Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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Ativismo Contra Aids/TB

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terça-feira, 11 de março de 2014

#NovecoisasQUEvocê precisa saber sobre o #HIV/Aids By Manuela Biz

Nove coisas que você precisa saber sobre o HIV/Aids
Men's Health  |  De Manuela Biz Publicado: 24/02/2014 18:33 BRT


Em 2010, fui passar férias na África do Sul para fazer um trabalho voluntário. Eu tinha 25 anos, embarquei sozinha. Ia morar com um grupo de gringos, todos da mesma idade. Dos amigos brasileiros, escutei incentivos do tipo: "Aproveita! Vai rolar muita pegação!" Mas, no primeiro dia no outro continente, ouvi um conselho muito diferente: "Vá com calma e pense bem. A cada cinco amigos novos que você pode fazer, um provavelmente vai morrer em decorrência da aids". Gelei.

O país que escolhi visitar já teve cerca de 20% da população contaminada pelo vírus HIV - hoje, são 12%, de acordo com estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Foi a primeira vez que me preocupei de verdade com a doença.

Nasci em Londrina (PR), moro em São Paulo (SP) há sete anos e nunca havia pensado no HIV como um perigo iminente. Não conhecia pessoas infectadas (ou ignorava a condição de soropositivos) e ainda estava na pré-escola quando Cazuza apareceu magérrimo e abatido em capas de revista, pouco antes de falecer. Não que eu tenha sido sexualmente irresponsável. Aprendi desde sempre - em casa, na escola, vendo TV - que transa só valia com camisinha. Seguia a lição à risca. Mas, confesso, meu único medo era que as madrugadas de balada virassem madrugas de trocas de fralda após uma gravidez. E, pior, aquele meu comportamento ainda parece ser padrão.

De acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, em 2012 houve 39 185 novos casos de HIV no país - o número está estável há alguns anos. Mas existe um aumento preocupante no índice de infecção entre jovens - e, na outra ponta da tabela, entre a terceira idade (acima de 60 anos). Em 2011, 6.023 homens entre 15 e 29 anos contraíram o vírus da aids no Brasil. Em 2012, foram 6.157. E mais da metade deles (3.522) possui entre 25 e 29 anos, minha idade, e moram principalmente em grandes capitais das regiões Sul e Sudeste.

Por que muita gente ainda cai nessa? Nos últimos meses, encontrei especialistas de áreas diferentes que trabalham especificamente com HIV. Aqui, divido com você as respostas deles para dúvidas que eram minhas, e também podem ser suas.

1. Por que nunca me preocupei com aids?
O registro de novos casos permanece estável, mas há queda no número de óbitos devido à doença. Foram 11.896 mortes em 2012 - e 12.158 em 2010. Isso se deve a um combinado de fatores, segundo Jarbas Barbosa, médico sanitarista da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.

Pesquisas levaram à melhoria nos tratamentos. E há muitas campanhas que incentivam médicos a pedir exame de HIV e pacientes a fazê-lo - o que ajuda a identificar logo os portadores do vírus. "Ter o HIV no organismo não significa sofrer de aids. O HIV pode passar anos na pessoa sem que ela desenvolva qualquer sintoma da doença. Aí, há chance de controlar a proliferação do vírus no corpo seguindo um protocolo adequado", explica Artur Kalichman, médico sanitarista e coordenador adjunto do Programa DST/Aids do Estado de São Paulo.

No entanto: "Quem não viveu a época de propaganda massiva contra a doença e não viu pessoas sofrerem dela tem a falsa percepção de que aids não é um problema tão sério", diz Barbosa. Ou seja, perpetuou-se a ideia de que a doença não mata mais - é só tomar uns comprimidos e você vive legal. Mas, sim, ela leva à morte. O tratamento exige comprometimento e é para sempre. E ainda não há cura.

2. É só um vírus. Por que o HIV tem tanto poder?
Ele tem estratégia. "Quando atinge as primeiras células do indivíduo, geralmente na mucosa dos órgãos sexuais, o HIV começa a se multiplicar e isso induz respostas do sistema imunológico", explica Liã Bárbara Arruda, bióloga e doutoranda em saúde internacional na Universidade de São Paulo (USP). "O vírus trata de atingir principalmente as células TCD4+, as maiores responsáveis pela organização da sua defesa contra doenças. Essas células são pouco resistentes ao HIV e acabam morrendo." Com isso, o sistema imunológico do soropositivo fica comprometido e baixa a guarda diante de outros inimigos - as chamadas doenças oportunistas, que podem matar.

