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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
terça-feira, 29 de maio de 2012
Bem Fam CLIPPING - 29/maio/ 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
Brasil, homens devem se vacinar contra HPV #forumongaidsrj #HPV #VACNAS RT PF @leite232000
Infelizmente na rede pública aqui do RJ a situação é triste, o filho de uma amiga estava com supeita de hpv e teve de pagar pra fazer o exame pois tentou sem sucesso pela rede "pública" .
Marcos Moreira
Por alto número de casos de câncer de pênis no Brasil, homens devem se vacinar contra HPV
Do UOL, em São Paulo
No Brasil, o projeto de lei da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) propõe a vacinação gratuita para mulheres entre 9 a 40 anos, porém o Ministério da Saúde é contra a inclusão da vacina por lei e prevê a vacinação na rede pública apenas para meninas de 9 a 13 anos. Para o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, a ampliação do acesso ao exame de papanicolau e a melhoria do tratamento das lesões seriam a melhor solução para as mulheres em idade correspondente com a vida sexual.
A vacina, hoje só é fornecida na rede privada e custa cerca de R$ 400 a dose. Ela é aplicada em três doses. Para o governo, cada dose deve sair por US$14 mais impostos. Eleutério destaca que a decisão do governo por uma ou outra vacina deve ser pelo preço mais competitivo.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Vacinação contra HPV, o exemplo da Austrália
Universidade Federal Fluminense
Setor de Doenças Sexualmente Transmissíveis
Outeiro de São João Batista – Campus do Valonguinho
Centro – Niterói – RJ. Cep. 24-210-150
Tels.: 55 (21) 2629-2495/2495www.dst.uff.br - dst@dst.uff.br
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Anvisa aprova vacina contra HPV para homens
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso da vacina contra o HPV para pessoas do sexo masculino com idade entre 9 e 26 anos. A decisão foi baseada em estudos apresentados pela empresa Merck Sharp&Dohme e publicados no New England Journal of Medicine; foi formalizada no dia 5 de maio e publicada no Diário Oficial da União de 23 de maio deste ano.
HPV e câncer
Um levantamento do Hospital A. C. Camargo, de São Paulo, mostrou que o número de casos de câncer de boca associados ao HPV aumentou de 3% para 32% nos pacientes de até 40 anos nos últimos 15 anos.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Congresso DST Curitiba, Anvisa, Vacina HPV para Homens
Diga-se, foi um dos melhores congressos sobre o tema já realizado no Brasil.
Vários foram os pontos altos.
Muitos foram os trabalhos apresentados sobre HPV. Entre eles, um estudo feito no Laboratório de Virologia da Universidade Federal Fluminense analizou 135 pacientes com câncer de pênis e encontrou HPV em 60% dos casos. Entre os tipos de HPV encontrados destacam-se os HPVs 16, 45, 18, 6 e 11.
Pessoalmente, eu enfatizei durante todas as minhas apresentações a equidade nas ações de proteção de DST para ambos os sexos. E isso envolve rastreio de agentes e de lesões e uso de preservativos e de vacinas.
Ontem, para enriquecer o nosso arsenal, a ANVISA liberou para uso em pessoas do sexo masculino de 9 a 26 anos, a vacina quadrivalente contra HPV 6, 11, 16 e 18.
Cabe, agora, aos segmentos envolvidos (profissionais de saúde e de educação, mídia, gestores e população) colocar em prática o que a ciência tem, no momento, para combater os agravos causados pelos HPVs.
Mauro Romero Leal Passos
Professor associado, chefe do Setor de DST da Universidade Federal Fluminense
Incidentally, was one of the best conferences on the subject ever in Brazil.
There were several high points.
The symposium discussed STDs and anal cancer, magnificently, the role of HPV. Mainly involving men who have sex with men.
Many were the papers presented on HPV. Among them, a study done in the Virology Laboratory of the Universidade Federal Fluminense analyzed 135 patients with penile cancer and found HPV in 60% of cases. Among the types of HPV include HPV was 16, 45, 18, 6 and 11.
Personally, I emphasized during my presentations all the equity in the protective actions of STD for both genders. And that involves tracing agents and injuries and use of condoms and vaccines.
Yesterday, to enrich our arsenal, ANVISA released for use in males 9-26 years, the quadrivalent vaccine against HPV 6, 11, 16 and 18.
It is now for the segments involved (health professionals and education, media, managers and people) to put into practice what science has at present to combat the diseases caused by HPV.
Mauro Romero Leal Passos
Associate Professor, Chief of the Division of STD Fluminense Federal University
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-- Universidade Federal Fluminense Setor de Doenças Sexualmente Transmissíveis Outeiro de São João Batista – Campus do Valonguinho Centro – Niterói – RJ. Cep. 24-210-150 Tels.: (21) 2692-2495/2495 www.dst.uff.br - dst@dst.uff.br
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Esta mensagem foi verificada pelo sistema de antivírus e
acredita-se estar livre de perigo.
