Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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Ativismo Contra Aids/TB

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Bem Fam CLIPPING - 20/dez./2012

CLIPPING  - 20/dez./2012

ABSURDO TOTAL! Juiz nega segundo aborto a mulher com problema cardíaco em Minas Gerais - A Justiça mineira negou pedido de aborto para uma mulher que sofre de problemas cardíacos. Apesar de a gravidez ser de risco, o juiz Geraldo Carlos Campos, titular da 32ª Vara Cível de Belo Horizonte, ressaltou que a mulher fez um aborto com autorização judicial no ano passado e não tomou qualquer medida contraceptiva. A primeira gravidez da mulher ocorreu no início do ano passado. Ela recorreu à Justiça para abortar por causa do risco, já que é portadora de miocardiopatia dilatada familiar, patologia que a impede de levar a gravidez adiante. O Judiciário autorizou o aborto, mas orientou o casal sobre a necessidade de "estabelecimento de método de contracepção eficaz e definitivo". O casal não adotou qualquer medida e agora, na oitava semana de gestação, pediu outra autorização para interromper a nova gravidez. O juiz ressaltou que, no caso de gravidez de risco, a lei defende a mãe, mas o processo "não deixa de ser um ato voluntário".  E o magistrado negou o novo pedido com a justificativa de que o casal é formado por pessoas "maduras e esclarecidas", mas que tiveram uma "conduta negligente" e, diante disso, a gravidez era "previsível". Em sua sentença, o juiz Geraldo Carlos Campos destacou que o casal é formado por pessoas “maduras e esclarecidas”, não podendo se falar em gravidez “fortuita ou não esperada, mas absolutamente previsível”. A decisão está sujeita a recurso.

Pesquisa investiga sexualidade das afetadas pelo câncer de mama - Pesquisa feita na Universidade de São Paulo (USP) avaliou 139 mulheres afetadas pelo câncer de mama e observou que, pelo menos um ano após o diagnóstico, quase metade mantinha vida sexual ativa. O estudo também apontou que os profissionais de saúde não estão preparados para orientar essas pacientes sobre questões ligadas à sexualidade. A coleta de dados foi feita entre usuárias do Núcleo de Ensino, Pesquisa e Assistência na Reabilitação de Mastectomizadas (Rema) da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP-USP). A média de idade das participantes foi de 54,6 anos – sendo que a mais nova tinha 24 anos e a mais velha, 78. Além da pesquisa quantitativa, foram feitos outros dois estudos qualitativos. Um deles avaliou em profundidade 25 pacientes do Rema. O outro ouviu 32 enfermeiras que lidam com pacientes nessa situação. Os resultados integram o projeto "Sexualidade e Câncer de Mama", financiado pela FAPESP e coordenado pela professora Elisabeth Meloni Vieira, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP). Segundo Vieira, 56,8% das pacientes que participaram da pesquisa quantitativa afirmaram ter tido ao menos um parceiro sexual no último ano e 48,9% disseram ter feito sexo no último mês. “Essas mulheres têm, em média, seis relações sexuais por mês, ou seja, têm uma vida sexual ativa”, disse. A pesquisa qualitativa feita com as enfermeiras, da qual participaram todas as profissionais que atuam na área oncológica em Ribeirão Preto, indicou que a maioria evita tratar do tema. “Não falam e não deixam a paciente perguntar. Primeiro porque nunca foram orientadas para isso, então se sentem inseguras. Depois, existe a ideia preconcebida de que doente não faz sexo, por isso consideram o assunto desnecessário. E também tem a questão da vergonha”, disse Vieira. Para a pesquisadora, é fundamental que os cursos de especialização em enfermagem oncológica incluam o tema da sexualidade nos currículos. “Às vezes a paciente precisa simplesmente de um lubrificante vaginal e a enfermeira não sugere”, disse. O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos casos novos a cada ano. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) para 2012 é que 52,6 mil pessoas sejam afetadas.

Brasil começa a produzir primeiro genérico para tratamento do câncer - O Sistema Único de Saúde (SUS) recebeu hoje (19) o primeiro lote do medicamento mesilato de imatinibe, usado no tratamento de leucemia mieloide crônica e do tumor do estroma gastrointestinal. O remédio é produzido pelos laboratórios públicos Farmanguinhos e Vital Brazil, em parceria com cinco laboratórios privados. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, é o primeiro medicamento genérico para o câncer produzido no Brasil. De acordo com ele, no país, cerca de 8 mil pessoas dependem do medicamento, que era comprado de um laboratório estrangeiro por R$ 140 milhões por ano. Com a produção do remédio nacional, o Ministério da Saúde acredita que serão economizados cerca de R$ 340 milhões nos próximos quatro anos. “O Brasil passa a produzir aqui no país um genérico para o câncer, garantindo, para a nossa população, um remédio com qualidade e garantindo que o Brasil seja autossuficiente em relação a isso. Ou seja, é o Brasil podendo garantir, cada vez mais, o tratamento à sua população, independentemente de qualquer oscilação do mercado internacional”, disse Padilha. O primeiro lote, entregue hoje, contém 220 mil comprimidos. Em 2013, devem ser produzidos 5 milhões de comprimidos, o suficiente para atender a toda a demanda nacional. O ministro disse que a economia garantida pela produção nacional do medicamento pode ser revertida na produção e no suprimento de mais medicamentos à população.

