Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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quarta-feira, 22 de maio de 2013

CLIPPING - 22/maio/2013

A culpa é das mulheres (Larissa Lima)   
Em 2005 foram registrados 15.351 casos de estupro (dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Ministério da Justiça e Sistema Único de Saúde). Em 2010 o número subiu para 41.294 e em 2013 os casos vêm aumentando. Só neste ano, o Rio de Janeiro registrou 1.494 novos estupros e atentados ao pudor contra mulheres.  Apesar da quantidade espantosa desse tipo de violência, alguns casos só passaram a ser noticiados e trazidos a público depois do estupro de um casal de estrangeiros no Rio. A preocupação e a celeuma entre os jornalistas e políticos é a imagem do Brasil “lá fora”. O mundo, com seus olhos voltados para os próximos grandes eventos que o país vai sediar, não pode ficar com essa indigesta impressão, ora. Dois desses eventos acontecem no Rio de Janeiro, onde o governador do estado prontamente resolveu a questão: proibidas as vans na zona sul da cidade. Isso basta, turista nenhum vai além dos grandes cartões postais e a população pode continuar convivendo com o que sempre conviveu. Devidamente embaixo dos panos e dos pés descompassados.  Quem freqüenta as redes sociais ainda pôde ver o incômodo com essa a preocupação com a imagem do país da Copa, muito mais do que com a vulnerabilidade das mulheres (quase 90% dos casos de estupro são contra as mulheres), onde ainda havia espanto com esse tipo de postura. Para as/os feministas, fato nada surpreendente. Já socialmente o feminismo vem tendo seu valor diminuído, por supostamente já termos chegado à igualdade de gêneros. Chegamos? No recente caso de Cleveland (EUA), em que três mulheres foram mantidas presas por 10 anos, nos portais de notícias não era raro ver comentários de que aquela situação seria impossível, de que ninguém é mantido sob cárcere por 10 anos e, possivelmente, as mulheres compactuaram com o sequestrador. A matéria que o Fantástico exibiu domingo (12/5), termina com a frase de Ariel Castro de que elas só estavam ali porque cometeram o erro de entrar no carro de um estranho. O erro era, a exemplo dos casos de estupro, mais uma vez das mulheres. Também recentemente, o sempre equivocado deputado federal Marco Feliciano afirmou no livro Religiões e política; uma análise da atuação dos parlamentares evangélicos sobre direitos das mulheres e LGBTs no Brasil, que o estímulo às mulheres para que elas tenham os mesmos direitos que os homens é uma forma de atingir a família e acabar com a sociedade.  Esses são casos mais gritantes, mais óbvios e, consequentemente, mais fáceis de serem combatidos. E quando a discriminação de gênero está tão inserida no modo de enxergar a sociedade que não são facilmente percebidos?  Ah, não, papo de patriarcado? Mas que modo patriarcal é esse se as mulheres já podem votar, trabalhar e fazer tudo que os homens fazem? Elas já não podem gozar, até, da mesma liberdade sexual conferida a eles?  Podem, também, andar de transporte público sem serem assediadas? Podem escolher andar como quiserem sem que isso seja interpretado como permissão para, adivinha, serem assediadas? Quando um brinquedo é definido como brinquedo de menino e de menina rompemos as barreiras de gênero? E quando uma mulher precisa pensar duas vezes quando vai fazer um caminho na rua, por riscos de ser estuprada, ela é livre? Ou ela é potencialmente mais um número para as tantas estatísticas relacionadas ao assunto?  Isso quando entram nas estatísticas. Os meios de informação diminuíram seu silêncio, já que ultimamente quase todos os dias podemos ver novos casos de estupro nos portais e telejornais. Mas, ainda assim, só são notícias dos casos coletivos ou em lugares públicos, como em metrôs, ônibus e banheiros. Ou Igrejas.

Femen decreta fim de filial brasileira: Não nos representa
A filial brasileira da organização feminista Femen não existe mais. A informação foi dada por uma das fundadoras do movimento original, a ucraniana Alexandra Shevchenko, em entrevista ao jornal Zero Hora. Segundo ela, a dissolução da organização no Brasil se deve aos problemas que tiveram com a sua organizadora no país, a paulista Sara Winter, que confirmou a notícia.“Gostaria de dizer algo que imagino seja novo para vocês. Não temos mais Femen Brazil. A pessoa que nos representava, Sara Winter, e que tem sua própria conta no Facebook, o Femen Brazil, não faz parte do nosso grupo. Tivemos muitos problemas com ela. Ela não está pronta para ser líder. É uma pena, mas essa decisão faz parte do nosso crescimento como movimento honesto. O Femen Brazil não nos representa”, disse Shevchenko ao jornal. Por sua vez, Sarah confirmou atritos com a matriz ucraniana. "As ucranianas são muito autoritárias. Em vários aspectos discordamos da postura delas, como no caso do comportamento discriminatório que elas tem com relação às mulheres islâmicas. Somos a favor da pluralidade religiosa", afirmou.  Ela afirma que não recebeu a ajuda de custo prometida para poder se dedicar somente ao movimento de maneira regular. No entanto, ela afirma que, mesmo sem o nome, pretende continuar organizando protestos.  Também afirmou ao Zero Hora que a organização lhe exigia ações “absurdas”: “Elas queriam que eu contratasse um helicóptero para desenhar um símbolo do Femen no Cristo Redentor. Como iria fazer uma coisa dessas? Queriam que eu encontrasse uma cruz de madeira no Rio ou em São Paulo e serrasse?”.

