Epidemia de crack aumentou número de bebês com HIV
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
terça-feira, 24 de julho de 2012
Epidemia de crack aumentou número de bebês com HIV
Epidemia de crack aumentou número de bebês com HIV
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Divulgação da Semana do Bebê
Assunto: Divulgação da Semana do Bebê
O UNICEF acompanhou a experiência em vários momentos e identiificou seu ´potencial agregador de políticas para primeira infância e a capacidade de contribuir com demais municípios brasileiros e outros paises na promoção dos direitos. Dentro desta perspectiva,O UNICEF, vem desenvolvendo ações em parceria com a BEMFAM-MA visando sensibilizar os municípios que aderiram ao selo UNICEF- edição 2009-2012 a realizar a SEMANA DO BEBÊ.
Graça Lima
| Semana do bebê - Morros.jpg 529K Visualizar Examinar e baixar |
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Pesquisadores detectam presença de componentes tóxicos em produtos para bebês
Pesquisadores detectam presença de componentes tóxicos em produtos para bebês
RIO - Numa pesquisa divulgada esta semana, cientistas afirmam terem detectado a presença de retardadores de chamas tóxicos em 80% de produtos destinados a bebês e lactantes analisados. Entre os objetos analisados, estão carrinhos de bebê e colchões de berço. Um dos componentes descobertos foi banido anos atrás em 172 países e 12 estados americanos exatamente pelos riscos de contaminação.
O estudo foi publicado na revista "Environmental Science & Technology" e analisou também almofadas para amamentar e andadores, entre outros produtos que contêm espuma de poliuterano. O objetivo dos retardadores de chama são adicionados na fabricação de produtos, para reduzir o risco de a espuma de poliuretano pegar fogo e queimar devagar, se um incêndio acontecer.
Heather M. Stapleton e seus colegas apontam que preocupações com a saúde dos usuários levaram a uma eliminação progressiva do uso de éteres difenílicos pentabromados (pentaBDE), o retardador de chama mais popular antes de 2004.
Para seguir os padrões estabelecidos sobre inflamabilidade, os fabricantes então passaram a usar outros retardadores de chama, sobre os quais, em muitos casos, há poucos dados sobre seus efeitos para a saúde disponíveis.
A situação deixou lacunas no conhecimento sobre exatamente quais retardadores de chama estavam sendo usados nos produtos com espuma de poliuterano, e em qual concentração. O grupo de Stapleton trabalhou para preencher essas lacunas.
Eles detectaram retardadores de chama potencialmente tóxicos em 80% das espumas de poliuterano coletados em 101 produtos de bebês. Entre eles, estavam compostos associados a pentaBDE, sugerindo que a substância proibida ainda continua em uso, assim como dois potenciais cancerígenos, TCEP e TDCPP.
"Estudos futuros são necessários para medir especificamente a exposição de crianças a esses retardadores de chama a partir do contato direto com esses produtos, e para determinar se há alguma razão para nos preocuparmos com isso", afirmam os autores no estudo.
sábado, 30 de outubro de 2010
Atenção! Existe um problema que muitos papais e mamãesdesconhecem,[RMS]http://bit.ly/arzxQg.
desconhecem, mas que pode levar o bebê à morte. Estamos falando da morte
súbita: um problema raro de saúde que acontece com recém-nascidos e bebês de
até um ano de idade. Saiba quais as medidas de prevenção no nosso blog: http://bit.ly/arzxQg.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Pesquisa revela má qualidade da dieta dos bebês brasileiros
Pesquisa revela má qualidade da dieta dos bebês brasileiros
PATRÍCIA CERQUEIRA
colaboração para a Folha de S.Paulo
Uma das grandes certezas da vida é a de que os pais desejam dar aos filhos tudo do bom e do melhor. Poderiam, então, começar pelo básico: oferecer comida de boa qualidade quando os herdeiros ainda são bebês, algo que não ocorre de acordo com um estudo inédito da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).
Veja 20 respostas sobre alimentação de bebês
Pais não percebem que seus filhos estão acima do peso
Pais têm mais medo da vacina do que da gripe A
O documento, que será publicado no "Jornal de Pediatria", mostra que a família brasileira está oferecendo alimentos cheios de gordura, açúcar, sal, corante e outros aditivos alimentares para bebês com quatro meses de idade.
Participaram do estudo 179 crianças, entre quatro e 12 meses, de famílias das classes A, B e C de São Paulo, Curitiba e Recife. O objetivo era saber o que elas comiam durante sete dias. As mães foram orientadas a anotar tudo em uma planilha.
No meio da papelada, apareceram lasanha pré-pronta congelada, macarrão instantâneo, refrigerante, salgadinho tipo batata chips, chocolate, suco artificial e muita bolacha recheada. Os bebês também bebem muito leite de vaca.
Nenhum dos alimentos citados acima deve entrar na alimentação dos bebês de até um ano de idade por terem baixo valor nutricional (engordam, mas não nutrem), serem ricos em gordura (inclusive trans), açúcar e sal. No caso do leite de vaca, por ser inadequado.
Maus hábitos
Outra constatação do estudo: os maus hábitos alimentares são generalizados. "Bebês dos três extratos socioeconômicos das cidades pesquisadas comem muito mal", diz Roseli Sarni, presidente do Departamento Científico de Nutrologia da SBP e uma das autoras.
"A alimentação da criança é reflexo da alimentação da família. Se a família tem hábitos não saudáveis, como o alto consumo de sódio (do macarrão instantâneo), de carboidratos simples (balas, doces) e de gorduras, a criança também terá."
Sarni suspeita que os pais careçam de informações sobre alimentação saudável, tanto para o bebê quanto para a família. "A falta de educação alimentar e nutricional aliada às práticas de marketing faz com que os pais se percam na hora da escolha alimentar."
A pediatra defende a adoção de políticas de educação nutricional e uma rigorosa legislação
sobre a produção de alimentos para a mudança do panorama.
Self-service
Além de falta de educação alimentar, de ler e não entender os rótulos, Sarni suspeita que outro fator contribui para a má qualidade da comida infantil: os pais não sabem cozinhar. Fernanda Oening, 30, é adepta assumida do self-service.
"Nem sei como será quando a Clara começar nas papinhas, pois não tenho a menor intimidade com fogão e panelas", diz ela, que busca informações em sites ou com a mãe para não oferecer comida cheia de gorduras, sal ou açúcar à filha de cinco meses e meio.
Em breve, Clara entrará no mundo das papas de carne e legumes e é nessa etapa que moram todas as dúvidas de Fernanda. "Será que poderei usar sal, carne? Quantos legumes eu terei de colocar?", questiona.
Especialistas entrevistados pela Folha responderam a essas questões. E também às dúvidas sobre as mudanças que vêm sendo recomendadas desde 2008 pela SBP sobre as primeiras papinhas infantis, como a liberação do peixe e do ovo já aos seis meses de vida.
O peixe e o ovo só entravam no cardápio infantil entre oito e dez meses, pois contêm proteínas alergênicas. "Analisando trabalhos científicos, verificamos que não haveria limitação na introdução desses alimentos na dieta das crianças a partir dessa idade", explica Sarni.
Para Mauro Toporovski, pediatra da Santa Casa de São Paulo, as mães não precisam restringir a oferta por medo de uma reação alérgica.
Como toda mudança, essa também vem sendo adotada com cautela pelos pediatras. "Eles ainda têm muitas dúvidas sobre se podem, para quem pode e a partir de quando podem indicar", diz Sarni.