Hospital da Mulher receberá R$ 25 mi - O Ministério da Saúde vai repassar R$ 25,4 milhões ao Hospital da Mulher, equipamento inaugurado neste ano. O recurso vem dos R$ 55,8 milhões liberados, ontem, para os Estados do Ceará, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Bahia, e para os municípios de Fortaleza e Porto Alegre. Desse montante, um total de R$ 40, 8 milhões será destinado à incorporação ao limite financeiro anual do teto de Média e Alta Complexidade (MAC) dos Estados e municípios. As ações do teto MAC incluem, também, o custeio de procedimentos como quimioterapia, financiamento de hospitais de pequeno porte, centros de especialidades odontológicas, laboratórios de prótese dentária e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), entre diversas outras ações. As transferências serão realizadas por intermédio do Fundo Nacional de Saúde (FNS), e os pagamentos efetuados podem ser acompanhados no Portal Saúde com Mais Transparência. A Bahia e o município de Juazeiro ficarão com R$ 9,9 milhões do total, enquanto que o Rio Grande de Sul e a capital Porto Alegre receberão R$ 5,5 milhões. Para o Estado de Pernambuco será destinado o valor de R$ 15 milhões. Para o Estado de Pernambuco serão destinados R$ 15 milhões voltados à expansão dos serviços em saúde daquele local. Os recursos estão previstos nas Portarias nº 2.873, 2.874, 2.875 e 2.876, publicadas nesta quarta-feira (19), do Diário Oficial da União (DOU).

Preconceito dificulta combate ao HIV em idosos - O preconceito dos profissionais de saúde com a vida sexual dos idosos dificulta o diagnóstico do vírus HIV e compromete o tratamento daqueles que vivem com o vírus. “Por conta da idade avançada dos pacientes, estes profissionais não os consideram como pessoas sexualmente ativas”, constata a enfermeira Rúbia de Aguiar Alencar, que realizou uma pesquisa sobre o tema na Escola de Enfermagem (EE) da USP orientada pela professora Suely Itsuko Ciosak. Rúbia destaca que entre os entrevistados, a maioria tinha algo em comum: a solicitação para sorologia, ou seja, o pedido de exames para a confirmação da presença do vírus em seus organismos, não foi prioridade para os profissionais da equipe da Saúde da Família. Apesar de os idosos já apresentarem sinais e sintomas que sugeriam infecção pelo HIV, apenas após a realização do tratamento de outras doenças, mais comuns em pessoas com idade avançada, a suspeita do HIV foi considerada um possível diagnóstico. Para a enfermeira, a grande dificuldade está em compreender que a pessoa idosa também tem vida sexual. “O tema ainda está tão cercado de preconceitos e tabus que, muitas vezes, faz o profissional acreditar que estaria desrespeitando o idoso, no caso de perguntar sobre a sua vida sexual”. Rúbia aponta que os serviços de saúde devem construir, em conjunto com os idosos e seu real cotidiano, novas reflexões, novos planos de ação. “A maneira como a sociedade olha para o idoso precisa mudar, e no caso específico do combate ao vírus da aids, uma nova postura dos serviços e dos profissionais de saúde é essencial”. Para ela, as concepções de saúde do idoso devem ampliar seu horizonte sobre a sexualidade e, uma das maneiras mais eficazes de promoção de uma nova concepção, é a implantação de novos conteúdos de capacitação para os profissionais, a fim de quebrar tabus e estabelecer novos paradigmas.

CPI do Tráfico de Pessoas termina com proposta de punições mais rígidas - Falta de estatísticas, precariedade de programas de assistência e de apoio às vítimas e a necessidade de mudança na legislação estão entre as principais conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico Nacional e Internacional de Pessoas do Senado. O relatório final da comissão, elaborado pela senadora Lídice da Mata (PSB-BA), foi aprovado hoje (19). O documento não responsabiliza, nem indicia ninguém, mas traz a minuta de um projeto de lei que torna mais rígida a legislação brasileira de combate ao tráfico humano. A proposta, que também vai ser apresentada como emenda na comissão especial que analisa mudanças no Código Penal, estabelece pena de prisão de quatro a dez anos para quem agenciar, aliciar, recrutar, transportar, transferir, alojar ou acolher pessoa, mediante grave ameaça, violência, coação, fraude ou abuso. O relatório aponta que o número de inquéritos instaurados pela Polícia Federal, que tratam do tráfico internacional de pessoas com o fim de exploração sexual, é baixo. Em 2010, foram 74 inquéritos policiais; em 2009, 43. Nos últimos 20 anos, o relatório diz que foram registrados 867 inquéritos ligados a esse tipo de crime. Atualmente, o Código Penal só especifica como crime de tráfico de pessoas aquele praticado para fins de exploração sexual. Com base em dados do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc), o relatório da CPI diz que o tráfico de pessoas é a terceira atividade mais lucrativa do crime organizado no mundo, perdendo apenas para o tráfico de drogas e de armas. Ainda segundo o organismo, cerca de 2,5 milhões de pessoas são vítimas em todo o mundo dessa modalidade de tráfico, que movimenta aproximadamente US$ 32 bilhões por ano. O Brasil é um dos cinco países com maior incidência desse tipo de crime.

Força de trabalho feminina cresceu 24% em uma década, aponta IBGE - O nível de ocupação das mulheres no mercado de trabalho brasileiro apresentou um salto considerável na última década. Em 2000, 35,4% das mulheres tinham uma ocupação, número que aumentou para 43,9% em 2010, uma diferença de 24%. O desempenho foi sete vezes maior do que o masculino, que também cresceu no período, de 61,1% em 2000 para 63,3% em 2010: uma diferença de 3,5%. No tocante ao nível de ocupação na área rural, o Nordeste foi a única região que registrou decréscimo, saindo de 46,2% em 2000 para 45,2% em 2010. Os dados completos do Censo Demográfico 2010 podem ser acessados na página do IBGE na internet: www.ibge.gov.br.