Participação da mulher na política brasileira cresce de forma lenta
Se o eleitorado brasileiro não tem preconceito em votar nas mulheres, por que a participação feminina na política cresce apenas 1%, em média, a cada eleição? Parte da resposta talvez se encontre nos partidos, que não estariam praticando "democracia de gênero", por exemplo, ao dificultar o acesso das mulheres às esferas decisórias da estrutura partidária. – Em parte, é verdade que a mulher não se interessa pela política, porque a campanha é um jogo de cargas marcadas. Ela sofre com a falta de espaço na televisão [propaganda eleitoral], de recursos, de apoio nos partidos. No dia em que os partidos mudarem a relação com as mulheres, pode ter certeza que seu interesse será proporcional à mudança das estruturas [partidárias] – aposta o demógrafo José Eustáquio Diniz Alves, professor de mestrado na Escola Nacional de Ciências Estatísticas (ENCE/IBGE). Mas a conta desta exclusão não pode ser cobrada apenas dos partidos. A sobrecarga dos afazeres domésticos sobre as mulheres – que já respondem por 44% da força de trabalho brasileira – também é um fator de peso a distanciar a mulher da prática política, segundo ressaltou a professora Clara Araújo, do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). – As mulheres trabalham em casa mais que o dobro de horas dedicadas pelos homens: 26 horas contra 10 horas semanais – comentou a pesquisadora. Este cenário foi revelado, nesta terça-feira (21), durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Detalhes dessa realidade constam do livro "Mulheres nas Eleições 2010", lançado na ocasião e elaborado com a participação de José Eustáquio Diniz e Clara Araújo. O demógrafo espera que a publicação contribua para acelerar o processo de paridade nas disputas políticas. E, neste esforço para vencer o "déficit democrático de gênero", que ajude a tirar o Brasil da posição de lanterna quanto à participação feminina no cenário político internacional. – O Brasil tem menos de 10% de mulheres na política, perdendo até para o Iraque e o Afeganistão. Para dividir paritariamente [os cargos políticos] com os homens, as mulheres vão levar quase 150 anos, já que o ritmo de crescimento é de 1% a cada eleição – observou José Eustáquio Diniz.

Um delírio do CNJ
A Constituição não atribui ao Conselho Nacional de Justiça a função de legislar. Sendo um órgão administrativo do Judiciário obviamente não pode extrapolar das suas funções, que sequer são jurisdicionais, mas apenas, em escala constitucional superlativa, administrativas.
Embora com poder regulamentar e disciplinar em seu amplo âmbito de atuação, o regime democrático jamais reconheceu a órgão administrativo o poder de legislar, criando normas gerais vinculantes para a sociedade, ainda mais quando versam sobre matéria constitucional. A Resolução nº 175 de 14/05/2013 do CNJ viola o preceito. Não se discute a aceitação do casamento homoafetivo e de seus efeitos civis, mas sim que nenhum órgão administrativo pode interferir na vida civil-constitucional do cidadão. Como importante valor fundante o casamento tem sua disciplina prevista na Constituição, daí sua inquestionável situação de base da família e da sociedade. O ministro Gilmar Mendes abriu polêmica no meio jurídico, assinalando que a decisão do STF de 2011 não tratava de casamento, mas apenas de união estável. Segundo ele, a decisão não legitimou automaticamente o casamento homoafetivo, afirmando que "o tribunal só tratou da questão da união estável, mandou aplicar a união estável". Também o subprocurador-geral da República Francisco Sanseverino afirmou que seria necessária "ou edição de uma lei ou uma nova decisão em outra ação do STF". A conselheira Maria Cristina Peduzzi votou pela rejeição da Resolução, destacando que a regra não poderia ser estabelecida pelo CNJ sem previsão legal. A legislação sobre direito civil é privativa da União, competindo ao STF a interpretação final da Constituição. A nação não suporta o papel de uma instituição-curinga que, ao invés de cumprir sua finalidade, enverede pelo perigoso surto da usurpação de poder.O CNJ não deve vulgarizar-se, escorregando pelo movediço terreno do delírio institucional.

PSC entra no STF com mandado de segurança contra registro de casamento gay
O Partido Social Cristão (PSC) ajuizou nesta terça-feira (21/5), no Supremo Tribunal Federal, mandado de segurança com pedido de liminar, com o objetivo de anular a regulamentação do casamento homossexual, aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça. No último dia 15, o Diário da Justiça publicou a Resolução 175 do CNJ, que obriga os cartórios do país a registrar como casamento civil a união estável de pessoas do mesmo sexo. A ação terá como relator, por sorteio, ministro Luiz Fux, O advogado do PSC, Antonio Oliboni, afirma na petição que “prevalecendo a Resolução do CNJ, verifica-se que poderá ocorrer uma grande injustiça contra o impetrante e seus filiados, especialmente aos deputados federais e senadores, no exercício de seus respectivos mandatos, uma vez que a posição partidária do PSC é contra o tema da resolução citada”, tendo havido “uma usurpação da função de um dos poderes da República (Legislativo) por parte do Poder Judiciário”. O PSC tem, no Congresso, um senador e 19 deputados.

Ensino Religioso nas Escolas
É difícil dizer que o Estado Brasileiro é laico, quando se vê no preâmbulo da Constituição de 1988, em vigor, apesar das mais de sessenta emendas, que foi promulgada sob a proteção de Deus. A polêmica pode ainda ser ampliada ao se analisar o conteúdo do texto constitucional, que estabelece: liberdade de culto religioso; impedimento ao Estado de embaraçar o funcionamento de igrejas ou a sua manutenção; a imunidade de impostos para as sociedades religiosas e, demais disso, os subsídios financeiros do Estado para as instituições de ensino confessionais. O Estado Brasileiro tem tratados com o Vaticano, ente estatal da Igreja Católica. Esta se beneficia de laudêmios nas áreas centrais das cidades, que se expressa numa taxa que o proprietário tem que pagar anualmente para as dioceses.O Estado Brasileiro tem um regime de concessão de emissoras de TV e rádio para as sociedades ou associações religiosas.
A Lei Federal 6.802/1980, estabelece que o dia 12 de Outubro é feriado Nacional, dedicado ao culto oficial a Nossa Senhora de Aparecida: padroeira do Brasil. Afirmativas de que a laicidade do Estado Brasileiro é indiscutível nega a história. Nega o conteúdo da Constituição. Laicismo não é ateísmo. Laico é um Estado que não prega uma religião específica, podendo o cidadão escolher o culto religioso que quer professar. E o fato de não poder ferir a liberdade de crença e de religião na vida privada do cidadão, não resume a laicidade do Estado. A ideia de Estado laico não descarta possibilidade dele adotar comportamentos que incentivem opções de fé religiosa.

Gay não é doença (Ancelmo Gois)
O juiz da 5ª Vara Federal, Firly Nascimento Filho, julgou improcedente a ação do MP Federal contra os conselhos regional e federal de Psicologia. Um grupo de procuradores, entre eles o evangélico Fábio de Aragão, queria anular a resolução que proíbe psicólogos de tratarem a homossexualidade como doença.

