Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Parceria Ministério da Saúde - Combate ao Tabagismo
segunda-feira, 30 de maio de 2011
31 de maio
CAT - Centro de Apoio ao Tabagista
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Núcleo de estudos do tabacoAção política no controle do tabagismo
Roberto PereiraCoordenação GeralCentro de Educação Sexual - CEDUSMembro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MSMembro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJMembro da Executiva do Fórum ONG Aids RJAv. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - BrasilTel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293Cel: (55.21) 9429-4550
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Tabagismo pode causar infertilidade em mulheres e homens
sexta-feira, 25 de março de 2011
Matérias sobre tabagismo:
Jornalista - MTB 7847
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Fumando Espero - documentário
Roberto Pereira Coordenação Geral Centro de Educação Sexual - CEDUS Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo 20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil Tel: (21) 2544-2866 Telefax: (21) 2517-3293 Cel: (21) 9429-4550 “Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas que já têm a forma do nosso corpo e esquecer nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia. Se não ousarmos faze-la, teremos sempre ficado à margem de nós mesmos.” (Fernando Pessoa)
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quinta-feira, 3 de junho de 2010
Programa on line para os fumantes pararem de fumar
ONLINE
A Johnson & Johnson desenvolveu um programa de suporte para quem quer parar de fumar. O programa online gratuito tem duração de 14 semanas e pode ser acessado através do site www.activestop.com.br.
Medo de engordar é obstáculo para mulher deixar o cigarro O Dia 31/05/2010
Medo de engordar é obstáculo para mulher deixar o cigarro
O Dia
31/05/2010
Pesquisa mostra que 58% das fumantes cariocas têm receio de ganhar peso ao parar de fumar: muitas voltam ao vício
Rio - Parar de fumar é uma tarefa mais difícil para as mulheres do que para os homens, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). E o medo de engordar é uma das principais barreiras que dificultam o tratamento contra a dependência. De acordo com pesquisa realizada pela Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil, 58% das fumantes têm receio de parar de fumar e ganhar peso em seguida. Hoje, no Dia Mundial sem Tabaco, o Inca lança a campanha com slogan “Mulher, você merece algo melhor do que cigarro”.
“O medo de engordar é recorrente e, muitas vezes, a mulher volta a fumar por isso. A ausência da nicotina faz com que o metabolismo fique mais lento e a ex-fumante pode engordar até 4 quilos, mesmo sem comer mais. Mas isso é uma questão de adaptação do organismo que vai passar. O ideal é que a mulher faça algum exercício físico, que além de reduzir o peso vai ajudar a parar de fumar devido à sensação de bem-estar”, recomenda a coordenadora de Controle do Tabagismo do município, Sabrina Presman.
MUDANÇA DE HÁBITO
De acordo com o Inca, parar de fumar requer mudança de hábitos. O importante é não desistir na primeira tentativa. “Geralmente, os que param de fumar definitivamente já tentaram anteriormente 3 ou 4 vezes” explica a psicóloga Cristina Perez, da divisão de Controle do Tabagismo do Inca. Ela lembra que fumar é um sério risco para quem usa pílulas anticoncepcionais. “As mulheres que usam pílulas e fumam têm risco duas vezes maior de sofrer derrame do que as não fumantes. A nicotina diminui o calibre dos vasos sanguíneos, dificultando a circulação. Já a pílula é um hormônio que compromete, em parte, a circulação. Uso conjugado é risco”, adverte.
Mas muitas mulheres não sabem do perigo. Segundo a pesquisa do município, que ouviu 300 fumantes nos últimos 30 dias, 20% delas usam pílulas mas nunca foram alertadas por seus médicos sobre o risco do uso associado dos dois produtos. O levantamento mostrou ainda que 91% das fumantes querem parar. Entre os motivos estão a preocupação com a saúde, os pedidos de familiares e pressão social.
Elas são o alvo da indústria
Treze em cada 100 brasileiras fumam. E segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a indústria do cigarro tem investido fortemente nesse público. “Há cigarros que, no lançamento, davam estojo de maquiagem com lugar para batom, sombra e cigarro. Outros maços trazem flores desenhadas” , afirma Cristina, acrescentando que esse ano a Organização Mundial de Saúde (OMS) elegeu o tema “Gênero, tabaco com ênfase no marketing para mulheres” como tema para o Dia Mundial sem Tabaco.
A médica Carla Moura Cazelli, 52 anos, começou a fumar aos 13 anos. Há 6 anos, ela não fuma. “Eu já estava com falta de ar e não percebia. Decidi parar de fumar porque estava me sentindo feia, com a pele, os dentes e os dedos amarelados. Hoje, me sito muito bem, tenho fôlego para fazer exercícios e dançar”, diz.
Ela admite, no entanto, que parar de fumar não é tarefa fácil. “Toda vez que pensava em fumar, lembrava dos motivos que eu tinha para não fumar. Não foi fácil, mas valeu a pena”, diz.
