Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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quinta-feira, 2 de maio de 2013

@REVISTA RADIS :: Respeito abre portas para o acolhimento



REPORTAGENS

Respeito abre portas para o acolhimento

REVISTA RADIS

Gestores, profissionais, ativistas e usuários apontam avanços e desafios após instituição de política de saúde integral para lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais

Adriano De Lavor
 
Quase dois anos após a publicação da portaria 2.836 do Ministério da Saúde (de 1º/12/2011), que institui no âmbito do SUS a Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais, avanços e desafios foram registrados. No mês em que se comemora o Dia Internacional contra a Homofobia — 17 de maio, data em que, em 1990, a OMS excluiu a homossexualidade da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) —, Radis registrou aplausos e críticas de gestores, profissionais, ativistas e usuários da comunidade LGBT: todos reconhecem como pioneira a iniciativa que assegura, de forma inédita no país, o respeito às diferenças e a garantia das especificidades de saúde, mas identificam deficiências e obstáculos que dificultam sua implementação. 
O acompanhamento de ações e práticas bem sucedidas nessa área — e o relato de usuários — indica que a concreta efetivação da política depende de que se conquiste também algo que já está na base do sistema de saúde: a garantia do respeito ao cidadão brasileiro na sua integralidade, com suas diferenças e especificidades. O entrevistados da Radis ressaltam que uma diretriz que de fato promova a saúde integral, elimine a discriminação e o preconceito institucional e contribua para a redução das desigualdades só é possível com a compreensão de que discriminação e preconceito contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais são causa de sofrimento e adoecimento, e que acesso e acolhimento só fazem sentido quando são sinônimos de respeito.
 
Integralidade, uma conquista
Uma das vozes mais atuantes na defesa dos direitos da comunidade LGBT no Congresso Nacional, o deputado federal (PSOL-RJ) Jean Wyllys considera que “há muito mais vontade do que uma política de fato”. Em entrevista à Radis (ver pág. 14), ele aponta que não há recursos garantidos para que a política aconteça e critica que as orientações ali definidas não estejam integradas ao sistema de saúde mais amplo.
Técnica da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde, Kátia Souto reconhece que “o desafio de sair do papel é cotidiano” e considera que, para efetivação da política, é necessário reconhecer que homofobia, lesbofobia e transfobia são determinantes sociais de agravos à saúde mental e física. “Uma das principais conquistas dessa política é a abordagem de integralidade. É a compreensão de que essa população tem especificidades que superam adoecimentos a partir de vulnerabilidades sociais”, avalia. 
“Tudo isso é um bom começo”, resume o historiador e educador Andrey Roosewelt Chagas Lemos, coordenador nacional LGBT da União de Negros pela Igualdade (Unegro), em Sergipe. Para ele, é positiva a aprovação de uma política nacional que dialoga com o Conselho Nacional de Saúde e a sociedade civil. 
Estudante de Ciência Política na Universidade de Brasília (UnB), Marcelo Caetano, vice-presidente da Associação Brasileira de Homens Trans (ABHT), concorda: “O reconhecimento de que a população LGBT tem necessidades especiais de saúde já é um avanço”, observa. Mesmo identificando que há uma distância entre o que prevê a política nacional e sua efetivação, ele interpreta que sua existência indica que esta é uma realidade que está sendo incorporada às preocupações institucionais. “Não é algo tão estável, que funcione da melhor maneira, mas é um início”, opina. Para o ativista, a política representa um compromisso do Estado em atender as necessidades dos grupos. “É um respaldo, uma garantia e um instrumento para termos nossos direitos respeitados”, 


considera.


quarta-feira, 25 de maio de 2011

V SIMPÓSIO SAÚDE COLETIVA & SAÚDE MENTAL

Brasília,  24 de maio de 2011.

Aos Companheiros   
Prezados Senhores
 
ABERTAS AS INSCRIÇÕES DE TRABALHO PARA V SIMPÓSIO DE SAÚDE COLETIVA & SAÚDE MENTAL!

INFORMAÇÕES COMPLETAS EM: www.fafich.ufmg.br/lagir
 
PÁGINA DO EVENTO EM BREVE NO SITE DA ABRASME: www.abrasme.org.br
 
Divulguem, por favor!
CARTAZ~1.JPG


Cordialmente,
Herleni Farias
+55 (61) 9150.2636 - 8580.7114
http://mopsbrasil.webnode.com.br/

terça-feira, 12 de abril de 2011

Audiência discute assistência para pessoas com transtorno mental

12/04/2011 08:49

Audiência discute assistência para pessoas com transtorno mental

As comissões de Seguridade Social e Família; e de Direitos Humanos e Minorias realizam hoje audiência pública para debater políticas afirmativas e de assistência para as pessoas com transtorno mental.
A audiência foi proposta pelo deputado Henrique Afonso (PV-AC). Segundo ele, o objetivo é garantir que os direitos das pessoas com transtornos mentais sejam respeitados nos campos da saúde pública, da assistência social e dos direitos humanos.
O deputado afirma que, apesar dos esforços que vêm sendo feitos na área, boa parte da população que precisa de algum tipo de atendimento em saúde mental ainda está sem assistência. 
Citando dados do Ministério da Saúde, Afonso diz que 3% dos brasileiros sofrem com transtornos mentais severos e persistentes, como neuroses graves, psicoses, transtornos de humor graves, dificuldade de adaptação ou deficiência mental grave. Ao todo, pelo menos 12% da população precisa de algum atendimento nessa área.
Foram convidados:
- o coordenador da Área Técnica de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Roberto Tykanory Kinoshita;
- o secretário de Saúde de Sergipe, Antônio Carlos Guimarães Sousa Pinto, representando o Conselho Nacional de Secretários de Saúde;
- o integrante do Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Gustavo Couto; e
- um representante do Ministério da Educação.