Mais: o HIV apresenta alta diversidade genética. "Durante a própria multiplicação, o vírus não é capaz de corrigir erros de sequenciamento genético (já nosso organismo faz isso cada vez que uma célula se duplica). Assim, a cada reprodução, o HIV gera mais tipos de si", explica Liã. Então, o organismo, por mais que tente produzir células específicas contra o invasor, não é capaz de acompanhar o fluxo de vírus diferentes gerados a cada segundo. "Os sintomas aparecem quando o corpo do soropositivo começa a perder a briga. Pode demorar anos ou bem pouco tempo", diz Sumire Sakabe, infectologista do Hospital Nove de Julho, em São Paulo (SP). Nesse momento, há a mudança de status de soropositivo para paciente com aids. "Os médicos consideram doentes com aids as pessoas em que o HIV já causou dano severo ao sistema imunológico e quando elas têm doenças oportunistas e contagem de linfócitos TCD4+ abaixo de 200 células por milímetro cúbico de sangue."

3. Se não curam, os remédios fazem o quê?
Logo que diagnosticado, o paciente soropositivo recebe orientação sobre o tratamento. Passa pelos exames de carga viral (para checar a quantidade e os tipos de vírus que carrega) e o de TCD4+ (para verificar como está a imunidade do organismo). Conforme os resultados, recebe um tratamento.

Os medicamentos contra aids, também conhecidos como antirretrovirais, inibem a multiplicação do vírus e/ou a entrada dele nas células. "Com o bloqueio da ação do HIV, cessa a destruição das TCD4+ e o organismo ganha tempo para repor o estoque delas", explica Alberto Chebabo, infectologista do laboratório Delboni Auriemo Medicina Diagnóstica, em São Paulo (SP). "Assim, aumenta a imunidade do infectado e diminui o risco de ele ter doenças oportunistas." Para combater o HIV, é necessário utilizar, todo dia, ao menos três antirretrovirais - que podem estar num só comprimido.

Desde 1996, o Brasil distribui o coquetel gratuitamente na rede pública de saúde. "Mas, hoje, os remédios são mais capazes de manter a infecção controlada", diz Chebabo. Além de tratar quem já desenvolveu a doença, os antirretrovirais passaram a ser oferecidos pelo governo para quem é apenas portador do vírus. Eis uma nova frente de combate à proliferação da aids. "Manter baixo o volume de HIV no organismo também diminui bastante a chance de ele repassar o vírus adiante", explica Kalichman. O que não é motivo para sexo sem proteção.

Esqueça o velho preconceito que liga o uso dos coquetéis antirretrovirais a pessoas frágeis fisicamente, como em imagens icônicas dos anos 80. "O tratamento já permite que os infectados trabalhem, pratiquem esportes, namorem, tenham filhos etc.", diz Sumire. A realidade dos pacientes mudou, mas ainda demanda esforço e comprometimento pela vida toda.
De cara, há o efeito colateral da medicação. "No meu caso, tive muita tontura, dores de cabeça e vômitos. Acabou restando um intestino desregulado que me obriga a usar outro remédio para controlar esse problema", diz Rafael Bolacha, cientista social paulista, 28 anos, que descobriu ser soropositivo e é também autor de um blog (umavidapositiva.com.br) onde divide dúvidas e dificuldades de lidar com o HIV. "Além de seguir à risca a medicação, mantenho uma alimentação saudável, faço atividade física, reorganizei minhas horas de descanso e dou atenção a qualquer sinal do meu corpo que denuncie queda na imunidade." Rafael sabe que tem muito a perder se deixar a disciplina para escanteio.

