Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

Mostrando postagens com marcador CNS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CNS. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Reunião no Palácio do Planalto para debaterem o Programa Mais Médicos

fonaids Informe da reunião no Palácio do Planalto com os movimentos sociais para debaterem o Programa Mais Médicos em Brasília

Pessoal,   no  dia  28  de agosto  participamos no  Palácio  do  Planalto  com mais   50  organizações  do  Movimento  Social para  discutir   o  Programa  Mais  Médicos.
 
Estavam presentes diversos movimentos como ABGLT, LBL, Mov. Mulheres, UNEGRO, UBM, UNE, Tuberculose, CNBB, Mov de hepatites, ANTRA, MST, pescadores, extrativistas, CUT, NCTB, CTB, CNS, CONAN, MCP, ANEPS  entre outros.
 
Abaixo a  reportagem  ilustrativa,    inclusive   com  Power  Point  e  vídeo.
 
É  fundamental  todos e   todas  terem  todas  as  informações  sobre  este  programa  federal.
 
Um forte abraço.
 
Toni Reis

29.08.2013 - Movimentos sociais debatem o Programa Mais Médicos em Brasília

29 de Agosto de 2013
“É importante que essa informação chegue às pessoas e que elas possam se posicionar. Nós fazemos um apelo para que as pessoas, à medida que elas conheçam o programa, o defendam”, afirmou o ministro Gilberto Carvalho, nesta quarta-feira (28/8) durante o Diálogos Governo-Sociedade Civil sobre o Programa Mais Médicos, promovido pela Secretaria-Geral da Presidência da República.
O evento, realizado no Palácio do Planalto, em Brasília, reuniu cerca de 50 representantes de movimentos sociais e organizações da sociedade. Carvalho disse ainda que a forma com que os médicos cubanos foram recebidos pelos profissionais brasileiros pode ter uma de carga de preconceito. “Eles vêm ajudar quem os médicos brasileiros se recusaram a ajudar”, disse ainda o ministro que condenou as “declarações infelizes, gestos alguns legítimos de protestos, outros que causam espécie porque carregados de preconceito, xenofobia, corporativismo exacerbado, além do racismo”.
Fernando Menezes, secretário-adjunto da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, fez uma apresentação sobre a situação da saúde no Brasil e o Programa Mais Médicos. De acordo com Menezes, o Programa faz parte de um amplo pacto de melhoria do atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), que prevê investimento em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde, além de levar mais médicos para regiões onde há escassez ou não existem profissionais. “ Hoje, o Brasil possui 1,8 médicos por mil habitantes. Esse índice é menor do que em outros países, como a Argentina (3,2), Uruguai (3,7), Portugal (3,9) e Espanha (4). Além da carência dos profissionais, o Brasil sofre com uma distribuição desigual de médicos nas regiões - 22 estados possuem número de médicos abaixo da média nacional”, informou.
Para possibilitar a presença de médicos para municípios, prioritariamente nas regiões Norte e Nordeste, o Ministério da Saúde abriu cerca de 16 mil vagas no âmbito do Programa. Cerca de mil foram preenchidas por médicos brasileiros e estrangeiros no primeiro momento. No caso dos médicos cubanos, eles atuarão no Brasil em regime diferente dos que se inscreveram individualmente no Mais Médicos. O Ministério da Saúde brasileiro firmou acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para que a entidade internacional buscasse parcerias para a vinda de médicos para o país. A Opas fez acordo com Cuba, prevendo inicialmente a vinda de 4 mil. Cerca de 400 médicos cubanos já chegaram e devem começar a atuar atendendo a população a partir de meados de setembro.
O secretário-adjunto do Ministério da Saúde informou que os médicos farão uma especialização na atenção básica ao longo dos três anos de atuação no programa. Ele disse ainda que o Ministério está investindo R$ 15 bilhões até 2014 em infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde. Desses, R$ 2,8 bilhões foram destinados a obras em 16 mil Unidades Básicas de Saúde e para a compra de equipamentos para 5 mil unidades; R$ 3,2 bilhões para obras em 818 hospitais e aquisição de equipamentos para 2,5 mil hospitais; além de R$ 1,4 bilhão para obras em 877 Unidades de Pronto Atendimento. Além disso, estão previstos ainda investimentos pelos ministérios da Saúde e da Educação. Os recursos novos compreendem R$ 5,5 bilhões para construção de 6 mil UBS e reforma e ampliação de 11,8 mil unidades e para a construção de 225 UPAs e R$ 2 bilhões em 14 hospitais universitários.
Debate
Cerca de 50 movimentos sociais urbanos e do campo, ONGs, conselhos, centrais sindicais, comunidades religiosas, entidades de usuários da saúde participaram do debate, mediado pelo secretário-executivo Diogo de Sant’ana (Secretaria-Geral da Presidência da República).

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Blog Carga Viral de Beto Volpe (NEWS)

Carga Viral



Posted: 06 Feb 2013 04:17 PM PST
Pessoal, segue texto da queridíssima Marianna Perri, originalmente feita no blog da querida Samanta Quadrado, o qual recomendo. http://quadardo.blogspot.com.br/2013/02/entenda-sindrome-de-down-respondemos-as.html
Beto Volpe


Descrição da imagem: borboletas multicores estilizadas em asas ovais voando em torno do nome do livro referência em síndrome de Down 'Mude seu falar que eu mudo meu ouvir'.
Por Marianna Perri, filha de Rita e José

Mesmo sendo a alteração genética mais comum no Brasil, a Síndrome de Down ainda gera muitas dúvidas: o que é? As crianças que têm a síndrome vão se desenvolver normalmente? Como são os cuidados?

Confira o relato de um pai que defende a inclusão

Pensando nisso, perguntamos no Facebook e Twitter da Pais & Filhos quais eram as principais dúvidas que nosso leitores tinham sobre o assunto e conversamos com um especialista para explicar todos os detalhes sobre a Síndrome de Down.

O que é a Síndrome de Down?

Descrita pela primeira vez em 1866 pelo médico inglês Langdon Down, é causada por um excesso do material cromossômico: em vez de dois cromossomos 21, o feto apresenta três.

Esta trissomia pode ser simples, quando há um cromossomo a mais em todas as células do organismo; mosaico, quando este cromossomo extra aparece em algumas células apenas, ou por translocação, quando o cromossomo 21 está junto de outro cromossomo.

E isso gera diversos comprometimentos:

- Os mais visíveis são as alterações da imagem. Crianças com Down podem apresentar dedos curtos, pregas nas mãos, olhos um pouco mais puxados, orelhas pequenas, além de outras características.

- Hipotonia, ou seja, redução da força muscular, que pode levar a uma lentidão no desenvolvimento motor. 

