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- A dinâmica do HIV/AIDS entre os usuários de drogas injetáveis: desafios e sucessos na terceira década de epidemia
- A história da maconha no Brasil_Carilini
- A nova agenda internacional e brasileira em política de drogas e prevenção do HIV/AIDS entre usuários de drogas
- Álcool e alcoolismo entre adolescentes da rede estadual de ensino de Cuiabá, Mato Grosso
- As concepções de infância e as teorias educacionais modernas e contemporâneas
- As drogas e a história da humanidade
- Aspectos socioculturais do uso de drogas e políticas de redução de danos
- Boletim CEBRID (2010): Epidemiologia
- Boletim CEBRID (2013): Internação Compulsória
- Boletim CEBRID 2007
- Capacitação dos profissionais do Projeto Consultório de Rua
- Cartilha "Crack, é possível vencer"
- Combatendo as piores formas de trabalho infantil
- Constituição de 1988
- Construindo redes sociais
- Crack no Brasil: uma emergência de saúde
- Descentralização e intersetorialidade na gestão pública municipal no Brasil
- Descentralização, AIDS e redução de danos: a implementação de políticas públicas no Rio de Janeiro, Brasil
- Drogas e Cultura: novas perspectivas
- Drogas na escola: prevenção, tolerância e pluralidade
- Drogas: cartilha para pais de adolescentes
- Drogas: um guia para pais
- Drogas: um guia para pais - parte 3
- Drogas: um guia para pais - parte 5
- Drogas: um guia para pais - parte 8
- Epidemiologia básica
- Epidemiologia do uso de álcool no Brasil
- I Levantamento Domiciliar sobre o uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil
- I Levantamento Nacional sobre o Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas entre Universitários das 27 Capitais Brasileiras
- Levantamento Nacional sobre o uso de Drogas entre Crianças e Adolescentes em situação de Rua
- O papel da família no tratamento da dependência
- O papel do tratamento e da punição no abuso de drogas
- O uso de drogas psicotrópicas e a prevenção no Brasil
- Opioides e Antagonistas
- Políticas de Redução de Danos no Brasil e as lições aprendidas de um modelo americano
- Redução de danos do uso indevido de drogas no contexto da escola promotora de saúde
- Territórios sociais e povos tradicionais no Brasil: por uma antropologia da territorialidade
- Toxicomanias: incidências clínicas e socioantropológicas
- Uma breve história do ópio e dos opioides
- Uso de álcool e drogas e sua infl uência sobre as práticas sexuais de adolescentes de Minas Gerais, Brasil
- Uso de Bebidas Alcoólicas e outras drogas nas Rodovias Brasileiras
- Uso de substâncias psicoativas e métodos contraceptivos pela população urbana brasileira, 2005
- Uso e abuso de drogas psicotrópicas no Brasil
- Uso recente de álcool, tabaco e outras drogas entre estudantes adolescentes trabalhadores e não trabalhadores
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Links sobre drogas #Curso #PREVENçÃO de #ALCOOL e #DROGAS
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Drinking Alcohol While Pregnant Has Long-Lasting Effects In Children, Study Finds
| Hi, Nilo_Geronimo_Borgna. Catherine Pearson wrote a new post Drinking Alcohol While Pregnant Has Long-Lasting Effects In Children, Study Finds Drinking Alcohol While Pregnant Has Long-Lasting Effects In Children, Study Finds Posted: 08/22/2012 7:01 pm A new study falls into the "no" category, finding that drinking during pregnancy has lasting effects on children's size. The paper is one of the first to analyze the effects of alcohol exposure in a single group of children over a long period of time. "Although decades of research have shed light on the negative effects of drinking during pregnancy, many questions remain," author Dr. Colin Carter, an instructor in pediatrics at Harvard Medical School, told The Huffington Post. "This study reveals that growth restriction, a known effect of drinking, occurs before birth and in many cases is permanent." Carter and his colleagues recruited two groups of pregnant women at a clinic in Cape Town, South Africa; 85 were defined as heavy drinkers, consuming two or more drinks per day or four or more drinks on a single occasion while pregnant. Another 63 women were defined as light drinkers, having less than one drink a day, or abstained from alcohol entirely.>>>>>
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sexta-feira, 4 de março de 2011
SAIBA COMO CADA PARTE DO SEU CORPO SOFRE COM O EXCESSO DE ÁLCOOL
Saiba como cada parte do seu corpo sofre com o excesso de álcool
Confira no infográfico como o abuso de bebidas compromete o fígado, cérebro e até os músculos
E as pesquisas não param por aí. Ainda segundo a OMS, o álcool causa quase 4% das mortes no mundo todo, matando mais do que a Aids, a tuberculose e a violência. Hoje o impacto do abuso de álcool é considerado igual ao impacto da dependência em si, o alcoolismo.