Censo Demográfico 2010: Quase 1 milhão de crianças e adolescentes estavam fora da escola em 2010
Entre as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos de idade, faixa etária correspondente ao ensino fundamental obrigatório, 3,3% estavam fora da escola em 2010. O dado faz parte da publicação Censo Demográfico 2010: Resultado da Amostra – Educação e Deslocamento, divulgada ontem (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar da proporção ter diminuído de 5,5% em 2000 para 3,1% em 2010 (a comparação entre os dois censos é feita na faixa de 7 a 14 anos, já que a lei que amplia o ensino fundamental para nove anos é de 2006), a pesquisadora do IBGE Vandeli dos Santos Guerra lembra que o Brasil ainda tinha há dois anos 966 mil crianças e adolescentes de 6 a 14 anos fora da escola. “Na parte de 6 a 14 anos, você vê que nós ainda temos 1,3% de crianças que nunca frequentou a escola e 2% que já frequentaram, mas que saíram antes de terminar.” Na faixa correspondente ao ensino médio, de 15 a 17 anos, a evasão caiu de 22,6% para 16,7%, com diferença grande entre as áreas urbana (15,6%) e rural (21,7%). Além disso, os dados mostram que apenas 47,3% dos jovens estavam cursando o ensino médio, o que confirma a defasagem entre a idade e a série escolar nessa faixa etária. Segundo o IBGE, entre os jovens de 18 a 24 anos, 36,5% não completaram o ensino médio e não estavam estudando em 2010. Em 2000, o percentual chegava a 48%. O nível de abandono da escola nessa etapa é 21,2%. O IBGE alerta para os problemas sociais decorrentes da falta dessa etapa da educação, como a inserção precária no mercado de trabalho e o maior risco de exclusão social.

Censo Demográfico 2010: Acesso à escola reflete desigualdades sociais e regionais do país - As desigualdades regionais brasileiras ainda se refletem no acesso à escola. Enquanto a média nacional de crianças e adolescentes de 6 a 14 anos de idade fora da escola era 3,3% em 2010, na Região Norte o índice era 6,1%. Na faixa etária de 15 a 17 anos de idade, as regiões Norte e Sul tinham 18,7% de evasão escolar, acima da média nacional de 16,7%. Outro dado aponta que o nível de rendimento da família também tem influência na frequência escolar. Enquanto 5,2% das crianças e adolescentes de 6 a 14 anos com rendimento familiar per capita de até um quarto de salário mínimo não frequentavam escola em 2010, a proporção cai para 1,6% nas famílias com rendimento acima de 3 salários mínimos. Na faixa de 15 a 17 anos a taxa é 21,1% no nível de rendimento mais baixo e cai para 6,4% no nível mais alto. Quanto à rede de ensino, as escolas públicas atendem à maioria da população até o ensino médio e na pós-graduação, enquanto o ensino superior e cursos de especialização são feitos, em sua maioria, em instituições privadas. A rede pública de ensino atendia, em 2010, a 75,8% das matrículas em creches, 71,1% da pré-escola, 82,3% na alfabetização, 86,8% no ensino fundamental, 85,8% do ensino médio, 28,9% da graduação, 22,4% da especialização de nível superior, 52,7% do mestrado, 69,8% dos cursos de doutorado e 95,7% da alfabetização de jovens e adultos. Analisando o rendimento, os dados apontam que a frequência em cursos superiores e de pós-graduação está concentrada nas faixas mais altas de ganhos mensais. Nas classes de alfabetização, 27,9% das crianças vinham de famílias que ganhavam até um quarto de salário mínimo per capita, enquanto 47,1% dos estudantes de doutorado tinham renda domiciliar per capita acima de cinco salários mínimos.

Royalties devem ir para educação, diz Dilma - Diante da ameaça de o Congresso derrubar os vetos ao projeto de redistribuição dos royalties do petróleo, a presidente Dilma Rousseff aproveitou ontem a cerimônia de entrega de certificados do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), em Palmas (TO), para dizer que é "importantíssimo" destinar recursos da exploração do petróleo para a área de educação. "Considero importantíssimo que todo o dinheiro que tivermos dos royalties, das participações especiais ou do Fundo Social, dos rendimentos do Fundo Social do pré-sal, tenham uma destinação prioritária para a educação", discursou a presidente, na solenidade que contou com a presença de cerca de 4 mil estudantes. "Porque nós precisamos ter creches, por isso que nós fazemos o programa das seis mil creches. Precisamos alfabetizar os brasileiros e as brasileiras na idade certa, até os oito anos." Considerado urna das vitrines da gestão Dilma, o Pronatec pretende beneficiar 8 milhões de pessoas até 2014. Segundo o Mi­nistério da Educação, cerca de 2,5 milhões de estudantes já foram matriculados em cursos téc­nicos (duração mínima de 1 ano) ou de formação inicial e continuada (duração mínima de 2 meses).

Regulamentação da profissão de médico é aprovada em comissão - O chamado "Ato Médico" foi aprovado ontem pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado e segue para votação no plenário da Casa. Se aprovado, vai à sanção da presidente Dilma Rousseff. O texto define normas gerais para a profissão e define o que são ações privativas do médico, como indicação de internação e alta nos hospitais, diagnóstico de doenças e prescrição terapêutica. O projeto é apoiado pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), mas vem sendo bombardeado de críticas por outras profissões da saúde, como a enfermagem e a psicologia. Isso porque elas consideram que, ao definir o que é privativo dos médicos -por exemplo, o diagnóstico-, o texto limitou os campos de ação das demais profissões. Deverá haver pelo menos uma mudança na rede pública com o projeto, explica Salomão Rodrigues, coordenador da comissão do "Ato Médico" no CFM. Ele diz que as equipes de saúde da família deverão, todas, ter médicos. "Mais de metade das equipes não tem médico, o que é um fator negativo. Como posso entender uma equipe que cuida da saúde de 5.000 pessoas não ter médico?" O texto deve ser votado em março de 2013. Para o Conselho Federal de Enfermagem, se for aprovado como está, haverá questionamentos quanto à sua constitucionalidade. Os senadores que relataram o projeto afirmaram que o texto não limita as demais profissões.