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sábado, 14 de agosto de 2010
Alunas tomam vacina anti-HPV em Barretos
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| FOLHA DE S. PAULO - SP | SAÚDE CAMISINHA | DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSIVEIS | HPV 14/08/2010 Alunas tomam vacina anti-HPV em Barretos Imunização contra o vírus será feita antes do início da vida sexual para ser mais eficaz JULIANA COISSI DE RIBEIRÃO PRETO O Hospital de Câncer de Barretos ( Hoje, o remédio só está disponível na rede privada. O custo varia de R$ A vacinação em Barretos é parte de uma pesquisa que começa em setembro e envolverá, nesta primeira etapa, duas escolas municipais e seis particulares. A rede estadual será imunizada a partir de março de 2011. A vacina contra HPV é recomendada para mulheres de Segundo o coordenador do departamento de ginecologia oncológica do HC, José Humberto Tavares Guerreiro Fregnani, o estudo vai avaliar se o foco na escola é uma boa estratégia para a imunização e como será a aceitação de pais e alunas. O grupo quer, ainda, avaliar a evolução do organismo das meninas, quando se tornarem sexualmente ativas. A vacina protege contra os vírus 6, 11, 16 e 18. Os dois primeiros causam as verrugas genitais. Os demais são associados ao câncer no colo do útero, vagina e vulva. O médico lembra que, mesmo imunizadas, as adolescentes devem usar CAMISINHA para se proteger de outros tipos de HPV e das demais doenças sexualmente transmissíveis. |
terça-feira, 27 de julho de 2010
Mulher gasta mais de dois salários mínimos com vacina contra o HPV R7 26/07/2010 O Brasil é um dos líderes mundiais em incidência de HPV, onde ma
Mulher gasta mais de dois salários mínimos com vacina contra o HPV
R7
26/07/2010
O Brasil é um dos líderes mundiais em incidência de HPV, onde mais de 685 mil pessoas vivem com o vírus. A doença sexualmente transmissível, causada por relação sexual desprotegida ou contato genital, é a quarta mais comum no país, com números acima dos casos de AIDS, que acomete 630 mil brasileiros, de acordo com o Departamento DE DST e Hepatites Virais do Ministério da Saúde.
Segundo os médicos consultados pelo R7, a forma mais eficaz de prevenção contra a doença, além do uso da camisinha, é a vacina contra o HPV, disponível no país somente em clínicas privadas. Cada dose custa de R$ 240 a R$ 380, dependendo de sua composição.
Como são necessárias três doses para que o organismo fique protegido contra os tipos mais perigosos do vírus HPV (existem mais de cem), a imunização não sai por menos de R$ 1.000, ou mais de dois salários mínimos.
A vacinação contra o HPV é indicada para mulheres de 9 a 26 anos, com o intuito de prevenir o contágio antes do começo da atividade sexual e durante seu ápice. No Brasil, a maioria das infecções ocorre entre 15 e 25 anos da idade.
Vacina previne contra câncer de colo de útero
O principal objetivo do produto é proteger a mulher do câncer de colo de útero, que é a quarta causa de morte entre as brasileiras, explica a infectologista pediatra Lily Yin Weckx, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). A transmissão do vírus do HPV é responsável por 90% dos casos deste tipo de câncer relatados no país, que acomete mais de 18 mil mulheres por ano e mata ao menos 4.000, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer).
Segundo a infectologista, os homens também podem se vacinar desde que apresentem receita médica, assim como mulheres com idade superior a faixa etária indicada.
- A vacina é mais indicada às mulheres porque elas correm risco de pegar o câncer de colo de útero. Por mais que os homens possam contrair o HPV, o câncer de pênis, possível por causa do vírus, são bem mais raros.
Até o ano que vem, no entanto, pode haver mudanças na bula da vacina. O laboratório MSD, fabricante de uma das vacinas vendidas no Brasil, informou ao R7 que já fez pedido à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para estender a faixa etária da vacina para mulheres de 27 a 45 anos e indicá-la a meninos de 9 a 26 anos.
Por que a dose é tão cara?
O preço de qualquer vacina tende a ser alto quando se chega ao mercado, pois suas vendas ainda estarão pagando os custos muito elevados de produção, explica o Renato Kfouri, diretor da Sbim (Sociedade Brasileira de Imunizações). No caso do Brasil, a situação piora, pois as duas vacinas disponíveis são importadas.
- Toda vacina nova que se desenvolve tem um custo gigantesco. Tem que testar níveis de sangue, desenvolver nos laboratórios, testar em animais e em humanos, tudo durante muitos anos e em vários locais do planeta, com milhares de pessoas, sendo que às vezes não dá certo.