A audiência será realizada às 14h30, no plenário 7.
Da Redação/ JMP
A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara de Notícias

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Correio da Saúde - Informe nº 676 - Otra Ley

 
 
CORREIO DA SAÚDE
   
Informe nº 676
[pesquisar edições anteriores]
CURITIBA,

5 ABR 2011
  OTRA LEY
A República Argentina, através de lei aprovada pelo senado e câmara nacional, acaba de disciplinar o direito à proteção à saúde mental. Trata-se da Lei nº 2667, promulgada em 2/12/2010.
O novo regramento representa a aprovação da reforma psiquiátrica naquele país, que preconiza a desospitalização e humanização no atendimento, conforme se depreende dos artigos 9º e 14º (el proceso de atención debe realizarse preferentemente fuera del ámbito de internación hospitalario [...] e; a internación es considerada como un recurso terapéutico de carácter restrictivo, y sólo puede llevarse a cabo cuando aporte mayores beneficios terapéuticos que el resto de las intervenciones realizables en su entorno familiar, comunitario o social).
Muitos pontos da nova sistemática se assemelham à nossa Lei Federal nº 10.216/01, como por exemplo, o amplo acesso do paciente aos seus prontuários, a garantia de atendimento multidisciplinar e a reserva de leitos para tratamento de saúde mental em hospitais gerais.
Também há a previsão de regramentos especiais para possibilitar a internação involuntária de um paciente, como a presença da situação de risco e a necessidade de notificação obrigatória.
Ao MP foi conferida a incumbência de integrar um órgão de revisão das internações, conforme disciplinado nos artigos 38/39: créase en el ámbito del Ministerio Público de la Defensa el Organo de Revisión con el objeto de proteger los derechos humanos de los usuarios de los servicios de salud mental.
O espírito da lei argentina pode bem ser resumido no seu artigo 1º"La presente ley tiene por objeto asegurar el derecho a la protección de la salud mental de todas las personas, y el pleno goce de los derechos humanos de aquellas con padecimiento mental que se encuentran en el territorio nacional, reconocidos en los instrumentos internacionales de derechos humano".
Leia aqui o novo texto legal na íntegra.


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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Ministério da Saúde estima que 25 mil jovens corram risco de vida pelo uso de crack Agência Brasil 07/07/2010 Brasília – O crack, droga formada pe

Ministério da Saúde estima que 25 mil jovens corram risco de vida pelo uso de crack

Agência Brasil

07/07/2010

Brasília – O crack, droga formada pela mistura de bicarbonato de sódio e cocaína, ameaça a vida de 25 mil jovens brasileiros. A estimativa é do Ministério da Saúde e, segundo o coordenador de Saúde Mental, Álcool e Drogas do ministério, Pedro Delgado, a dependência coloca esses jovens no nível de marginalidade extrema. Ele falou sobre o problema no Seminário Internacional de Políticas sobre Drogas, na Câmara Federal.

Delgado disse ainda que faltam estudos de âmbito nacional sobre o tema, mas os dados do ministério mostram que existem padrões diferentes de uso das drogas, inclusive do crack. “Existem duas populações de consumidores de crack no Brasil. Uma que estimamos em 25 mil jovens que estejam em vulnerabilidade máxima e corram risco de vida e outra, em situação menos grave, com 600 mil pessoas que fazem uso frequente da droga”.

O coordenador do Ministério da Saúde também falou do problema da mortalidade de adolescentes pelo uso de drogas, citando Maceió como a cidade com o maior registro de morte violenta de jovens. “Temos convicção de que isto tem a ver com a vulnerabilidade associada ao uso de drogas”, disse.

Em maio deste ano o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o decreto que cria o Plano Nacional de Combate ao Crack que destinou R$ 90 milhões para o Ministério da Saúde, prioritariamente para a ampliação dos leitos em hospitais gerais. Mais R$ 210 milhões de recursos novos do orçamento do ministério estão sendo utilizados para a ampliação de centros de Atendimento Psicossocial para dependentes químicos, que nas cidades com mais de 200 mil habitantes passarão a funcionar durante 24 horas.

Segundo o representante do Ministério da Saúde apesar da necessidade de ampliação do número de vagas em hospitais gerais, a internação não deve ser vista como a solução do problema. “Em situação de risco existe a opção da internação, mas ela não é a solução para o crack. Os casos mais graves acometem pessoas que passaram pela internação. Precisamos de ações intersetoriais para combater o problema”, disse.

O secretário nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), general Paulo Uchôa, disse que em agosto começam os cursos a distância para a formação de profissionais de diversas áreas para lidar com o problema do crack. Serão 80 mil vagas destinadas a religiosos, conselheiros de infância e adolescência, educadores e profissionais de saúde. “A ideia é fazer uma capacitação coletiva para que todos falem a mesma linguagem”, afirmou.

Uchôa falou também que uma pesquisa realizada pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) mostrará o retrato da situação do crack no país, desde o consumo, o perfil do dependente até as consequências da droga sobre as famílias. Os primeiros dados da pesquisa devem ser apresentados em setembro.

“Com base nos dados revelados na pesquisa faremos um redirecionamento ou direcionamento das ações. Temos muitos informações sobre a cocaína, mas não temos dados aprofundados sobre o uso do crack”.

cortesia Clipping Bem Fam(07/07/010)

sábado, 3 de julho de 2010

Também sobre reforma Psquiátrica encontrei:


Um texto do Movimento Tortura Nunca Mais:
Movimento Nacional de luta antimanicomial
www.torturanucamais-rj.org.br


Medalha Chico Mendes: Movimento Nacional de Luta Antimanicomial
Movimento Nacional de Luta Antimanicomial
“(...) Me amarram, me aplicam, me sufocam num quarto trancado / Socorro! Sou um cara Normal asfixiado. / Minha mãe, meu irmão, minha tia me encheram de drogas / de levomepromazina. / Ai, ai ai que sufoco da vida. Estou cansado de tanta levomepromazina. (Sufoco da Vida. Hamilton, Meurício e Alexandre M.)




