Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

EUA: comitê pede autorização de teste de Aids em farmácias

EUA: comitê pede autorização de teste de Aids em farmácias

Um comitê formado por especialistas pediu nesta terça-feira à Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) que aprove um teste de Aids disponível em farmácias, o que permitiria às pessoas realizar o teste em casa para determinar se têm a doença.
O Comitê Assessor de Produtos do Sangue decidiu de forma unânime, por 17 votos a zero, que o teste para o uso em casa do OraQuik era seguro e eficaz e que os benefícios eram maiores que os possíveis riscos de uso.
A FDA não tem obrigação de seguir os conselhos do comitê assessor, mas frequentemente o faz.
O teste, fabricado pela empresa OraSure, foi aprovado em 2004 para que fosse utilizado pelos profissionais sanitários.
O teste funciona com uma amostra da região externa da gengiva e usa fluidos orais, que não é o mesmo que saliva, para rastrear o HIV.
Os resultados podem ser obtidos em 20 minutos, mas devem ser confirmados por um teste sanguíneo, considerado mais exato.
Segundo os membros do comitê, o teste deverá ter um papel importante para diminuir a propagação do HIV.
PORTAL TERRA / AFP

Bom saber!

Mas não tem benefício nenhum em ter o teste disponível para fazer em casa. Pelo contrário:
- Não há aconselhamento pré-teste
- Não há acolhimento pós-teste
- Não há controle epidemiológico
- Facilita a inexistência de um suporte psicológico mínimo para os exames reagentes

Além disso, não tem como o teste doméstico de farmácia se apresentar como "diminuidor da propagação do hiv".
Se a pessoa vai ter que procurar o serviço de saúde pra fazer os exames confirmatório e complementares de todo modo, e ainda mais para início do tratamento - que vai zerar a carga viral e dificultar a transmissão - então além de tudo, isso não tem benefício significativo coletivo nenhum!

Pedro Scharth

 

Vai começar de novo o lobby desta empresa na venda deste produto caro, sem qualquer tipo de aconselhamento e nao confirmatorio, temos que incentivar o aumento do teste rápido feito com qualidade e por profissionais de saude.

Abraços,

Rodrigo Pinheiro
 
Infelizmente,

Sabemos que estão visando apenas lucro, de nada adiantaria alguem fazer o teste sem um aconselhamento previo e pós.
Quem acompanha o dia a dia das pessoas vivendo sabe o quanto em alguns caso é dificil a aceitação quando se dicobre ser soropositivo. Agora imagine alguem descobrir isto trancado em um quarto sosinho sem o acompanhamento de uma equipe multiprofissional.
Espero que este absurdo não chegue aqui, nem podemos aceitar isto.

Joel Valentim
Conselheiro de saude em São Luis-Ma
Rep. M.M.PVHA no CMS-SL
Oi Joel,
 
Já chegou, há uns dois ou três anos atrás esta empresa fez um lobby muito forte na implantação desta tecnologia no Brasil, mas cobramos do Departamento um posicionamento deste absurdo e não tivemos mais notícias deles depois que o Departamento pronunciou, eles já estavam vendendo para alguns Programas Municipais que na época chegava a custar $ 8,00 cada kit, muito acima, mas muito acima do preço do teste rápido, temos que ficar vigilantes.
 
Abraços,

Rodrigo Pinheiro

Olá a todos.

Aki em minha cidade aconteceu ha alguns dias, um paciente fêz teste de hiv em laboratório
particular e recebeu o resultado via internet.
O resultado foi positivo. Sem pré e pós aconselhamentos, o mesmo tentou suicidio enforcando-se
em uma árvore em sua propriedade. Só não aconteceu o fato, devido o pai, já um senhor idoso,
ter percebido, tendo tempo de cortar a corda que o mesmo havia se pendurado.
Agora ele está bem.
Mas se acontecer de, comprar testes em farmácias, o caos será bastante relevante.

Dory - RNP+PR - Toledo
Gente não se pode dar uma noticia desse porte (hiv)positivo,como se a pessoa estivesse recebendo uma notificação qualquer,recebendo uma conta de agua  ,luz.,eu mesmo quando recebi o meu diaguinostico HIV POSITIVO,penssei em mil bestereira isso há 028 anos atraz.,isso não é como fazer uma teste de gravidez,que se compra na farmacia,e vai prá casa e faz. infeliz de  que propos isso.
francisco 
 
Mas temos que entender que a cultura é diferente, eles estão em outro momento da epidemia (e sempre estão, e sempre estão dando passos a frente). Americanos valorizam muito mais as liberdades individuais do que nós!
Pra eles é uma conquista, deve fazer sentido no contexto deles de maneira geral, e não devem ver mesmo como um crime contra os direitos humanos.

Pedro Scharth


PESSOAS:
 
Pela experiência vivenciada desde 2003 no movimento e na convivência em diversos Grupos que participo e acompanho, o diagnóstico para o HIV/AIDS ainda é muito linkado a morte, em um primeiro momento (fala dos entrevistados sobre este seu primeiro sentimento).
 
A informação, por mais que nos esforcemos todos e todas nas nossas instituições, nos programas do governo, na saúde ou mesmo individualmente no nosso espírito ativista de transformar as coisas, objetivando o bem social, não é equânime a todos e todas da população.
 
