Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
domingo, 25 de maio de 2014
#Desabastecimento #TBnoRJTv
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Ativistas denunciam falta de leitos e de remédios para doenças oportunistas no RJ
Ativistas denunciam falta de leitos e de remédios para doenças oportunistas no Rio de Janeiro
O ativista Cazu Barroz, da Federação de Bandeirantes do Brasil, denunciou que desde 30 de maio está à espera do fornecimento pelo Estado do medicamento Valaciclovir, usado contra herpes, doença oportunista em decorrência do vírus HIV.
Para a Agência de Notícias da Aids, ele contou que está desembolsando cerca de R$ 1200 para fazer o tratamento. “É muito caro, mas ou compro e faço o tratamento ou corro o risco de ficar cego e até de morrer. Depender do governo, infelizmente não é mais possível”, disse.
Renato da Matta, da direção do Fórum de ONGs que lutam contra a Aids no Estado, e Roberto Pereira, do Fórum de ONGs contra a Tuberculose, confirmaram a esta agência a escassez de leitos no Rio de Janeiro.
Segundo Roberto, em recente encontro com o Secretario Estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, foi reiterado a necessidade de um seminário estratégico com a participação do Governador Sérgio Cabral e representantes dos 32 principais municípios do Estado para discutir ações emergenciais para a saúde, entre elas, o enfrentamento da aids e da tuberculose. “A ideia é criar um evento que chame atenção para estes problemas e que tenha a presença da mídia também para cobrar por soluções”, enfatizou.
A previsão é que este encontro ocorra na segunda quinzena do mês de setembro. Antes disso, os ativistas do Estado irão propor como tema exclusivo da próxima reunião da Comissão Estadual de Aids a falta de leitos para pacientes com HIV e a aids, assim como de remédios para doenças oportunistas.
“Revoltado”
Além de integrante da secretaria executiva do Fórum de ONG/Aids do Estado do Rio de Janeiro, Renato da Matta é membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Rio de Janeiro e do Grupo Pela Vidda, de Niterói.
“Ele afirma que a aids é uma doença crônica, mas não é. Por conta dessa banalização, que segundo suas explicações, parece que hoje ter aids é tranquilo, muitos jovens estão se infectando, pois acham que se pegarem o HIV, um remedinho irá controlar a doença... Ele disse também que as pessoas com HIV e aids têm uma boa qualidade de vida, mas quem são essas pessoas? Eu não tenho uma qualidade de vida boa”, ressaltou.
O ativista discorda ainda quando o médico diz que um doente de aids pode ser atendido em qualquer leito hospitalar. “Isso não é verdade. A reportagem cita um caso de um paciente internado ao lado de um doente de tuberculose. As pessoas com HIV têm o sistema imunológico mais debilitado e vulnerável a doenças como a tuberculose. Para aquele paciente, ficar ali ao lado de uma pessoa com tuberculose, o risco de contrair o bacilo era muito grande”, disse.
O representante do Fórum de ONG/Aids do Rio finalizou dizendo que o Brasil “definitivamente” não tem o melhor Programa de Aids do mundo. “Distribuir remédios é fácil. Quero ver garantir atendimento digno a todos que precisam. Dinheiro para reconstruir o estádio do Maracanã não falta, mas para a saúde falta. Aqui no Rio de Janeiro há escassez de leitos, remédios e as pessoas ficam jogadas à espera de uma vaga nos hospitais”, criticou.
A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde do Rio de Janeiro foi contatada, mas ainda não respondeu oficialmente às denuncias dos ativistas feitas nesta reportagem.
Em reposta ao ativista Cazu Barroz, a Secretaria informou em maio que o Estado reformulou a grade de aquisição de medicamento, o que inclui o remédio anti-herpes Valaciclovir. Porém, a empresa fabricante não entregou o medicamento, o que obrigou a Secretaria abrir novo processo de compra, que na época estava em fase de tramitação para aquisição.
Lucas Bonanno
DICAS DE ENTREVISTA:
Tel.: (0XX21) 2240 9220
TEl.: (0XX21) 3899-3295
Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado da Saúde do RJ
Tel.: (0XX21) 2333-3717
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Aids no Bom Dia Rio hoje: (Marcio Villard)
Tivemos participação na matéria para falar da nossa experiência enquanto Grupo de pessoas vivendo com HIV e Aids e comentar nossas percepção acerca das ações de prevenção e promoção da saúde com a população com mais idade.
Agrdecemos apoio de Cazu Barroz da FBB e José Luis do GPV-Niterói (infelizmente saiu com o crédito de Roberto) que participaram com Mara da entrevista no GPV-RJ.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Asilo em processo de desativamento no Rio
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
Os “Sergios” Cabral e a Saúde de mal a pior do Rio[editorialNGB]
Sérgio Cabral é o maldito do RJ-educação, saude e segurança
- Adicionado por eduardo manoel da silva em 1 setembro 2010 às 18:22
Incêndio no Hospital Pedro II, cinco pacientes morrem após transferência
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Polícia Federal do Rio investiga fraudes com precatórios em ONGs Do RJTV Segundo a polícia, quadrilha desviou mais de R$ 1 milhão desde junho.
Polícia Federal do Rio investiga fraudes com precatórios em ONGs
Do RJTV
Segundo a polícia, quadrilha desviou mais de R$ 1 milhão desde junho.
Funcionários da Caixa e da Justiça estão entre os suspeitos.
A Polícia Federal do Rio investiga um esquema de fraudes que desviava dinheiro da União para Organizações Não Governamentais (ONG) de fachada ou fantasmas usando precatórios - pagamentos determinados pela Justiça a pessoas ou empresas que ganham causas contra o governo. As investigações apontam para o envolvimento de funcionários da Caixa Econômica Federal e da Justiça. Segundo a PF, desde junho, a quadrilha desviou mais de R$ 1 milhão.
No esquema, pessoas com fichas limpas eram orientadas pelos criminosos a abrir ONGs de fachada com a promessa de receber parte do dinheiro. A quantia era transferida, sem autorização judicial, das contas do governo para as ONGs, em transações pela internet. Em seguida, as instituições repassavam os recursos para terceiros, que transferiam o montante para outras ONGs em nomes de laranjas ou já desativadas.
Médico é preso
Os altos valores dos repasses chamaram a atenção de fiscais do governo. Foi assim que a PF chegou ao médico Belizário de Lima Pereira, presidente de uma ONG em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, preso em flagrante no dia 1º de julho, numa agência da Caixa, no Centro da cidade, quando, segundo a polícia, iria fazer novos saques. O médico negou todas as informações e afirmou que só irá se manifestar em juízo.
Segundo a polícia, ele deve responder por estelionato e formação de quadrilha. O juiz da 3ª vara Criminal Federal do Rio, Roberto Schuman, já negou dois pedidos de liberdade encaminhados à Justiça pelos advogados de Belizário. Na decisão, o magistrado rejeitou o relaxamento de prisão alegando que ela foi feita no mesmo dia em que havia vários agendamentos a serem efetivados pelo médico. A PF agora investiga se existe relação entre o dinheiro desviado e campanhas políticas.