Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
sábado, 21 de fevereiro de 2015
terça-feira, 24 de julho de 2012
Epidemia de crack aumentou número de bebês com HIV
Epidemia de crack aumentou número de bebês com HIV
Na Casa de Passagem Ana Carolina, em Bonsucesso, há dois filhos de viciados em crack com HIV | Foto: Severino Silva / Agência O Dia
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Aids - Campanha contra doença é lançada na Rocinha Rio de Janeiro
domingo, 7 de agosto de 2011
Reportagem sobre falta teste CD4 E ARV'S
Quero dar meus agradecimentos aos repor teres: Caroline Benevides(caroline.benevides@oglobo.com.br)
Leticia lins (leticia.lins@oglobo.com.br) com o apoio de Leila Suwwan,Marcos Vivicios Gomes e Naiara Hofmeister* ( O pais@oglobo.com.br.
Em especial aos ATIVISTAS sofredores porem determinados e Dispostos a lutar por seus Direitos!
Carlos de Recife, Veriano Terto Da ABiA, Cristiana Moreira da Sociedade Viva Cazuza,Mara moreira minha amiga do GPVRJ,e especialmente a C.E.B GPrg. de Maringá!!!Pelo desprendimento e por suas falas tão importânte para o movimnto. Sem esquecer de Carlos alberto Duarte cujo pioneirismo dos dados nos levaram a comprovar por essa reportagem.
Comento que sem esse circulo de relacionamento talvez essa noticia ficasse perdida por alguma Burocracia.
Essa Reportagem foi feita com as editorias das cidades de: Rio de janeiro, Recife, Curitiba, Porto alegre e São paulo!
Nilo garonimo Borgna
Ativismocontraaidstb.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
homenagem a cazuza no centro cultural de nogueira
psicólogo clinico - CRP 05/36933
consultório : Rua Bernardo Proença 156 - sala 113 - centro empresarial Itamarati
55 24 2244.9526 / 2245.0322
www.grupososvida.org.br
BLOG http://grupososvida.wordpress.
RedLAcVo+ Las Manos Solidarias en Respuesta al VIH/Sida PFN BRASIL –
sábado, 10 de julho de 2010
Após a 1ª vez, jovem esquece preservativo/ Rio - Há exatos 20 anos, a morte de Cazuza, vítima de AIDS, chocou os brasileiros. As últimas imagens do c
Após a 1ª vez, jovem esquece preservativo
O DIA
08/07/2010
No 20º aniversário da morte de Cazuza, a prevenção à AIDS ainda deixa a desejar
POR PÂMELA OLIVEIRA
Rio - Há exatos 20 anos, a morte de Cazuza, vítima de AIDS, chocou os brasileiros. As últimas imagens do cantor - muito magro e debilitado, aos 32 anos - marcaram uma geração. Apesar das conquistas, como o fornecimento universal do coquetel contra a doença, a prevenção ainda deixa a desejar. Entre os adolescentes, menos da metade usa PRESERVATIVOS em todas as relações sexuais com parceiros casuais. Para muitos, houve a banalização da AIDS.
Diretor adjunto do Departamento Nacional de DST e AIDS do Ministério da Saúde, Eduardo Barbosa afirma que o desafio hoje é fazer com que os adolescentes não parem de usar CAMISINHA. "As pesquisas mostram que o jovem usa o PRESERVATIVO na primeira relação, mas a partir do momento em que confia no parceiro, para de usar. Em um mês ele já faz sexo sem CAMISINHA e se expõe."
Para o militante Cazu Barros, 38 anos, infectado pelo HIV há 20, os adolescentes e jovens veem a AIDS como uma doença crônica. "A imagem do Cazuza com AIDS fez com que as pessoas tivessem mais cuidado. Mas hoje muitos se descuidam porque acham que se for contaminado é só tomar o coquetel, que é gratuito. Mas não é simples assim. Os efeitos colaterais são fortes e se você for nos hospitais, vai ver que as pessoas continuam magras, morrendo como o Cazuza."