- Cardiopatias congênitas, ou malformações cardíacas, que, na maioria dos casos, só são resolvidas com cirurgia.

- Pulmão e brônquios são mais fracos, o que predispõe a doenças respiratórias. Outros órgãos também podem apresentar funcionamento irregular. O intestino fica mais ressecado. A vesícula biliar não se contrai adequadamente.

- Os ligamentos são mais frouxos, a criança tem maior flexibilidade. Com isso, corre o risco de as articulações não se manterem estáveis, principalmente as dos pés, joelhos, coluna cervical, coxa e bacia.

- Cerca de 99% das pessoas com síndrome de Down têm problemas de visão e de 10% a 30% apresentam falhas na audição, por isso é indicado fazer avaliações auditivas e oftalmológicas anualmente.

Cuidados necessários

A criança com Down precisa num primeiro momento de fisioterapia, para adquirir força nos músculos, e de fonoaudiologia, para auxiliar no aprendizado da fala e enrijecer a mandíbula. E depois, quando estiver entrando no período pré-escolar, é indicado que tenham acompanhamento de um terapeuta ocupacional e de um psicopedagogo.

Probabilidade

A chance de uma criança nascer com síndrome de Down no mundo é de 1 para 1000 nascidos. Em 100% dos casos, os bebês nascem com algum comprometimento intelectual. Importante levar em conta a idade dos pais. Quanto mais velho ou mais jovem o casal, maior a probabilidade de o filho nascer com a síndrome.

Com quanto tempo de gestação se descobre a síndrome?

Por ser uma alteração genética, é possível descobrir se o feto tem Síndrome de Down antes do parto. Durante a gravidez, o diagnóstico pode ser feito entre a 8ª e 9ª semanas, por avaliação citogenética (constituição genética das células), ou entre a 12ª e 13ª semanas por amniocentese (análise do líquido amniótico). Estes exames são realizados em consultório e levados para análise em laboratório. Já se os pais optaram pela fertilização in vitro, é possível descobrir se o embrião tem a trissomia antes mesmo de ser colocado na barriga da mãe.

Estes exames não são obrigatórios durante o pré-natal. O obstetra pode sugeri-los em famílias de risco, quando a mãe tem idade avançada, quando há outros casos de cromossomopatias ou então quando o ultrassom indica algumas alterações características, que podem ser identificadas entre a 6ª e 8ª semanas.

A dosagem hormonal da mãe também pode indicar alguma alteração no feto. Neste caso, é necessário iniciar uma investigação mais específica, já que apenas 30% das mães com alterações hormonais têm fetos com algum tipo de problema.

Existem diferentes níveis da síndrome?

Não, apenas existem indivíduos diferentes entre si, assim como todos nós. O que determina as diferenças, além do padrão genético, são os estímulos do ambiente em que a criança se desenvolve.

A nutrição, vacinação e educação também têm participação na qualidade de vida da criança com Down, assim como as atividades físicas.

A alimentação merece uma atenção especial, já que o intestino grosso destes indivíduos é mais longo e funciona mais devagar, absorvendo mais nutrientes. As pessoas com Síndrome de Down precisam de alimentos que ajudem o desenvolvimento neural, como peixes com ômega 3 e oleaginosas, como nozes, castanhas e amêndoas.

Além disto, eles precisam de minerais e dois metais, cobre e zinco, que podem ser encontrados em carne, ostras e outros alimentos. As crianças com Down não devem ser vegetarianas. Procure oferecer carne de animais jovens, como vitela, e alimentos frescos, sem muitos conservantes.

Como é o desenvolvimento físico da criança com Down? No que ela é diferente?

O desenvolvimento é diferente das crianças comuns, mas segue características próprias da síndrome. Atualmente, existe uma lista de padrões próprios para estas crianças. É importante que o pequeno siga as curvas de peso, padrões e desenvolvimento próprios. Quando ele não se encaixe nestes padrões, é necessária uma investigação mais precisa, seja ela óssea, de estatura ou neurológica.

As mulheres com mais de 40 anos têm mais chances de ter um filho com síndrome de Down?

Sim, assim como aquelas que engravidam com menos de 18 anos. Aos 49 anos da mulher, por exemplo, as chances de ter um filho Down é de 1 para 100.

O indivíduo com síndrome de Down tem direitos e deveres legais diferentes das pessoas comuns?

Teoricamente, não, exceto: a família do Down tem direito a receber um salário complementar, quando os pais não estão trabalhando ou registrados. Há também a isenção do IPI em veículos.

Qual a expectativa de vida dos portadores da síndrome? A criança corre o risco de morrer durante a infância? Quais são eles?

É igual a de qualquer outra pessoa: entre 60 e 70 anos. A criança com Down correm os mesmos riscos de morrer durante a infância quanto qualquer criança comum. O único caso no qual o risco de morte é maior é quando a criança apresenta alguma cardiopatia.

Pessoas com síndrome de Down têm a sexualidade exacerbada? Eles podem namorar e casar normalmente?

Não, a sexualidade é exposta, não exacerbada. As pessoas com Down não têm inibição social para traduzir o que pensam ou sentem. Eles podem namorar e casar normalmente, desde que seja dada a oportunidade.

Mulheres portadoras da síndrome podem engravidar? O bebê terá a síndrome? A gestação ocorre normalmente?

As mulheres com Down podem engravidar normalmente. Se elas engravidarem com outra pessoa com Down, as chances de ter um filho Down são de 80%; quando é com um homem normal, este número cai para 50%. A gestação é considerada de risco, já que a futura mãe com Down não entende os cuidados que necessita. Ela deverá fazer uma cesárea, além de ter uma dieta adequada durante toda a gestação.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Relato de reunião no CNS por Carlos DUARTE

Relato de reunião no CNS por Carlos DUARTE (FONAIDS)
 