Esse dado é preocupante, já que revela que aquela pessoa que abusa de bebidas alcoólicas uma vez ou outra pode correr os mesmos riscos de vida do que uma pessoa dependente.
"Isso acontece por que o corpo de um abusador não está acostumado com o etanol, diferentemente do dependente", conta a médica psiquiatra Ana Cecilia Marques, pesquisadora da Unidade de Álcool e Drogas (Uniad) da Unifesp e especialista em dependência química da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead).
Confira agora por que o excesso de bebidas alcoólicas causa tantos danos ao nosso organismo e quais partes do nosso corpo são mais afetadas com essa prática:
Para entender como a ingestão de bebidas alcoólicas consegue causar danos a tantas partes do nosso corpo, é preciso explicar o processo de metabolização do álcool ou etanol, ou seja, como o nosso corpo absorve, metaboliza e excreta essa substância.
A médica Ana Cecilia explica que o órgão responsável por metabolizar o álcool é o fígado, e que ele só metaboliza em média uma dose de bebida alcoólica por hora - entenda uma dose como uma lata de cerveja (360ml), uma taça de vinho (100ml) ou de destilado (40ml).
Portanto, se tomarmos seis latas de cerveja, por exemplo, nosso fígado irá levar as mesmas seis horas para metabolizar todo o álcool presente em nosso corpo. "E enquanto o fígado metaboliza a primeira latinha, o resto do álcool fica circulando no sangue e intoxicando, causando alterações e danos em diferentes órgãos", explica Ana Cecília.
O órgão responsável por metabolizar o álcool é o fígado, e ele só metaboliza em média uma dose de bebida alcoólica por hora.
Quando bebemos uma cerveja ou uma caipirinha, o álcool logo é absorvido pelo nosso sistema gastrointestinal. Ele irrita as mucosas do esôfago e do estômago, alterando as membranas do intestino, prejudicando a absorção.
Os resultados podem ser esofagite, gastrite e até diarreia. Já no fígado, o álcool vai alterar a produção de enzimas, aumentando este conjunto de substâncias que serão responsáveis pela metabolização.
"É como se o álcool forçasse o trabalho do fígado, que fica sobrecarregado", diz Ana. "O fígado passa a produzir mais enzimas para metabolizar o etanol e isso culmina com uma inflamação crônica e hepatite alcoólica, podendo evoluir para cirrose", completa.
Quando abusamos das bebidas alcoólicas, o sistema nervoso, ou seja, nosso cérebro é afetado logo após a ingestão da segunda dose. Homens apresentam alterações na percepção da realidade e do comportamento logo após a segunda dose, e mulheres já na primeira.
De acordo com a especialista Ana Cecilia, os sintomas decorrentes da presença de álcool no sistema nervoso são: problemas de atenção, perda da memória recente, perda de reflexo, perda do juízo crítico da realidade. Com o aumento da dose, sonolência, anestesia e, no grau mais elevado, o coma alcoólico.