Internação compulsória é mantida  - Numa decisão inédita, a 3 a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve a internação compulsória de um adolescente viciado em crack. O garoto havia sido recolhido por equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) e estava em tratamento. A Defensoria Pública questionou a internação obrigatória e entrou com pedido de habeas corpus. Foi o primeiro caso a chegar à segunda instância. Em sua decisão, o desembargador Paulo Rangel escreveu que o princípio de proteção à vida deve prevalecer sobre o direito à liberdade de locomoção. "Não há como se proteger a liberdade se a própria vida que a movimenta não está assegurada. O crack é sem dúvida um dos maiores e piores flagelos de nossa sociedade, retirando do indivíduo sua capacidade de se autodeterminar e, consequentemente, seu poder de escolha entre a vida saudável longe das drogas e a morte. O Estado tem o dever de agir em nome da proteção à vida das pessoas", escreveu. A internação compulsória de crianças foi instituída no Rio em maio do ano passado, depois de um acordo entre a SMAS e a Vara da Infância e Juventude, que autoriza as internações. Em visita ao Rio de Janeiro, o ministro também comentou a decisão da Justiça do Rio de manter internada uma usuária de crack. Segundo Padilha, uma lei federal já estabelece que internações compulsórias de dependentes químicos podem ocorrer em determinadas situações. "O fundamental é ajudar a cidade do Rio de Janeiro. O Ministério da Saúde está do lado do prefeito Eduardo Paes para ampliarmos a rede de cuidado e atendimento à pessoa que é vítima da dependência química do crack", disse Padilha. Segundo o ministro, o decisivo no combate ao crack e da dependência química não é só cuidar ou internar os usuários, mas reconstruir o projeto de vida dessas pessoas. "Por isso, estamos apostando na ampliação dos consultórios nas ruas, em que os profissionais avaliam se a pessoa corre risco de vida, se ela precisa ou não ser submetida à internação", disse.

Norma obriga cartórios a celebrar casamento gay - Todos os cartórios do Estado de São Paulo terão de habilitar obrigatoriamente homossexuais para o casamento civil. O Diário Eletrônico da Justiça publicou (19) alterações nas Normas de Serviço da Corregedoria-Geral que aplicam ao casamento ou à conversão de união estável em casamento de pessoas do mesmo sexo as regras exigidas de heterossexuais. A medida entra em vigor em 60 dias. Os casais homossexuais não precisarão mais ter de registrar primeiramente a união estável para depois solicitar a conversão em casamento. Nem terão de recorrer à Justiça para garantir o casamento ou a conversão da união. Basta ir diretamente ao cartório de registro de pessoas naturais e solicitar a habilitação para o casamento. O vice-presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen-SP), Luis Carlos Vendramin Junior, diz que a entidade apoia a medida. "Desde o reconhecimento da união estável homoafetiva (no Supremo Tribunal Federal em maio de 2011), a Arpen defende o registro do casamento homossexual. Não precisa nem mudar a lei, porque o STF já disse que é inconstitucional negar a união", diz Vendramin.


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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Caos na Saúde do RN!!_Rosalba Ciarlini_Governadora



18/09/2012 17h23 - Atualizado em 19/09/2012 08h15

Conselho Federal de Medicina pedirá intervenção federal na Saúde do RN

Governadora Rosalba Ciarlini será denunciada ao Ministério da Saúde.
Membros do Conselho visitaram Hospital Walfredo Gurgel nesta terça (18).