Hoje(9/Agosto 2012) .na reunião do CNS, aproveitei para dar um relato sobre a situação do Departamento de Aids e Hepatites Virais, a manifetsçaõ dos ativistas na 19 º Conferencia Internacional de Aids de Washington, as críticas que o departamento vem recebendo em vários momentos inclusive no exterior, a avaliação da publicação da Fiocruz "Saude 2030" e também sobre a entrevista do Mário Scheffer no Blog da saúde sobre os retrocessos no Departamento. Inclusive citei o início da entrevista em que o Mário afirma que "A condução é conservadora. A criatividade, a ousadia e o diálogo permanente com a sociedade civil cederam lugar a arrogância"
Falei dos dados sobre incidencia de aids no Brasil que esta estacionada desde 2000, assim como a mortalidade por aids.Citei a situação preocupante da epidemia no RS com numeros muito superiores a média nacional, e a falta de ação do MS em entender o porque desta diferença. Questionei também se a epidemia no RS não seria uma epidemia generalizada diferente da concentrada nos outros estados. Em um momento de testagem rápida em Porto Alegre, com a realização de 153 testes, foram encontrados 8 testes positivos, o que dá quase 6%. Sabemos que este numero pode esconder muitas coisas, mas em outros lugares do Brasil a positividade é de 0,03% e deve também esconder muitas outras coisas. Estes números devem ser bem avaliados pelo Departamento. Aquestão do descaso com as Hepatites virais também foi relatado.
O Plenário do CNS solicitou que após a reunião da CAPDA em agosto, seja pautada a questão da aids no CNS
Fizemos também um informe sobre a exigencia do teste de HIV em concurso público no Pará e o plenário deliberou por uma manifestçaõ em relação a esta questão.
Á tarde, com a divulgação da nota do Departamento sobre a questão do Pará, Jasiel Pontes, leu a nota no plenário e o CNS aprovou uma moção de apoio a nota do Departamento a ser encaminhada ao MS e também ao Governo do Pará.
Este é apenas um informe sobre nossos informes. Em outro momento relato outras situações epautas discutidas no CNS.
Abraços
Carlos Duarte

sexta-feira, 30 de março de 2012



Nilo,
Abaixo veja a resposta do DN.
Mara


Gente, segue abaixo nota do DN sobre a reunião com o SVS e repasse de recursos. Está lá no site do DN. Abs, Claudio 

Nota sobre reunião SVS - ONG Aids

Conteúdo extra: Photo Gallery
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, sempre manteve entre suas prioridades incentivar iniciativas de prevenção, vigilância, gestão em parceria com a sociedade civil organizada.
Atendendo à solicitação das ONG Aids, com o objetivo de viabilizar a manutenção de seu importante papel na resposta à epidemia da aids, foi realizada, em 22 de março de 2012, reunião com o Secretário de Vigilância em Saúde, Dr. Jarbas Barbosa, e representantes da Secretaria Executiva do MS, do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, e do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis (DEVIT).

As ONG vêm apontando dificuldades para acessar recursos descentralizados e também aqueles oriundos de editais federais. Vale acentuar que, nos três últimos anos, recursos internacionais têm diminuído significativamente em consequência da crise econômica atual e, também, porque o Brasil passou a ser a sexta economia mundial, o que levou os doadores internacionais a financiar outras regiões.
As dificuldades de acesso aos recursos pelas organizações que atuam no enfrentamento da epidemia da aids  atinge, também, outras organizações comunitárias, pelas restrições estabelecidas na  Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que colocou no mesmo patamar fundações, organizações sociais e organizações da sociedade civil de interesse público. Essa situação limitou a transferência de recursos para as organizações que não se enquadram nas exigências da LDO, que requer o Certificado de Entidades Beneficentes da Assistência Social (CEBAS).
Para buscar a solução do problema, foi acordada a criação de um grupo de trabalho com participação de representantes das organizações não governamentais e do governo, para avaliar objetivamente a situação atual das ONG, propor reavaliação específica para facilitar a atuação dessas organizações e, também, propor recomendações para seu financiamento e sustentabilidade.
Nesse sentido, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais já iniciou a preparação de projeto para mapear todas as ONG brasileiras, o que certamente ajudará no estabelecimento de estratégias conjuntas e atenção a esse segmento.
No que diz respeito à redução do financiamento, ocorrido com a descentralização dos recursos da aids, por meio da política de incentivo. Para esse ponto é consenso a necessidade de se buscar alternativas para utilização dos recursos que se encontram parados nas contas dos estados. A Secretaria de Vigilância em Saúde está discutindo, entre as medidas possíveis, a possibilidade de recentralização e/ou medidas compartilhadas entre os estados e o MS, como mecanismo indutor para a utilização dos recursos naqueles estados que enfrentam dificuldades para transferência de recursos às ONG. Como nem todos os estados têm dificuldade para a transferência de recursos, há necessidade de melhor entender o processo para superar as barreiras para a sua efetiva utilização. Essas possibilidades já estão na pauta de discussão em grupo de trabalho estabelecido com CONASS e CONASEMS.

Como medida imediata, está assegurada a manutenção de lançamento de editais através de fundos do acordo de empréstimo do AIDS/SUS, buscando atender às prioridades do enfrentamento da epidemia e parceria com as OSC.
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais volta a afirmar que mantém constante o diálogo com as organizações não governamentais, seja no Conselho Nacional de Saude (CNS), na Comissão Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais (CNAIDS), no Comitê de Articulação com Movimentos Sociais (CAMS), bem como participando e apoiando a realização de seus eventos.
Concluindo, o Ministério da Saúde reafirma seu compromisso de enfrentamento da epidemia do HIV/aids de maneira correta, ética, respeitando os direitos humanos e contra qualquer forma de preconceito e discriminação. Essa política exercida segundo os princípios do SUS teve e sempre terá a participação efetiva da sociedade civil, parceria imprescindível nesse esforço comum.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Nota sobre reunião SvS - resposta da carta crise nas ONG Aids


Nilo,
Abaixo veja a resposta do DN.
Mara


Gente, segue abaixo nota do DN sobre a reunião com o SVS e repasse de recursos. Está lá no site do DN. Abs, Claudio 

Nota sobre reunião SVS - ONG Aids

Conteúdo extra: Photo Gallery
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, sempre manteve entre suas prioridades incentivar iniciativas de prevenção, vigilância, gestão em parceria com a sociedade civil organizada.
Atendendo à solicitação das ONG Aids, com o objetivo de viabilizar a manutenção de seu importante papel na resposta à epidemia da aids, foi realizada, em 22 de março de 2012, reunião com o Secretário de Vigilância em Saúde, Dr. Jarbas Barbosa, e representantes da Secretaria Executiva do MS, do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, e do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis (DEVIT).