Ainda vejo muitos jovens chegarem no GPV/RJ o na Rede de Jovens, pela primeira vez, com muito temor daquele diagnóstico recebido. Sim, muitos sabem dos medicamentos e tratamentos, mas o que é mesmo viver com HIV e/ou AIDS no dia-a-dia só pode passar quem vive e convive com esta doença. Muitos até conhecem os efeitos colaterais dos medicamentos e “gelam” com o que ouvem de um e de outro.
 
Portanto, todo o cuidado, carinho, informação, acolhimento e “ombro amigo (solidariedade ao outro)”, neste momento, das pessoas qualificadas para tal, é de PREPONDERANTE IMPORTÂNCIA. Garanto que todos que conhecem seu diagnóstico como positivo lembram, com detalhes, os primeiros momentos de contato com este diagnóstico e se for de forma adequada e pertinente ameniza muito a reação e a superação (resiliência) que ele/ela terá frente a este novo desafio que fará parte da sua vida até que descubram a tão sonhada CURA.
 
Logo, é preciso mesmo se discutir tal possibilidade com muito cuidado e atenção antes de colocar em ação no mercado consumidor tal possibilidade abaixo descrita. O povo latino é afetivo, é caliente, é diferente mesmo. O diagnóstico para HIV/Aids é sempre carregado de fortes emoções e significados. CUIDADO! CUIDADO! Até mesmo em casos de testes rápidos em festas, festivais, etc..., salvo melhor juízo.
 
Depois do diagnóstico (sendo positivo) há um longo caminho a percorrer na saúde e  na  luta  por  direitos  humanos e sociais  respeitados. E garanto: “-não é nada fácil percorrê-los”.
 
Regina Bueno,
ativista militante/RJ e
Mestre em Políticas, Planejamento e Administração em Saúde Pública.


Resgatando a história.

Acabei de ler a notícia no site www.aidsmeds.com:http://www.aidsmeds.com/articles/hiv_oraquick_test_1667_22405.shtml

Fiquei passado!
A FDA aprovou com base em 2 fatores:
i. se o teste é seguro e efetivo
ii. se os falsos positivos e os falsos negativos são compensados pelos benefícios de fazer o teste em casa.

Detalhe: as taxas de falha são muuuuuito altas se comparadas com os testes de laboratório.
Esse que foi aprovado é o OraQuick, e tem outro aguardando aprovação, o OTC.
No OraQuick, a cada 13 positivos verdadeiros, haverá 1 falso negativo. 
3,8mil pessoas por ano com HIV+ mas diagnóstico de HIV-!

O conselho consultivo votou por unanimidade pela aprovação (17 a 0).
Na ocasião da audiência pública, a aprovação das 20 instituições representativas de AIDS em geral foi definida na notícia como "esmagadoramente favorável".

Sem contar que não foi mencionada uma única vez sobre os impactos sobre o comportamento e as escolhas das pessoas nesse processo decisório. Nem mesmo a notícia - de um portal completo sobre AIDS - questiona a ausência dessa reflexão.

Não sei nem o que pensar!
Estamos anos luz a frente nesse quesito, ou são eles que estão?

Pedro Scharth







 

 

 
 
 
 

sábado, 24 de março de 2012

Teste de carga viral em locais com recursos limitados








Quinta-feira, 8 de Março de 2012

Teste de carga viral em locais com recursos limitados


A monitorização regular da carga viral permite que, quando há falência terapêutica, a mudança de tratamento seja mais rápida em comparação com a monitorização baseada em outros critérios, segundo demonstra um estudo conduzido na Zâmbia.
Contudo, a monitorização regular da carga viral não levou à deteção precoce de falência terapêutica.
A monitorização da carga viral é dispendiosa e complexa. E, como tal, não faz habitualmente parte dos cuidados de rotina do VIH em locais com recursos limitados. Isto significa que os testes de carga viral são apenas realizados se a pessoa fica doente ou se a contagem de células CD4 não aumenta ou desce significativamente. Contudo, há preocupações que isto possa significar que algumas pessoas desenvolvam resistência aos medicamentos antes de mudar a combinação terapêutica (por estarem sob um tratamento que não funciona) e que outras mudem de tratamento desnecessariamente.
Uma equipa de investigadores internacionais pretendia observar se a monitorização regular da carga viral tinha benefícios na monitorização baseada na manifestação de sintomas e na contagem de células CD4.
O estudo envolveu 1 973 pessoas que iniciaram o tratamento entre 2006 e 2008.
Os participantes foram randomizados para monitorizar a carga viral de modo regular ou numa base arbitrária.
Um ano após o início do tratamento, não havia diferença na mortalidade entre os dois grupos. Proporções iguais tinham, também, os níveis de carga viral abaixo das 400 cópias/ml. O período de falência terapêutica foi igualmente semelhante.
Porém, os doentes com carga viral monitorizada regularmente eram duas vezes mais propensos a mudar de tratamento, e estas alterações ocorreram mais rápido comparativamente às pessoas no braço da monitorização arbitrária.
Uma análise de custo-eficácia está a ser planeada, mas os investigadores concluíram que a monitorização regular reduz a quantidade de tempo passado em falência terapêutica.