Ricardo AraújoDo G1 RN
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Rosalba Ciarlini rebateu críticas dos membros do Conselho Federal de Medicina e Federação Nacional dos Médicos (Foto: Ricardo Araújo/G1)Rosalba rebateu críticas dos membros do
CFM e Fenam (Foto: Ricardo Araújo/G1)
A governadora do Rio Grande do Norte, Rosalba Ciarlini, será denunciada à Organização dos Estados Americanos (OEA) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam). Em vistoria ao Hospital Walfredo Gurgel na manhã desta terça-feira (18), os conselheiros José Murisset e Aloísio Tibiriçá identificaram problemas que, segundo eles, ferem os princípios da ética e da dignidade humana e irão encaminhar um relatório ao Ministério da Saúde.
Durante 90 minutos, representantes do Governo do Estado, do Sindicato dos Médicos, diretores de hospitais estaduais e os membros do Conselho e da Federação discutiram a situação dos serviços de Saúde no estado. A reunião foi marcada pela elevação do tom de voz entre os participantes e por um princípio de choro da governadora Rosalba Ciarlini.
Governadora Rosalba Ciarlini e equipe de secretários se reúnem com representantes do Conselho Federal de Medicina (Foto: Ricardo Araújo/G1)Rosalba e secretários se reuniram com membro do
CFM (Foto: Ricardo Araújo/G1)
A governadora iniciou a discussão relatando dificuldades financeiras enfrentadas pelo Governo para investir na melhoria da infraestrutura da Saúde pública estadual e confirmou que, para 2013 a previsão orçamentária para a pasta é de R$ 1,2 bilhão. Rosalba comentou, ainda, que o Estado somente recebeu em torno de R$ 230 milhões em 2011 via Fundo Nacional da Saúde.
Entretanto, o vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Aloísio Tibiriçá, rebateu a informação alegando que o DataSUS (sistema do Governo Federal com informações sobre o valor dos repasses da União para os estados) informava que R$ 800 milhões haviam sido encaminhados ao RN no ano passado para serem investidos na Saúde. Rosalba Ciarlini recuou e partiu para o discurso do pedido de ajuda e colaboração dos membros dos órgãos federais. As críticas à gestão da Saúde Estadual, porém, não cessaram.
Aloísio Tibiriçá relatou aos presentes na reunião que as condições de trabalho no Walfredo Gurgel ferem o princípio da ética. O secretário chefe do Gabinete Civil Estadual, José Anselmo de Carvalho retrucou afirmando que o conceito de ética é muito subjetivo. Aloísio, por sua vez, rebateu a crítica do secretário resumindo que a situação do hospital fere os princípios da dignidade humana.
Rosalba Ciarlini se emocionou ao responder críticas do presidente do Sindicato dos Médicos do RN, Geraldo Ferreira (Foto: Ricardo Araújo/G1)Rosalba se emocionou ao responder críticas
do presidente do Sinmed (Foto: Ricardo Araújo/G1)
Rosalba Ciarlini interrompeu a discussão e questinou Aloísio: "Qual milagre eu posso fazer hoje? Eu quero que você me diga". Aloísio, de forma incisiva, respondeu que defenderia a intervenção federal na Saúde Estadual. "Estou falando de um estado que decretou calamidade pública, governadora", ressaltou Tibiriçá. A governadora solicitou que a situação do estado como um todo fosse analisada antes que o pedido de intervenção federal fosse protocolado.
Ela argumentou, ainda, que os custos com a folha de pessoal da Saúde chega a 70% dos valores disponíveis e as horas trabalhadas pelos médicos não correspondem às contratadas. O presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed/RN), Geraldo Ferreira, teceu críticas à governadora que a emocionaram e e a levaram ao seguinte argumento: "Eu não sou irresponsável. Você não conhece minha história como médica. Em 35 anos de medicina nunca deixei de atender um paciente", enfatizou a governadora, que é médica pediatra.
O que encontramos é uma incapacidade local de resolver o problema"
Aloísio Tibiriçá, vice-presidente do CFM
O tom da reunião, por diversos momentos, se elevou. O controlador geral do Estado, José Marcelo Ferreira Costa, questionou a Aloísio Tibiriçá se ele sabia o que, de fato, é uma intervenção federal. Aloísio, por sua vez, respondeu que conhecia o processo e o que os órgãos federais querem, na realidade, é uma có-gestão da Saúde do RN entre a União e o Governo do Estado. "O que encontramos é uma incapacidade local de resolver o problema", ressaltou Tibiriçá.
Em quase todas as falas, a governadora Rosalba Ciarlini tentava convencer os membros dos órgãos federais da não-intervenção. Ela ressaltou que todas as medidas para solução dos problemas estão em curso e, inclusive, os convidou para visitar o estado ao final da validade do decreto de calamidade pública na Saúde para perceberem a diferença no atendimento. "Qual a forma da gente fazer sem intervir nos hospitais?", questionou Rosalba.
Em resposta, o membro do Departamento de Direitos Humanos da Federação Nacional de Medicina, José Murisset, disse que os problemas na Saúde do RN vão além da questão das escalas médicas nos hospitais. Em contrapartida, Rosalba Ciarlini argumentou que o problema da falta de estrutura adequada é histórica e remete a outros governos. Simonetti foi enfático ao afirmar que o discurso da governadora não o convencia. "Mas eu estou trabalhando e lutando para resolver isso", reiterou Rosalba Ciarlini.
Nós vamos lhe denunciar"
José Murisset, do Departamento de Direitos Humanos do Fenam
A Murisset, ela pediu que fosse elaborado um relatório e entregue ao Governo do Estado. Ele, porém, elevou o tom e disse: "Nós não vamos lhe entregar nenhum relatório. Nós vamos lhe denunciar". Mais adiante, Rosalba o questionou: "A única culpada é a governadora que vai para os tribunais responder pelo os que estão morrendo?".
Os secretários estaduais de Planejamento, Obery Rodrigues; de Saúde, Isaú Gerino; do Gabinete Civil, José Anselmo de Carvalho; de Administração, Alber da Nóbrega e controlador geral do Estado, José Marcelo Ferreira Costa rebateram todas as críticas tecidas pelos membros dos órgãos federais de fiscalização da Saúde. Eles alegaram que o estado passa por uma situação aguda e que todas as medidas para sanar os problemas estão em curso.
O relatório final com as informações colhidas pelo Conselho Federal de Medicina e pela Federação Nacional de Medicina, será entregue ao Ministério da Saúde e à Organização dos Estados Americanos (OEA), na próxima semana.

Prezado Marcos,

Acuso  a leitura do seu email e manifesto nossa solidariedade ao movimento local frente ao abandono por parte dos gestores locais.

Solidariamente,


Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"
Parabéns Marcos pela socialização!
Acredito eu que ativismo é isto. Falara, divulgar o seu Estado dentro dos seus acontecimentos de vitórias, conquistas desafios etc!
 
Um abraço
 Jerônimo - Suplente RNP+NE

        

quinta-feira, 3 de maio de 2012

RJ: Superlotação mata por tuberculose nas cadeias

RJ: Superlotação mata por tuberculose nas cadeias

Mais do que dobrou, em um ano, a taxa de mortalidade por tuberculose no sistema penitenciário estadual do Rio de Janeiro. Em fevereiro deste ano, morreu um preso a cada dois dias, nos postos de saúde do sistema. O agravamento dessa mórbida estatística é um dos efeitos da superlotação. Atualmente com 30.282 presos, a população está 26% superior à capacidade das unidades prisionais. Enquanto isso, o quadro de profissionais de saúde se reduziu de 1.200 em 1995, para 700 em 2011. Há apenas dois médicos atualmente no Sanatório Penal, hospital de referência para tuberculose. Eram 11 em 2005. Também pioraram os salários e as condições de trabalho. Esse grave diagnóstico deu o tom de emergência da audiência pública realizada em (17/4/2012) pela Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Alerj. O debate durou cinco horas.

A superlotação surgiu como efeito do fechamento das carceragens da Polícia Civil, a partir de abril do ano passado. Restam ainda nas unidades policiais cerca de 300 presos. Estima-se que até 2016 a população prisional terá chegado a 52 mil encarcerados. Há cerca de um ano, em audiência pública também sobre a questão prisional, o presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos de Direitos, deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) alertou que haveria superlotação nos presídios sem um planejamento prévio que envolvesse a criação de novas vagas no sistema. Nesse contexto, a taxa de mortalidade subiu de 0.25/ 1 mil presos em fevereiro de 2011 para 0.53/1 mil no mesmo mês deste ano.