4. E os boatos sobre a cura?
Os antirretrovirais são capazes de conter a infecção, mas ainda não são capazes de eliminar todos os vírus do organismo. No corpo, o HIV pode sair da corrente sanguínea e se esconder em órgãos, como o cérebro, onde os ativos dos remédios têm dificuldade para chegar. "Ali, o vírus pode ficar imperceptível ao sistema imunológico e formar reservatórios de HIV", afirma Liã. O que não o impede de voltar ao sangue, e à ação, a qualquer momento. Outra dificuldade: "Considerando que dentro de um mesmo indivíduo já temos populações virais com diferenças genéticas entre si, é ainda mais difícil que a mesma vacina funcione para a grande maioria das pessoas infectadas", explica Liã. Ainda assim, a ciência segue na busca pela cura da aids.
5. Não quero pegar aids, claro. Mas tem mesmo de rolar plástico filme no sexo oral?

Quando fiz essa pergunta a Kalichman, ele riu e mandou um sonoro "sim!". Ainda não existe método mais efetivo para evitar aids que o uso de preservativo (leia mais na próxima reportagem, pág. 82) em todo tipo de relação sexual. De camisinha, portadores de HIV e outras DSTs podem transar sem contaminar outras pessoas. Se a mulher é portadora de uma doença, precisa pôr o plástico na vagina antes de receber sexo oral. Do contrário, pode contaminar você.

"O vírus da aids é transmitido por secreções corporais (lubrificantes sexuais, esperma, leite e sangue), mas só entra no corpo por meio de mucosas expostas. Na boca, a absorção é pequena. Se tiver um machucado ali, porém, o risco de contaminação aumenta", explica Kalichman. Já a parte interior da vagina, feita de mucosa, absorve rapidamente o vírus caso tenha contato com esperma contaminado. O prepúcio do pênis, que possui pele fina, pode permitir a penetração do HIV se ficar envolto em líquido vaginal soropositivo.

6. Circuncisão pode diminuir o risco de contrair aids?
Pode. "Sem a pele protetora, retirada na cirurgia, a pele do prepúcio do pênis vai engrossando e perde características de mucosa. Assim, fica um pouco menos suscetível a contaminações", diz Kalichman.

7. E aquela gozada na coxa dele, é perigosa?
Não. Esperma ou líquido vaginal contaminado com HIV não causa nada em pele sem mucosa - a não ser a necessidade de um bom banho. Saliva também está liberada, pode beijar sem medo.

8. E se eu marcar bobeira?
Transou sem camisinha e encanou? Procure um Centro de Testagem e Aconselhamento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Existe uma profilaxia pós-exposição. "Quem nos procura usa, por 28 dias, os mesmos medicamentos que receitamos para pacientes infectados. O objetivo é impedir a penetração do vírus nas células", explica Chebabo. Aí, o HIV não se hospeda em lugar algum e acaba morrendo. Utilizado em profissionais da saúde que sofrem acidentes com sangue no trabalho, por exemplo, o método não tem 100% de eficácia, mas reduz muito o risco de a pessoa contrair a doença. "O melhor é procurar o tratamento logo no dia seguinte à relação arriscada. Ou até 72 horas depois dela", explica Kalichman.

É provável que a equipe de saúde também oriente essa pessoa a fazer um teste de HIV, via sangue ou saliva, após algumas semanas (o corpo demora de um a seis meses para produzir anticorpos contra o vírus). Há possibilidade de o primeiro ser bem rápido: resultado na hora. Se ele for positivo, o paciente é convidado a refazê-lo com outra metodologia. "O teste não procura pelo vírus HIV, e sim pela reação do sistema imunológico. Então, é possível que outras infecções interfiram no resultado gerando um falso positivo", explica Kalichman. Daí a necessidade da comprovação. O ideal é repetir o exame sempre depois de um descuido ou incluí-lo no seu check-up anual.

9. Ok, fiz o exame e deu negativo. Ainda tenho alguma coisa a ver com isso?
"O combate à aids depende também, e muito, de fatores comportamentais e ações educacionais", diz Barbosa. Na maior parte dos casos (exceto violência, transfusão de sangue - muito segura no Brasil - ou acidentes de trabalho com profissionais de saúde), é necessário se colocar em uma situação específica de risco (sexo desprotegido ou uso de drogas) para contrair o vírus. É aí que eu, e você, entramos.