No final dos anos 70, no bojo da luta contra a ditadura, nasceram muitos movimentos sociais que contribuíram para a construção do projeto democrático brasileiro. Um deles foi o Movimento dos Trabalhadores em Saúde Mental que denunciou a violência existente nos hospitais psiquiátricos, violência esta não apenas contra as pessoas em sofrimento psíquico, vítimas das formas mais brutais de desrespeito aos direitos humanos, mas também contra vários brasileiros que lutaram contra o regime militar de exceção. Muitas denúncias referiam-se a presos políticos que eram internados em hospícios.

No final dos anos de 1980, o movimento se consolidou como um dos mais importantes e amplos movimentos sociais do país, disseminando-se por todos os estados e assumindo mais efetivamente sua luta pela superação dos manicômios. Foi quando surgiu o lema POR UMA SOCIEDADE SEM MANICÔMIOS, significando o repúdio a qualquer forma de exclusão social e de violência contra as pessoas em sofrimento mental.

O manicômio, para o Movimento, não é apenas o hospício, o hospital psiquiátrico, onde a violência é certamente mais direta e opressora, mas é o conjunto de saberes científicos, de práticas institucionais, sociais e políticas que autorizam tais formas de exclusão e violência. Neste sentido, todas as formas de medicalização da sociedade são também objeto de crítica e denúncia por parte do Movimento.

Com a participação inegável do movimento, foi deflagrado no país um dos mais importantes e reconhecidos processos de reforma psiquiátrica existentes em todo o mundo. Neste processo destaca-se a participação de usuários e familiares, além dos técnicos, que atuam, todos eles, não como atores ou objetos, mas como atores reais, como protagonistas de um novo cenário, que é marcado por uma nova cultura de cuidado, de convivência e solidariedade.

Desde 1988, vem realizando comemorações no dia 18 de maio, que ficou conhecido como o Dia Nacional da Luta Antimanicomial. São eventos políticos, sociais, culturais, artísticos, científicos, em todos os estados, em todas as capitais, em inúmeras cidades. Tais comemorações têm como objetivo convocar e despertar a sociedade para a questão da violência manicomial no seu sentido amplo, ao qual nos referimos anteriormente. Mas o dia 18 foi ficando pequeno, e daí passou-se a organizar atividades na semana toda e agora por todo o mês de maio.

No 18 de maio apontam-se as arbitrariedades em relação à violação dos direitos humanos e cidadania dos usuários; reivindica-se a ampliação não apenas da rede de serviços territoriais, substitutivos aos hospitais psiquiátricos, mas também dos dispositivos e estratégias culturais e sociais que são fundamentais na construção de uma nova relação entre a sociedade e a loucura; luta-se pela superação do estigma, do preconceito, da segregação e da exclusão, mas luta-se, fundamentalmente, pela construção desta nova sociedade solidária para com as pessoas em sofrimento e em situação de risco social.

Sobre Saúde mental e direito a tratamento sem internação:

Descobri um blog muito bom, ao qual vou seguir e
indico aos que tem problemas com parente ou mesmo sofre de doença mental, para leitura e discussão do tema.
Reforma Psquiatrica
Vou fazer um link para vocês entrarem direto nele.
http://forumsmbaixadasantista.blogspot.com




“PERTURBAÇÃO”

Perturbação,
Contrariedade demasiada envolvendo o mundo de hoje.
Mundo de perturbação,
Socializando o raciocínio social.

Insanidade mental arruinando a terapia corporal.

Perturbação fundamentalmente conturbando a poesia psicossocial.

Perturbação sensorial contrariam o universo de meditação transcendental.
O mundo transferiu a mudança do transtorno no sentimental,
Apoiando a sensação do romantismo no conforto mundano.

Luiz Fernando
27/11/2008
DO blog acima


sexta-feira, 2 de julho de 2010

Temporão defende promoção da saúde mental desde a infância

Temporão defende promoção da saúde mental desde a infância

Agência Brasil

01/07/2010

Brasília - O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, disse (30), durante a 4ª Conferência Nacional de Saúde Mental, que o grande desafio é trabalhar na promoção da saúde do indivíduo desde a sua concepção, por meio de ações intersetoriais envolvendo outros ministérios.

“Precisamos de políticas intersetoriais voltadas à mulher na gestação, na atenção ao parto e na capacidade dessa mãe de cuidar do seu bebê até os 5 anos. É nesse período que se estrutura, do ponto de vista biológico e psíquico, o que vai ser o futuro cidadão”.

Temporão destacou o projeto Brasileirinhos e Brasileirinhas Saudáveis: Primeiros Passos para o Desenvolvimento Nacional como uma experiência positiva que está ocorrendo em alguns municípios, nas cinco regiões do país.

O projeto trabalha com estratégias de atenção à saúde da mulher desde a gestação até o fim do primeiro ano de vida do bebê, uma vez que nessa fase seu corpo e sua mente demandam cuidados que integram a saúde física e mental.

“Precisamos evitar que a doença se instale no desenvolvimento emocional primitivo do indivíduo, nos primeiros estágios de vida. Isso tem muito a ver com evitar o transtorno mental e a drogadição quando esse bebê se tornar jovem e adulto”, afirmou.

Sobre a reforma psiquiátrica, Temporão disse que apesar das críticas feitas pelos movimentos conservadores, ela veio para ficar e qualificar o atendimento à saúde mental no país.

“A principal conquista da reforma psiquiátrica é a luta contra o estigma, o preconceito e a exclusão.Temos que defender a reforma psiquiátrica como um patrimônio do Brasil. Ela não será estancada, como querem alguns movimentos conservadores”, acrescentou.