Cônsul adjunto em Sydney é retirado do posto
O cônsul adjunto do Brasil em Sydney, Cesar de Paula Cidade, tem até 20 de junho para se apresentar ao Itamaraty e prestar explicações sobre as denúncias contra ele. O diplomata é denunciado por funcionários por assédio moral e sexual, homofobia e desrespeito.

Código Penal: Fonteles critica proposta que libera aborto até a 12ª semana
Pontos polêmicos do projeto de reforma do Código Penal foram discutidos hoje na comissão especial de senadores criada para analisar a proposta formulada por uma comissão de juristas. Em audiência com o ex-procurador-geral da República Cláudio Fonteles e o professor da Universidade de São Paulo (USP) Hélcio Madeira, os senadores debateram diversos pontos do projeto, entre eles a proposta de liberação do aborto até a 12ª semana de gravidez. Fonteles se posicionou contra a proposta de que o aborto não seja considerado crime se acontecer neste período e mediante atestado de médicos e psicólogos de que a gestante não tem condição de levar a gravidez adiante. No entanto, o ex-procurador-geral considerou mais adequado que sejam aplicadas penas alternativas para as mulheres que praticarem o aborto pela primeira vez. Ele acredita que, trabalhando pela sociedade, elas aprenderão mais sobre a valorização da vida e terão menos chances de reincidirem no crime. Assim como Fonteles, Madeira também criticou o modelo de descriminalização do aborto que foi proposto pela comissão de juristas que formulou o anteprojeto do Código Penal. Na opinião dele, alguns pontos ficaram vagos e foram criadas tantas exceções que as hipóteses que configuram crime é que passaram a ser minoria. A comissão especial que analisa a proposta de reforma do código manterá a rotina de audiências públicas até junho. Após o recesso legislativo o relatório final do senador Pedro Taques (PDT-MT) deverá ser apresentado e votado. Em seguida, o projeto deverá ser votado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado e pelo plenário da Casa antes de seguir para a Câmara. Uma comissão do Conselho Nacional do Ministério Público também foi instalada para fazer sugestões ao texto.

Saúde pública merece prioridade em meio aos desafios globais, defende diretora da OMS
No momento em que o mundo lida com muitos desafios, das mudanças climáticas até a fome e desnutrição, é mais importante do que nunca garantir que a saúde pública receba tanto a atenção quanto os recursos que merece para garantir o bem-estar de milhões de pessoas. Foi o que defendeu a diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, na segunda-feira, 20 de maio.
"Estamos vivendo tempos profundamente preocupantes. Nestes tempos conturbados, a saúde pública parece mais e mais como um refúgio, um porto seguro de esperança que permite e inspira todos os países a trabalharem juntos pelo bem da humanidade", enfatizou a diretora, durante a 66ª Assembleia Mundial de Saúde, em Genebra, na Suíça. Segundo ela, o medo de novas doenças pode unir o mundo, como também trazer a determinação para aliviar a miséria humana. "Isto é o que faz com que a saúde pública se destaque em relação a outras áreas do engajamento global: os motivos, os valores e o foco. Sabemos que temos de influenciar as pessoas no topo, mas são as pessoas na base que mais importam." Chan também frisou a necessidade de assegurar que a saúde ocupe um lugar de destaque na agenda de desenvolvimento global para além de 2015, prazo para o cumprimento das metas de combate à pobreza, conhecidas como os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

OMS: mundo não está preparado para surto de gripe
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou (21) que o mundo continua sem estar preparado para lidar com um surto de gripe de larga escala, havendo receios de que o vírus H7N9 na China possa se espalhar. O diretor-geral assistente da OMS, Keiji Fukuda, disse em uma reunião que, apesar dos esforços empreendidos desde a gripe aviária H1N1 há três anos, é necessário um maior planejamento de contingência. “Ainda que tenha sido feito trabalho desde então, o mundo não está preparado para um grande e severo surto”, disse Fukuda. Os sistemas de reação rápida são cruciais, uma vez que os esforços das autoridades de saúde estão limitados pela falta de conhecimentos das doenças, acrescentou. “Quando as pessoas são atingidas por uma doença emergente, não se pode somente ir a um livro e saber o que fazer”. A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse que “qualquer novo vírus da gripe que infecte humanos tem potencial para se tornar uma ameaça de saúde global”. De acordo com os números mais recentes, a gripe aviária H7N9 infectou 130 pessoas na China e matou 35 desde que foi detectada em humanos em março deste ano.

Cientistas brasileiros assinam manifesto pela descriminalização das drogas
Cientistas brasileiros divulgaram (21), na sede da ONG Viva Rio, um manifesto em defesa da descriminalização das drogas e de uma política mais humana com relação aos usuários. O documento será entregue ao Congresso Nacional como uma contribuição dos pesquisadores para o debate pela mudança na legislação sobre drogas. De acordo com um dos signatários da carta, o diretor do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Roberto Lent, a legislação atual (11.343/2006) não faz distinção clara e objetiva entre usuário e traficante, o que gera arbitrariedades e prisões injustas. “No fogo da batalha, às 3h da manhã, o indivíduo [portanto drogas] se for de cor negra é traficante e se for de cor branca, talvez não. Logo o preconceito racial vai aparecer. O preconceito social também, pois se o indivíduo for de classe C ou D vai ser considerado traficante e se for de classe A, talvez não seja”, lamentou ele. O cientista ressaltou a importância da lei definir quantidades de porte para cada droga que diferenciariam um traficante de um usuário. “O policial poderia, facilmente, ter uma pequena balança no carro, assim como o bafômetro, na Lei Seca, que deu tão certo”, sugeriu Roberto Lent, que citou Portugal como exemplo de país que já estabelece uma quantidade máxima para porte do usuário. Ele destacou que 90% dos jovens interceptados com porte de drogas pela polícia são réus primários e não têm porte de arma. “A dependência química é uma doença. A pessoa que é usuária deve ser considerada um doente, não um criminoso. Mesmo o usuário que não é dependente, que nós chamamos de usuário recreativo, está sob risco”, completou. O professor do Instituto de Biofísica da UFRJ Ricardo Reis ressaltou que a ciência têm mostrado que a questão das drogas é um problema de saúde e não de polícia. Ele defendeu que ações de restrição social, de publicitária e políticas educativas têm se mostrado muito efetivas no combate às drogas, ao contrário das ações de repressões. “Em relação a nicotina, o Brasil talvez tenha feito uma das maiores campanhas contra o fumo nos últimos 20 anos, e as estatísticas mostram que houve uma redução no consumo de cigarro e a nicotina não foi proibida”, exemplificou Reis. Ambos os cientistas falaram do problema do álcool no país que, segundo eles, é muito mais grave que o das demais drogas, principalmente por que há exaltação da bebida alcoólica por meio das campanhas publicitárias e seu uso irrestrito em lugares públicos. Dentre os signatários da carta estão os ex-ministros da Saúde José Gomes Temporão e da Ciência e Tecnologia Sérgio Machado Resende, além da presidenta da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Helena Nader. O manifesto pode ser acessado no site www.precisamudar.com.br e está aberto para assinaturas de outros membros da comunidade científica.