Toda a pesquisa e o trabalho do pessoal que me ajudou nesta reportagem pode não valer muito se não usarmos camisinha na transa com uma pessoa que ainda estamos conhecendo. Ou se, em um relacionamento estável, desistirmos do preservativo sem manter a palavra de não ciscar no terreno ao lado. "Para cEombater a aids é preciso, antes de tudo, responsabilidade e honestidade perante sua vida e a das pessoas com quem se relaciona", diz Kalichman.


http://www.brasilpost.com.br/2014/02/24/duvidas-sobre-hiv-aids_n_4849323.html?utm_hp_ref=atitude-abril
 


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
SEXUALIDADE – SAÚDE – CIDADANIA
 
CNPJ: 74055906 / 0001-40
Reg. CMDCA/ RJ: 02/184/ 349  -  Reg. CMAS/ RJ: 0297/00
Utilidade Pública Municipal - Lei 3115 em 03/10/2000
Utilidade Pública do Estado do Rio de Janeiro LEI 2947/2005
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Parceria Brasileira Contra a Tuberculose - STOP TB
Membro da Comissão Estadual de Aids e Tuberculose - SES/RJ
Membro da Comissão de Aids e Tuberculose do CMS/RJ
 Brasil
- Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 99429-4550

domingo, 10 de fevereiro de 2013

#CONVITE #SOROPOSITIVO #REIKI #TERAPIAfLORAL

Repasso aos parceiros e companheiros, e-mail recebido de Carolina Costa Pacheco, aluna de Mestrado de Enfermagem da UFRJ.

Claro!!
Muito obrigada pela intenção de divulgar o projeto!!!!

Beijos

Enf. Carolina C. Pacheco   
              
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

De: José Roberto de Souza
Para: Carolina Costa Pacheco
Enviadas: Sábado, 2 de Fevereiro de 2013 23:41
Assunto: RE: Enc: Projeto Terapias complementares

Olá Carolina,Você me autoriza a fazer a divulgação do Projeto junto às nossas redes? Obrigado e bom domingo.



PROJETO DE TERAPIA FLORAL E REIKI JUNTO A PESSOAS QUE VIVEM COM HIV/AIDS.

Abs.
 
Enf. Carolina C. Pacheco  
              


Prezados,

Finalmente estaremos iniciando nossas atividades no projeto de Terapia Floral e Reiki junto a pessoas que vivem com HIV/Aids. 
Estaremos iniciando no dia 15/03/2013. Os atendimento inicialmente serão às 6ª feiras de 9:00 às 15:00.
O local é o Espaço Holístico Lumen.
Rua Soares da Costa, nº 138 sala 201 - Tijuca (próximo a Praça Saens Pena)
Tel. 3258.8884 - agendamento com a Secretária Lú no horário de 9 às 15:00.
Temos também um e-mail ( reikiefloral@gmail.com ) para troca de informações.
Peço a colaboração na divulgação do projeto.
Contamos com o apoio de todos.



    Profª Drª Carla Luzia França Araújo
Profª Adjunta - EEAN/UFRJ
Lider do LEPPA DST/AIds

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

História evolutiva do HIV-1 no Brasilem #UNB

História evolutiva do HIV-1 no Brasilem 17/04/11 UNB Universidade de Brasília


Boa tarde


Seguindo na pesquisa e socializando...


Abs

Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
Conselheira Nacional de Saúde
Segmento: Patologias e Deficiências/Hepatites Virais

MBHV Movimento Brasileiro de Luta Contra as Hepatites Virais
Hepatchê Vida
Porto Alegre/RS

51    8127 5366 Tim
51    8418 4159 Oi
51 9662 9284 Vivo
      51 9105 8069 Claro
______________________________________________________________________________________________________________________________________________


Utilize este link para identificar ou citar este item: http://hdl.handle.net/10482/7430