EVENTOS
TIJUCA
Hoje, Dia Mundial sem Tabaco, profissionais do Conselho Regional de Farmácia do Rio estarão no bairro fazendo aferição de pressão arterial e medição dos níveis de glicose no sangue. Eles darão orientação sobre os riscos do cigarro para diabéticas e hipertensas. O evento vai das 9h às 13h.
ILHA DO FUNDÃO
Às 10h, o Inca promove um plantio de flores em frente ao prédio da reitoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O instituto distribuirá panfletos no Campo de Santana e nos pedágios da Ponte Rio-Niterói e da Linha Amarela.
DEL CASTILHO
Até o dia 2 de junho, o shopping Nova América terá apresentações do Grupo AfroReggae e atividades variadas para a população, como medição do Índice de Massa Corporal (IMC), orientação de higiene bucal e nutricional. Também haverá aulas de alongamento, dança de salão, tratamentos de beleza e avaliação do índice de monóxido de carbono no organismo dos fumantes. O evento será de 10h às 17h.
ONLINE
A Johnson & Johnson desenvolveu um programa de suporte para quem quer parar de fumar. O programa online gratuito tem duração de 14 semanas e pode ser acessado através do site www.activestop.com.br.
Cortesia: Clipping Bem Fam(31/05/010)
quinta-feira, 11 de março de 2010
Mulher prejudica orçamento doméstico pelo fumo iG São Paulo 11/03/2010 Campanha contra o cigarro: mulheres serão foco do Dia Mundial sem Tabaco d
Mulher prejudica orçamento doméstico pelo fumo
iG São Paulo
11/03/2010
Campanha contra o cigarro: mulheres serão foco do Dia Mundial sem Tabaco deste ano
A maioria reconhece que o hábito interfere nas contas da casa, diz pesquisa
A mulher fumante, mais do que o homem, sabe que deixa de comprar coisas importantes para casa só para sustentar o vício do tabaco.
Segundo pesquisa inédita realizada no mundo todo pelo International Tobacco Control (ITC), oito em cada dez delas admitiram que nos últimos seis meses “gastaram dinheiro com cigarro sabendo que ele poderia ser melhor empregado com outros gastos domésticos, como a compra de alimentos”.
Em parceria com o Instituto Nacional do Câncer (Inca) foram entrevistadas 1.826 pessoas de Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, sendo 59% mulheres. Na comparação com os homens participantes do levantamento, foi constatado que o “bolso feminino” é mais afetado do que o masculino: enquanto 80% das fumantes disseram que ajustam o orçamento de casa para satisfazer o hábito de fumar (sempre em benefício do tabaco e não da saúde), entre eles, o índice foi de 75%.
Perfil de dependência
A maior consciência de que o cigarro atrapalha nas contas domésticas não foi a única diferença estatística das mulheres no estudo feito pelo ITC Brasil. Elas, mais do que eles, sentem no corpo os efeitos do tabaco. Das pesquisadas, 44% pensam com muita frequência nos danos que o fumo pode provocar, como infarto, acidente vascular cerebral e câncer. Os homens somaram 35% neste grupo. Nas outras questões abordadas, entretanto, os sexos masculino e feminino empataram. Os padrões de dependência foram muito semelhantes: 91% afirmam ser dependentes do cigarro e 52% se dizem “muito” dependentes.
O “empate”, dizem os especialistas, é mais uma desvantagem para a mulher. Primeiro porque houve um tempo em que elas não fumavam, depois porque elas também têm mais dificuldade em parar e um terceiro motivo, lembra Cristina Perez – médica da Divisão de Tabagismo do Inca – é que o sexo feminino está no alvo das propagandas do tabaco.
“São lançados cigarros feitos para mulheres, vendidos em carteiras acompanhadas de batom e sombra”, lamenta a médica. “O resultado disso é que entre as meninas a parcela de fumantes aumenta, enquanto a tendência nacional é de diminuição de fumantes”.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 17% dos brasileiros maiores de 15 anos fumam. Em 1989, essa população somava 33%, o que significava um fumante em cada três pessoas. Apesar da diminuição, um estudo da Universidade Federal de São Paulo mostrou que 8,6% dos garotos entre 14 e 16 anos fumam, só dois pontos porcentuais acima do que o encontrado entre elas (6,7%). Na população como um todo, este mesmo índice mostra uma diferença de 10 pontos: 25% entre eles e 14% entre elas.
Garota-propaganda
A preocupação com o aumento de mulheres fumantes fez com que as autoridades de saúde fizessem políticas específicas para mulheres. No ano passado, o Inca lembrou que, além do corpo, a beleza também fica doente por causa das tragadas. Nas embalagens dos maços de cigarro, além das clássicas fotos sobre a impotência masculina e o câncer de pulmão, agora circulam imagens de mulheres com o rosto enrugado, sequela da fumaça. Não é a única resposta. Este ano, pela primeira vez, a Organização Mundial de Saúde (OMS) escolheu a mulher como foco do Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em maio.