Os benefícios do financiamento do PEPFAR estende-se para além do VIH


Atividades desenvolvidas pelo PEPFAR no mundo (www.pepfar.gov)
O financiamento do PEPFAR para os programas do VIH é associado a uma redução significativa da taxa de mortalidade em geral.
Os gastos na ajuda ao desenvolvimento na área do VIH alcançaram os quatro milhões de dólares americanos em 2009. No entanto, tem havido algumas críticas de que a ajuda disponibilizada foi desviada de outras prioridades da saúde para financiar estas despesas.
Os investigadores analisaram as taxas de mortalidade em adultos nos países da África subsaariana, tendo em conta se recebiam financiamento através do PEPFAR.
Um total de 27 países e um milhão e meio de adultos foram incluídos no estudo. As taxas de mortalidade nos países que receberam financiamento do PEPFAR e dos que não receberam divergiram acentuadamente, após a introdução do mesmo, em 2004. As taxas permaneceram estáveis nos países não abrangidos pelo financiamento, mas nos países abrangidos desceram em quase 50%.
Tal, não se deve simplesmente à mudança no número de mortes relacionadas com o VIH.
A análise demonstrou que todas as causas de mortalidade eram 16% mais baixas nos países a receber financiamento do PEPFAR. Os investigadores estimam que quase 750 000 casos de morte em idade adulta foram prevenidos graças ao financiamento.

Infeção pelo VIH - Prevenir a transmissão mãe-filho – retenção nos cuidados de saúde é um desafio


Estudos conduzidos na Zâmbia e na África do Sul demonstraram que é difícil reter mulheres grávidas e no período de amamentação nos cuidados de saúde quando sob tratamento antirretroviral.
Quando acessível, a Organização Mundial de Saúde (OMS) incentiva a disponibilização da terapêutica antirretroviral tripla a todas as mulheres grávidas e em período de amamentação, mesmo quando tal não é necessário para a saúde materna. Uma opção na prevenção da transmissão mãe-filho é o uso da monoterapia com AZT após a 14ª semana de gestação, doses únicas de nevirapina para a mãe e bebé durante o parto, e AZT e 3TC no momento do parto e na semana seguinte.
Os investigadores zambezianos concluíram que a terapêutica tripla reduziu o risco de infeções e de mortalidade.
Acrescentam, contudo, que ocorreu um elevado risco de perda no acompanhamento das mulheres sob terapêutica tripla. Pensam que tal poderá diminuir a eficácia dos programas na redução do risco de transmissão mãe-filho.
Um estudo sul-africano demonstrou que 19% das mulheres seropositivas para o VIH grávidas abandonaram os cuidados de saúde um ano após o início da terapêutica antirretroviral. Tal, é comparado a uma taxa de apenas 3% para as mulheres seropositivas não-grávidas.

Tratamento pediátrico para o VIH em locais com poucos recursos


A terapêutica antirretroviral baseada no inibidor da protease lopinavir/ritonavir foi associada a uma descida no risco de desenvolver malária em crianças seropositivas para a infeção pelo VIH.
Os investigadores em Tororo, no Uganda – onde a malária é endémica – observaram as taxas da doença em crianças seropositivas para o VIH, tendo em conta se estas estavam sob terapêutica antirretroviral baseada em lopinavir/ritonavir ou num inibidor não-nucleósido da transcriptase reversa (INNTR).
A terapêutica com o inibidor da protease foi associada a uma redução de 59% do risco de desenvolvimento de malária.
A terapêutica preventiva padrão para a malária foi disponibilizada a todas as crianças. Os investigadores pensam que o lopinavir/ritonavir possa ter potenciado os níveis dos medicamentos profiláticos para a malária. Especulam, também, que o inibidor da protease possa ter um efeito anti-malárico.
Um outro estudo demonstrou que o tratamento com d4T (estavudina) é o principal fator de risco para o desenvolvimento da lipoatrofia (perda de gordura) em crianças sob terapêutica antirretroviral na África do Sul.
Os investigadores enfatizam a importância de detetar precocemente este efeito secundário, difícil de reverter e estigmatizante.

Tratamento para a hepatite C


Estudo apresentado por Edward Gane no CROI 2012
O tratamento para a hepatite C sem interferão peguilado “ não é um sonho”, afirmaram os investigadores após saberem os resultados de um estudo que demonstrou que uma combinação com dois medicamentos orais obteve um efeito rápido e potente contra o vírus.
Contudo, a carga viral aumentou quando o tratamento foi interrompido. O estudo envolveu doentes monoinfetados pelo vírus da hepatite C (VHC).
O tratamento padrão para a hepatite C consiste em interferão peguilado e ribavirina. Esta terapêutica nem sempre funciona e pode causar efeitos secundários graves, muitos dos quais associados ao interferão.
Dois inibidores da protease que atuam diretamente contra o vírus da hepatite C foram recentemente aprovados. Estes melhoram as taxas de resposta ao tratamento, contudo, o interferão peguilado permanece como um componente essencial no tratamento.
Outros medicamentos que atuam diretamente contra o vírus da hepatite C estão em desenvolvimento.
Os resultados apresentados no ano passado demonstraram que a combinação baseada no inibidor da polimerase experimental, GS-7977, mais ribavirina obteve bons resultados em doentes monoinfetados pelo VHC com os genótipos 2 e 3, mais fáceis de tratar.
Os investigadores pretendiam observar se a combinação era segura e eficaz em pessoas com o genótipo 1, mais difícil de tratar.
Os participantes do estudo receberam 400mg de GS-7977 num comprimido diário com 1000 ou 1200mg de ribavirina, consoante o peso de cada pessoa, durante 12 semanas. A carga viral do VHC desceu rapidamente e permaneceu suprimida até ao final da terapêutica.
Contudo, tornou a ser novamente detetável em todos os participantes, à exceção de um. Este doente tinha uma variação genética (IL28B) associada a uma resposta favorável ao tratamento e fibrose hepática mínima.
Os investigadores pensam prolongar a terapêutica, ou adicionar outro medicamento, que atue diretamente no vírus da hepatite C de modo a melhorar as taxas de resposta.