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Título: 
História evolutiva do HIV-1 no Brasil
Autor(es): 
Orientador(es): 
Assunto: 
Data de publicação: 
17-Abr-2011
Data de defesa: 
31-Mai-2010
Referência: 
VÉRAS, Nazle Mendonça Collaço. História evolutiva do HIV-1 no Brasil. 2010. xx, 228 f., il. Tese (Doutorado em Biologia Molecular)-Universidade de Brasília, Brasília, 2010.
Resumo: 
 ______________________
A caracterização dos diferentes subtipos do HIV-1 prevalentes em uma região geográfica, assim como a compreensão da origem e disseminação desses subtipos, é essencial para definir estratégias de prevenção e intervenção nas epidemias locais de HIV/AIDS. O presente trabalho analisou 895 seqüências de pol disponíveis no GenBank, visando descrever os principais subtipos do HIV-1 prevalentes no Brasil, o perfil de resistência de linhagens não expostas a anti-retrovirais, a prevalência de assinaturas e epitopos na protease e transcripatse reversa (RT) e reconstruir a origem e os principais padrões de disseminação dos subtipos B e C do HIV-1 no Brasil. O subtipo B (65,6%) foi o mais prevalente, seguido dos subtipos C (14,1%) e F (6,1%). As formas recombinantes representaram 14,1% das seqüências analisadas. Foram encontradas oito mutações primárias na protease que diminuem a susceptibilidade aos inibidores de protease (PI): L24I, D30N, M46I/L, I54L/V, V82L e I84V. Na RT, foram identificadas 16 mutações associada a resistência aos inibidores de transcriptase reversa análogos de nucleosídeos (NRTI), A62V, D67N/G, T69E/N/S/d, K70R, V75I/L/M, F77L, V118I, Q151M e M184V, e 18 que conferem resistência aos inibidores de transcriptase reversa não-análogos de nucleosídeos (NNRTI), V90I, A98G, L100I, K101E/N/Q, K103N/R, V106I/L, V108I, E138A/G/K, V179D/T, Y181C e G190A. A transmissão de linhagens resistentes aos PI, NRTI e NNRTI foi de 1,2%, 1,8% e 2,1%, respectivamente. Quanto à variabilidade genética de pol, foram identificadas duas possíveis assinaturas, N37K e R41N, na protease de linhagens do subtipo C do HIV-1, dois epitopos reconhecidos por células T CD4+ na protease e 18 por células T CD8+, sendo cinco na protease e 13 na RT. Desses últimos, KLVDFRELNK, GIPHPAGLK, TVLDVGDAY, NETPGIRYQY, IRYQYNVL e VIYQYMDDL, são altamente recomendados para a produção de protótipos vacinais a serem aplicados no Brasil. A entrada do subtipo B do HIV-1 no Brasil ocorreu no início da década de 70, pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, a partir dos quais as linhagens se dispersaram exponencialmente em direção a outros estados do Nordeste e Centro-Oeste do país. O subtipo C, por sua vez, entrou no Paraná, em meado da década de 70, e, logo após sua introdução, disseminou exponencialmente no Sul do país. A aplicação de análises fillogenéticas de alta resolução, análises de coalescência e filogeografia permitiu a caracterização da epidemia do HIV-1 no Brasil, a re-avaliação de hipóteses e a formulação de novas teorias sobre a origem e disseminação dos subtipos B e C no país.
__________________________________________________________ ABSTRACT
Characterizing the different HIV-1 subtypes prevalent in a geographic region as well as understanding the origin and dissemination of these subtypes are essential to define prevention and intervention strategies targeting local HIV/AIDS epidemics. The present study analyzed 895 pol sequences, available at GenBank, aiming to describe the main HIV-1 subtypes prevalent in Brazil, the resistance profile of naïve lineages, the prevalence of signatures and epitopes in protease and reverse transcriptase (RT), and reconstruct the origin and the main dissemination patterns of HIV-1 subtypes B and C in Brazil. The subtype B (65.6%) was the most prevalent followed by subtypes C (14.1%) and F (6.1%). The recombinant forms represented 14.1% of the analyzed sequences. At protease, eight major mutations which reduce the susceptibility to protease inhibitors (PIs) were found: L24I, D30N, M46I/L, I54L/V, V82L and I84V. At RT, 16 mutations associated to nucleoside reverse transcriptase inhibitors (NRTIs) resistance, A62V, D67N/G, T69E/N/S/d, K70R, V75I/L/M, F77L, V118I, Q151M and M184V, and 18 mutations that confer resistance to the non-nucleoside reverse transcriptase inhibitors (NNRTIs), V90I, A98G, L100I, K101E/N/Q, K103N/R, V106I/L, V108I, E138A/G/K, V179D/T, Y181C and G190A, were identified. The transmission of lineages resistant to PIs, NRTIs and NNRTIs were 1.2%, 1.8% and 2.1%, respectively. Regarding pol genetic variability, we identified two possible signatures, N37K e R41N, at HIV-1 subtype C protease, two T CD4+ epitopes and 18 T CD8+ epitopes, of which five were at protease and 13 at RT. Concerning these last ones, KLVDFRELNK, GIPHPAGLK, TVLDVGDAY, NETPGIRYQY, IRYQYNVL and VIYQYMDDL are highly recommended to the production of vaccine prototypes to be applied in Brazil. The HIV- 1 subtype B introduction in Brazil occurred in the beginning of 1970s, through Rio de Janeiro and Rio Grande do Sul, from where the lineages exponentially spread to Northeastern and Central Brazil. The subtype C, in turn, entered in Paraná, during mid- 1970s, and, briefly after its introduction, started to spread exponentially in the South region. The application of high-resolution phylogenetics, coalescent analysis and phylogeography, allowed an in-depth characterization of the HIV-1 epidemic in Brazil, the reevaluation of hypothesis and the formulation of new insights about the origin and dissemination of subtypes B and C in the country.