As ONG vêm apontando dificuldades para acessar recursos descentralizados e também aqueles oriundos de editais federais. Vale acentuar que, nos três últimos anos, recursos internacionais têm diminuído significativamente em consequência da crise econômica atual e, também, porque o Brasil passou a ser a sexta economia mundial, o que levou os doadores internacionais a financiar outras regiões.
As dificuldades de acesso aos recursos pelas organizações que atuam no enfrentamento da epidemia da aids  atinge, também, outras organizações comunitárias, pelas restrições estabelecidas na  Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que colocou no mesmo patamar fundações, organizações sociais e organizações da sociedade civil de interesse público. Essa situação limitou a transferência de recursos para as organizações que não se enquadram nas exigências da LDO, que requer o Certificado de Entidades Beneficentes da Assistência Social (CEBAS).
Para buscar a solução do problema, foi acordada a criação de um grupo de trabalho com participação de representantes das organizações não governamentais e do governo, para avaliar objetivamente a situação atual das ONG, propor reavaliação específica para facilitar a atuação dessas organizações e, também, propor recomendações para seu financiamento e sustentabilidade.
Nesse sentido, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais já iniciou a preparação de projeto para mapear todas as ONG brasileiras, o que certamente ajudará no estabelecimento de estratégias conjuntas e atenção a esse segmento.
No que diz respeito à redução do financiamento, ocorrido com a descentralização dos recursos da aids, por meio da política de incentivo. Para esse ponto é consenso a necessidade de se buscar alternativas para utilização dos recursos que se encontram parados nas contas dos estados. A Secretaria de Vigilância em Saúde está discutindo, entre as medidas possíveis, a possibilidade de recentralização e/ou medidas compartilhadas entre os estados e o MS, como mecanismo indutor para a utilização dos recursos naqueles estados que enfrentam dificuldades para transferência de recursos às ONG. Como nem todos os estados têm dificuldade para a transferência de recursos, há necessidade de melhor entender o processo para superar as barreiras para a sua efetiva utilização. Essas possibilidades já estão na pauta de discussão em grupo de trabalho estabelecido com CONASS e CONASEMS.

Como medida imediata, está assegurada a manutenção de lançamento de editais através de fundos do acordo de empréstimo do AIDS/SUS, buscando atender às prioridades do enfrentamento da epidemia e parceria com as OSC.
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais volta a afirmar que mantém constante o diálogo com as organizações não governamentais, seja no Conselho Nacional de Saude (CNS), na Comissão Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais (CNAIDS), no Comitê de Articulação com Movimentos Sociais (CAMS), bem como participando e apoiando a realização de seus eventos.
Concluindo, o Ministério da Saúde reafirma seu compromisso de enfrentamento da epidemia do HIV/aids de maneira correta, ética, respeitando os direitos humanos e contra qualquer forma de preconceito e discriminação. Essa política exercida segundo os princípios do SUS teve e sempre terá a participação efetiva da sociedade civil, parceria imprescindível nesse esforço comum.

Nota sobre reunião SoS - resposta da carta crise nas ONG Aids


Nilo,
Abaixo veja a resposta do DN.
Mara

Gente, segue abaixo nota do DN sobre a reunião com o SVS e repasse de recursos. Está lá no site do DN. Abs, Claudio 

Nilo,
Abaixo veja a resposta do DN.
Mara

Conteúdo extra: Photo Gallery
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, sempre manteve entre suas prioridades incentivar iniciativas de prevenção, vigilância, gestão em parceria com a sociedade civil organizada.
Atendendo à solicitação das ONG Aids, com o objetivo de viabilizar a manutenção de seu importante papel na resposta à epidemia da aids, foi realizada, em 22 de março de 2012, reunião com o Secretário de Vigilância em Saúde, Dr. Jarbas Barbosa, e representantes da Secretaria Executiva do MS, do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, e do Departamento de Vigilância de Doenças Transmissíveis (DEVIT).

As ONG vêm apontando dificuldades para acessar recursos descentralizados e também aqueles oriundos de editais federais. Vale acentuar que, nos três últimos anos, recursos internacionais têm diminuído significativamente em consequência da crise econômica atual e, também, porque o Brasil passou a ser a sexta economia mundial, o que levou os doadores internacionais a financiar outras regiões.
As dificuldades de acesso aos recursos pelas organizações que atuam no enfrentamento da epidemia da aids  atinge, também, outras organizações comunitárias, pelas restrições estabelecidas na  Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que colocou no mesmo patamar fundações, organizações sociais e organizações da sociedade civil de interesse público. Essa situação limitou a transferência de recursos para as organizações que não se enquadram nas exigências da LDO, que requer o Certificado de Entidades Beneficentes da Assistência Social (CEBAS).
Para buscar a solução do problema, foi acordada a criação de um grupo de trabalho com participação de representantes das organizações não governamentais e do governo, para avaliar objetivamente a situação atual das ONG, propor reavaliação específica para facilitar a atuação dessas organizações e, também, propor recomendações para seu financiamento e sustentabilidade.
Nesse sentido, o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais já iniciou a preparação de projeto para mapear todas as ONG brasileiras, o que certamente ajudará no estabelecimento de estratégias conjuntas e atenção a esse segmento.
No que diz respeito à redução do financiamento, ocorrido com a descentralização dos recursos da aids, por meio da política de incentivo. Para esse ponto é consenso a necessidade de se buscar alternativas para utilização dos recursos que se encontram parados nas contas dos estados. A Secretaria de Vigilância em Saúde está discutindo, entre as medidas possíveis, a possibilidade de recentralização e/ou medidas compartilhadas entre os estados e o MS, como mecanismo indutor para a utilização dos recursos naqueles estados que enfrentam dificuldades para transferência de recursos às ONG. Como nem todos os estados têm dificuldade para a transferência de recursos, há necessidade de melhor entender o processo para superar as barreiras para a sua efetiva utilização. Essas possibilidades já estão na pauta de discussão em grupo de trabalho estabelecido com CONASS e CONASEMS.

Como medida imediata, está assegurada a manutenção de lançamento de editais através de fundos do acordo de empréstimo do AIDS/SUS, buscando atender às prioridades do enfrentamento da epidemia e parceria com as OSC.
O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais volta a afirmar que mantém constante o diálogo com as organizações não governamentais, seja no Conselho Nacional de Saude (CNS), na Comissão Nacional de DST, Aids e Hepatites Virais (CNAIDS), no Comitê de Articulação com Movimentos Sociais (CAMS), bem como participando e apoiando a realização de seus eventos.
Concluindo, o Ministério da Saúde reafirma seu compromisso de enfrentamento da epidemia do HIV/aids de maneira correta, ética, respeitando os direitos humanos e contra qualquer forma de preconceito e discriminação. Essa política exercida segundo os princípios do SUS teve e sempre terá a participação efetiva da sociedade civil, parceria imprescindível nesse esforço comum.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Delegados e Convidados Conferência Nacional de Saúde de São Paulo

Prezados(as),
 
De São Paulo estão indo os seguintes delegados e convidados para a Conferência Nacional de Saúde do Movimento de Aids.
 