Cortesia: clipping Bem Fam(01/07/010)

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Rio de Janeiro sedia 2º Congresso Brasileiro de Saúde Mental

Conteúdo desta Página

Divulgação Científica

Informe Ensp

Rio de Janeiro sedia 2º Congresso Brasileiro de Saúde Mental

ENSP, publicada em 12/04/2010

No mês de junho, entre os dias 3 e 5, acontecerá, na cidade do Rio de Janeiro, o 2º Congresso Brasileiro de Saúde Mental, com o tema Loucura e saúde mental no século XXI: enfrentamentos, territórios e fronteiras. Organizado pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ESP/Fiocruz), por intermédio do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental e Atenção Psicossocial, em parceria com a Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme), o evento está com as inscrições abertas e acontecerá na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Segundo a organização do evento, o campo da saúde mental vem enfrentando uma variedade de desafios; dentre eles, a necessidade de integração e operacionalização dos novos serviços, em substituição ao modelo assistencial tradicional, e de uma interação entre a prática e as áreas de conhecimento que compõem o sistema de saúde como um todo.

A programação científica do 2º Congresso está sendo construída com diferentes modalidades de atividades, tais como mesas-redondas, palestra, oficinas, comunicações coordenadas, além de apresentações artístico-culturais, cujos conteúdos deverão refletir a produção intelectual, a pesquisa, os projetos de extensão e a produção artística e cultural que constituem o campo da saúde mental.

Mais de 2 mil pessoas são esperadas nos debates a fim de contribuir para melhor integração entre as diversas esferas da sociedade, com a intenção de promover os serviços humanizados e voltados para a saúde coletiva e para a afirmação do Sistema Único de Saúde (SUS).

As informações completas do evento estão disponíveis no link abaixo.

www.saudemental2010.com.br

terça-feira, 13 de abril de 2010

Ministério reforça atendimento em saúde mental com 35 novos CAPS

30/03/2010 , às 18h32

Ministério reforça atendimento em saúde mental com 35 novos CAPS


Distribuídas por 15 estados, unidades representam um investimento do Ministério da Saúde de R$ 11 milhões por ano em recursos para funcionamento

A estratégia do Ministério da Saúde de enfrentamento ao consumo de álcool e outras drogas e acesso ao atendimento em saúde mental foi reforçada nesta terça-feira (30) com o cadastramento de 35 CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) ao Sistema Único de Saúde. Quinze estados foram contemplados – São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Alagoas, Bahia, Sergipe, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Rondônia e Roraima. O recurso federal destinado ao custeio dessas novas unidades é de R$ 11 milhões por ano.

Com a ampliação, sobe para 1.502 o número de CAPS em funcionamento em todo o País. Ao anunciar o investimento, em visita a Porto Alegre (RS), nesta terça-feira (30) o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, destacou que, entre outros pacientes, essas unidades vão atender, com profissionais de saúde como médicos e psicólogos, usuários de crack. “Esses CAPS vão começar a funcionar de imediato porque agora vêm os recursos financeiros de custeio, que são para contratar e pagar pessoal, por exemplo”, afirmou o ministro, em cerimônia na Secretaria Municipal de Saúde de Porto Alegre, com a presença do secretário de Atenção à Saúde, Alberto Beltrame, o secretário estadual de Saúde, Osmar Terra, e o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça.

Na capital gaúcha, o ministro anunciou ainda a criação de um Centro de Atenção – Álcool e Outras Drogas (CA-AD), resultado de parceria entre o Ministério da Saúde, a prefeitura de Porto Alegre e o Grupo Hospitalar Conceição, de gestão federal. O Ministério da Saúde deve destinar R$ 2,7 milhões para adaptar a área de 1.000 metros quadrados na zona Norte de Porto Alegre, destinada a abrigar esse novo complexo. Assim que a obra estiver concluída – a estimativa é para junho deste ano -, R$ 5,4 milhões devem ser repassados por ano para custeio.

A ideia é que esse novo complexo compreenda um CAPS voltado a usuários de álcool e drogas (o CAPS AD de porte 3), e um CAPS voltado ao atendimento infanto-juvenil (o CAPS i), além do projeto de Consultórios de Rua, um centro de ensino e pesquisa e ações de supervisão à rede básica de saúde (como as equipes de Saúde da Família, por exemplo).

A criação do CA-AD na capital gaúcha foi possível porque a prefeitura de Porto Alegre aderiu, também nesta terça-feira, ao Plano Emergencial de Acesso ao tratamento e Prevenção em Álcool e Outras Drogas (PEAD), lançado pelo Ministério da Saúde em junho do ano passado.

“O crack é uma droga que entrou recentemente no mercado, ocupou um espaço que não ocupava antes porque é muito barata e porque tem algumas características: causa dependência rapidamente e efeitos físicos e mentais dramáticos num prazo muito curto. Talvez por isso essa questão apareça com maior gravidade e a sociedade comece a perceber que este é um problema muito sério”, afirmou o ministro. “Mas eu chamo muito a atenção para não minimizarmos também o efeito das outras drogas. O álcool, por exemplo, ainda é a droga que mais mata e a maior responsável pelas situações de violência no Brasil”.

NUNCA EXPERIMENTE O CRACK – O Ministério da Saúde lançou em dezembro do ano passado a campanha Nunca Experimente o Crack, que está em filmes de TV e impressos, veiculados em todo o país. A campanha ressalta que a droga, derivada da cocaína, possui alto grau de dependência e mata. Por isso, não deve ser sequer experimentada. Informa de forma transparente e direta que essa é uma questão não restrita a governos, mas preocupação de toda a sociedade brasileira.

O público-alvo da campanha do Ministério da Saúde é formado por jovens de 15 a 29 anos, de todas as classes sociais. O alerta também serve a pais, educadores e formadores de opinião em geral. Um grande problema associado ao crack é que é uma droga barata, por isso atinge principalmente os jovens das camadas mais baixas. Mas qualquer jovem é considerado um usuário em potencial.