Direito adquirido (Luiz Carlos Azedo)
Se há uma lição a aprender com o boato de que o Bolsa Família iria acabar é de que o programa virou uma espécie de direito adquirido para as famílias beneficiadas. E a perspectiva de emancipação compulsória dos beneficiados não existe sem provocar uma comoção social. Segundo a Caixa Econômica Federal, no final de semana, 900 mil pessoas compareceram aos postos de autoatendimento para sacar antecipadamente o benefício. De uma hora para outra, foram retirados das agências da Caixa R$ 152 milhões. Se o dinheiro não fosse liberado, provavelmente haveria um quebra-quebra semelhante aos saques de supermercados que ocorreram na Argentina, em dezembro passado. O governo corre atrás da origem do boato. O mais importante, porém, é a constatação de que o programa deixou de ser visto como uma benesse. Os beneficiados se “empoderaram” dele. Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Tocantins e Rio de Janeiro foram os estados atingidos pela onda de boatos. Com a rapidez de um tornado, começou no boa a boca e se propagou pelas redes sociais e por meio de mensagens de celulares.

O Gosto Amargo da Copa do Mundo no Brasil
"A população tem a ilusão de que irá lucrar com os eventos da Copa, mas a verdade é que será brutalmente reprimida”, assegura Roberto Morales. Os acordos entre o governo do Brasil e a FIFA limitam a venda informal em torno dos estádios, expulsando os vendedores para um raio de dois quilômetros de distância dos eventos. "A Copa será grande negócio para os grandes empresários do esporte e para quem for autorizado a vender comida e bebida”, lamenta. Morales participa do Comitê Popular da Copa criado durante os Jogos Pan-americanos no Rio de Janeiro em 2007, quando as pessoas que estavam sendo despejadas à força para dar lugar às obras começaram a resistir aos traslados. "Além disso, começamos a perceber que os despejos não eram o único problema na hospedagem de grandes eventos – observamos outros problemas, como corrupção. As obras dos Pan-americanos estavam orçadas em 300 milhões de reais, mas acabaram custando 3,5 bilhões.” É total próximo de dois bilhões de dólares. Essa situação é especialmente visível no Rio de Janeiro, uma das sedes principais da Copa de 2014 e anfitriã dos Jogos Olímpicos de 2016. Nas doze cidades que serão sedes da Copa do Mundo foram criados Comitês Populares que se estão mobilizando sob a égide do lema "Copa e Olimpíadas com respeito aos direitos humanos”. Em 12 de dezembro esses comitês entregaram às autoridades das doze cidades um dossiê intitulado "Megaeventos e violações dos direitos humanos no Brasil”, onde detalham desde a violação do direito à habitação e das leis do trabalho nas obras até a falta de estudos de impacto ambiental de obras que correm contra o relógio.

Elefantes
Quase um mês após a data inicialmente anunciada para a inauguração, o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, abriu as portas neste sábado (18/05). A construção, que custou mais de 1 bilhão de reais, terá capacidade para 72 mil pessoas, um moderno sistema de captação de água da chuva para posterior reutilização e funcionará como uma “usina de energia solar”, como ressaltam os engenheiros, a partir de painéis fotovoltaicos de última geração instalados em sua cobertura. Modelo de sustentabilidade para outros estádios, o Mané Garrincha, no entanto, poderá carecer exatamente daquilo que justificaria sua existência: torcedores. Há anos o Distrito Federal não tem um representante na primeira divisão do futebol brasileiro – atualmente o Brasiliense, na série C, é a equipe de melhor situação. Difícil, assim, garantir público ao longo do ano para encher as fileiras do estádio erguido para receber a abertura da Copa das Confederações, no mês que vem, e sete partidas do Mundial de 2014. A situação não é exclusiva de Brasília. Críticos alertam que Manaus, Natal e Cuiabá podem estar diante de grandes elefantes brancos – ou seja, obra grandes e dispendiosas, porém sem utilização após a Copa. O governo federal defende que, dada a grandiosidade do evento, a construção nesses estados de arenas para a Copa – geralmente mais caras, por atenderem a uma série de exigências impostas pela Fifa – era imprescindível.


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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Casos de aids aumentam entre os idosos de todo o país

Mais um péssimo indicador para o Rio de Janeiro
E ainda tentam nos convencer que está tudo bem....


Casos de aids aumentam entre os idosos de todo o país


09/01/2013

Das cidades da região sudeste com maior incidência de aids está o Rio de Janeiro. E os casos entre pessoas acima de 50 anos vem aumentando. A infectologista Ana Beatriz Sampaio, da UFRJ, comenta sobre o caso.





Roberto Pereira
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Rio de Janeiro - RJ
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br

DEVER - QUERER  - PODER
Tem coisas que DEVO, mas NÃO QUERO
Tem coisas que QUERO, mas NÃO POSSO
Tem coisas que POSSO, mas NÃO DEVO
A escolha correta é, portanto, fruto de decisões
conscientes e éticas.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