Kfouri explica que, da mesma forma que uma vacina demora para chegar ao resultado esperado, é necessário tempo para ela se fixar no mercado e se tornar viável a todos.
- Depois que o mundo inteiro usar, aparecer concorrentes, quebrar a patente e aumentar a produção, a tendência é que o preço caia, havendo a possibilidade da incorporação no sistema público.
O alto custo impede muitas brasileiras de se protegerem efetivamente contra o HPV, observa o infectologista pediatra José Geraldo Leite Ribeiro, da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais.
- A gente estima que somente 8% das meninas brasileiras podem se vacinar em clínicas privadas. Por isso é necessário que o país se planeje em um tempo mais curto possível para tentar a inclusão da vacina no sistema público.
Falta dinheiro para oferecer vacina de graça
A incorporação da vacina do HPV no calendário nacional de vacinação, cujas vacinas são oferecidas de graça, ainda não é uma realidade no Brasil, mas está nos planos do Ministério da Saúde. Em parecer técnico enviado à reportagem, o ministério, em parceria com o Inca, afirma que sua introdução no PNI (Programa Nacional de Imunizações) implicaria em um impacto de R$ 1,857 bilhão, apenas para a cobertura da faixa etária de 11 a 12 anos, enquanto todo o orçamento do programa é de R$ 750 milhões ao ano, segundo dados dados de 2008.
Mesmo que o governo negue a incorporação da vacina no curto prazo, o R7 apurou que o ministério estuda a introdução da vacina contra o HPV no calendário nacional por meio de um comitê de acompanhamento formado por várias entidades de saúde. Na escala de prioridades, a adoção da vacina contra o HPV no calendário estaria atrás apenas do imunizante contra a varicela (catapora), mas ainda não há uma data para que isso ocorra.
Mas, antes de universalizar a dose de prevenção ao HPV, o governo trabalha em busca de condições para produzir a vacina no Brasil. A transferência de tecnologia tende a baratear o preço da dose.
Atualmente, pelo SUS só é possível fazer exames que diagnosticam a doença em postos de coleta de exames ginecológicos, localizados em postos de saúde e hospitais públicos, onde são feitos testes gratuitos de HPV.
cortesia: Clipping Bem fam(26/07/010)
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Vacina CONTRA hpv
Vacina contra HPV para adultas
iG São Paulo
12/02/2010
Dose é disponível só para adolescentes. Anvisa estuda estender público alvo
Estudo internacional mostrou eficácia da vacina em mulheres de 24 a 45 anos
As mulheres entre 26 e 40 anos podem ganhar um importante aliado no combate ao HPV, um vírus transmitido pelo contato sexual, líder em infecção e principal responsável pelo câncer de colo de útero.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estuda liberar a aplicação da vacina contra a doença para este grupo etário. Por enquanto, o único público que tem autorização sanitária no País para receber a imunização é o de jovens do sexo feminino, de 9 a 25 anos. As doses –são três, no total, para garantir a eficácia – só são oferecidas na rede privada de saúde, por preços salgados: as três doses ultrapassam mil reais.
O pedido de ampliação de público foi feito pelo produtor da vacina, o laboratório Merck Sharp. Segundo os responsáveis pela empresa, estudos atestaram que a mesma dosagem da vacina contra o HPV aplicada em adolescentes e jovens é eficaz na mulher adulta.No total, 12 países já estão aplicando as doses nas mais velhas, entre eles Chile, Canadá e Austrália.
“Um dossiê foi encaminhado à Anvisa informando sobre a segurança de aplicação em mulheres mais velhas”, afirmou o ginecologista Nelson Vespa, responsável da Merck no Brasil pelas pesquisas com a vacina.
O especialista explica que o dossiê foi baseado nos resultados de um estudo internacional feito com 3.819 mulheres entre 24 e 45 anos, com duração de quatro anos. Ele mostrou que, também neste público, a vacina é eficaz para prevenir: a infecção persistente, as lesões de baixo grau, as lesões pré-cancerígenas de alto risco para o colo do útero, a vagina e a vulva, além de lesões genitais externas e verrugas genitais. Se a mulher nunca teve contato com nenhum tipo de vírus do HPV – são mais de 100 existentes – a eficácia de proteção é de 91%. “Atestamos também que, caso a paciente já tenha sido contaminada, a vacina auxilia em prevenir a evolução da doença”, afirma Vespa.
Além da Merck, o laboratório GSK produz uma outra vacina contra o HPV de eficácia já confirmada pelas autoridades sanitárias. Esta imunização também só está disponível na rede particular de saúde e para pessoas do sexo feminino entre 10 e 25 anos.