“O básico” – novos temas


Lançámos recentemente 12 novos temas da nossa série ilustrada “O básico”.
Desenhámos estes folhetos para apoiar as discussões entre os profissionais de saúde e as pessoas que vivem com VIH, onde cada tema cobre alguns aspetos-chave. São escritos em linguagem simples e com ilustrações para melhor compreender a informação.
Pode saber mais sobre estes novos temas no blog da NAM, ou consultar e descarregar a série completa no nosso site.
Muitos destes folhetos estão traduzidos em vários idiomas, incluindo o Português. Pode encontrar todos os folhetos em português no nosso site, como também, mais informações detalhadas para doentes.

Apoie o nosso trabalho de outras formas


Como organização de solidariedade, necessitamos de donativos e agradecemos todos os que recebemos, sejam pequenos ou grandes. Todos os cêntimos são canalizados para ajudar as pessoas que vivem com VIH e aqueles que os apoiam e cuidam, a ter acesso a informação essencial.
Acreditamos veementemente que uma informação independente, clara e baseada em evidência científica está no centro do fortalecimento da capacidade das pessoas para tomarem decisões sobre a sua saúde e viver durante mais tempo, vidas felizes e com mais saúde.
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Muito obrigado.
“Fui diagnosticado com VIH no início de dezembro, com 24 anos…No início não consegui contar nem aos meus amigos mais próximos ou familiares e o aidsmap.com ajudou-me a falar com outras pessoas.”
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domingo, 20 de novembro de 2011

Brasil vai fabricar teste que detecta aids com gota de sangue

Kit ficará pronto em 2014 e dará resultados dos exames em até 30 minutos

Publicado:
Atualizado:
BRASÍLIA – O Brasil vai produzir e utilizar na rede pública um aparelho para teste rápido de HIV, rubéola, sífilis, toxoplasmose e hepatite B em gestantes com apenas uma gota de sangue. O acordo para fabricação do equipamento foi assinado na última quinta-feira entre o Instituto Carlos Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Paraná, e a empresa de equipamentos médicos e hospitalares Lifemed.
Criado pela Universidade Federal do Paraná, o kit, que inclui o aparelho e os materiais necessários aos exames, pode diagnosticar as doenças em até 30 minutos. Atualmente, o resultado dos exames leva semanas para ficar pronto. Por ser portátil, o equipamento pode ser levado a áreas de difícil acesso, à periferia das grandes cidades e à zona rural.
O kit nacional chegará ao Sistema Único de Saúde (SUS) somente em 2014. Com ele, o Ministério da Saúde espera, entre outros objetivos, reduzir a taxa de prevalência das doenças entre grávidas a partir do diagnóstico rápido e precoce no pré-natal, uma das metas do Programa Rede Cegonha, lançado este ano pela presidente Dilma Rousseff. A cada ano são registrados, por exemplo, 19 mil casos de sífilis congênita no país.
“Esse equipamento, com o tempo, pode incorporar o diagnóstico de outras doenças infecciosas e podemos ampliar [o uso] não somente para o pré-natal, mas para toda a rede básica”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Segundo o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, o aparelho tem potencial para diagnosticar 100 tipos diferentes de doenças. Cada kit pode ser usado por até 100 pacientes.
O ministério irá gastar cerca de R$ 950 milhões com a compra gradual das unidades no período de cinco anos. A economia para os cofres públicos é estimada em R$ 177 milhões de reais com a redução de importações e outros custos. Em 2014, serão comprados 2 milhões de kits. Em 2019, o montante será elevado para 10 milhões de unidades. De acordo com Padilha, em cinco anos, os kits nacionais serão suficientes para abastecer a rede pública em todo o país. Cada kit vai custar R$ 30,40 no primeiro lote de compras, em 2014. Com o aumento das encomendas, o preço de cada equipamento deve cair para R$ 21,50 em 2019, segundo estimativa do próprio governo.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Reportagem sobre falta teste CD4 E ARV'S

 No globo de hj(07/08/11) matéria "Pacientes com aids sofrem com falta de exame"
 Quero dar meus  agradecimentos aos repor teres: Caroline Benevides(caroline.benevides@oglobo.com.br)
Leticia lins (leticia.lins@oglobo.com.br) com o apoio de Leila Suwwan,Marcos Vivicios Gomes e Naiara Hofmeister* ( O pais@oglobo.com.br.
 Em especial aos ATIVISTAS sofredores porem determinados e Dispostos a lutar por seus Direitos!
 Carlos de Recife, Veriano Terto Da ABiA, Cristiana Moreira da Sociedade Viva Cazuza,Mara Moreira minha amiga do GPVRJ,e especialmente a C.E.B GPrg. de Maringá!!!Pelo desprendimento e por suas falas tão importânte para o movimnto. Sem esquecer de Carlos alberto Duarte cujo pioneirismo dos dados nos levaram a comprovar por essa reportagem.
 Comento que sem esse circulo de relacionamento talvez essa noticia ficasse perdida por alguma Burocracia.
 Essa Reportagem foi feita com as editorias das cidades de: Rio de janeiro, Recife, Curitiba, Porto alegre e São paulo!


Nilo garonimo Borgna
 Ativismocontraaidstb.

Crônica :Rock In Rio e se der positivo?