Informações adicionais: 
Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas, Departamento de Biologia Celular, 2010.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Custos no tratamento ambulatorial da Hiv/Aids :estudo de caso #UNB

Custos no tratamento ambulatorial da Hiv/Aids : um estudo de caso no hospital-dia - Natal/RN em 01/11/11 UNB Universidade de Brasília

Boa tarde


Seguindo na pesquisa e socializando...


Abs

Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
Conselheira Nacional de Saúde
Segmento: Patologias e Deficiências/Hepatites Virais

MBHV Movimento Brasileiro de Luta Contra as Hepatites Virais
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Porto Alegre/RS

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Título: 
Custos no tratamento ambulatorial da Hiv/Aids : um estudo de caso no hospital-dia – Natal/RN
Autor(es): 
Orientador(es): 
Assunto: 
Data de publicação: 
1-Nov-2011
Data de defesa: 
25-Out-2010
Referência: 
CARVALHO, Daniele da Rocha. Custos no tratamento ambulatorial da Hiv/Aids : um estudo de caso no hospital-dia – Natal/RN. 2010. 123f . Dissertação (Mestrado em Ciências Contábeis)-Programa Multiinstitucional e Inter-Regional de Pós-Graduação em Ciências Contábeis da UnB, UFPB, UFRN, 2010.
Resumo: 
 ____________________
Há algum tempo, contrair o vírus HIV era como uma sentença de morte. Com os avanços tecnológicos obtidos e pesquisas que proporcionaram desenvolvimento de medicamentos mais eficazes para o tratamento da doença, o portador do HIV/AIDS passou a conviver com ela por vários anos, mesmo ainda sendo tratada como uma doença sem cura, mas agora considerada de perfil crônico. O ONUSIDA e o Fundo Mundial de Luta Contra a AIDS, a Tuberculose e a Malária, são responsáveis pelos investimentos de bilhões de dólares no combate à AIDS em nível mundial. Não obstante, todo o trabalho desenvolvido pelo ONUSIDA e pelo Fundo Mundial, a AIDS ainda é uma preocupação mundial, tendo se tornado a quinta maior causa de morte do mundo, atingindo 2,8 milhões de mortes por ano, para uma população estimada de 40 milhões de pessoas portadoras, sendo 25 milhões só no continente africano. A epidemia da doença tem sido uma carga crescente sobre os já pressionados sistemas de atenção à saúde em todo o mundo, principalmente pelos números da mortandade que pesam muito sobre os países com poucos recursos, para os quais a necessidade de eficácia a baixo custo é fundamental. No Brasil já foram registrados cerca de 506 mil casos da doença, e nos anos de 2007 e 2008 os custos anuais foram de R$ 1,14 bilhão e R$ 1,40 bilhão, respectivamente. O presente estudo apresenta o custo médio do tratamento ambulatorial dos portadores do HIV/AIDS no Hospital-Dia localizado em Natal/RN. Para tanto, realizou-se um estudo exploratório nas entidades que participam das estratégias de combate à AIDS no Estado do Rio Grande do Norte (SESAP, UNICAT, LACEN e HGGT), buscando identificar a formação do custo em cada uma dessas entidades, até chegar ao portador, sob a forma de medicamentos e/ou serviços. O horizonte de tempo considerado no estudo foi o ano de 2009, com coleta de dados realizada por meio de análise de fontes primárias (notas fiscais, notas de empenho, processos de pagamento de fornecedores, dentre outras), consultas aos sistemas de informação do governo federal (SICLOM, SISCEL, QUALIAIDS, DATASUS) e realização de entrevistas com diretores e gerentes das entidades anteriormente citadas. Os resultados apontam que em 2009 havia 2.238 portadores sendo atendidos pelo