INVESTIMENTOS DO MINISTÉRIO - Em novembro de 2009, o Ministério da Saúde lançou um pacote de medidas com investimento de R$ 98,3 milhões para ampliar a assistência a usuários de álcool e drogas no país e melhorar o atendimento de pacientes com transtornos mentais. Somente essa medida habilitou 73 novos CAPS, criou incentivo financeiro para internações curtas (até 20 dias) de pacientes em crise e aumentou em até 31,85% o valor das diárias pagas por paciente internado em hospitais psiquiátricos gerais.
Essa Portaria publicada em novembro reforçou as ações do Plano Emergencial de Ampliação do Acesso para Tratamento de Álcool e Drogas (PEAD), lançado em junho, que detalha as metas e investimentos para expansão dos CAPS e leitos de internação psiquiátrica em todo o país, em um total de R$ 117 milhões em investimentos. Ou seja: somadas, essas duas medidas chegam a R$ 215 milhões em recursos exclusivos para o atendimento a dependentes de álcool e drogas.

A cobertura oferecida pelo SUS na área de saúde mental, que compreende o atendimento a usuários de álcool e outras drogas, aumentou para 62% da população, considerando o parâmetro de 1 CAPS para cada 100 mil habitantes (já com a expansão anunciada nesta terça-feira). Há sete anos, era de 21%.

DISTRIBUIÇÃO DOS 35 NOVOS CAPS

AL
CAPS I
Delmiro Gouveia
AL
CAPS I
Lagoa da Canoa
AL
CAPS I
Limoeiro de Anadia
BA
CAPS I
Campo Formoso
BA
CAPS I
Jeremoabo
BA
CAPS I
Teofilândia
CE
CAPSi
Iço
CE
CAPS I
São Benedito
MA
CAPSad
São Luis
MG
CAPSi
Belo Horizonte
MG
CAPS ad
Bocaiúva
MG
CAPS ad
Carangola
MG
CAPS I
Ipanema
MG
CAPS I
Lajinha
MG
CAPS I
São Domingos do Prata
MG
CAPS I
São Vicente de Minas
MG
CAPS II
Três Corações
PA
CAPS I
Porto de Moz
PE
CAPSI
Glória do Goitá
PI
CAPS I
Cocal
PI
CAPS I
Pedro II
RJ
CAPS ad
Nova Iguaçu
RJ
CAPSi
Rio de Janeiro
RO
CAPS ad
Porto Velho
RR
CAPS I
Caracaraí
RS
CAPS I
Caçapava do Sul
RS
CAPSi
Santo Ângelo
RS
CAPS ad
Santo Ângelo
RS
CAPSi
Bagé
RS
CAPS I
Veranópolis
SC
CAPS I
Navegantes
SE
CAPS ad
Itabaiana
SP
CAPS I
Junqueirópolis
SP
CAPS II
São João da Boa Vista
SP
CAPS ad
São Paulo

Outras informações
Atendimento à Imprensa

(61) 3315 3580 e 3315 2351
Atendimento ao cidadão
0800 61 1997 e (61) 3315 2425




Abaixo segue os endereços dos Caps No Rio brevemente darei os outros endereços(Centro de Atenção Psicosocial);(Para pessoas que precisam de tratamento prquátrico)

Rio de Janeiro

Angra dos Reis

  • CAPS CAIS São Bento
  • Av. Júlio César de Noronha, 90 - Centro/São Bento
    23900-000 Angra dos Reis – RJ
    (24) 3365-7345/5870
    cais@angra.rj.gov.br

Barra do Piraí

  • CAPS Nossa Casa
  • Rua Professor José Costa, 133 - Centro
    27145-010 Barra do Piraí - RJ
    (24) 2444-4564

Barra Mansa

  • CAPS Estação Mental
  • Av. Francisco Vilela, 292 - Estamparia
    27330-590 Barra Mansa - RJ
    (24) 3324-2644

Barra Mansa

  • CAPSI Estação Viver
  • Av. Francisco Vilela, 337 - Centro
    27330-590 Barra Mansa – RJ
    (24) 3323-0164 (tel/fax)

Belford Roxo

  • CAPSad Zaira V. Bicchieri
  • Rua Lúcia, 100 – Centro
    26130-035 Belford Roxo – RJ
    (21) 3662-0832

Belford Roxo

  • CAPSI Belford Roxo
  • Rua João Fernandes Neto, 920 - Centro
    261130-050 Belford Roxo – RJ
    (21) 2779-5549

Bom Jesus do Itabapuana

  • CAPS José de Oliveira Borges
  • Rua Aristides Figueiredo, 95 – Centro
    28360-000 Bom Jesus do Itabapoana – RJ
    (22) 3831-4215 (tel/fax)
    semsabji@ig.com.br

Cachoeiras de Macacu

  • CAPS Ambulatório de Saúde Mental
  • Av. Gov. Roberto Silveira, 800 – Campo do Prado
    28680-000 Cachoeiras de Macacu - RJ
    (21) 2649-4839 2649-4606 (sms)
    saudemental.caps@zipmail.com.br

Campos dos Goitacazes

  • CAPSI Dr. João Castelo Branco
  • Av. 7 de Setembro, 258 – Centro
    28010-562 Campos dos Goytacazes – RJ
    (22) 2722-0358
    capsicastelobranco@yahoo.com.br

Campos dos Goitacazes

  • CAPSad Dr. Ari Viana
  • Rua José do Patrocínio, 102 - Centro
    28015-030 Campos dos Goytacazes - RJ
    (22) 2726-7749 / 1391 (fax)
    capsadcamposrj@hotmail.com

Campos dos Goitacazes

  • CAPS Dr. João Batista Araújo Gomes
  • Rua Dr. André Luiz, 54 - Jardim Carioca/Guarús
    28080-720 Campos dos Goytacazes – RJ
    (22) 2734-9054

Cantagalo

  • CAPS Maria José Rodrigues Barrada
  • Travessa Hacib Mansur, 34 - Centro
    28500-000 Cantagalo - RJ
    (22) 2555-5943 (tel/fax)
    saudemental.cantagalo@ig.com.br

Carmo

  • CAPS Carmo
  • Rua Alves Costa, 102 - Centro
    28640-000 Carmo – RJ
    (22) 2537-3831 (tel/fax)

Comendador Levy Gasparian

  • CAPS Caminho Novo
  • Estrada União Indústria, Km 131
    25870-000 Comendador Levy Gasparian - RJ
    (24) 2254-1100 (tel/fax)