Chamem a ONU! (Crônica de hoje, no caderno especial do Rock in Rio)

(Publicada no Segundo Caderno especial Rock in Rio. Outra crônica foi publicada no caderno regular, também reproduzida aqui no blog)

Por ARNALDO BLOCH IN RIO
Prezado e persuasivo empresá-
rio Roberto Medina: ligue para
o secretário-geral Ban Ki-moon
e proponha a transferência
imediata da 66(6?) Assembleia
Geral da ONU de Nova York pa-
ra a Cidade do Rock. Só assim a paz efetiva
entre palestinos e israelenses será alcança-
da. Para começar, o clima aqui neste des-
campado, por mais cheio que esteja de gen-
te, é desértico: de dia, faz um baita calor. À
noite, é um frio da trolha.
Em segundo lugar, a área está cheia de
tendas e assentamentos temporários. Em
terceiro lugar, Milton Queen Mercury Nasci-
mento clamou: “Love of my life, can’t you
see?”, em meio ao foguetório de artifício, em
feliz alusão casual metafórica e serendipito-
sa aos foguetes e às bombas trocadas dos
dois lados das fronteiras.
Não é só isso. A Cidade do Rock é uma
terra onde utopias se realizam efetivamen-
te. Por exemplo: o milagre da multiplicação
de cabines nos banheiros femininos. Nunca
antes na história de um evento as filas de
fêmeas desesperadas estiveram ausentes.
Confesso que até fizeram falta.
Em compensação, o banheiro masculino
ainda ecoa tempos imemoriais e selvagens:
um urinol quilométrico ao ar livre deixa de-
sabrigados e devassáveis os pombos da ra-
paziada. E, como se sabe, pombo com frio é
sempre uma ameaça à paz e ao amor.
Além disso, são duas, apenas duas, as
pias masculinas. Não deixa de ter lá a sua
simbologia cívica: é o reconhecimento táci-
to do direito do homem de não lavar as
mãos, reivindicado na forma de hábitos cul-
turais que atravessam os séculos. E reco-
nhecimento é a palavra-chave de ordem pa-
ra que qualquer negociação avance.
Se faltam pias, água não falta: os chafari-
zes espalhados pela arena são capazes de
resolver o problema de recursos aquíferos
que maltrata o Oriente Médio. E, da mesma
maneira como Israel fez
crescerem lavouras no
deserto, Medina fez sur-
gir do árido solo de Jaca-
repaguarra (ou será Bar-
rarepaguá?) um verde-
jante gramado de plásti-
co sobre o qual pés des-
calços celebram a alegria
de pisar.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Sobre o Rock In Rio (testagem do HIV)

Prezados (as),
 
Em relação à questão do teste rápido por ocasião do Rock In Rio, a exemplo do que já vem acontecendo em outros eventos de massa pelo Brasil, informo que na última quinta-feira(08/09), tivemos uma reunião na Secretaria de Estado de Saúde, com a participação do Fórum ONG/Aids RJ, ativistas convidados, Gerência Estadual e outros profissionais da Rede Pública de Saúde, convocada pelo Departamento de Aids, quando pudemos discutir, avaliar e encaminhar diversas questões pertinentes a esse assunto.
 
Da parte do Departamento de Aids estiveram presentes, além do Eduardo Barbosa, o Ivo Brito e o Ronaldo Hallal.
 
Após a paresentação dos diferentes pontos de vista, inclusive o nosso, contrário a esse tipo de ação, algumas questões ficaram pactuadas tais como a de que o oferecimento dos exames não acontecerá durante o horário dos shows e que MS e SES/RJ se empenharão em garantir, dentro da rede de referência local, o fluxo para acolhimento das pessoas com resultado positivo com garantia de diagnóstico e acompanhamento. Sobre a questão do pré e pós aconselhamento, ficou definido que todas as normas preconizadas deverão ser seguidas pelas equipes em atuação no local, assim como, em oportunidades futuras, as articulações com o movimento de luta contra a Aids local deverá ser antecipada ao máximo de forma a evitar ruidos de comunicação como aconteceu nessa oportunidade.


 
 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
 
Cel: (55.21) 9429-4550

A prioridade absoluta tem de ser o HUMANO.
Acima dessa, não reconheço nenhuma outra.
(José Saramago)