Hospital-Dia, mas que apenas 1.848 destes portadores consumiram medicamentos anti-retrovirais naquele ano. Considerando essa particularidade, os valores levantados indicam que o custo médio anual do tratamento ambulatorial de um portador de HIV/AIDS no ano de 2009 foi de R$ 9.268,58, sendo que os antiretrovirais respondem por cerca de 52,41% desse custo, ou seja, R$ 4.857,91. Em números totais, o valor dos medicamentos anti-retrovirais consumidos aproximou-se da cifra dos R$ 9 milhões, representando um aumento de cerca de 200% em relação ao ano de 2008. Cabe ressaltar, entretanto, que mesmo havendo significativas reduções nos custos dos ARVs, o número de unidades consumidas desses medicamentos em 2009 foi de 611.700 unidades, contra apenas 288.780 unidades em 2008.
___________________________________________________________ ABSTRACT
For some time, getting AIDS was like a death sentence, but with technological advances and research that provided development of more effective drugs for treatment, today it is still AIDS as a disease with no cure, but chronic profile, the carrier can live with it for many years. UNAIDS and the Global Fund to Fight AIDS, Tuberculosis and Malaria, are responsible for the investment of billions of dollars to combat AIDS worldwide. Despite all the work done by UNAIDS and the Global Fund, AIDS remains a global concern and has become the fifth leading cause of death in the world, reaching 2.8 million deaths per year to an estimated population of 40 million of those affected, 25 million in Africa alone. The AIDS epidemic has been an increasing burden on already stretched health care systems worldwide, mainly by the numbers of killings that weigh a lot, especially about countries with few resources, for which the need for efficiency at low cost is fundamental. In Brazil there have been approximately 506 000 cases of the disease, and in the years 2007 and 2008 the annual cost exceeded the figure of $ 1 billion, with $ 1.14 billion and $ 1.40 billion, respectively. This study shows the cost of outpatient treatment of HIV / AIDS in Day- Hospital located in Natal / RN. To this end, we carried out an exploratory study on the entities that participate in strategies to combat AIDS in the State of Rio Grande do Norte (SESAP, UNICAT, LACEN and HGGT), seeking to identify the cost of training in each of these entities, until bearer in the form of drugs and / or services. The time horizon considered in the study was the year 2009, with data collection done by analysis of primary sources (invoices, bills of commitment, processes payments to suppliers, among others), consultation to government information systems federal (SICLOM, SISCEL, QUALIAIDS, DATASUS) and interviews with directors and managers of the entities previously mentioned. The results show that in 2009 there were 2,238 patients being served by the Day-Hospital, but that only 1,848 of these patients with antiretroviral drugs consumed that year. Considering this characteristic, the values obtained indicate that the average annual cost of outpatient treatment of a patient in 2009 was R$ 9,268.58, and the ARVs account for approximately 52.41% of this cost, ie, R$ 4,857.91. In total numbers, the total cost of ARVs consumed approached the figure of R$ 9 million, representing an increase of almost 200% over the previous year. It is worth noting, however, that there were significant reductions in the cost of ARVs, but the number of units consumed these drugs in 2009 was 611,700, compared to only 288,780 units in 2008.