Conceição de Macabu

  • CAPS da Vida
  • Rua Moacir Caldas, casa 56 - Guarapa
    28740-000 Conceição de Macabu - RJ
    (22) 2779-2345 (tel/fax)
    capsmacabu@faciliti.com.br

Cordeiro

  • CAPS de Cordeiro
  • Rua Diva Miranda Botelho, 41 - Sumaré
    28540-000 Cordeiro - RJ
    (22) 2551-2374 (tel/fax)
    saudemental.cordeiro@hotmail.com

Duque de Caxias

  • CAPS Leslie Sanford Chavim
  • Rua Marechal Deodoro, 147 - 25 de Agosto
    25071-190 Duque de Caxias - RJ
    (21) 2671-5806
    capscaxias@ig.com.br

Duque de Caxias

  • CAPSI Duque de Caxias
  • Rua Marechal Floriano, 966 – 25 de Agosto
    25075-020 Duque de Caxias – RJ
    (21) 2722-7569
    capsijinf@yahoo.com.br

Engº Paulo de Frontin

  • CAPS Engº Paulo de Frontin
  • Rua Antônio Leal, s/nº - Aguada
    26650-000 Engº Paulo de Frontin - RJ
    (24) 2463-3089

Itaborai

  • CAPS Pedra Bonita
  • Rua João Caetano, 370 - Centro
    24800-000 Itaborai – RJ
    (21) 2635-2615
    caps@itaborai.gov.com.br

Itaborai

  • CAPSI João Caetano
  • Rua Dr. Mesquita, 306 - Centro
    24800-000 Itaborai – RJ
    (21) 2635-2615
    caps@itaborai.gov.com.br

Itaguaí

  • CAPS - Bem Viver
  • Rua Luiz Pierre, 61 - Centro
    23815-310 Itaguaí - RJ
    (21) 3781-0508 2688-6052 R-258(fax)
    capsbemviverita@yahoo.com.br

Itaguaí

  • CAPSad Itaguai
  • Rua Dídimo José Batista, 496 - Centro
    23815-060 Itaguai – RJ
    (21) 2688-7749

Italva

  • CAPS Cardoso Moreira
  • Rua Figueira Barros, s/nº - Centro
    28250-000 Italva – RJ
    (22) 2783-2564 / 2434 (fax)

Itaocara

  • CAPS Itaocara
  • Rua Aldeia da Pedra, s/ n. - Cidade Nova
    28570-000 Itaocara - RJ
    (22) 3861-3298 (tel/fax) 9837-4966 (Cel emergência do CAPS)

Itaperuna

  • CAPS de Itaperuna
  • Rua Dez de Maio, 611 - Centro
    28300-000 Itaperuna - RJ
    (22) 3822-9119
    capsitaperuna@ig.com.br

Itaperuna

  • CAPSad Itaperuna
  • Rua José de Assis Barbosa, s/nº - Cehab
    28300-000 Itaperuna - RJ
    (22) 3822-8934
    capsitaperuna@ig.com.br

Japeri

  • CAPS Dr. Jorge E. Teannus Rejame
  • Av. Dr. Arruda Negreiros, 49 - Centro
    26460-200 Japeri - RJ
    (21) 2670-3150 (orelhão)

Macaé

  • CAPS Betinho
  • Rua Visconde de Quissamã, 482 – Centro
    27910-020 Macaé – RJ
    (22) 2772-5005

Magé

  • CAPS Magé
  • Rua Capitão José de Paula, 451 - Suruí
    25900-000 Magé - RJ
    (21) 2196-7367 / 7359 (secret. saude.)

Magé

  • CAPSad Magé
  • Rua Capitão José de Paula, 548 – Surui
    25900-000 Magé – RJ
    (21) 8614-2631

Mangaratiba

  • CAPS Mangaratiba
  • Rua Major José Caetano, 136 - Centro
    23860-000 Mangaratiba - RJ
    (21) 3789-6020

Mendes

  • CAPS Hugo de Carvalho Pedroso
  • Rua Vicente Rocha, s/n – Santa Rita
    26700-000 Mendes - RJ
    (24) 2465-1046 (tel/fax)
    capsmendes@ibest.com.br

Mesquita

  • CAPS Casa Verde
  • Rua Netuno, 135 - Santa Terezinha
    26245-190 Mesquita - RJ
    (21) 2696-1959 (tel/fax)

Miracema

  • CAPS Lydiane Moreira de Barros
  • Praça Dona Hermelinda - Centro
    28460-000 Miracema - RJ
    (22) 3852-0542 R-229 3852-1089

Natividade

  • CAPS Natividade
  • Rua Georgino Dutra Werneck, 03 - Areião
    28380-000 Natividade - RJ
    (22) 3841-1386
    ssnat@uol.com.br

Nilópolis

  • CAPS Espaço Vivo
  • Av. Getúlio Vargas, 1542 – Centro
    26525-010 Nilópolis – RJ
    (21) 3760-1364
    fmsnilopolis@ig.com.br

Niteroi

  • CAPS Herbert de Souza
  • Rua Marquês de Olinda, 104 - Centro
    24030-170 Niteroi – RJ
    (21) 2622-1533 (tel/fax)
    capsherbertdesouza@yahoo.com.br saudemental@niteroi.rj.gov.br

Niteroi

  • CAPS Casa do Largo
  • Rua Nilo de Freitas, 41 – Largo da Batalha
    24310-410 Niteroi – RJ
    (21) 2616-5612 (tel/fax)
    capscasadolargo@yahoo.com.br saudemental@niteroi.rj.gov.br

Niteroi

  • CAPSad-CRIAA Niterói
  • Rua General Castrioto, 588 – Barreto
    24110-256 Niteroi – RJ
    (21) 2628-9242
    hmatos11@globo.com saudemental@niteroi.rj.gov.br

Niteroi

  • CAPSad Alameda
  • Alameda São Boaventura, 129 – Fonseca
    24130-700 Niterói – RJ
    (21) 2718-5803
    capsadalameda@gmail.com saudemental@niteroi.rj.gov.br