BEM FAM_CLIPPING - 20/set./ 2012

CLIPPING - 20/set./ 2012
LEIA MAIS, SEJA MAIS    

Brasil responde na ONU às sugestões sobre melhorias na área de direitos humanos - A embaixadora do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), Maria Nazareth Farani de Azevêdo, apresenta hoje (20), no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH) em Genebra, na Suíça, as respostas às recomendações feitas por 78 delegações estrangeiras ao governo brasileiro. Das 170 recomendações, o Brasil atenderá a 159. A Agência Brasil teve acesso ao documento preliminar que será apresentado pelas autoridades brasileiras. A manifestação brasileira faz parte de um mecanismo previsto pela ONU. Instaurado em 2006, o Exame Periódico Universal do Conselho de Direitos Humanos permite que o país examinado faça sua apresentação sobre o tema e acate ou recuse as sugestões. Também há espaço para que organizações não governamentais se pronunciem. As recomendações foram divididas em dois blocos: o sistema prisional brasileiro e a realização de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Na relação de sugestões aparecem em destaque as questões sobre denúncias de irregularidades nas prisões brasileiras, como superlotação e torturas, a desmilitarização da polícia e a violação de direitos dos indígenas, além de questões de gênero, como a legalização da união entre pessoas do mesmo sexo.
ONGs consideram tímido documento brasileiro sobre direitos humanos - As organizações não governamentais (ONG) consideram tímidos os compromissos assumidos pelo Brasil no documento preliminar que será apresentado pela delegação do país amanhã (20) no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (CDH), em Genebra, na Suíça. Para as entidades, a ausência de citações sobre tratamento de HIV/aids e crimes homofóbicos é um aspecto preocupante.
A coordenadora do Observatório de Sexualidade e Política, Sônia Corrêa, e a diretora da ONG Conectas, Camila Asano, disseram à Agência Brasil que, em novembro, representantes de 40 organizações não governamentais encaminharam a autoridades brasileiras sugestões sobre os temas das recomendações. Mas pouco foi incorporado ao documento preliminar que, na avaliação delas, apresenta pequenos avanços. Para Sônia, o documento apresenta lacunas ao não mencionar o problema da discriminação de pessoas com HIV como a obrigatoriedade da apresentação de exame para comprovar que não está doente, como exigido pelas Forças Armadas. “Para nós, isso é grave”, destacou.
Brasil supera meta dos Objetivos do Milênio da ONU de redução da mortalidade infantil - O Ministério da Saúde (MS) apresentou nessa quarta-feira (19), na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em Washington (EUA), os detalhes do relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), que comprovou que o Brasil já alcançou os índices de redução definidos pelas metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODB) em relação à mortalidade de crianças com menos de cinco anos de idade. "Atingir a meta estabelecida pela ONU antes do prazo é uma grande vitória brasileira”, diz o ministro Alexandre Padilha, que fez a apresentação durante a 28ª Conferência Sanitária Pan-Americana e da 64ª Sessão do Comitê Regional.
Relatório da OMS destaca dificuldade brasileira em conter doenças crônicas- O Relatório Saúde nas Américas 2012, elaborado pelas organizações Pan-Americana e Mundial da Saúde (OPAS/OMS), evidencia um panorama dos desafios que o Brasil enfrenta, principalmente, em relação a doenças crônicas não transmissíveis e tuberculose. O documento foi apresentado ontem na 28ª Conferência Sanitária Pan-Americana que ocorre até amanhã em Washington, sede da Organização Pan-Americana de Saúde. O Brasil está representado pelo Ministério da Saúde. Os números da tuberculose deixam o Brasil em 19º lugar entre os 22 países com maior incidência da doença. Em 2010, 71 mil novos casos foram registrados, no entanto, houve redução de 30% em relação a 1990. Doenças cardiovasculares e tumores estão entre as enfermidades crônicas não transmissíveis que, em 2009, causaram 72,4% das mortes no país.
Classe média quer mais serviços, com mais qualidade, diz estudo - Na última década, 37 milhões de pessoas ascenderam à classe média brasileira impondo ao governo federal o desafio de adequar as políticas públicas e os serviços oferecidos pelo Estado aos novos interesses de uma camada crescente da população, mais exigente e com maior capacidade de ser ouvida. Essa fatia da população já é maioria (53%) e pode até decidir uma eleição. O orçamento maior no fim do mês trouxe o desejo de consumir serviços privados e chancelou a percepção de que a qualidade dos serviços públicos está muito aquém das necessidades do cidadão. O grande hiato estaria sobretudo na saúde. Esta é uma das conclusões do caderno "Vozes da Classe Média", que será lançado hoje pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República.
Estimada em 104 milhões de pessoas, a nova classe média prefere pagar pela escola dos filhos, recorre a hospitais particulares em caso de necessidade e não abre mão de um plano de saúde. Enquanto 5% da classe baixa possuem planos de saúde, esse percentual sobe para 24% na classe média.
Estudo considera renda de R$ 291 a R$ 1.019 - O critério adotado pelo governo considera que a classe média é formada por pessoas com renda familiar per capita de R$ 291 a R$ 1.019 por mês. Quem vive com mais do que isso, portanto, faz parte da classe alta. Um casal com dois filhos será considerado de classe média se sua renda familiar total oscilar entre R$ 1.164 e R$ 4.076 por mês. Os parâmetros foram definidos por uma comissão chefiada pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE). A própria SAE reconhece que o valor é baixo, se analisado pela ótica dos segmentos de renda mais alta. Mas argumenta que, no Brasil, metade da população tem renda familiar por pessoa inferior a R$ 440 mensais. Segundo a SAE, a renda familiar por pessoa que delimita os 5% mais ricos no Brasil começa na faixa de R$ 2.635 mensais. Já a renda familiar do 1% mais rico é de R$ 11.000 por mês. Pelo critério da SAE, o programa Universidade para Todos (ProUni) é dirigido às classes média e alta. É que o ProUni concede bolsas parciais para quem tem renda familiar por pessoa de até R$ 1.866.  
Conar suspende anúncio da marca de preservativos Prudence- O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) suspendeu ontem por unanimidade de votos uma peça publicitária veiculada no Facebook pela marca de preservativos Prudence em julho deste ano. Divulgado na fan page da marca, o anúncio "Dieta do Sexo" era construído em formato de tabela calórica e comparava os gastos calóricos de diversas atividades ligadas ao sexo. O item que causou a indignação dos usuários da rede social - e que gerou mais de mil denúncias no Conar - dizia que tirar a roupa de uma mulher queima 10 calorias, enquanto fazer o mesmo sem o consentimento da parceira consome 190 calorias. A peça foi compartilhada por mais de 2 mil pessoas e recebeu mais de mil comentários, muitos demonstrando o repúdio de internautas, que entenderam o trecho do anúncio como um estímulo à violência sexual contra a mulher.
Mais da metade dos adultos de 39 estados dos EUA será obesa em 2030 - De acordo com o relatório "F as in Fat: How Obesity Threatens America's Future", elaborado pela América's Health (TFAH) e a Fundação Robert Wood Johnson (RWJF), em 2030 o índice de obesidade em adultos ultrapassará 60% em 13 estados do país. "Em cada nível do governo devemos perseguir políticas que preservem a saúde, previnam as doenças e reduzam os custos dos serviços de saúde. Nada menos do que isso é aceitável", afirmou a doutora Risa Lavizzo-Mourey, presidente e diretora-executiva da RWJF. "Este relatório destaca que as políticas de aumentar o tempo de atividade física nas escolas e tornar as frutas e vegetais mais baratos podem ajudar na adoção de decisões mais saudáveis", assinalou Jeff Levi, diretor-executivo do TFAH. O relatório afirmou ainda que a obesidade tem graves consequencias para a saúde e que os casos de doenças relacionadas ao excesso de peso, desde embolias até artrites, podem duplicar até 2030.
Descoberta de papiro reacende discussão sobre mulher na Igreja - O anúncio da descoberta de um fragmento de papiro do século IV com uma suposta menção de Jesus a uma esposa provocou reações mundo afora. Revelado pela historiadora americana Karen King, uma das mais respeitadas especialistas sobre os primórdios do Cristianismo do mundo, o documento escrito em copta, um antigo dialeto egípcio que usava o alfabeto grego, tem o potencial de reacender o debate sobre o papel das mulheres não só nas origens da Igreja como hoje, diz André Chevitarese, professor do Instituto de História da UFRJ. O próprio Evangelho de João diz que Maria Madalena foi a única pessoa a testemunhar a ressurreição de Jesus e encarregada por Ele de levar a notícia aos outros discípulos, uma amostra da proeminência que as mulheres tinham nesta comunidade.
Por fim, Serge Ruzer, estudioso da origem do Cristianismo da Universidade Hebraica de Jerusalém, considera o papiro uma descoberta fascinante não por revelar que Jesus Cristo tinha uma esposa, mas por refletir o clima da época em que foi escrito, quando cristãos de várias vertentes discutiam que feição teria a religião monoteísta que, hoje, é a maior do planeta. Mas Ruzer acredita que Jesus era mesmo solteiro por ter sido um rabino nômade e pobre.
Falta homem?(Mirian Goldenberg) - Pesquisando mulheres de mais de 40 anos, brasileiras e alemãs, observei diferenças interessantes. Enquanto as alemãs se mostram focadas na realização profissional e em atividades intelectuais, as brasileiras enfatizam a importância de ter marido e filhos e reclamam muito da "falta de homem no mercado".
É curioso observar que, mesmo entre mulheres muito bem-sucedidas, as brasileiras que se dizem mais satisfeitas são as casadas. O que elas mais valorizam é ter um marido fiel. Dizem que os maridos ligam inúmeras vezes por dia para perguntar coisas bobas, que ficam deprimidos quando elas viajam e que eles são completamente dependentes delas. Afirmam coisas como: "Ele precisa muito de mim"; "Ele não sabe ficar sozinho"; "Ele gosta que eu cuide dele"; "Ele cobra o tempo todo a minha atenção" e "Ele sente muito ciúme de mim". Ter um marido é um verdadeiro capital para muitas brasileiras. Em um mercado afetivo e sexual em que os homens disponíveis, interessantes e fiéis são considerados "artigos de luxo", muitas brasileiras acreditam ser triplamente vitoriosas: por terem um casamento duradouro, por se sentirem reconhecidas pelo marido e, principalmente, por acreditarem que são únicas para eles. Muitas brasileiras que pesquisei disseram se sentir fracassadas ou infelizes por não conseguirem ter (ou manter) o capital marital. No entanto, as alemãs (e também algumas brasileiras) preferem investir em outras formas de realização pessoal (trabalho, educação, amizade etc.). Qual será o melhor investimento para uma vida feliz?
Extra Extra! Uma nova marca de roupas de cama ganhou o mercado. Numa loja da rede Itequinte Magazine, em Duque de Caxias, estiveram à venda lençóis e fronhas com a marca... SUS do Sistema único de Saúde, regido pelo governo federal.
Para quem duvidasse, a loja fornecia nota fiscal R$9,99 o lençol, R$ 1,99 a fronha. "Promoção de sucesso", clamou o vendedor. E o povo acorreu, lógicol A procura foi tanta, que o estoque acabou.


