Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
FARSA NO ENONG
O XVI ENONG em Belém do Pará foi uma FARSA, um GOLPE dos coronéis do Sul e Sudeste... A VELHA POLÍTICA DO CAFÉ COM CHIMARRÃO!
CHAPA GOLPISTA NO ENONG
Chapa Golpista é imposta no enong de belem para manter por mais dois anos os coroneis do sul a frente do CNS. A Vellha política do Café com Chimarrão e o vale tudo no movimento venceram. As delgações do Norte , Centro-oeste e parte do nordeste, além das trans se retiraram do Plenário do Enong pra não legitimar esse golpe baixo.
Golpe de estado ou revolução
Um golpe de Estado é geralmente entendido como um movimento das elites políticas para a substituição de autoridades e restabelecimento de alianças no interior da própria classe dominante, de modo a manter a sua hegemonia. Em geral, um golpe militar não altera o marco constitucional e nem opera mudanças substanciais nos mecanismos jurídicos, políticos, econômicos ou sociais
Em 1964, foi alterado o marco constitucional. Houve mudanças profundas no quadro político-partidário e na economia. Ao mesmo tempo, houve uma ruptura das alianças políticas firmadas durante o governo reformista de João Goulart, com
sindicatos, setores subalternos das Forças Armadas e movimentos populares. Entre os militares, prevalecia o entendimento, aparentemente paradoxal, de que era necessário romper com a legalidade constitucional para defendê-la da ameaça
representada pelo programa de reformas proposto por Jango - incluindo reforma agrária, estatizações e nacionalizações - no quadro de uma "república sindicalista" que prefigurava, segundo os militares, a instauração de uma revolução
comunista.[4]
Todavia, para que a intervenção do estamento militar sobre a ordem instituída se legitimasse, era preciso constituir uma
nova ordem. E, para isso, o movimento deveria ser formalmente considerado uma revolução - ou seja, como poder constituinte, que se legitima por si mesmo. Essa opção é expressa pelo jurista Francisco Campos, ao redigir o Ato Institucional nº 1 (AI-1):
Retificando a condução da mesa das representações no Enong
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Chapa Formada Por Carlos Duarte, Josiel Pontes e Rodrigo Pinheiro é Eleita
Com 101 votos, dos 184 delegados presentes, o ativista Carlos Duarte, do Grupo de Apoio à Prevenção à Aids (GAPA) do Rio Grande do Sul, foi eleito o futuro representante do Movimento Nacional de Luta contra a Aids no Conselho Nacional de Saúde.
Simone Leite (Fórum ONGs/AIDS de Sergipe) e Kiko Rodrigues (Rede GAPAs Brasil) foram escolhidos para representar o Grupo de Trabalho no Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (GT-UNAIDS); Gladys Almeida (Rede GAPA Brasil) para o Comitê de Países de Língua Portuguesa; e Alex Amaral para o Mecanismo de Coordenação País.
O comitê comunitário de vacinas teve aprovado os nomes de Márcio Villard, Jorge Beloqui, Osmar Fonseca e Sandra Perin; e para o Fórum Mercosul, Amaury Ferreira Lopes e Edna Flores de Araújo.
A última votação do dia foi para a representação do Conselho Nacional de Saúde. Para a plenária foram apresentadas as candidaturas de Léo Mendes, de Goiânia, e uma chapa composta por Carlos Duarte, de Porto Alegre, tendo como primeiro suplente Jasiel Pontes, de Maceió, e segundo suplente Rodrigo Pinheiro, de São Paulo.
A apresentação dos nomes foi questionada imediatamente por Clóvis Arantes, do grupo Livremente, do Mato Grosso, e por alguns delegados que opinaram pela apresentação através de candidaturas individuais e não em forma de chapas.
A discussão ficou acalorada entre os grupos contra e a favor da plenária e a mesa coordenadora encaminhou para a plenária a decisão de aceitar as candidaturas desta forma ou não. Passada a votação, 105 delegados decidiram por aceitar candidaturas desta forma e 66 discordaram.
A votação posterior homologou a chapa como representante do Movimento Nacional de Luta contra a Aids no Conselho Nacional de Saúde, com 101 votos, seis votos dados a candidatura de Léo Mendes e cinco abstenções.
Próximo ENONG em Salvador
A cidade de Salvador foi por unanimidade a escolhida para sediar o XVII ENONG em 2013, tendo como organizadores o GAPA/Bahia e o Fórum Bahiano de ONG/Aids.