Sergio Rodrigues da Silva
Regina Helena Brito de Souza
Renata Soares de Souza
Izaias Ambrosio da Silva
Lucas Andre Fernandes Soler
Regina Celia Pedrosa Vieira
Claudio Pereira
Rodrigo Pinheiro
 
Abraços,
 
Rodrigo Pinheiro

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Chapa é eleita P/Movimento de Aids no Conselho Nacional de Saúde

 

Noticias : Chapa formada por Carlos Duarte, Josiel Pontes e Rodrigo Pinheiro é eleita para representar o Movimento de Aids no Conselho Nacional de Saúde
Enviado por zecarlos em 14/11/2011 07:57:27 (4 leituras)
Com 101 votos, dos 184 delegados presentes, o ativista Carlos Duarte, do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA) do Rio Grande do Sul, foi eleito o futuro representante do Movimento Nacional de Luta contra a Aids no Conselho Nacional de Saúde. Simone Leite (Fórum ONGs/AIDS de Sergipe) e Kiko Rodrigues (Rede GAPAs Brasil) foram escolhidos para representar o Grupo de Trabalho no Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (GT-UNAIDS); Gladys Almeida (Rede GAPA Brasil) para o Comitê de Países de Língua Portuguesa; e Alex Amaral para o Mecanismo de Coordenação País. O comitê comunitário de vacinas teve aprovado os nomes de Márcio Villard, Jorge Beloqui, Osmar Fonseca e Sandra Perin; e para o Fórum Mercosul, Amaury Ferreira Lopes e Edna Flores de Araújo.  Delegados abandonam a plenária aos gritos de “golpe” A última votação do dia foi para a representação do Conselho Nacional de Saúde. Para a plenária foram apresentadas as candidaturas de Léo Mendes, de Goiânia, e uma chapa composta por Carlos Duarte, de Porto Alegre, tendo como primeiro Suplente Jasiel Pontes, de Maceió, e segundo Suplente Rodrigo Pinheiro, de São Paulo. A apresentação dos nomes foi questionada imediatamente por Clóvis Arantes, do grupo LivreMente, do Mato Grosso, e por alguns delegados que opinaram pela apresentação através de candidaturas individuais e não em forma de chapas.  Léo Mendes questionou a estratégia de montagem de chapas e a chamou de “golpe”. Ela considerou sua candidatura legitima e dentro das regras estabelecidas pelo encontro e apoiada por um grande número de delegados. A discussão ficou acalorada entre os grupos contra e a favor da plenária e a mesa coordenadora encaminhou para a plenária a decisão de aceitar as candidaturas desta forma ou não. Passada a votação, 105 delegados decidiram por aceitar candidaturas desta forma e 66 discordaram.  O resultado gerou insatisfação de uma parte dos delegados, principalmente das regiões Norte e Nordeste, que abandonaram a plenária aos gritos de “golpe, golpe”, causando tumulto no auditório do Hotel Hilton onde está acontecendo o evento. A votação posterior homologou a chapa como representante do Movimento Nacional de Luta contra a Aids no Conselho Nacional de Saúde, com 101 votos, seis votos dados a candidatura de Léo Mendes e cinco abstenções.  Representando a chapa eleita, Carlos Duarte afirmou que a união das três candidaturas visava principalmente a possibilidade de uma visão mais ampla da realidade regional da Aids e da saúde pública, e a necessidade de ampliação dos espaços de atuação, principalmente com mais ativistas participando destas discussões. Ele também defendeu a humanização do Sistema Único da Saúde (SUS) com o respeito à diversidade e ao fortalecimento das representações no CNS, que, na avaliação dele, se encontram enfraquecidas pelas disputas internas, o que permitiu à eleição do ministro da saúde, Alexandre Padilha, para a presidência do Conselho. "A eleição do ministro foi um retrocesso. É antiético ele coordenar a instância que o fiscaliza", criticou. O ativista assumirá a cadeira no CNS somente em janeiro de 2013, mas de imediato ficará na primeira suplência do atual titular, José Marcos de Oliveira. Próximo ENONG em Salvador A cidade de Salvador foi por unanimidade a escolhida para sediar o XVII ENONG em 2013, tendo como organizadores o GAPA/Bahia e o Fórum Bahiano de ONG/Aids.  A capital baiana sediou um ENONG em 1995 e foi a última capital do nordeste a receber um encontro deste tipo. Antes disto Fortaleza (1992) e Recife ( 2001), também no nordeste, receberam o principal encontro nacional das ONG/Aids. Mais representações definidas Comissão de Articulação dos Movimentos Sociais (CAMS) Região Norte: Ana Cristina Carvalho de Oliveira e Maria Amujaci Brilhante Região Nordeste: Tathiane Araújo, Cássio Lima, Jurandir e Andrezza Beluschi Região Centro Oeste: Clóvis Arantes e Odilio Torres  Região Sudentes: Fórum de Minas Gerais e Espírito Santo (2011) e Fórum de São Paulo e Rio de Janeiro (2012) Região Sul: Sirlene Cândido Comissão Nacional de Aids Região Norte: Antonio Ernandes Marques da Costa e Evalcilene Costa dos Santos Região Nordeste: Jair Brandão e Fábio Ribeiro Região Centor-Oeste: Sérgio e Elifrank Região Sudentes: Fórum de Minas Gerais e Rio de Janeiro (2012) e Fórum de São Paulo e Espírito Santo (2013) Região Sul: Wilson Urbano e Maiquel Fouche Fonte: Liandro Lindner, de Belém O jornalista Liandro Lindner participa do XVI ENONG a convite da organização do evento
COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS: BOM DIA!!  ANOS ATRÁS, NESTE MESMO DIA, CONSEGUÍAMOS A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA EM NOSSO PAÍS!

1. OBRIGADA MAIS UMA VEZ POR COMPARTILHAREM AS NOTICIAS DO ENONG 2011 NESTE ESPAÇO DEMOCRÁTICO DE CONHECIMENTO, TROCAS, SOLIDARIEDADE E PARTILHAS EM HIV/AIDS.

2. VEJO PELO RELATO ABAIXO QUE A DEMOCRACIA SE FEZ NO ESPAÇO DO ENONG 2011. AFINAL CERCA DE 85% DOS PRESENTES NAS ELEIÇÕES DO REPRESENTANTE DO CNS VOTARAM NO CANDIDATO/CHAPA ELEITOS.  É UMA MAIORIA MUITO EXPRESSIVA.

A DEMOCRACIA SE FAZ COM DISPUTAS SIM, COM ARTICULAÇÕES SIM, COM NOVOS ARRANJOS SIM, MAS COM LISURA, TRANSPARÊNCIA E RESPEITO AO  PROCESSO ELEITORAL. ACREDITO, EU, QUE FORA, EXAUSTIVAMENTE DISCUTIDO POR TODOS, O REGULAMENTO DO EVENTO/PLEITO ANTES DAS ELEIÇÕES.