Segundo o Ministério da Saúde, 587 adolescentes com idades entre 13 e 19 anos tiveram o diagnóstico da doença em 2008. "É inconcebível que um adolescente hoje seja contaminado pelo HIV. Isso mostra falha na prevenção. Faltam ações nas escolas e acesso a PRESERVATIVOS nos postos de saúde", afirma Willian Amaral, secretário executivo do Fórum estadual de Ongs de AIDS do Rio de Janeiro.
Hoje, o Brasil tem 19 medicamentos contra AIDS, que podem gerar 32 combinações diferentes, de acordo com a necessidade do paciente. Em 1990, o único medicamento disponível era o AZT. "A época da morte de Cazuza era a idade das trevas. A informação era muito pouca e o tratamento, quase nenhum", diz Willian.
Diagnóstico era tardio
No início dos anos 90, as pessoas tinham que sair do País para conseguir se tratar contra o HIV. Sem oferta de exames, o diagnóstico era tardio. "Naquela época, ninguém tinha informação, nem a oferta de teste de HIV, nem tratamento disponível. As pessoas só faziam o teste quando já estavam com sintomas", diz Willian.
Cortesia Clipping Bem Fam(8/07/010)
segunda-feira, 5 de julho de 2010
O tempo não para na Sociedade Viva Cazuza 04/07 às 09h41 Ediane Merola
O tempo não para na Sociedade Viva Cazuza
RIO - O tempo não para, e lá se vão 20 anos da morte de Cazuza. Foi no dia 7 de julho de 1990 que o polêmico roqueiro saiu de cena, mas o poeta continua vivo graças à sua obra e ao trabalho que a mãe, Lucinha Araújo, realiza na Sociedade Viva Cazuza. A ONG, voltada para crianças e adolescentes portadores de HIV, também completa duas décadas em outubro e é o xodó desta mulher, que dá a 20 internos o mesmo carinho oferecido ao único filho, que morreu de Aids.
Twitter é a nova ferramenta para conseguir parceiros
A instituição, única do gênero na cidade do Rio, tem um custo mensal de R$ 70 mil. Ultimamente, as contas têm fechado no vermelho. Mas isso não reflete no atendimento às crianças. Aos poucos, a sociedade se adapta para conseguir parceiros. Pelo Twitter (@VivaCazuza), já conseguiu nutricionista voluntário, tradutor para o site (www.vivacazuza.org.br) e espera receber um freezer, que já está prometido.
Quando foi criada, a Sociedade Viva Cazuza tinha como objetivo dar apoio ao Hospital Gaffrée e Guinle, na Tijuca, que era referência no tratamento da Aids. Foi em 94 que Lucinha criou a Casa de Apoio, na Rua Pinheiro Machado, em Laranjeiras, por onde já passaram cerca de 70 moradores. A foto de cada um, tirada no dia em que chegaram à ONG, está pendurada nas paredes na sala de jantar da instituição. Só falta o retrato de A., a caçula de 11 meses, que chegou há 15 dias:
- Tiramos a foto, vou revelar. Ela já engordou 1,5 quilo - diz Lucinha, que estava com saudade de cuidar de um neném. - Há anos não tínhamos um bebê. Mas meus meninos também são maravilhosos. Alguns dão trabalho na hora de estudar, mas são ótimos.
Os moradores da Casa de Apoio têm entre 4 e 17 anos. Alguns têm família, mas preferem morar na ONG:
- Estou há 13 anos na casa. Tenho tios, irmã, que às vezes me visitam. Mas moram longe, em São Gonçalo. Sinto saudade, mas aqui tenho comida, estudo, amigos. Fico no computador, jogo PlayStation - enumera B., de 15 anos.