“Alertei para o risco da transferência para a Seap dos problemas que havia na Polícia Civil, de que seria uma mera mudança de endereço”, lembrou o parlamentar. “O número de óbitos de presos é absurdo. Se continuar assim, se nada for feito para garantir condições mínimas de saúde nas prisões, teremos de responsabilizar judicialmente o governador Sérgio Cabral”, afirmou o deputado. Como principal encaminhamento da audiência, houve a cobrança da contratação emergencial de profissionais de saúde para a Seap, enquanto não há a realização de concurso público, de pelo menos sete médicos para o Sanatório Penal. Além disso, será criado um Grupo de Trabalho para monitorar o encaminhamento das ações emergenciais necessárias na saúde do sistema prisional.

Em inspeção realizada pelo Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura do Estado do Rio de Janeiro, entre agosto de 2011 e março deste ano, foi possível verificar a superlotação em seis das oito unidades visitadas. Os casos mais graves foram encontrados no Ary Franco, na Água Santa, com 1.680 presos, onde deveria caber até 958, e no Vicente Piragibe, com 2.300 presos, em lugar para, no máximo, 1.444.

De acordo com os próprios profissionais de saúde da Seap, a superlotação do sistema ocorre aliada à falta de profissionais, de unidades de atendimento, de transportes de pacientes, de equipamentos e de medicamentos, em um ambiente insalubre e com alimentação inadequada. Tudo isso tem criado as condições propícias para a proliferação de doenças contagiosas. No caso da tuberculose, a incidência dentro do sistema, com 572 casos registrados em 2010, está 36 vezes maior do que a incidência na população em geral. O quadro se agravou com o fechamento dos hospitais penitenciários. Hoje, o sistema carece de recursos humanos e materiais mesmo para a própria diagnose do problema.

“A realidade não é muito diferente da que se encontra na saúde pública do país e de diversos estados”,admitiu o secretário de Administração Penitenciária, coronel César Rubens. “Trata-se de um segmento da sociedade que a própria sociedade quer esquecer que existe”,concluiu o secretário, referindo-se à população do sistema que administra e no qual um em cada 20 presos sofre atualmente do mal da tuberculose.

Participaram da audiência, além do titular da Seap, representantes da Secretaria Estadual de Saúde, do Grupo Executivo de Delegacia Legal da Secretaria Estadual de Obras, da Vara de Execuções Penais, do Ministério Público e da Defensoria Pública estaduais, do Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura do Estado do Rio de Janeiro, da OAB-RJ, do DDH-RJ, da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, do Fórum Permanente do Sistema Penitenciário, Conselho Federal de Medicina, do Fórum das ONGs de Combate à Tuberculose do Rio de Janeiro, Associação dos Servidores das Áreas de Saúde e Assistência Penitenciária do Rio de Janeiro (Assap). Além de Freixo, participaram também os deputados Rejane, Robson Leite, Paulo Ramos, Flávio Bolsonaro, Edson Albertassi, André Lazzaroni.

Houve ainda a participação especial na audiência de Dona Maria de Lourdes Cabral de Souza, mãe de João Paulo da Souza Silva, de 28 anos, cadeirante, em cumprimento de pena no presídio Muniz Sodré, com suspeita de tuberculose. Ela fez um apelo para a necessidade de atendimento urgente para o seu filho, que ela ainda tem esperança de que consiga sair vivo após cumprir sua pena no sistema prisional do Rio.

Fonte: http://www.marcelofreixo.com.br/portal/noticias_do.php?codigo=658

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Veja o vídeo com a Dra. Alexandra Sanchez, médica do DESIPE, quando da Audiência Pública sobre as condições sanitárias do sistema prisional fluminense, em especial sobre os cuidados para o controle da disseminação da tuberculose entre os recolhidos.

Clique no link => http://www.metacafe.com/watch/8380514/cat_tuberculose_alexandra_sanchez_audi_ncia_p_blica/



 
 
 
Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
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Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Concurso Público – obrigação de teste para HIV-MG


FYI - para   conhecimento, divulgação e  pedido  de  apoio.


Ofício PR 035/2012 (TR/dh)                                                                  Curitiba, 04 de abril de 2012







Ao:      Exmo. Sr. Antonio Augusto Junho Anastasia

            Governador do Estado de Minas Gerais

           

c.c.:     Drª. Nívia Mônica da Silva

Promotora de Justiça

Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa dos Direitos Humanos e de Apoio Comunitário

Ministério Público do Estado de Minas Gerais

caodh@mp.mg.gov.br
disquedireitoshumanos@sdh.gov.br
           

Dr. Dirceu Greco

            Diretor

            Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais

            Ministério da Saúde 





Assunto: Concurso Público – obrigação de teste para HIV





Senhor Governador, Senhora Promotora,





A Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) – é uma entidade de abrangência nacional, fundada em 1995, que atualmente congrega 257 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas.



Desde sua fundação em 1995, além de atuar na promoção e defesa dos direitos humanos, a ABGLT tem atuado em parceria com o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, no enfrentamento da epidemia do HIV/aids.



Por sua resposta à epidemia baseada no respeito aos direitos humanos, entre tantas outras considerações, o programa brasileiro tem sido reconhecido como exemplo para o mundo.



O conceito de direitos humanos no combate à epidemia da aids é amplo, indo desde a promoção da cidadania de populações historicamente marginalizadas, até a garantia dos direitos humanos de pessoas que vivem com HIV e/ou aids.



Um desses direitos é o de não ser submetido à testagem compulsória para o HIV, sendo uma garantia fundamental prevista na Constituição Federal (Art. 5º, X): “são invioláveis a intimidade, a vida privada ... das pessoas”.



Com base neste entendimento, a Portaria Interministerial nº 869, de 11 de agosto de 1992 (anexa), proíbe a testagem para detecção do HIV, nos exames pré-admissionais e periódicos de saúde dos servidores públicos federais.



O Parecer nº 05, de 18 de fevereiro de 1989, do Conselho Federal de Medicina (anexo), a respeito da obrigação de exame admissional para HIV, conclui que “a realização de testes sorológicos para AIDS em trabalhador nestas circunstâncias, é violação ao seu direito, fere a Consolidação das Leis do Trabalho além de contribuir, em caso positivo, para a sua marginalização enquanto cidadão.”