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UFRJ PROJETO-VIDA+ PARA #PVHAS


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UFRJ PROJETO
VIDA+
Na UFRJ Há uma academia pronta para que os PVHAS possam fazer sua ginástica e assim combater estesse alem de prevenir a lipodistrofia.
Para se ter acesso a essa academia o interessado deve pedir ao seu médico um laudo assinado e carimbado com os seguintes dados:
Exames
CD4
CV
Colesterol
TriGlicerídeos
Os Horário s são:
segunda-feira, qurarta-feira e sexta-feira 
de manhã
9::30 às 11:30
Quarta-feira
12:30 às 14:30
Segunda-feira, quarta-feira e sexta-feira
14:00 às 14:30
Após a inscrição com o professor Alex Santos,
o candidato preencherá dois anexos para que os exercícios sejam melhor definidos ao PVHAS.
O PVHAS deverá agendar outros exames que serão feitos na própia UERJ
Esse exames é os seguintes:
Dexabiodexa
Flexibilidade
e
Teste de força

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Hospital do Fundão (RJ): Parece piada mas não é:



Enquanto pacientes reclamam da falta de médicos nosa hospitais, estudantes de medicina reclamam da falta de pacientes.

Alunos do curso de Medicina da UFRJ protestam contra a falta de pacientes do Hospital do Fundão


RIO - Uma das medidas da UFRJ para reformular o curso de Medicina de Macaé, cujos alunos chegaram a fazer greve para reivindicar melhorias, virou alvo de protestos dos estudantes do Rio. No intuito de resolver o problema da fraca estrutura para aulas práticas no campus no Norte Fluminense, a direção da Federal decidiu que os alunos de Macaé devem utilizar o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF-UFRJ), na Ilha do Fundão. Mas a ideia não agradou em nada os estudantes do Rio, que já vinham criticando a falta de pacientes na unidade. Eles criaram uma página no Facebook, "Medicina FUNDÃO em GREVE!!" , já foi retirada do ar, e estão organizando manifestações e um abaixo assinado contra a resolução.