Prezados, também participei dessa reuniáo e depois de muitas
explicações e justificativas perguntei se alguém sabia como ficava a cabeça
de uma pessoa que recebe um diagnóstico positivo, principalmente em uma
festa. Recebi resposta não satisfatória e logo à seguir fui participar
de um debate na Escola de Enfermagem Ana Neri da UFRJ(público alunos
do mestrado , doutorado , professores e profissionais) após a
apresentação do filme POSITIVAS, juntamente com a diretoraSusanna Lira.
Iniciei minha fala me desculpando por ter chegado atrasada porque a
reunião com o DN se prolongou mais do que estávamos esperando e para
minha surpresa todos queriam saber se a testagem no Rock in Rio havia
sido cancelada e ficaram bastante decepcionados quando informei que ela
acontecerá.
Durante as perguntas a organizadora, professora Dra. Carla me
confidenciou que havia um casal presente (que não era aluno) que acabara
de receber pela manhã o resultado positivo e desejou assistir ao filme,
ele estava inscrito para me fazer pergunta(só o resultado dele deu
positivo o da mulher deu negativo). Aproveitei uma pergunta para falar
sobre a importancia do apoio familiar, das relações sorodiscordantes,
sem buscar culpados, que ninguem precisa sair contando sua sorologia
enquanto não se sentir à vontade para isso, que a pessoa tem direito ao
sigilo, que buscar ajuda psicologica e um grupo de apoio era importante
para o fortalecimento e que principalmente temos que vivenciar nosso luto, para depois
com o tempo conseguirmos forças para continuarmos a vida.O homem pediu
para falar e em pranttos (chorou muito, muito muito) disse que quando
recebeu o diagnóstico pensoui em se matar, pois ele é evangélico, tem 45
anos, tem uma companheira e que não tem coragem de enfrentar a
familia,os amigos,falou do medo de ter infectado a mulhere da sua culpa
por ter se relacionado fora de casa sem preservativo.
Perguntei porque ele fez o teste e onde e ele nos explicou que é
doador de sangue e que fez no hemoRrio. Perguntei se ele se sentiu
acolhido no momento em que recebeu a noticia ea resposta dele nos fez
chorar à todos que estávamos presentes (só a assistente social sabia
do caso) ele respondeu: * - Eu só queria um abraço e não recebi *.
Fiquei ali parado sem saber o que fazerpor mais de 3 horas, só pensando
em me suicidar. Me foi dito que eu deveria chamara alguém para me buscar
e que eu tinha que contar para a minha mulher, pois ela tambem teria
que fazer o teste. Quando minha mulher chegou choramos juntos e fomos
informados de que ela não poderia fazer o teste lá e nos foi dado
vários endereços para procurarmos um e então viemos aqui no CTA
(Hospital São Francisco de Assis) onde ela fez o teste rapido e deu
negativo e fomos convidados para assistir ao filme. E agora ! Onde ir
para iniciar o tratamento. Ouviu dizer que os hospitais estão todos
lotados e que a fila de espera é grande. Será que as pessoas vão olhar
para ele descobrir que ele tem HIV. A mulher vai fazer outro exame em 3
meses, mas até lá, podem transar, beijar, Onde conseguir camisinhas, Qual
diferença entre ter HIV e ter Aids. Ele também vai emagrecer e ficar com a
fisionomia característica da Aids. Ela é da marinha será mandada
embora quando descobrirem que ele está infectado. Será que ela vai
abandoná-lo (a mulher ficou o tempo todo calada, sentada ao lado dele). Será que vão pensar
que ele é gay, esta doença é castigo. Quando vai morrer.Respondi com
emoção auxiliada pela Susanna (que ofereceu uma copia do filme para que
ele pudesse ouvir os depoimentos com calma, inclusive dos familiares)
reforçou a minha fala sobre a orientação sexual de cada pessoa, que
doença não é castigo e que precisamos acreditar em alguma coisa para
superar este momento. A Dra. Carla disse que trabalha com pessoas
soropositivas há mais de 20 anos e que os medicamentos, a adesão e os
bons pensamentos são primordiais para uma melhora físicca, além da
descoberta precose da doença. Solicitei à ela que utilizasse seus
conhecimentos para que ele fosse tratado ali mesmo, evitando uma
peregrinação pelos serviços. Aproveitei para dizer à todos os presentes
que assistiram emocionados o desespero daquele homem, que ao chegarem em
seus locais de trabalho não esquecessem o quanto um abraço, um aperto
de mão,uma palavra amiga pode salvar vidas. Se alguém não se sente à
vontade para estas ações que procurem outra função. Não vá lidar com o
público tão diretamente.
Aí pensei nas pessoas que recebem diagnóstico em festas. Como
desejei que as autoridades estivessem ali, ouvindo um homem chorar
copiosamente, com tantas perguntas sem respostas, com culpa, com medo .
Será que continuariam achando que faz o teste em uma festa quem quer.
Que basta indicar o hospital para um acompanhamento inicial, que
receber um diagnóstico positivo para o HIV é a mesma coisa que receber
um diagnóstico de diabetes. Sei da importancia de ficar sabendo o mais
cedo possível da doença, para evitar casos como o meu que devido ao
diagnóstico tardio acabei ficando cega. Mas será que não estamos
realizando estas ações em locaisinadequados. Será que não estamos
priorizando a saúde física mais que a saúde mental.Será que estamos
perdendo a sensibilidad e banalizando a dor de um diagnóstico positivo.

P.S. Antes de encaminhar esta carta recebi um e-mail da Dra. Carla me
informando que o rapaz seracompanhado lá no hospital.
- Não falamos mais sobre o filme, apenas ouvimos e procuramos acolher
aquele ser humano que precisava de colo, atenção e
solidariedade.Outras pessoas também falaram palavras de incentivo
e de carinho.

-Desculpem a falta dos pontos de interrogação não sei onde fica
localizado neste teclado.

"Nada sobre nós, sem nós"
Beijinhos, Cida Lemos
Cida,
 
Esse caso aqui relatado, somado a tantas histórias que todos nós temos a contar, muitas delas pessoais e, sonado-se a isso, inseridas em um cenário de total desmantelamento do SUS e formação deficiente da maioria dos quadros que integram os serviços, dá a exata dimensão de mais esse problema que vivemos.
 
Não há como negar que, mesmo bem intencionada, como referimos entender a inciativa desse oferecimento de testes, essa estratégia continua pesando mais pelo seu aspecto midiático do que como um serviço efetivo a ser oferecido à população.
 
Essa interpretação é reforçada pela forma como o "momento seguinte" continua a ser encarado e conduzido pelos serviços, sempre sob o olhar complascente de quem deveria estar investindo pesado no enfrentamento dessas deficiências.
 