Da mesma forma, o Parecer nº 15, de 09 de abril de 1997, também do Conselho Federal de Medicina (anexo), dispõe sobre a realização de testes sorológicos para o HIV sem prévio consentimento do candidato a concursos civis ou militares, e sobre a incapacitação destes candidatos pelo fato de apresentarem tais exames sorológicos positivos, e determina que “a obrigatoriedade dos testes sorológicos constantes das normas do Ministério do Exército constitui violação aos Direitos Humanos, afronta a Constituição Federal e é antiética”.



Neste sentido, gostaríamos de solicitar que seja revista a obrigatoriedade do teste de HIV para candidatos no Concurso Público para admissão de soldados e oficiais na Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, conforme consta no link a seguir, no quesito “Exames Complementares de Saúde”, http://www.dsconto.com/768650-concurso-pmmg-2012-soldado-cfo-feminino-interior-e-mais/ “sangue: imunofluorescência para Trypanosoma Cruzi, hemograma completo, dosagem de glicose, anti-HIV, HBS Ag, anti-HCV, transaminaseglutâmico-pirúvico, gama glutamil- transferase e creatinina”, uma vez que o fato de ser HIV positivo por si só não significa a incapacidade de exercer a função. 



Salientamos que estamos abertos para o diálogo e ficamos no aguardo de suas respostas.





Respeitosamente




Toni Reis

Presidente 



4 anexos — Examinar e baixar todos os anexos

ABGLT Presidência Oficio 035 2012.pdf
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CFM__PARECER_05_1989.pdf
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CFM_PARECER_15_1997.pdf
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PORTARIA_...pdf
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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Cliiping BemFam:CLIPPING - 05/abr./2011


Médicos questionam honorário de "corte de cabelo" em greve - Com paralisação de 24h das atividades marcada para a próxima quinta-feira, 7 de abril, os médicos credenciados por operadoras de planos de saúde anunciaram na manhã desta terça-feira que pretendem suspender consultas e procedimentos com data marcada de pacientes conveniados nessa data, preservando os casos de urgência e emergência em todo o Brasil. De acordo com o 2º vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Aloísio Tibiriçá Miranda, com todo respeito aos cabeleireiros, uma consulta médica não pode custar o mesmo que um corte de cabelo. "O que se recebe em média é R$ 39,25 por consulta, mas há operadoras pagando R$ 25", afirma. Miranda diz que após 30 dias, se não houver acordo, outras medidas podem ser tomadas. "Se nada acontecer, reunir e radicalizar o movimento, com descredenciamento de médicos e a nominação das operadoras mais antiéticas de cada Estado. Vamos dar publicidade a quem atende mal no País", diz. A paralisação é referendada pela Associação Médica Brasileira (AMB), Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Ministério da Saúde negocia aquisição de 20 milhões de preservativos femininos - Na semana passada completou um ano que o Ministério da Saúde não fornece o preservativo feminino aos Estados e municípios. Em nota enviada à Agência de Notícias da Aids, a assessoria de imprensa do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais informou que ainda não existe previsão para a entrega dos insumos, mas as negociações estão em andamento. Um dos problemas na aquisição é o alto preço. De acordo com a nota, a compra deste insumo está restrita a apenas um único fabricante mundial certificado pela agência norte-americana Food and Drug Administration (FDA), a The Female Health Co., sediada no Reino Unido. "A produção por único fornecedor acarreta a elevação do preço, seja em decorrência de não existir concorrentes, seja em relação as oportunidades de mercado para a negociação de preços". Andropausa afeta a saúde e pode até abalar o casamento - Estatísticas do IBGE revelam: 57% dos divórcios ocorrem depois que o homem completa 40 anos de idade. Mas não pense que a infidelidade é a única culpada pelas separações conjugais. De acordo com especialistas, um dos principais vilões do casamento entre pessoas dessa faixa etária chama-se andropausa — uma doença hormonal masculina causada pela queda da produção de testosterona. Segundo o endocrinologista Maurício Bungerd Forneiro, autor do livro ‘Vida e prazer após os 50’, cerca de 8% dos homens com idades entre 40 e 49 anos possuem níveis de testosterona abaixo do normal. “Esse índice aumenta para 19% quando o homem atinge os 60. Entre aqueles com mais de 80 anos, a queda significativa do hormônio evolui para 40%. Isso significa que a incidência da andropausa aumenta conforme a idade”, afirma Maurício. Probabilidade de ter filho depois dos 50 é de 1% - Engravidar naturalmente após os 50 anos, como no caso da atriz Solange Couto, é uma raridade, mas é uma possibilidade, dizem experts em reprodução. Segundo o ginecologista Luiz Fernando Dale, da American Society for Reproductive Medicine, há mulheres que menstruam e ovulam até os 58 anos. Mas a qualidade do óvulo diminui, o que reduz as chances. Dos 45 aos 49 anos, a probabilidade de a mulher engravidar naturalmente é de 3% a 4%, diz Dale. A partir daí, a chance cai para 1%. A gravidez tardia tem riscos altos, diz Mario Cavagna, da comissão de reprodução da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia. Ganho de peso aumenta o risco de reincidência de câncer de mama, diz estudo - Pessoas que sobreviveram ao câncer de mama e tiveram um grande aumento de peso (10% a mais que o peso antes do diagnóstico) tiveram 14% mais chance de reincidência do câncer, comparadas às mulheres que mantiveram o peso estável, de acordo com uma pesquisa da Califórnia apresentada no encontro da Associação Americana de Pesquisa do Câncer. - A maioria das mulheres não ganha tanto peso após o diagnóstico, mas nossa análise mostrou uma associação com resultados piores para aquelas que ganham - explicou a pesquisadora Bette Caan, da Kaiser Permanente Division of Research. A mesa (Artigo) -  Faço parte do Alto Comissariado da ONU para o combate à AIDS. Somos 12 membros: o bispo sul-africano e Nobel da Paz, Desmond Tutu, o astro de basquete americano Magic Johnson, Chris Hughes, um dos fundadores do Facebook, o líder egípcio Mohammed El Baradei e os ex-presidentes Jacques Chirac (França) e Michelle Bachelet (Chile), para citar alguns. Fui chamado para ser comissário justamente para atuar na comunicação, e por isso mesmo estou lutando para que as reuniões do nosso grupo sejam mais midiáticas, provoquem mais conteúdos e sejam menos burocráticas. Elas têm que ser feitas em lugares que chamem a atenção do mundo. O problema da AIDS hoje é fácil de entender, mas complexo de resolver. Ela deixou de ser uma doença necessariamente terminal. No mundo rico, o tratamento é doloroso e custoso, mas o sujeito vive com ela. Só que no lado pobre do mundo, e o lado pobre do mundo é imenso, as pessoas ainda morrem. No entanto, no mundo rico a AIDS "saiu de moda" e da mídia, saiu da pauta das pessoas. Isso gera dois problemas graves: o relaxamento das campanhas de prevenção, que torna as pessoas menos vigilantes e atentas, e a redução do empenho financeiro de governos e entidades, fundamental para os necessários avanços científicos contra a doença e para a sua prevenção. Sobretudo num momento de crise mundial, em que todo mundo está cortando verbas. Uso de medicamento é discutido - O uso do medicamento Maraviroque pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para o tratamento do vírus HIV ainda não está definido pelo governo federal. Cerca de 200 mil pacientes em tratamentos e 150 mil que ainda fazem exames aguardam a definição sobre a inclusão do produto na lista dos remédios contra o vírus utilizados no país. A lista tem mais de 20 itens. Comercialmente, o Maraviroque é conhecido como Celsentri. Segundo Ronaldo Hallal, infectologista e assessor técnico do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a demanda pelo Maraviroque é muito baixa e restrita basicamente ao estado de São Paulo, onde se tem os casos mais antigos do país. Governo quer ampliar vacinação contra Hepatite B entre jovens - Discutir propostas destinadas a ampliar a vacinação contra HEPATITE B entre adolescentes e jovens menores de 30 anos em todo Brasil é o objetivo do encontro regional entre representantes da Vigilância em Saúde e Hepatites Virais dos Estados da Região Norte, que acontece em Belém até esta terça-feira (5). Promovido pelo Ministério da Saúde, por meio do DEPARTAMENTO DE DST/AIDS e Hepatites Virais, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), o evento, iniciado nesta segunda-feira (4), no Belém Soft Hotel, conta com representantes do Tocantins, Rondônia, Roraima, Amapá, Acre e Amazonas. Além da Região Norte, outros Estados já elaboram suas propostas. Brasil: envelhecer e enriquecer (Artigo) - Silenciosamente, o Brasil se depara com um desafio capaz de definir os rumos de seu desenvolvimento: se impulsionará o crescimento sustentável ou atolará em uma armadilha fiscal de falta de oportunidades. Em apenas 20 anos, a população idosa dobrará de tamanho no país. Em comparação, o mesmo processo levou mais de um século na França. Populações mais velhas estão normalmente associadas a países com maior grau de desenvolvimento, e o Brasil certamente está se inserindo nesse grupo. O país caminha para um perfil demográfico de primeiro mundo e ao mesmo tempo embarcou em um processo que está elevando muito os seus índices sociais. Contudo, também é verdade que o envelhecimento nunca esteve entre as principais preocupações de um país que sempre foi sinônimo de juventude e confiança em um futuro melhor. Os idosos de 2050 estão entrando na força de trabalho hoje, e as atuais regras da previdência, educação e saúde estão influenciando as suas decisões de longo prazo. É essencial que eles tenham os corretos contextos institucional, econômico e social para tomar as melhores decisões - para si, para as próximas gerações e para o país. Mas, o mero fato de o Brasil hoje debater como assegurar e expandir as suas conquistas ao envelhecer é testemunho do enorme caminho já trilhado rumo ao desenvolvimento e a erradicação da pobreza.