PORTANTO, COM BASE NOS RELATOS, APENAS ABAIXO. VEJO QUE A DEMOCRACIA SE VEZ NESTE PROCESSO ELETIVO EM NOSSO MOVIMENTO, SALVO MELHOR JUÍZO.

3. QUE BOM TERMOS VÁRIOS/AS COMPANHEIROS/AS PREPARADOS/AS E DISPOSTOS/AS A ESTA DISPUTA POLÍTICA.

CONTUDO, OS VENCIDOS PRECISAM, APÓS O LUTO DA DISPUTA POLÍTICA (NATURAL E NORMAL DE ACONTECER - SOMOS SERES HUMANOS E DAMOS ENERGIA PARA NOSSAS PRETENSÕES E ANSEIOS), ENTENDEREM QUE O MAIS IMPORTANTE É O RESTABELECIMENTO DA UNIDADE DOS INTERESSES E NECESSIDADES DO MOVIMENTO DE VOLTA NA CAUSA MAIOR QUE VAMOS QUERER PARA O EXERCÍCIO DA REPRESENTAÇÃO DESTES NOVOS COLEGAS, EM SUAS POSIÇÕES POLÍTICAS ABAIXO ENUMERADAS E DEMOCRATICAMENTE VOTADAS POR TODOS VCS DELEGADOS, LEGITIMADOS A ESTE ATO.

PORTANTO, COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS, A MAIOR LUTA SE FEZ NA ABERTURA DAS DISCUSSÕES, NA REFLEXÃO DAS POSIÇÕES E NA DISPUTA ELETIVA DEMOCRÁTICA.

QUE POSSAMOS UNIR NOSSAS FORÇAS SOBRE AGENDAS CONCRETAS E PAUTAS QUE NOS AFETAM DAQUI PARA FRENTE... ISTO SIM É O MAIS IMPORTANTE!!

PARABÉNS AOS NOVOS ELEITOS E ELEITAS... QUE SAIBAM  SER VERDADEIROS/AS LÍDERES DO MOVIMENTO, RESPEITANDO SUAS ORIENTAÇÕES, DANDO RETORNO CONTÍNUO DE SUAS AÇÕES, E LUTANDO PELA CAUSA COMUM QUE SE APONTA, DEPOIS DE 30  ANOS NESTE PROCESSO DE LUTAS, CONQUISTAS, RESPOSTAS E NÃO RESPOSTAS E, ATÉ MESMO, MUITOS RETROCESSOS.

A RESPONSABILIDADE É MUITO GRANDE! QUE SE ESTABELEÇA UMA AGENDA PARA CADA POSIÇÃO ELETIVA OCUPADA,  PARA O PERÍODO DO EXERCÍCIO QUE SE CUMPRIRÁ,  A FIM DE QUE POSSA HAVER A DEVIDA PRESTAÇÃO DE CONTAS AO MOVIMENTO EM FUTURO PRÓXIMO.

VAMOS EM FRENTE... TEMOS MUITO A FAZER... UNIDOS NOS IDEIAS SOMOS MAIS FORTES (e como!!).

REGINA BUENO,
ATIVISTA MILITANTE RJ
 
Os delegados da região centro-oeste presentes no Enong, com exceção de Thania (Gapa DF) não legitimam e nao reconhecem os eleitos pela chapa golpista a representação do movimento aids do Brasil ao Conselho Nacional de Saúde.

O Golpe a democracia foi muito duro.

Não se pode repesentar um novo modelo de movimento aids através de Golpe.

Exigimos transparencia, democracia, respeito a diversidade nacional e o fim do patriarcalismo, do Golpe e de candidaturas feitas ao Estilo José Sarney.


A Aids é formada por diversos atores e atrizes e não é com Golpe baixo que eleveramenos a qualidade do debate interno.

Democracia, proporcionalidade de votos, respeito as divergencias idológicos, fim do império de 30 anos da política de Cafpe co Chimarrão no CNS.


Léo



AME UMA PESSOA VIVENDO COM HIV.

Léo Mendes
(62) 8405 2405 -Oi
msn: liorcino@yahoo.com.br
Face: Liorcino
Orkut: Liorcino@yahoo.com.br
Companheiros(as)
Quando vemos a democracia desmoronar por partidarismo temos que ter cuidado.......
Parabéns os eleitos, que daqui pra frente façam uma politica de coalizão para que as 5 regiões do país possam ter
os mesmo direitos e chegaremos a um só ponto.
A política tem esses trânsmite mas, nunca temos que deixar isso atrapalha nossa visão de futuro dentro da política da AIDS.Isso é ter em mente espero que o Carlos faça com muito respeito aos demais...
como disse um professor  na democracia muitos contra e todos por um.
Assim caminha a democracia...As nossas diferenças não venha atrapalhar o andamento da política da AIDS no movimento social...
Raimundo Lima
Vice Presidente do ESTRUTURAÇÃO de Brasília
E CONSELHEIRO DE SAÙDE DO DISTRITO FEDERAL....
RAIMUNDO Nonato Lima
Regina, minha amiga que moral um ghrupo de golpistas eleitos com conchavos políticos vai ter moral para cobrar alguma coisa de políticos em Brasília.

Promovem o mesmo tipo de política. 

Precisamos aprender a respeitar as regras democraticas do jogo.

Não se manipula uma eleição como essa.

Voce ainda está sob o calor da alegria da vitória do seu candidato a qualquer custo.

Se abrimos mao da democracia, nao temos direito se quer de cobrar respeito dos políticos.

Já bastou os currais regionais criados pelos senhores do engenho do seculo XXI.

Voce estar satisfeita com o resultado do golpe é uma coisa, mas uma mulher política como vc deveria refletir muito sobre o que é injustiça, o que é falta de democracia.

Os patriarcais golpearam hoje um gay vivendo do centro-oeste, amanha pode ser voce mulher.

Democracia sempre.  
AME UMA PESSOA VIVENDO COM HIV.