Mais Representações Definidas
Comissão de Articulação dos Movimentos Sociais (CAMS)
Região Norte: Ana Cristina Carvalho de Oliveira e Maria Amujaci Brilhante
Região Nordeste: Tathiane Araújo, Cássio Lima, Jurandir e Andrezza Beluschi
Região Centro Oeste: Clóvis Arantes e Odilio Torres
Região Sudentes: Fórum de Minas Gerais e Espírito Santo (2011) e Fórum de São Paulo e Rio de Janeiro (2012)
Região Sul: Sirlene Cândido
Comissão Nacional de Aids
Região Norte: Antonio Ernandes Marques da Costa e Evalcilene Costa dos Santos
Região Nordeste: Jair Brandão e Fábio Ribeiro
Região Centor-Oeste: Sérgio e Elifrank
Região Sudentes: Fórum de Minas Gerais e Rio de Janeiro (2012) e Fórum de São Paulo e Espírito Santo (2013)
Região Sul: Wilson Urbano e Maiquel Fouche
Liandro Lindner, de Belém
O jornalista Liandro Lindner participa do XVI ENONG a convite da organização do evento
Ativistas Alertam em Belém Sobre a Vulnerabilidade ao HIV das Populações Que Vivem nas Regiões de Fronteira -
Haitianos que chegam ao Acre, passando pela Colômbia, vivem em situação de grande vulnerabilidade às DST/aids
A necessidade de mais atenção por parte das autoridades sanitárias com a população que vive nas áreas de fronteira do país será uma das recomendações do documento oficial produzido no XVI ENONG. O Encontro Nacional das Organizações Não Governamentais que atuam no combate da aids (ENONG) termina nesta segunda-feira, 14 de novembro, em Belém, no Pará.
Reunidos na sala Karajás C, uma homenagem do Hotel Hilton a tribo indígena que habita a região do Rio Araguaia, Kátia Guimarães, representando o governo, e Elifrank Moris e Álvaro Mendes, representando a sociedade civil, falaram sobre alguns fatores que aumentam a vulnerabilidade das pessoas que habitam as regiões fronteiriças, como o sexo comercial sem preservativo, o enorme fluxo de diferentes populações e o uso de drogas.
Eli, que trabalha em projetos de prevenção às DST/Aids em Ponta Porá, cidade do Mato Grosso do Sul divisa com Pedro Juan Caballero, do Paraguai, disse que o sistema de saúde público da região está ficando saturado no lado brasileiro. “Temos registro de aproximadamente 30 mil brasileiros que vivem no lado paraguaio e quase 80 mil paraguaios que vivem do nosso lado, e por esse motivo acabam se tornando invisíveis para o censo, mas, na verdade, usam sempre os serviços do Brasil”, explicou.
Álvaro, da Associação Brasileira de Redução de Danos (ABORDA), contou que no Acre se tornou comum a chegada de refugiados do Haiti. Segundo as Nações Unidas, a prevalência média do HIV no Brasil é de 0.6% e no Haiti de 2%, mas neste grupo em situação de extrema pobreza que chega ao Brasil, passando pela Colômbia, a previsão da taxa de prevalência é muito maior.
Segundo Kátia Guimarães, da área de cooperação internacional do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, o governo federal, em parceria com o Mercosul, está finalizando uma pesquisa para medir com mais precisão a prevalência do vírus HIV nas regiões de fronteira.
A partir destes dados, ela acredita que o País poderá formular novas estratégias para enfrentar a epidemia nesta área. Contudo, Kátia afirma que há cerca de 20 anos o Brasil vem desenvolvendo projetos com os países vizinhos para prevenir o HIV e prestar assistência aos infectados.
Além de constar no documento final do ENONG, os relatos sobre a vulnerabilidade da população de fronteira serão encaminhados ao Departamento de Aids para uma possível criação de um grupo técnico de trabalho para discutir o problema.
Lucas Bonanno, de Belém
O jornalista Lucas Bonanno participou do XVI ENONG a convite da organização do evento
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Blog ENONG2011 #eblog #eblog
Postamos a seguinte informação no Blog do ENONG 2011: http://enong2011.blogspot.com/
Dados bancários para depósito da taxa de inscrição
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Informe CNAIDS 106ª reunião
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Enc: blog do enong 2011 #Movimento #social #Forum #Enong
Como prometido, já está disponivel o primeiro post no blog do ENONG 2011.
Neste post está o Documento Norteador do evento.
Acessem www.enong2011.blogspot.com e confiram.
Coord. Adjunto do Comite Metropolitano de Combate a TB/PA - FUNDO GLOBAL
Representante Norte na CNAIDS - MS/DEPARTAMENTO -DST/AIDS/HEPATITES VIRAIS
Av. Senador Lemos, Passagem Vila Nova, 152 - CEP 66.120-510 - Belém - Pará