- Não temos estrutura no hospital nem para os atuais estudantes que estão lá. Como são poucos pacientes para a quantidade de alunos, cada paciente é muito disputado durante as aulas práticas. Eles próprios acabam se estressando com isso. O ensino já está prejudicado - critica a estudante Diana Saddi, de 24 anos. - Não somos contra os alunos de Macaé, eles têm direito de lutar pelo ensino que lhes foi prometido. A questão é que o problema deles não pode ser resolvido criando um problema para o nosso ensino. Queremos lutar para que o problema de Macaé seja resolvido sem nos prejudicar e sem ampliar a superlotação que o hospítal vem enfrentando com ausência de leitos e recursos.

Em nota, a UFRJ anunciou que está tomando providências para aumentar o número de leitos no Hospital Universitário já no próximo mês. A universidade, entretanto, não informou quantos leitos serão abertos.

"A UFRJ informa que a vinda de estudantes de 5º e 6º períodos do curso de Medicina de Macaé para o Rio de Janeiro tem condição absolutamente provisória e, em curto prazo, estes estudantes voltarão a ter aulas naquele município".

A aluna Maria Eduarda, de 20 anos, esclarece que o aumento na quantidade de leitos é uma antiga revindicação dos estudantes.

- Era para isso já ter acontecido há muito tempo. É uma promessa antiga da direção do curso. Espaço tem de sobra para receber novos pacientes e médico também. Não sei porque ainda não colocaram - disse.

Para João Stern, de 21 anos, o momento é bom para cobrar da reitoria uma melhor qualidade de ensino na UFRJ.

- A nossa briga não é contra os estudantes de Macaé. Acho apropriado que nos aproveitemos dessa situação caótica para mostrar como o Reuni é falho, e como a reitoria e a direção da Faculdade de Medicina da UFRJ são negligentes com a nossa formação e batalhar por melhorias aqui. Não acho que a vinda dos estudantes vá piorar realmente alguma coisa. Também não acredito que o pessoal de Macaé esteja satisfeito. Eles vão ter que custear a vinda para cá do próprio bolso. Nós estamos do mesmo lado e devemos cobrar é da UFRJ - afirmou.

Retorno às aulas


De acordo com o professor Roberto Medronho, diretor da Faculdade de Medicina e novo gestor didático-pedagógico do curso, as aulas do 3º período serão retomadas no dia 14 de maio e as do 5º período, no dia 21. Os estudantes de Medicina de Macaé, a partir do 5º período, terão aulas de prática clínica no hospital do Rio. Esta determinação deverá ser observada até que as condições dos hospitais locais, em Macaé, estejam adaptadas às necessidades do curso.

Os problemas no curso de Medicina em Macaé não são novos. Em março de 2011, O GLOBO mostrou que os estudantes estavam recorrendo a ações judiciais para assistir às aulas no campus do Fundão, porque não havia cadáveres no laboratório de anatomia e faltavam professores médicos. Em junho, a UFRJ assinou com o Ministério Público Federal (MPF), em Macaé, um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que previa a adoção de várias providências, como a contratação de 31 professores e aquisição de diversos equipamentos e materiais.

Criado em 2007 como parte do Programa de Reestruturação e Expansão da UFRJ, o curso começou há três anos e tem 159 alunos, mas não possui infraestrutura necessária para a integral realização das atividades inerentes ao curso, segundo carta dos alunos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/alunos-do-curso-de-medicina-da-ufrj-protestam-contra-falta-de-pacientes-do-hospital-do-fundao-4932992#ixzz1vPJvV5yb
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Roberto Pereira
Coordenação Geral
Centro de Educação Sexual - CEDUS
Membro da Comissão Nacional de Aids - MS
Membro da Executiva do Fórum ONGs Tuberculose - RJ
Av. General Justo, 275 - bloco 1 - 203/ A - Castelo
20021-130 - Rio de Janeiro - RJ - Brasil
Cel: (55.21) 9429-4550
cedusrj@yahoo.com.br


Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais do que máquinas, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, nós precisamos de carinho e bondade. Sem essas qualidade a vida será violenta, e tudo será perdido.
Discurso de Charlie Chaplin em "O grande ditador"

sexta-feira, 18 de maio de 2012

12 reuniao da ANAIDS



  SOCIALIZANDO   gapasc 48 32221510

 


12ª Reunião da Articulação Nacional do Movimento Aids - ANAIDS
25 a 27/04/12 - Natal/RS

Ao Exmo. Sr. Ministro da Saúde Alexandre Padilha
Ao Exmo. Sr. Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos
Ao Exmo. Sr. Secretário de Vigilância em Saúde
Ao Ilmo. Sr. Diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais


C/c À Frente Parlamentar de Luta Contra a AIDS


Natal, 28 de abril de 2012.



O propósito deste texto é solicitar a intervenção de V.Exas. durante a elaboração da Lei de Diretrizes Orçamentárias e do Orçamento da União para o investimento em pesquisa de diversas áreas ligadas à AIDS. Ressaltamos que existe no país, uma massa crítica de pesquisadores atualizados, e com histórico de parcerias internacionais importantes na área. Também, esta é uma área em que a ciência é de ponta e que tem sido fonte de inovações importantes, com impactos em outras áreas do conhecimento.

Em particular, especificamos as pesquisas para vacina preventiva do HIV, para vacina terapêutica, para estudos de tratamento como prevenção, de profilaxia pré-exposição e de cura ou erradicação do HIV do organismo humano.