Léo Mendes
(62) 8405 2405 -Oi
msn: liorcino@yahoo.com.br
Face: Liorcino
Orkut: Liorcino@yahoo.com.br

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Resolução abaixo foi aprovada hoje pela manha #eblog

Prezados/as

Ainda sem numero  a Resolução abaixo foi aprovada hoje pela manha aqui no Conselho Nacional de Saúde, agora vai para que o Presidente do CNS  e Ministro da Saude assineme e a mesma tenha a sua numeração

José Marcos
(15) 9113 8745 (61) 9131 3008
RESOLUÇÃO Nº XXX, DE 06 DE JULHO DE 2011


O Plenário do Conselho Nacional de Saúde, em sua Ducentésima Vigésima Terceira  Reunião Ordinária, realizada nos dias 05 e 06 de julho 2011, no uso de suas competências regimentais e atribuições conferidas pela Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, e pela Lei nº 8.142, de 28 de dezembro de 1990, e pelo Decreto nº 5.839, de 11 de julho de 2006, e

Considerando que o enfrentamento da tuberculose está na agenda de prioridades do Ministério da Saúde e, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil ocupa o 19º lugar entre os 22 países responsáveis por 80% do total de casos no mundo e que, no ano de 2009, foram notificados 72 mil novos casos e morrem aproximadamente 4.8 mil pacientes no país, ao ano;
Considerando que é a tuberculose é a 4ª causa de morte por doenças infecciosas e a 1ª causa de morte das pessoas vivendo com HIV/AIDS;
Considerando ainda que o controle da tuberculose é baseado na busca de casos, e na realização do diagnóstico precoce, adequado, com disponibilização de tratamento até a cura para interromper a cadeia de transmissão e evitar possíveis adoecimentos;
Considerando ainda que o Brasil segue as determinações da OMS (STOP-TB) comprometendo-se a detectar 70% dos casos bacilíferos estimados e a curar, pelo menos, 85% dos casos em tratamento e que para o alcance desta meta o Ministério da Saúde pactuou o fortalecimento da estratégia do tratamento diretamente observado (TDO) com as demais esferas de gestão como principal instrumento para alcançar as metas internacionais;
Considerando ainda que para o controle da coinfecção TB/HIV, o Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) trabalha de forma articulada com o Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais na elaboração de estratégias conjuntas com o objetivo de ampliar a cobertura do teste rápido anti-HIV e o aconselhamento para todos os portadores de tuberculose, além de ampliar o teste de PPD e o tratamento da infecção latente para todos os portadores de HIV;
Considerando que se torna imperativa a necessidade de prevenir e controlar a tuberculose multirresistente (TB MDR) no Brasil;
considerando que as populações mais vulneráveis, entre as quais estão as comunidades empobrecidas, populações em situação de rua, população negra, privadas de liberdade, indígenas e pessoas vivendo com o HIV/AIDS, são as mais atingidas por essa patologia, aponta-se à tuberculose em consonância com a Política Nacional de Direitos Humanos;
considerando que os sistemas de notificação e informação não subsidiam com as informações necessárias para a tomada de decisão em tempo oportuno; e
considerando ainda que as ações e estratégias de fortalecimento do SUS são de fundamental importância para o enfrentamento da tuberculose no país a partir de parâmetros estabelecidos nos Pactos Pela Vida, Pacto de Gestão e Pacto em Defesa do SUS.

RESOLVE:

1. Estabelecer que as atividades finais do Programa sejam executadas pelas unidades regulares de saúde nas três esferas de gestão com ênfase  na Atenção Primária.
2. Que o Ministério da Saúde implemente medidas para o aperfeiçoamento do sistema de informação em saúde.
3. Garantir a qualidade laboratorial, visando à realização e ampliação da baciloscopia e do teste de cultura do Bacilo de Koch (BK).
4. Implantar o teste rápido para a tuberculose em todo o país.
5. Viabilizar a produção nacional dos medicamentos em dose fixa combinada (“4 em 1”).
6. Intensificar as ações de controle da infecção e aprofundar o controle da TB MDR no âmbito nacional. 
7. Ampliar as ações de controle da coinfecção TB/HIV, visando à implantação das medidas de redução dos casos de tuberculose entre as pesssoas vivendo com HIV/AIDS e estruturar um Comitê Tecnico Nacional em TB/HIV que discuta as estratégias para o enfrentamento da coinfecção no país.
8. Ampliar a realização do tratamento diretamente observado (TDO) com qualidade.
9. Alinhar a área de capacitações do PNCT com a política de educação pernamente do Ministério da Saúde.
10. Expandir a política de pesquisa sobre tuberculose no Brasil.
11. Desenvolver ações e estrategias que considerem as necessidades das comunidades empobrecidas, da população negra, da população em situação de rua, população privada de liberdade e comunidades indígenas e pessoas vivendo com HIV/AIDS a fim de aperfeiçoar o controle da tuberculose junto a essas populações.
12. Constituir um comitê Intersetorial com a participação da sociedade civil, para o desenvolvimento de ações conjuntas de modo a enfrentar os determinantes sociais relacionados à tuberculose, em especial, os que possuem relação direta com a pobreza e a dificuldade de acesso.
13. Garantir que as ações de prevenção e controle da tuberculose sejam priorizadas nas ações de governamentais de desenvolvimento econômico e social a exemplo do Plano de Aceleração do Crescimento – PAC.
14. Que o Conselho Nacional de Saúde, acompanhe a execução do Programa de Controle da Tuberculose regularmente, propiciando ao CONASS, CONASEMS  e  CNAS  as informações anuais que deverão ser elaborados pelo PNCT.
15. Que o Ministério da Saúde garanta e normatize os projetos vinculados a organismos de apoio tecnicocientifico bi e multilaterais.
16. Garantir a produção e veiculação de campanhas de Prevenção, Educação e Sensibilização sobre Tuberculose de massa com caráter permanente.




ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA
Presidente do Conselho Nacional de Saúde


Homologo a Resolução CNS nº xxx, de 06 de julho de 2011, nos termos do Decreto nº 5.839, de 11 de julho de 2006.

 

 



                                                                       ALEXANDRE ROCHA SANTOS PADILHA

Ministro de Estado da Saúde

 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Tel: (55.21) 2544-2866 Telefax: (55.21) 2517-3293
Cel: (55.21) 9429-4550
A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)
        


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Videoconferência PR


 
Amauri Ferreira Lopes
cel 041-84790072

----- Mensagem encaminhada -----
De: Conselho Estadual de Saude do Parana
Assunto: Videoconferência
Caros(as)

Enviei a todos um convite para uma videoconferência organizada pela Secretaria de Gestão Participativa do Ministério da Saúde:

DATA: 08/07
HORÁRIO: 09:00 às 12:00 horas
TEMA: Construindo a Política de Educação Popular em Saúde no contexto da mobilização para 14ª CNS

A videoconferência tem o recurso da participação, via microfone, ao vivo, em locais que tenham equipamento apropriado.
Aqui no Paraná, é utilizado o espaço do DATASUS, na Candido Lopes esquina com a Ébano Pereira, predio do Núcleo do Ministério da Saúde, portanto, os conselheiros que são de Curitiba, podem assistir essa videoconferência e participar diretamente com perguntas ao vivo, nesse espaço.

Os demais poderão assistir pelo site do Conselho Nacional de Saúde - www.conselho.saude.gov.br  e poderão participar com perguntas, via e-mail  cns@saude.gov.br

POR FAVOR, PEÇO AOS QUE RESIDEM EM CURITIBA QUE ME DIGAM SE VÃO ASSISTIR NO DATASUS ESSA VIDEOCONFERÊNCIA PARA QUE EU POSSA ORGANIZAR.