"O coma é um grau de intoxicação grave, por ação direta do etanol no sistema nervoso central e em outros sistemas orgânicos", diz Ana Cecilia. Quando isso acontece, é muito importante procurar socorro médico. Se o corpo não conseguir se recuperar do coma, pode haver parada respiratória, podendo levar à morte.
A reversão do quadro inclui medidas gerais para manutenção da vida, que vão desde oxigenação, hidratação, correção da glicemia, do magnésio e do zinco, entre outros cuidados que podem variar de caso para caso.
Os rins são responsáveis pela filtração final do etanol, de apenas 6% da substância. Mas quando abusamos das bebidas, o etanol altera a capacidade dos rins de filtrar as substâncias do nosso corpo, causando uma alteração dos hormônios que controlam a pressão arterial, o que culmina em hipertensão arterial.
Pulmões
Como o sangue passa pelos pulmões para efetuar as trocas gasosas, nem esse órgão fica livre dos efeitos do álcool. "O etanol deixa as trocas gasosas mais lentas, pois os pulmões recebem um sangue muito sujo", conta Ana Cecilia.
O resultado disso é uma respiração mais lenta, fazendo a pessoa sentir dificuldades para respirar. É por isso também que o bafômetro capta o álcool ingerido, que ainda está circulante.
Sistema cardiovascular
A ingestão de bebidas alcoólicas favorece a liberação de dopamina no cérebro. Este hormônio neurotransmissor é responsável pela regulação de outras substâncias que, por sua vez, regulam o sistema cardiovascular.
Isto significa uma possível alteração da pressão arterial, da frequência cardíaca e depois, dos vasos sanguíneos. A taquicardia e a hipertensão arterial são as consequências mais comuns.
É o sistema nervoso central o grande responsável por movimentar nossos músculos. A médica especialista da Abead explica que além da alteração central causada pelo álcool, que deixa as mensagens que chegam aos músculos mais lentas, as ligações nervosas periféricas são comprometidas, e a sensação é de relaxamento.
Sistema hormonal
Ninguém escapa da ação do etanol e, portanto, as glândulas também têm seus produtos, no caso os hormônios, alterados. Porém, são as pessoas que já apresentam doenças de alteração hormonal, como diabetes, que sentem com mais intensidade os danos físicos pela ingestão de bebidas alcoólicas.
A principal consequência do abuso de álcool em diabéticos, por exemplo, é uma rápida evolução ao coma alcoólico. Ana explica que o etanol altera a metabolização da glicose pelo fígado e pelo pâncreas, este último já adoecido pelo diabetes. Por conta disso, os danos aparecem mais rápido.
Além de todas as complicações que o álcool causa enquanto o indivíduo ainda está embriagado e intoxicado, ele ainda deixa seu efeito para o dia seguinte, a famosa ressaca. Dentre os sintomas da ressaca estão enjoo, vômitos, diarreia, tontura, pensamento embaralhado, moleza e até um sentimento de tristeza.
Abuso do álcool é diferente do alcoolismo
Como já foi dito anteriormente, o abuso do álcool é quando a pessoa bebe em grandes quantidades e tem problemas, mas não é dependente.
O alcoolismo é a doença crônica, a dependência pela bebida. E as consequências são individuais, tanto para os abusadores como para os dependentes.
Os órgãos e sistemas comprometidos são os mesmos citados acima, porém, quando os problemas aparecem, as complicações são bem mais graves e muitas vezes irreversíveis.
Dentre as doenças que podem surgir do alcoolismo estão gastrite crônica, hepatite crônica que pode evoluir para cirrose, hipertensão arterial, diabetes por alteração crônica no funcionamento do pâncreas e problemas de memória que podem evoluir para demência alcoólica - não só quando está sob os efeitos da bebida, como é o caso do abuso -. Além disso, o álcool também altera a imunidade, abrindo caminho para o surgimento de outras doenças.