Assim como você, a maioria dos convidados à reunião para apresentação da proposta do Rock In Rio, inclusive alguns profissionais de saúde, concordam que essa estratégia não é a melhor escolha para ampliar o acesso ao diagnóstico, principalmente se levarmos em conta, como bem lembrou o companheiro Veriano (ABIA) que existe uma distância enorme entre ter o resultado de um teste e ter um diagnóstico.
 
 
 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro Suplente da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Membro da Executiva do Fórum ONG Aids RJ
 
 
DE: GRUPO ÁGUA VIVA - CENTRO DE REFERÊNCIA E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS.

Prezados,

É lamentável ainda nos tempos atuais em que a AIDS vem atingindo um número cada vez maior de idosos, não se consegue trabalhar o lado humano do acolhimento.

Casos como este do casal presente neste tão importante evento e que num momento de angústia em não poder encontrar respostas para o alívio de sua dor, acabou por nos mostrar o porque do não consentimento de exames  em grandes aglomerações, pois se em uma Unidade de Testagem foi difícil o tão esperado acolhimento, o que dirá em espaços como o "ROCK IN RIO?".

Como sempre admiro e com certeza sempre admirarei a nossa amiga e parceira Cida Lemos, ela teve a VISÃO HUMANITÁRIA tão necessária neste momento em favor deste casal.

Deus te ILUMINE sempre Cida Lemos.

Nossos OLHOS não enxergam a emoção dos sentimentos tão visíveis ao OLHAR daquele que enxerga TUDO.

Parabéns CIDA pela sua INTERVENÇÃO em favor deste casal. 


Atenciosamente,

Luiz Bessa
Administrativo Financeiro
Sustentabilidade Social
Home Page: 
Contribua com a nossa causa: Banco do Brasil 01 - Agência nº 0087-6 C/C 12.668-3. 
Constituição Federal:
Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas  sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. 
1994 - 2011 - 17 Anos na luta contra a AIDS. 
O Centro de Referência e Prevenção das DST/AIDS parte integrante do Grupo Água Viva, criado em 19 de dezembro de 1994, é uma Organização Civil sem fins lucrativos, designada ONG/AIDS, com a finalidade e objetivo de ASSISTIR, ORIENTAR e TRATAR pessoas com HIV e doentes de AIDS. Telefax: (21) 3317-2872  / 9806-1624 / 7694-4031 - Luiz Bessa.


Cida, Roberto e demais, Desde os tempos em que eu era voluntário do
GPVRJ , no viva voz e outros projetos, participei de alguns
treinamentos que me foram muito uteis, lembro de uma palestra na qual
as funcionárias do hospital São francisco de Assis relatavam a
importância do pre e pós aconselhamento.
 Meu diagnostico foi dado em um centro de testagem anonima, foi feito
meio que de supetão, apesar de ter acontecido uma reunião antes de
tirar o sangue, lembro que me ligaram para refazer os exames, e ao
pegar o segundo resultado a enfermeira me falou do resultado positivo.
 Realmente não tive uma reação tão grave apenas no longo caminho do
CTA ao interior do Hospital maternidade, tinha que ir até a
assistencia social, para falar com a pscologa assistente social para
maiores informações. Como tive que esperar um longo tempo por ela,
acabei desistindo e indo trabalhar, pois pensei estou bem e depois
volto para me tratar, o que só ocorreu depois de uns seis meses quando
eu já estava com carga viral inferior a 40 e muito magro e sem fome.
 Daí, acho que aconselhamento pré e pós teste de suma importância!
 No meu caso se eu tivesse falado logo com a assistente social, quem
sabe eu já entraria com os ARVs, e assim não precisasse me internar
para me tratar depois?
 Vi na palestra das Funcionarias do São Fco Assis um exemplo de
conduta, que evita traumas e ajudam na adesão imediata ao tratamento.
 Porem recentemente vi no Programa Conexão reporter, da Globo, um
atendimeto pós resultado feito da forma mais, estupida, que me causou
espanto.
 Tipo:
 Voce esta com HIV!
 Paciente: COMO?
 Funcionaria: Bichinho voce esta com bichinho.
 Paci: Não entendi.
 FUNcionaria: Seu resultado foi positivo!
 Nesses termos sem nehuma preparação.
 Fiquei espantadissimo. Pois vinha contra tudo o qual eu fora treinado.
 Tambem acho que show não é o local adequado para se faser e receber
teste de HIV.
 Que se faça uma campanha aproveitando o show, e o grande número de
pessoas presentes tudo bem, mas fazer e dar dignóstico no Rock In Rio
, para mim é demais!!!!

NILO Geronimo Borgna
 Ativismocontraaidstb.blogspot.com
Cida e parceiros e parceiras de luta:
 
É mesmo lamentável que os representantes do governo que estavam na reunião abaixo mencionada não estejam mesmo em nossos espaços sociais de convivência para ver a vida real (BIG BROTHER DA VIDA DE QUEM SE DESCOBRE COM SOROLOGIA POSITIVA PARA O HIV E O DEPOIS DO DIAGNÓSTICO FORNECIDO, AINDA MAIS SE RESIDIR NO RJ). A cena abaixo relatada por vc é uma constante no dia a dia da convivência no GPV/RJ.
 
