Família Sorodiscordante - Programa Em Família - Canal Saúde / #Fiocruz
Mesmo eu e meu parceiro(a) tendo HIV precisamos usar CAMISINHA?
https://www.youtube.com/watch?
#partiuteste #ms #carnaval2015
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
Lembrando que enviamos diretamente para os principais candidatos parceiros do Fórum ONG/Aids-RJ. Destes somente o Marcelo Freixo justificou impossibilidade de chegar no horário. Particularmente, vejo este quadro como uma excelente oportunidade de revermos nossas parcerias no Parlamento, vejo que a frente mista Aids/TB tem que ser revista. Conforme exemplo de Niterói temos que criar Frentes Municipais com urgência. Vamos programar um Ato virtual para dar resposta a falta de comprometimento com o enfrentamento da Aids. Também vamos escrever um artigo para tentar publicar na mídia acerca do abando e os desafios de se fazer valer as politicas de Aids no RJ. "Nossas escolhas tem que ser repensadas sempre!" Marcio Villard ... ter atitude é o que faz a diferença! De: forumongaids-rj@yahoogrupos.com.br Enviada: Quarta-feira, 24 de Setembro de 2014 19:40 Para: forumongaids-rj@yahoogrupos.com.br,dep.jeanwyllys@camara.gov.br Assunto: Res: RE: RES: [forumongaids-rj] Hoje Ato de adesão a Luta contra a Aids no RJ Frente parlamentar de Aids que frente??? pelo menos no que diz respeito a aids é totalmente inerte.... Abs Renato da Matta -------Mensagem original- [forumongaids-rj] Data: 24/09/2014 15:34:51 Para: forumongaids-rj@; @ Cc: @; @; k@; @; @; @; 'GPV-RJ' Assunto: RE: RES: [forumongaids-rj] Hoje Ato de adesão a Luta contra a Aids no RJ Parabéns aos parlamentares que assinaram a Carta, lamentável ver que nem o "representante" da Frente Parlamentar de hiv/aids que deveria se comprometer sequer apareceu para nos dar um retorno. Já passou da hora de revermos quem nos representa pois do jeito que está não tem como ficar. Marcos Moreira Representante Estadual RNP+ rj To: forumongaids-rj@; dep.jeanwyllys@camara.gov.br CC: @hotmail.com; @gmail.com; @yahoo.com.br; @yahoo.com.br; @gmail.com; @hotmail.com; @hotmail.com; vidda@yahoogrupos.com.br From: forumongaids-rj@yahoogrupos.com.br Date: Wed, 24 Sep 2014 14:18:09 -0300 Subject: RES: [forumongaids-rj] Hoje Ato de adesão a Luta contra a Aids no RJ Prezados Parceiros, Assinaram hoje, 23/09/2014 a " Carta de compromissos no enfrentamento a #AIDS no RJ, os Candidatos a Governador do RJ, Tarcisio Motta 50 e a Dep. Federal Jean Wyllys 5005, ambos do PSOL . Lembramos que o Forum Estadual de ONG/aids, enviou o convite para todos os candidatos a cargos políticos do RJ. Segue link Canal CazuNinja. http://us.twitcasting.tv/cazuninja/movie/102768081 Atenciosamente, Cazu Barroz Coordenador Comissão Nacional Programa Saúde do Jovem Federação de Bandeirantes do Brasil E-mail: cazu.barroz@bandeirantes.org.br _ por: Marcio Villard
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Após a 1ª vez, jovem esquece preservativo
O DIA
08/07/2010
No 20º aniversário da morte de Cazuza, a prevenção à AIDS ainda deixa a desejar
POR PÂMELA OLIVEIRA
Rio - Há exatos 20 anos, a morte de Cazuza, vítima de AIDS, chocou os brasileiros. As últimas imagens do cantor - muito magro e debilitado, aos 32 anos - marcaram uma geração. Apesar das conquistas, como o fornecimento universal do coquetel contra a doença, a prevenção ainda deixa a desejar. Entre os adolescentes, menos da metade usa PRESERVATIVOS em todas as relações sexuais com parceiros casuais. Para muitos, houve a banalização da AIDS.
Diretor adjunto do Departamento Nacional de DST e AIDS do Ministério da Saúde, Eduardo Barbosa afirma que o desafio hoje é fazer com que os adolescentes não parem de usar CAMISINHA. "As pesquisas mostram que o jovem usa o PRESERVATIVO na primeira relação, mas a partir do momento em que confia no parceiro, para de usar. Em um mês ele já faz sexo sem CAMISINHA e se expõe."
Para o militante Cazu Barros, 38 anos, infectado pelo HIV há 20, os adolescentes e jovens veem a AIDS como uma doença crônica. "A imagem do Cazuza com AIDS fez com que as pessoas tivessem mais cuidado. Mas hoje muitos se descuidam porque acham que se for contaminado é só tomar o coquetel, que é gratuito. Mas não é simples assim. Os efeitos colaterais são fortes e se você for nos hospitais, vai ver que as pessoas continuam magras, morrendo como o Cazuza."
Segundo o Ministério da Saúde, 587 adolescentes com idades entre 13 e 19 anos tiveram o diagnóstico da doença em 2008. "É inconcebível que um adolescente hoje seja contaminado pelo HIV. Isso mostra falha na prevenção. Faltam ações nas escolas e acesso a PRESERVATIVOS nos postos de saúde", afirma Willian Amaral, secretário executivo do Fórum estadual de Ongs de AIDS do Rio de Janeiro.
Hoje, o Brasil tem 19 medicamentos contra AIDS, que podem gerar 32 combinações diferentes, de acordo com a necessidade do paciente. Em 1990, o único medicamento disponível era o AZT. "A época da morte de Cazuza era a idade das trevas. A informação era muito pouca e o tratamento, quase nenhum", diz Willian.
Diagnóstico era tardio
No início dos anos 90, as pessoas tinham que sair do País para conseguir se tratar contra o HIV. Sem oferta de exames, o diagnóstico era tardio. "Naquela época, ninguém tinha informação, nem a oferta de teste de HIV, nem tratamento disponível. As pessoas só faziam o teste quando já estavam com sintomas", diz Willian.