| Hi, Nilo_Geronimo_Borgna.
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Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
segunda-feira, 26 de março de 2012
Young Cancer Survivors Rarely Take Steps To Prevent Infertility
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Convite para a inauguração do Laboratório de Análise Seminal - 02/12/2011
A BEMFAM, inaugura no Rio de Janeiro o Laboratório de Análise Seminal na sua Clínica localizada no bairrro Cachambi, diversificando e ampliando com qualidade, os serviços oferecidos à clientela, priorizando a mais carente.
Com satisfação, divulgo.
Ana Bontempo
Diretora Administração BEMFAM
Estimados voluntários,
É com grande alegria que os convidamos para a inauguração do Laboratório de Análise Seminal da Clínica BEMFAM-RJ.
Celebraremos a conquista de prover aos clientes da BEMFAM-RJ serviços acessíveis na área de infertilidade, contribuindo para o planejamento familiar sob a perspectiva do direito à livre decisão sobre ter ou não ter filhos.
Será um prazer recebê-los nesse momento tão especial.
Saudações cordiais,
Assessora de Relações Institucionais
BEMFAM - Bem Estar Familiar no Brasil
Rio de Janeiro - RJ
Tel: +55-21-3861-2477
Skype: patricia.romanillos
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Tabagismo pode causar infertilidade em mulheres e homens
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Infertilidade è problema de saúde Pública.
O sonho e a legislação(João Ricardo Auler)
O Dia
13/01/2010
Infertilidade é problema de saúde pública e deve ser tratada como tal
Ginecologista especialista em Medicina Reprodutiva
Rio - Em todo o mundo, 80 milhões de casais sofrem com problemas de infertilidade, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). No Brasil, mais de 278 mil casais têm dificuldade para gerar filhos.
Doenças como diabetes, hipertensão e obesidade fazem os índices de infertilidade crescerem. Estudos mostram que poluição e estresse também são responsáveis por alterações hormonais que comprometem a fecundidade de homens e mulheres. Não há como negar: infertilidade é problema de saúde pública e deve ser tratado assim.
Calcula-se que um em cada seis casais procura ajuda na tentativa de conseguir a gravidez, mas a maioria desiste devido ao alto custo do tratamento. A saída pode ser o Projeto de Lei 5.730/09, que inclui as técnicas de reprodução assistida no planejamento familiar.
Embora os tratamentos de concepção e de contracepção façam parte do chamado planejamento familiar desde 1996, e de a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ter incluído, em 2008, o DIU, a vasectomia e a laqueadura no rol de procedimentos dos planos de saúde, métodos de concepção não foram contemplados.
Na segunda-feira, a ANS incluiu mais 70 novas coberturas médicas e odontológicas obrigatórias às operadoras de saúde. A exigência, porém, não se aplica à medicina reprodutiva. A falta de definição das normas, credenciamento de clínicas especializadas e a criação de tabela de repasse de pagamentos podem dificultar ainda mais o acesso dos clientes das operadoras de saúde aos tratamentos.