Niteroi

  • CAPSI Monteiro Lobato
  • Rua Tiradentes, 18 – Ingá
    24210-510 Niterói – RJ
    (21) 2620-0318 2621-6598 (fax)
    capsimonteirolobato@yahoo,com.br saudemental@niteroi.rj.gov.br

Nova Friburgo

  • CAPS Nova Friburgo
  • Av. Comandante Bittencourt, 142 – Centro
    28610-140 Nova Friburgo – RJ
    (21) 2523-4206
    saudemental@frinet.com.br fmsnf.saudemental@netflash.com.br

Nova Iguaçu

  • CAPS José Miller
  • Rua Dr. Thibau, s/nº Centro
    26255-161 Nova Iguaçu – RJ
    (21) 2667-3674 (tel/fax)
    capsjosemiller@gmail.com

Paracambi

  • CAPS Vila Esperança
  • Rua Maximiniano de Carvalho, 41 - Lajes
    26600-000 Paracambi – RJ
    (21) 3693-3109

Paracambi

  • CAPSad Renascer
  • Rua Maria da Silva França, 34 - Centro
    26600-000 Paracambi – RJ


Paraíba do Sul

  • CAPS Dr. Ubirajara H. Rodrigues
  • Av. Marechal Castelo Branco, 76 - Centro
    25850-000 Paraíba do Sul - RJ
    (24)2263-2045 R-227

Paraíba do Sul

  • CAPSad Paulo Delgado
  • Est. Jorge Junqueira, s/n – Inema
    25850-000 Paraíba do Sul – RJ
    (24) 2263-1056

Parati

  • CAPS Para-Ti
  • Rua Campo de Aviação, 117 – Patitiba
    23970-000 Paratí – RJ
    (24) 3371-6554 3371-1186 (fax secret. saude)

Petrópolis

  • CAPS Nise da Silveira
  • Rua Montecaseros, 576 - Centro
    28680-000 Petrópolis - RJ
    (24) 2246-9064
    ssacaps@petropolis.rj.gov.br

Petrópolis

  • CAPSI Sylvia Orthof
  • Rua Montecaseros, 580 – Centro
    28680-004 Petrópolis – RJ
    (24) 2246-9214
    ssacapsi@petropolis.rj.gov.br

Piraí

  • CAPS Reviver
  • Rua Manoel Teixeira Campos Junior, 111 - Centro
    27715-000 Piraí - RJ
    (24) 2431-1233

Porciuncula

  • CAPS Antônio Prado
  • Rua Pref. Sebastião Rodrigues França, 410 - Centro
    28390-000 Porciuncula - RJ
    (22) 3842-2806
    saude@porciuncula.rj.gov.br

Porto Real

  • CAPS Porto Real
  • Rua Pascoíno Maret, s/nº - Jardim Real (ao lado do PSF Jardim Real)
    27570-000 Porto Real - RJ
    (24) 3353-2297

Queimados

  • CAPS Queimados
  • Rua Patativa, s/n – Nova Cidade
    26380-300 Queimados – RJ
    (21) 2660-8043 (orelhão)
    capsqueimados@ig.com.br

Quissamã

  • CAPS Quissamã
  • Av. Amilcar Pereira da Silva, 1321, Piteiras
    28735-000 Quissamã – RJ
    (22) 2768-1294 2768-9300
    mdg1505@gmail.com

Resende

  • CAPS Casa Aberta
  • Rua Prefeito Clodomiro Maia, 525 - Vicentina
    27513-360 Resende – RJ
    (24) 3381-0435

Resende

  • CAPSad Mané Garrincha
  • Rua Prefeito Clodomiro Maia, 525 - Vicentina
    27513-360 Resende - RJ
    (24) 3358-0828 (tel/fax)
    saude@resende.rj.gov.br

Rio Bonito

  • CAPS Dr. Cleber Paixão
  • Av. Sete de Maio, 645 - Centro
    28800-000 Rio Bonito - RJ
    (21) 2734-2488 (tel/fax)

Rio das Ostras

  • CAPS Rio das Ostras
  • Rua Rêgo Barros, 217 - Centro
    28890-000 Rio das Ostras - RJ
    (22) 2764-1510/6664

Rio de Janeiro

  • CAPSad Raul Seixas
  • Rua 2 de Fevereiro, 785 - Encantado
    20730-451 Rio de Janeiro - RJ
    (21) 3111-7512 3111-7126

Rio de Janeiro

  • CAPS Clarice Linspector
  • Rua Dois de Fevereiro, 785-A – Encantado
    20730-450 Rio de Janeiro - RJ
    (21)3111-7490 / 7411
    capsdoencantado@ig.com.br

Rio de Janeiro

  • EAT – Espaço Aberto ao Tempo
  • Rua Ramiro Magalhães, 521 - Engenho de Dentro
    20730-460 Rio de Janeiro, RJ
    (21) 3111-7453 / 7456 / 7457

Rio de Janeiro

  • CAPS Torquato Neto
  • Rua Vereador Jansem Muller, 329 - fundos Nº 8 - Cachambi
    20785-240 Rio de Janeiro, RJ
    (21) 3111-7458 / 7463
    patriciamiranda@rio.rj.gov.br

Rio de Janeiro

  • CAPSad – NEPAD
  • Rua Fonseca Teles, 121 – 4º andar, São Cristóvão
    20940-200 Rio de Janeiro – RJ
    (21) 2589-3269
    capsdnepad@yahoo.com.br

Rio de Janeiro

  • CAPS Fernando Diniz
  • Rua Filomena, Nunes, 299 – Olaria
    21021-380 Rio de Janeiro – RJ
    (21) 2590-3892
    capsfdiniz@rio.rj.gov.br

Rio de Janeiro

  • CAPS Rubens Correa
  • Rua Capitão Aliatar Martins, 231 - Irajá
    21220-660 Rio de Janeiro - RJ
    (21) 2481-4936 / 2110 (tel/fax)
    monicapcarmo@ig.com.br

