em Ilhéus, ao ser arrastada pelo cabelo e colocada em cima de um formigueiro por policiais evangélicos que pretendiam “exorcizá-la” do “demônio”.


    O que se tem a dizer? Ou será que a liberdade de crença é um direito só dos cristãos?


    Talvez não se saiba, mas quem garantiu, na Constituição Federal, o direito à liberdade de crença foi um ateu Obá de Xangô do Ilê Axé Opô Aforjá, Jorge Amado. Entretanto, fundamentalistas cristãos querem fazer uso dessa liberdade para perseguir religiões minoritárias e ateus.


    Repito: eu não declarei guerra aos cristãos. Coloco-me contra o fanatismo e o fundamentalismo religioso – fanatismo que está presente inclusive na carta deixada pelo assassino das 13 crianças em Realengo, no Rio de Janeiro.


    Reitero que não vou deixar que inimigos do Estado Democrático de Direito tente destruir minha imagem com injúrias como as que fazem parte da matéria enviada para o Jornal do Brasil. Trata-se de uma ação orquestrada para me impedir de contribuir para uma sociedade justa e solidária. Reitero que injúria e difamação são crimes previstos no Código Penal. Eu declaro amor à vida, ao bem de todos sem preconceito de cor, raça, sexo, idade e quaisquer outras formas de preconceito. Essa é a minha missão.


    Jean Wyllys (Deputado Federal pelo PSOL Rio de Janeiro)