Mas a "vontade política" de que programas como "FIQUE SABENDO" devem ser fortalecidos (a qualquer custo), principalmente em um lugar que será FORMADOR DE OPINIÃO NOS PRÓXIMOS DIAS para adolescentes e jovens (na sua maior parte) e cuja a força midiática estará toda neste evento não só nacional como internacionalmente é premente. 
 
Imaginem o mote "até o MS em parceria com a SESDEC-RJ montaram uma tenda para testagem, aconselhamento, promoção e prevenção à saúde no Rock in Rio com testagem para o HIV/Aids e demais...". Não sejamos inocentes! Estamos às vésperas de ano eletivo. Tudo é plataforma do "bem".
 
Afinal a testagem é de livre arbítrio, em horário fora dos shows, com aconselhamento feito pelos profissionais de saúde e, em caso positivo serão encaminhados aos hospitais de referência já credenciado (HSE, HOSPITAL DA  LAGOA e IPEC/FIOCRUZ) para tratamento e blá, blá, blá... que já conhecemos bastante onde dará a continuidade desta história. Sim, pq HIV ainda não tem cura e só quem tem sabe o que significa ter  mesmo depois de 30 anos de sua descoberta. Não é só tomar remédio (o que já se registram muitas faltas), nem fazer exames periódicos para controle da carga viral e CD4 (kits andam faltando e o prazo de recebimento dos examos, quando realizados, em alguns lugares, chegam a 180 dias), tem muito mais... a integralidade na saúde e a tal intersetorialidade ou equipes multidisciplinares ainda são raras nos ambulatórios/hospitais do RJ. Enfim, começa aí uma maratona biomédica sem precedentes e o tal "biopsicossocial" nem sempre é abordado. O subjetivo do tratamento é totalmente lateralizado. O foco ainda é a DOENÇA.
 
Enfim, ninguém é contra a testagem, mas que seja feita com muito respeito ao próximo. Será que festa é um bom lugar??? \
 
QUANDO VAMOS OLHAR PELOS OLHOS DE QUEM SE SUBMETE A ESTAS TESTAGENS EM EVENTOS? ATÉ QUANDO NÃO VAMOS PERCEBER QUE SER PORTADOR DO VÍRUS HIV AINDA TEM UMA SIMBOLOGIA (MARCA) DE MORTE, PRECONCEITO E MUITA DESINFORMAÇÃO.
 
QUE SAIBAMOS CUIDAR DO SER HUMANO. PORQUE QUEM AMA CUIDA.
 
LAMENTÁVEL MESMO PENSARMOS QUE ALGUMA COISA MUDARÁ NESTAS AÇÕES DE CAMPANHAS QUE JÁ VÊM PRONTAS COMO "PACOTES" APENAS PARA LEGITIMAÇÃO OU COMUNICAÇÃO À SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA.
 
SALVO MELHOR JUÍZO,  PRECISAMOS VOLTAR A NOS INDIGNAR E IR ÀS RUAS REIVINDICAR ESPAÇO PARA SERMOS OUVIDOS E ATENDIDOS EM NOSSAS PRETENSÕES. AFINAL, DE QUE LADO ESTAMOS??
 
COM CARINHO E RESPEITO A TODOS E TODAS,
REGINA BUENO.
ATIVISTA MILITANTE E APAIXONADA POR RESPEITO AOS DIREITOS HUMANOS NA SAÚDE.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Testes de carga viral chegam aos estados



 Socializando...

Abaixo a nota que o Departamento encaminhou para os estados sobre os Teste de Carga Viral e, pelas informações passadas no Encontro Nacional da RNP+BRASIL pelo Eduardo, Rio e São Paulo já receberam os Kits na sexta-feira . No RS deve estar chegando hoje, conforme o Eduardo informou.

Abs
Zehelio
JOSÉ HÉLIO COSTALUNGA DE FREITAS
Representação Estadual da RNP+RS
zehelio@terra.com.br
Rua Luis Afonso 234 - Cidade Baixa - Porto Alegre
fone: 51.3013.1169 /3221.6363


Para informação!
Carine Zambonato Ecco
Especialista em Saúde
Depto. de Ações em Saúde
SCDST/Aids
Secretaria Estadual da Saúde

Av. Borges de Medeiros, 1501/5º andar  sala 01- Ala Norte - Cep: 90119-900 Porto Alegre/RS
Fone: (51) 32885910/5911 Fax: (51) 32216677
------------- Mensagem Original -------------
Data:
Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011 15:07
Assunto:
Fwd: Testes de carga viral chegam aos estados




Carine,
Por gentileza, encaminha este e-mail para o Zé Hélio e para o mailing das OSC.
Grato,

Ricardo Charão
Testes de carga viral chegam aos estados
Para:
Testes de carga viral chegam aos estados
A realização dos testes de quantificação de carga viral do HIV, que monitora a evolução do tratamento de pessoas vivendo com HIV/aids em acompanhamento no país, encontra-se regularizada. Desde a última quinta-feira (4), os lotes com a nova remessa de exames começaram a chegar em todos os estados brasileiros. Em nota técnica publicada hoje (5), o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde reforça junto à rede laboratorial a retomada da realização das testagens, conforme as recomendações expressas nos Consensos Terapêuticos Adulto, Gestantes e Crianças/Adolescentes. O documento cancela a nota de 12 de julho, que orientava a priorização temporária da solicitação dos exames. A contribuição de um grupo de trabalho para análise de processo de aquisição, armazenamento e distribuição de insumos estratégicos para a saúde permitiu ao Ministério da Saúde celeridade no reabastecimento da rede.