Rio de Janeiro

  • CAPSI Pequeno Hans
  • Rua Dirceu, 42C – fundos – Jardim Sulacap
    21740-440 Rio de Janeiro – RJ
    (21) 3357-7299 2457-7965 (fax)
    capsiphans@rio.rj.gov.br

Rio de Janeiro

  • CAPS Lima Barreto
  • Rua São Tomás de Aquino, 67 - Bangu
    21870-110 Rio de Janeiro– RJ
    (21) 3331-8500
    capslbarreto@rio.rj.gov.br

Rio de Janeiro

  • CAPS Ernesto Nazareth
  • Av. Paranapuã, 435, Freguesia, Ilha do Governador
    21910-001 Rio de Janeiro - RJ
    (21) 3396-5602

Rio de Janeiro

  • CAPSad CENTRA Rio
  • Rua Dona Mariana, 151 – Botafogo
    22280-020 Rio de Janeiro – RJ
    (21) 2299-5920/ 5921/5922
    centrarioses@hotmail.com

Rio de Janeiro

  • CAPSI - CARIM
  • Av. Venceslau Brás, 71 - Botafogo
    22290-140 Rio de Janeiro - RJ
    (21) 2275-1166 2543-3101(fax)

Rio de Janeiro

  • CAPS Arthur Bispo do Rosário
  • Estr. Rodrigues Caldas, 3400, Jacarepaguá
    22713-370 Rio de Janeiro – RJ
    (21) 2446-3454 R-2230
    capsbrosario@rio.rj.gov.br lucerqueira@rio.rj.gov.br

Rio de Janeiro

  • CAPSi Eliza Santa Rosa
  • Rua Sampaio Corrêa, s/n. Taquara - Jacarepaguá
    22713-560 Rio de Janeiro - RJ
    (21) 2456-7604 / 7497
    capsiesr@ig.com.br

Rio de Janeiro

  • CAPS Pedro Pellegrino
  • Pça Major Vieira Melo, 13 – Vila Comari, Campo Grande
    23045-400 Rio de Janeiro - RJ
    (21) 2415 3405
    cappellegrino@rio.rj.gov.br

Rio de Janeiro

  • CAPS Profeta Gentileza
  • Est. de Inhoaíba, 849 – Inhoaíba - Campo Grande
    23063-010 Rio de Janeiro, RJ
    (21) 3155-7057 (tel/fax)
    capsprofetagentilza@ig.com.br

Rio de Janeiro

  • CAPS Simão Bacamarte
  • Rua Senador Câmara, 224 – Santa Cruz
    23570-160 Rio de Janeiro, RJ
    (21) 3156-9049 (tel/fax)
    capssbacamarte@rio.rj.gov.br

Santo Antônio de Pádua

  • CAPS Ilha da Convivência
  • Praça Monsenhor Diniz, s/n - Centro
    28470-000 Sto. Antônio de Pádua – RJ
    (22) 3851-0005 R-216
    capspadua@yahoo.com.br

São Fidélis

  • CAPS Hélio dos Santos Sodré
  • Rua Frei Vitório, 475 - Centro
    28400-000 São Fidélis - RJ
    (22) 2758-1115/1056 / 1075 (fax)

São Gonçalo

  • CAPS Paulo Marcos Costa
  • Travessa Margarida, 46 - Alcântara
    24452-200 São Gonçalo – RJ
    (21) 2725-7157

São Gonçalo

  • CAPSI Zé Garoto
  • Praça Stephânia de Carvalho, s/n - Zé Garoto
    24440-195 São Gonçalo – RJ
    (21) 2199-6115

São João de Meriti

  • CAPS Vila Jurandyr
  • Av. Presidente Lincoln, s/nº - Jardim Meriti
    25555-201 São João de Meriti - RJ
    (21)2662-8228

São Pedro da Aldeia

  • CAPS Casarão da Saúde
  • Rua Valdir da Silva Lobo, s/nº - Morro do Milagre
    28940-000 São Pedro da Aldeia - RJ
    (22) 2627-6321 (secret. Saude) 8821-7520
    saudespa@hotmail.com

São Sebastião do Alto

  • CAPS São Sebastião do Alto
  • Estrada Floresta São Sebastião do Alto, Km1 - Floresta
    28550-000 São Sebastião do Alto – RJ
    (22) 2559-1127 (tel/fax)
    caps_ssalto02@yahoo.com.br

Seropédica

  • CAPS Bicho da Seda
  • Estr. Rio-São Paulo, 249 – Km 41, Campo Lindo
    23890-000 Seropédica – RJ
    (21) 2682-2814 (coord.de SM)
    saudecoletivasepo@ig.com.br

Sumidoro

  • CAPS de Sumidouro
  • Av. José de Alencar, 1440 - Centro
    28637-000 Sumidouro - RJ
    (22) 2531-1490 (sms)

Valença

  • CAPS Casa Amor à Vida
  • Rua Araújo Leite, 653 – Centro
    27600-000 Valença – RJ
    (24) 2452-1065 / 5098
    capsvalença@yahoo.com.br

Volta Redonda

  • CAPS Usina de Sonhos
  • Rua Mariana do Carmo N. Reis, 283 – Vila Mury
    27281-520 Volta Redonda – RJ
    (24) 3345-1666 R-143 3346-1259

Volta Redonda

  • CAPSI Viva Vida
  • Av. Amazonas, 175 - Vila Mury
    27283-580 Volta Redonda - RJ
    (24) 3345-1666 R-141

Volta Redonda

  • CAPSad Cais Aterrado
  • Av. Gov. Luiz Monteiro Portela, 282 – Aterrado
    27213-080 Volta Redonda – RJ
    (24) 3345-1666 R-229

Volta Redonda

  • CAPS Vila
  • Rua 154, Nº 68 - Laranjal
    27255-060 Volta Redonda - RJ
    (24) 3345-1666 R-137
Fonte:www.ccs.sude.gov.br/saude_mental/caps/rj