Informações adicionais: 
Dissertação (Mestrado)-Universidade de Brasília, Programa Multiinstitucional e Inter-Regional de Pós-Graduação em Ciências Contábeis, Universidade de Brasília/UFPB/UFRN, 2010.
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Oportunidades perdidas de avaliação sorológica para a infecção pelo vírus da AIDS... #UNB


Oportunidades perdidas de avaliação sorológica para a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana na rotina de atendimento ambulatorial do Hospital Universitário de Brasília DF - Publicado em 2009 UNB Universidade de Brasília


Boa tarde


Seguindo na pesquisa e socializando...
Será que as oportunidades perdidas foram apenas para o HIV ou também terão sido para as hepatites B e C? Ou mesmo outras DST críticas como a sífilis?


Abs

Nádia Elizabeth Barbosa Villas Bôas
Conselheira Nacional de Saúde
Segmento: Patologias e Deficiências/Hepatites Virais

MBHV Movimento Brasileiro de Luta Contra as Hepatites Virais
Hepatchê Vida
Porto Alegre/RS

51    8127 5366 Tim
51    8418 4159 Oi
      51 9105 8069 Claro
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Título: 
Oportunidades perdidas de avaliação sorológica para a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana na rotina de atendimento ambulatorial do Hospital Universitário de Brasília, Distrito Federal
Outros títulos: 
Missed opportunities for serological evaluation of human immunodeficiency virus infection during routine outpatient care at the University Hospital of Brasilia, Federal District
Autor(es): 
Assunto: 
Data de publicação: 
2009
Referência: 
OLIVEIRA, Maria Helena Pereira Pires de et al. Oportunidades perdidas de avaliação sorológica para a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana na rotina de atendimento ambulatorial do Hospital Universitário de Brasília, Distrito Federal. Rev. Soc. Bras. Med. Trop. [online], v. 42, n. 2, p. 126-130, 2009. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v42n2/v42n2a06.pdf>. Acesso em: 29 nov. 2010. doi: 10.1590/S0037-86822009000200006.
Resumo: 
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Foram estudados os fatores envolvidos na oferta de sorologia para detectar a infecção pelo vírus de imunodeficiência humana, no atendimento de adultos no ambulatório do Hospital Universitário de Brasília, por meio de aplicação de questionários específicos a 53 médicos e 347 usuários. Os resultados revelaram que 96,8% dos usuários identificaram como fator de risco para adquirir a infecção as relações sexuais desprotegidas e 13,6% desconheciam a possibilidade de transmissão vertical. Em relação à exposição dos usuários aos fatores de risco, 88,2% praticaram relações sexuais desprotegidas, 22,2% tiveram diagnóstico de outras doenças de transmissão sexual e 22,2% tinham recebido transfusões sangüíneas. Os fatores de risco mais questionados pelos médicos foram a prática de relações sexuais desprotegidas e o diagnóstico prévio de hepatite B ou C (35,9% para ambos). Dezoito por cento dos usuários receberam oferta de testes no Hospital Universitário de Brasília; 15,8% foram testados e 7,4% dos indivíduos testados não tiveram acesso ao resultado. Noventa e um por cento dos médicos referiram sentir-se confortáveis ao oferecer testes e apenas 30,4% oferecem-nos rotineiramente. O estudo confirma a perda de oportunidades de testagem sorológica para detectar a infecção no Hospital Universitário de Brasília e reforça a necessidade de implementar medidas para corrigir o problema.
_________________________________________________ ABSTRACT
The factors involved in the provision of serological testing to detect human immunodeficiency virus infection, for adults within the outpatient care setting at the University Hospital of Brasilia, were studied. Specific questionnaires were applied to 53 physicians and 347 users. The results showed that 96.8% of the users identified unprotected sexual intercourse as a risk factor for acquiring this infection and that 13.6% were unaware of possibility of vertical transmission. Regarding users' exposure to risk factors, 88.2% practiced unprotected sexual intercourse, 22.2% had a diagnosis of other sexually transmitted diseases and 22.2% had received blood transfusions. The risk factors that physicians asked about most frequently were unprotected sexual practices and previous diagnoses of hepatitis B or C (35.9% for each). Eighteen percent of the users had been offered tests at the University Hospital of Brasilia; 15.8% underwent tests and 7.4% of the individuals tested had not had access to the results. Ninety-one percent of the physicians said that they felt comfortable about offering tests, while only 30.4% offered them routinely. The study confirms that opportunities for serological testing to detect this infection at the University Hospital of Brasilia have been missed and reinforces the need to implement measures to correct this problem.

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