CLIPPING.doc
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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Resumo / Informes:



17/02/2011 - Ministro Padilha é o novo presidente do Conselho Nacional de Saúde
NACIONAL
15/02/2011 - Ações eficientes e tempestivas
NACIONAL
15/02/2011 - Farmácia Popular: mais um medicamento gratuito para diabéticos
 
 
NACIONAL
15/02/2011 - Governo vai ampliar Bolsa Família para erradicar miséria
SÃO PAULO
18/02/2011- Saúde promove mutirão de exames de hepatite C em Santos
 
MINAS GERAIS
18/02/2011 -  Mulher é o foco da Campanha de prevenção à AIDS neste carnaval
PIAUÍ
18/02/2011 - Saúde divulga resultado de seleção para diretores de hospitais e regionais da Saúde
TOCANTINS
17/02/2011 - SES inicia distribuição de preservativos para o Carnaval
 
CEARÁ
17/02/2011 - Campanha “Indústria sem dengue” será lançada dia 28
ALAGOAS
17/02/2011 - Hemocentro alagoano aposta nas redes sociais para aumentar doadores
RORAIMA
16/02/2011 - RR continua em alerta para a dengue
 
AMAZONAS
15/02/2011 - Dengue grave será notificada por sistema móvel de telefonia
AMAPÁ
15/02/2011 - Oficina de gestão discute pactos do SUS
 
SERGIPE
15/02/2011 - Ministro da Saúde visita Sergipe e discute ações de combate à dengue
GOIÁS
15/02/2011 - Secretaria de Estado da Saúde de Goiás alerta para produto tóxico vendido como emagrecedor

 

 

 

FENAN - Médicos vão parar no dia 7 de abril!!!‏

 

 

 

 














>> Expert
Gestão de projetos: urgente ou importante?
Publicado em 18/02/2011 10:48



























>> Bastidores
Um dia de repórter em Saúde
Publicado em 17/02/2011 11:05



>> Expert
Sugestão de Agenda Regulatória para 2011
Publicado em 17/02/2011 10:01