Obrigada

Liliam
CES/PR

sábado, 19 de março de 2011

CNS delibera sobre a Tuberculose

 
Retransmitindo informe do Conselho Nacional de Saúde, onde incluímos em anexo, informações complementares sobre a Tuberculose e a apresentação do Dr.Draurio Barreiras, coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose - PNCT M. Saúde, apresentada durante essa audiência do CNS.

Fórum Estadual das ONGs na Luta contra a Tuberculose – R J
Conheça nosso trabalho de Advocacy, Comunicação e Mobilização Social
Campanhas de tuberculose:
__________________________________________
CNS discute o panorama da Tuberculose no Brasil
 Na tarde dessa quarta-feira, 16, em seu penúltimo ponto de pauta, a 219ª Reunião Ordinária do CNS abordou o tema Dia Mundial da Tuberculose (TB), comemorado em 24 de março. No Brasil, estimativas apontam que 4.500 mil pessoas ainda morrem, por ano, vitimadas pela doença.  Hoje, o país ocupa o 19º lugar entre os 22 países que têm alta carga da doença (responsáveis por 80% do total de casos de tuberculose no mundo) e, além disso, é a primeira causa morte dos portadores de HIV e a terceira causa de mortes por doenças infecciosas no Brasil.
 Para discutir esse tema, compuseram a mesa, Draurio Barreira, coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Carlos Basilia, do Fórum ONGs Tuberculose/RJ e o conselheiro Nacional José Marcos de Oliveira.
 Apesar dos relevantes dados sobre a doença, apresentados ano após ano, o Ministério da Saúde só passou a tratar a Tuberculose como prioridade apenas em 2003. Mas o fato é que toda população brasileira tem direito ao diagnóstico e tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS).
 Em 2009, foram notificados 72 mil novos casos de tuberculose, destes, 10% são retratamento. Ou seja, pacientes que por algum motivo, abandonam o tratamento, ou tratam de forma inadequada, e assim não conseguem encontrar a cura e, desta forma acabam aumentando os números de casos notificados e os óbitos.
  No que se refere ao abandono de tratamento, Carlos Basilia, do Fórum ONGs Tuberculose/RJ, alertou que “muitas vezes não é o paciente que abandona o tratamento, na verdade é o serviço que deixa o paciente, especialmente por falta de pessoal qualificado para dar andamento ao tratamento adequado”. Basilia lamenta, e afirma que apesar da passagem dos séculos “o Brasil continua criando condições favoráveis à perpetuação da Tuberculose no país”.
 O coordenador do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, Draurio Barreira, também advoga a idéia de que o panorama da Tuberculose no Brasil “só irá melhorar quando, e se, os fatores condicionantes para uma boa saúde da população forem, de fato, estruturados e garantidos a todos”.                 
  E ressaltou no Pleno do CNS, que a presidente Dilma Rousseff elegeu a erradicação da miséria como sua prioridade e “a Tuberculose é produto da desigualdade social”, finaliza Draurio Barreira. 
   Ao fim, como encaminhamento, duas recomendações foram aprovadas por unanimidade, uma sobre a concessão de um benefício para portadores de tuberculose, que será enviada ao Ministério da Saúde (MS) e outra, sobre a inclusão do tema da TB na agenda política dos Conselhos de Políticas Públicas.
  Tratamento  -  A tuberculose é uma doença infecciosa, causada pelo bacilo de Koch, e transmitida por meio do ar, mas com o tratamento supervisionado o risco da propagação da doença diminui, pois o paciente é acompanhado e orientado diariamente.  O tratamento dura seis meses e o paciente vai diariamente ao Posto de Saúde tomar a medicação. O tratamento é gratuito e disponível nas Unidades de Saúde. Os principais sintomas são a tosse crônica (três semanas), a febre, o suor noturno (que chega a molhar o lençol), a dor no tórax, a perda de peso lenta e progressiva, a perda do apetite e indisposição. Com a constatação dos sintomas, o paciente deve procurar imediatamente o Posto de Saúde do seu bairro.
 Apesar de todo o avanço da tecnologia e da medicina, a tuberculose é, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), ainda é uma das dez maiores causas de morte por doença infecciosa em adultos e continua matando milhões de pessoas em todo o mundo.

Atenciosamente
José Marcos Oliveira
(15) 9113 8745 - (61) 9131 300 - @controlesocial
__._,_.___
Anexo(s) de =?iso-8859-1?Q?F=F3rum_ONGsTuberculose-RJ?=
3 de 3 arquivo(s)

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Resumo / Informes:



17/02/2011 - Ministro Padilha é o novo presidente do Conselho Nacional de Saúde
NACIONAL
15/02/2011 - Ações eficientes e tempestivas
NACIONAL
15/02/2011 - Farmácia Popular: mais um medicamento gratuito para diabéticos
 
 
NACIONAL
15/02/2011 - Governo vai ampliar Bolsa Família para erradicar miséria
SÃO PAULO
18/02/2011- Saúde promove mutirão de exames de hepatite C em Santos
 
MINAS GERAIS
18/02/2011 -  Mulher é o foco da Campanha de prevenção à AIDS neste carnaval
PIAUÍ
18/02/2011 - Saúde divulga resultado de seleção para diretores de hospitais e regionais da Saúde
TOCANTINS
17/02/2011 - SES inicia distribuição de preservativos para o Carnaval
 
CEARÁ
17/02/2011 - Campanha “Indústria sem dengue” será lançada dia 28
ALAGOAS
17/02/2011 - Hemocentro alagoano aposta nas redes sociais para aumentar doadores
RORAIMA
16/02/2011 - RR continua em alerta para a dengue
 
AMAZONAS
15/02/2011 - Dengue grave será notificada por sistema móvel de telefonia
AMAPÁ
15/02/2011 - Oficina de gestão discute pactos do SUS
 
SERGIPE
15/02/2011 - Ministro da Saúde visita Sergipe e discute ações de combate à dengue
GOIÁS
15/02/2011 - Secretaria de Estado da Saúde de Goiás alerta para produto tóxico vendido como emagrecedor

 

 

 

FENAN - Médicos vão parar no dia 7 de abril!!!‏

 

 

 

 














>> Expert
Gestão de projetos: urgente ou importante?
Publicado em 18/02/2011 10:48



























>> Bastidores
Um dia de repórter em Saúde
Publicado em 17/02/2011 11:05



>> Expert
Sugestão de Agenda Regulatória para 2011
Publicado em 17/02/2011 10:01