SILMARA RIBAS
Secretária do Fórum
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sexta-feira, 2 de julho de 2010
Bebida com gravidez não
Mulheres que bebem na gravidez podem prejudicar fertilidade dos filhos
O Estado de S. Paulo
30 de junho de 2010
Em estudo, concentração de esperma foi 32% menor em grupo onde houve maior consumo de álcool
Mulheres que bebem durante a gravidez podem prejudicar a fertilidade futura de seus filhos, segundo afirmaram pesquisadores dinamarqueses em conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia.
Em um estudo com quase 350 homens jovens, os níveis de espermatozoides eram um terço menor naqueles cujas mães tinham bebido mais do que quatro doses por semana durante a gestação, em comparação às abstêmias.
De acordo com os pesquisadores, esses homens podem ter mais dificuldade para ter um filho. Especialistas britânicos afirmam que o álcool pode não ser o problema, mas um conjunto de fatores.
O conselho atual é evitar o álcool durante a gravidez, mas aquelas que não o fazem são aconselhadas a não beber mais que uma ou duas doses de álcool, uma ou duas vezes por semana.
O estudo analisou homens, atualmente com idades entre 18 e 21 anos, cujas mães tinham participado de um grande estudo sobre estilo de vida quando estavam grávidas deles.
Os pesquisadores disseram durante a conferência que dividiram os homens em quatro grupos: aqueles cujas mães não beberam nada; os cujas mães bebiam de uma a uma dose e meia por semana; de duas a quatro doses por semana; e mais de quatro doses por semana.
Uma dose foi classificada como uma cerveja, um copo pequeno de vinho ou uma dose de destilado.
Quando os pesquisadores analisaram a quantidade de espermatozoides nas amostras de sêmen dos participantes, descobriram que aqueles com a maior exposição ao álcool no útero tinham concentrações médias de 25 milhões por mililitro em comparação a 40 milhões/ml naqueles cujas mães não beberam álcool.
Cortesia Clipping Bem Fam(30/06/010)
domingo, 21 de março de 2010
Refrigerantes igual a alcoolismo, diz O Globo
Refrigerante pode causar tantos danos ao fígado quanto a bebida
Publicada em 19/03/2010 às 11h23m
O GloboRIO - Um estudo divulgado esta semana pela Universidade de Duke, nos Estados Unidos, mostra que os refrigerantes podem ser tão ruins para o fígado quanto as bebidas alcoolicas. O vilão é o xarope de frutose de milho, presente em quase todas as bebidas açucaradas, e que consumido em excesso pode causar danos ou fibroses no órgão. O consumo regular de refrigerantes também pode aumentar a gordura no fígado, problema comum em pessoas que abusam dos drinques com frequência.
" Baixar o consumo de refrigerantes é uma importante medida para proteger o fígado "
O estudo, coordenado pelo professor Manal Abdelmalek, professor de gastroenterologia e hepatologia da universidade, avaliou 427 adultos com esteatose hepática não alcoólica. O resultado mostrou que quem bebia mais refrigerantes no dia a dia tinha mais cicatrizes e fibroses no fígado.
A esteatose hepática não alcoólica atinge cerca de 30% dos adultos no Ocidente. O quadro é caracterizado pelo acúmulo de células gordurosas no fígado, que podem causar inflamação e fibroses. O dano é similar ao causado pelo consumo pesado de alcool.
- Infelizmente, ainda não há um tratamento definido para quem tem este tipo de gordura no fígado. O que podemos fazer é descobrir o que causa o problema e sugerir mudanças de hábitos. Baixar o consumo de refrigerantes é uma importante medida para proteger o fígado - afirma Abdelmalek.
O consumo de xarope de frutose está associado ao aumento da obesidade em todo o mundo, principalmente nos Estados Unidos. A substância passou a ser usada na indústria alimentícia na década de 1970, quando descobriram que ela poderia ser uma alternativa mais barata ao açúcar