A Anvisa informou que já analisou o pedido de extensão etária para aplicação da vacina feito pela Merck. A Agência solicitou mais informações ao fabricante. A expectativa é que a aprovação – ou não – saia ainda este ano.
Uma coleção de casos
A infecção pelo HPV é uma doença transmitida pelo sexo sem proteção, que pode afetar homens e mulheres e, se não tratada, pode evoluir para o câncer de colo de útero. Na maior parte dos casos não há sintomas. Quando ocorrem, eles são caracterizados por verrugas ou manchas brancas na área genital. O exame principal para a detecção da doença nas mulheres é o papanicolaou.
Apesar de não existir um levantamento consolidado dos casos do chamado papiloma-vírus humano (nome científico do HPV) no País, os médicos estimam que a doença já afetou – ou vai afetar – 75% da população sexualmente ativa do País. Um estudo recém publicado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo avaliou os 56.803 casos de DSTs notificados entre janeiro de 2007 e junho de 2009 e constatou que uma em cada três registros era relacionado ao HPV (32,6%).
As projeções do Instituto Nacional do Câncer (Inca) também reforçam a perigosa disseminação do papiloma-vírus humano. Até o final deste ano, o Brasil vai acumular 18.430 novos casos de câncer de cólo de útero. Ele é o segundo tipo de câncer que mais mata a população feminina, atrás apenas da neoplasia de mamas.
Vacinas na rede pública
A perigosa disseminação de casos de HPV fez com que um grupo de especialistas de reunisse para estudar a implantação da vacina no calendário público de imunização. No ano passado, por meio de verba repassada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia, foi implantado o primeiro Instituto Nacional de Pesquisa em HPV.
Uma das missões da entidade é mapear a prevalência da doença entre os brasileiros e brasileiras e traçar estratégias para garantir as doses gratuitas. “Essa é uma meta muito importante para o Instituto do HPV, mas que ainda não foi abordada na prática. Nos próximos meses, esperamos determinar ações para disparar projetos que discutam a implantação das vacinas profiláticas contra o HPV na rede pública”, afirma a médica Luisa Lina Villa, diretora do Instituto e também pesquisadora do Instituto Internacional Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer.
O Ministério da Saúde, o Inca e representantes dos departamentos de imunização de todo País também formaram uma câmara técnica para discutir a adoção da vacina na rede pública. O último posicionamento, afirmou o Inca, reconheceu a importância da vacinação gratuita – em especial para o público adolescente – mas alega que primeiro é preciso ter noção mais clara sobre a incidência do vírus HPV no Brasil.
Isso porque as vacinas existentes só protegem contra quatro dos mais de 100 tipos de vírus HPV. Ainda que os contemplados pela imunização sejam os mais comuns, não há um estudo sobre qual deles é o que mais circula no Brasil. Outra limitação apontada pelas autoridades brasileiras é o custo das doses.
“A introdução da vacina na rede pública significaria um impacto de R$1,857 bilhão, apenas para cobertura da faixa etária de 11 a 12 anos. Como comparação, ressalta-se que o orçamento do Programa Nacional de Imunização é de R$ 750 milhões/ano”, afirma o grupo em documento.
Enquanto a vacina não entra no calendário público, ela pode ser adquirida na rede privada. Apesar disso os especialistas ressaltam que a melhor forma de prevenção ainda é o uso de preservativo em todas as relações sexuais.
Veja algumas clínicas privadas que oferecem a vacina*
São Paulo (São Paulo)
Clinivac Imunizações
Tel.: (11) 3845-1655
Preço: R$ 380 a dose
IMUNE Vacinações
Tel.: (11) 5051-5259
Preço: R$ 380 a dose
Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)
Kinder Clínica
Tel.: (21) 2521-5777
Preço: R$ 390 a dose
Espírito Santo (Vitória)
Centro de Vacinação da Praia
Tel.: (27) 3235-9090
Preço: R$ 380 a dose
Minas Gerais (Belo Horizonte)
Instituto H. Pardini
Tel.: (31) 3228-6200
Preço: R$ 380 a dose
Rio Grande do Sul (Porto Alegre)
Hospital Moinhos de Vento
Tel.: (51) 3314-3434
Preço: R$ 475 a dose
Santa Catarina (Joinville)
Clínica Bambini
Tel.: (47) 3423-2000
Preço: R$ 380 a dose
Pará (Belém)
CLIMEP
Tel.: (91) 3181-1644
Preço: R$ 1.077 as três doses
Bahia (Salvador)
Clínica Seimi
Tel.: (71) 3352-8233
Preço: R$ 399 a dose
Paraíba (João Pessoa)
Alergomed
Tel.: (83) 3222-7790
Preço: R$ 390 a dose
* A lista foi retirada do site do fabricante da vacina