Todos as crianças da Viva Cazuza estudam em escolas particulares, com bolsas parciais. Os três adolescentes fazem curso técnico na Faetec. A ONG também mantém o Programa de Adesão ao Tratamento, que acompanha 140 pacientes da rede pública:
- São adultos que não entendem a prescrição, não tomam a medicação por medo de descobrirem que têm a doença, há conflito religioso. Isso afeta o tratamento, acabam tendo doenças oportunistas - explica Christina Moreira, coordenadora de projetos da Sociedade Viva Cazuza, que ajuda a organizar as contas da casa. - Os maiores gastos são com mão de obra e encargos sociais. Temos 24 funcionários. A casa funciona 24 horas por dia, 365 dias no ano.
Quando começou, há 20 anos, Lucinha achava que sua ONG serviria de estímulo para outras pessoas. Mas agora sabe por que seu trabalho continua sendo pioneiro:
- É muito caro.
Aos 73 anos, ela não desanima. O direito autoral do filho, usado para cobrir as despesas, está cada vez mais escasso:
- Na época do filme fizemos um bom caixa, sustentou por meses. Agora a conta fica no vermelho. Mas o serviço é de qualidade. Quando não for mais assim, fecho as portas. Não vou ter um depósito, fazer criança sofrer. Aqui, cada um tem a sua identidade - diz Lucinha. - Não faço isso por que sou boazinha, não. Faço por que me faz bem. Venho aqui todo santo dia, quero saber o que comem, como estão indo na escola.
Como em qualquer casa que tem adolescente, na Viva Cazuza não faltam pedidos para chegarem mais tarde em casa. Eles até podem, desde que digam onde e com quem vão. Namorados (as) podem visitar a instituição, mas não dormem lá. Quem faz 18 anos pode continuar na ONG, mas muitos optam por sair, para terem privacidade. O contato, no entanto, permanece.
Recentemente, uma falha do Ministério da Saúde provocou um desabastecimento de medicamentos que, por pouco, não prejudicou o atendimento das crianças. A situação já está sob controle.
- O desabastecimento é fruto da banalização da Aids. Houve uma queda na prevenção e isso acaba aumentando os índices de contaminação - teme Christina.
Brasil registra 35 mil novos casos de Aids por ano
- Qualquer instituição pública teria gasto astronômico para fazer o que a ONG faz. E não teria a mesma qualidade. O governo exige muito de quem presta esse serviço, mas o repasse não cobre nada disso. A Viva Cazuza tem papel relevante, de vanguarda, é um exemplo de administração.
Luciana De Siqueira 04/07/2010 - 18h 19m
Que mulher bela! além do coração maravilhoso ela está linda! nunca diria quem tem 73 anos... A verdade é que todo trabalho sério dificilmente tem o governo metido no meio. Muita saúde a todos da ONG.
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Isabelle DelVechio 04/07/2010 - 16h 59m
Exemplo de humildade e dignidade : Viva a Lucinha Araujo.
Saudades do Cazuza !
Fazem desse pais um p u t e i r o , pois assim se ganha mais dinheiro>
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Madoxx 04/07/2010 - 15h 26m
GRANDE MULHER E MÃE!
EXEMPLO DE DIGNIDADE E LUTA POR UM IDEAL!
VIDA LONGA PARA LUCINHA ARAÚJO!!!
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cariocasitiada 04/07/2010 - 15h 18m
Parabéns, Lucinha!
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zoot 04/07/2010 - 14h 54m
Pessoas de bom carater nada recebem do poder p'ublico ! A condicao sine qua nom para receber dinheiro e' ser ladrao! Parabens dna. Lucinha por seu trabalho humanista impecavel.
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SereiaMorena 04/07/2010 - 13h 19m
Aplausos a essa sra. de carater impecavel e um coracao de ouro, coisa rarissima no Brasil.
Saudades do grande poeta Cazuza..eh Cazuza apesar de 20 anos terem se passados.. as piscinas por aqui continuam cheias de ratos :(
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Incomodado 04/07/2010 - 12h 10m
Parabens aos responsaveis pela ONG.
| Sociedade Viva Cazuza completa 20 anos em outubro, informa O Globo Online | |
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