1. Vacina Preventiva.
A existência de uma vacina preventiva, isto é, para evitar que uma pessoa sem HIV possa se infectar, seria uma das melhores ferramentas para o controle da epidemia do HIV e provavelmente para sua erradicação. Houve muitos ensaios de candidatas e em fins de 2009 tivemos o primeiro resultado de eficácia de uma candidata a vacina no mundo (ensaio RV 144, desenvolvido na Tailândia em 16.000 voluntários). Também foram descobertos vários anticorpos neutralizadores de amplo espectro, o que também pode levar à produção de candidatas a vacina que suscitem no organismo humano a produção destes anticorpos. Esta é uma área ativa de pesquisa e o maior investimento global é realizado pelos EUA através dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH). Há também organizações sem fins lucrativos como a IAVI (Iniciativa por uma Vacina contra a AIDS, EUA) que também realizam ensaios clínicos. A IAVI é uma organização parceira do DDST-AIDS e HV e de algumas organizações não governamentais. No Brasil houve ensaios de vacinas anti-HIV preventivas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. O Brasil já investiu nesta área, mas este investimento precisa ser revitalizado. Em 2008 o Ministro de Saúde anunciou a uma audiência internacional em Brasília o investimento de 25 milhões de reais em 4 anos, mas infelizmente esta iniciativa não foi realizada. Cabe lembrar que neste ano encerra o Plano Nacional de Vacinas 2008-2012. Na atualidade há somente um centro em São Paulo que pesquisa vacinas anti-HIV. Pensamos que é necessário estimular a organização de outros centros, de reforçar o existente em São Paulo e as iniciativas de pesquisa no Brasil. Uma vantagem da participação do Brasil nestes esforços globais seria o acesso prioritário e a possibilidade de melhor negociação de preços para este acesso, quando uma tal vacina for produzida.

2. Vacina terapêutica.
Estas candidatas são para pessoas com HIV e o objetivo é o de que possam controlar o HIV, pelo menos por um tempo, sem o uso de antirretrovirais. Como é sabido, estes medicamentos são muito eficazes no controle do HIV, mas exigem uma disciplina de ingestão constante e podem produzir efeitos adversos importantes. Ao contrário, uma vacina terapêutica permitiria o controle com uma administração de periodicidade anual ou maior. O controle mais simples do HIV nas pessoas com HIV possibilitaria uma vida normalizada e também o controle da infecção para os parceiros das pessoas com HIV, interrompendo a cadeia de transmissão. Esta é uma área de pesquisa importante no mundo. No Brasil houve um ensaio de Fase I realizado em Recife cujos resultados forma publicados em 2005 na revista Nature . Atualmente há um ensaio no Hospital das Clínicas da USP, cujos resultados serão anunciados no próximo ano.

3. Tratamento como Prevenção.
O uso de antirretrovirais para a prevenção da transmissão é comprovado desde 1995 com o controle da transmissão vertical, isto é da mulher grávida para seu bebê. Posteriormente em 1997 o uso foi estendido para a Profilaxia Pós Exposição por acidente ocupacional, isto é, para os trabalhadores de saúde que tiveram algum acidente no seu trabalho. Desde pelo menos o ano 2001 é conhecida a relação entre a probabilidade de infecção e a carga viral, ou taxa de presença de HIV no sangue. Ou seja uma pessoa com mais HIV pode uma pessoa sem HIV mais facilmente do que uma pessoa com menos HIV. Em particular, num artigo de janeiro de 2008 a Comissão Federal Suíça de AIDS manifestou que “as pessoas com HIV em tratamento com antirretrovirais, com carga viral indetectável e sem infecção de transmissão sexual há mais de seis meses não transmitem o HIV por relações sexuais”. Houve também vários estudos ecológicos que mostram o benefício de ter uma alta proporção de pessoas com HIV tomando antirretrovirais para diminuir a taxa de infecção pelo HIV numa cidade, região ou país. Em maio de 2011 foram divulgados os resultados iniciais do estudo HPTN-052 que mostrou os benefícios do tratamento com antirretrovirais como forma de prevenção da transmissão. O ensaio foi realizado em casais sorodiscordantes onde o parceiro infectado não apresentava indicação de tratamento. Os casais foram divididos em dois grupos: um grupo onde o parceiro infectado recebia tratamento imediatamente com antirretrovirais e o outro no qual o parceiro infectado só iniciava o tratamento quando tivesse indicação para tal. Observaram-se 96% de transmissões a menos no grupo que recebeu tratamento do que no grupo que teve o tratamento diferido! Ao mesmo tempo constatou-se um benefício clínico nas pessoas tratadas com a redução dos casos de Tuberculose Extrapulmonar. A importância destes resultados deve ser realçada. O Brasil participou deste ensaio através do IP Evandro Chagas da Fiocruz do Rio de Janeiro. São necessários ensaios para verificar a aceitabilidade por parte das pessoas com HIV do tratamento como prevenção e também para continuar a pesquisa neste campo, consolidando os resultados em outras populações.

4. Profilaxia Pré Exposição (PrEP)
Continuando na linha de prevenção da transmissão com antirretrovirais, houve ensaios de esta estratégia que consiste no uso diário por uma pessoa sem HIV de uma combinação de dois antirretrovirais. Há alguns ensaios que comprovaram a eficácia de esta estratégia em diferentes populações: IPrex (42% em homens que fazem sexo com homens), Partners (73 %, em casais de sexo diferente e sorodiscordantes), e TDF2 (63%, homens e mulheres heterossexuais ). O Brasil participou do ensaio IPrex através do IP Evandro Chagas da Fiocruz do Rio de Janeiro, Projeto Praça Onze da UFRJ no Rio de Janeiro e Hospital São Paulo e USP em São Paulo. São necessários ensaios para verificar a aceitabilidade por parte das pessoas sem HIV desta estratégia e também para continuar a pesquisa neste campo, sobre tudo na área de adesão que é um ponto fundamental desta ferramenta.

Por último não podemos deixar de mencionar a velocidade que a pesquisa para erradicação do organismo ou para cura funcional do HIV tem tomado no mundo desde há pelo menos três anos. O Brasil deve se engajar de algum modo nesta área, dado seu compromisso com a saúde e com o tratamento das pessoas com HIV. Cabe salientar que a pesquisa nesta área pode trazer contribuições essenciais à pesquisa para vacinas terapêutica e preventiva.

Conclusão
Na atualidade o Brasil apresenta mais de 12.000 mortes anuais por AIDS. É como se a cada dia um ônibus com 32 pessoas sofresse um acidente fatal! Mais de 30.000 pessoas são diagnosticadas com AIDS a cada ano. O uso do preservativo continua sendo a medida de prevenção mais importante neste campo, mas depois de vários anos comprova-se insuficiente para um controle mais profundo da epidemia do HIV. É necessário acrescentar a este recurso outros que atuem em combinação ou naqueles casos em que há uma rejeição parcial ou total ao uso do preservativo. As pesquisas listadas acima não são somente para realizar descobertas mas também para operacionalizar as novidades já obtidas no mundo. Isto pode ser especialmente útil nas populações mais atingidas pela epidemia, quais sejam os homens que fazem sexo com homens, travestis, transexuais, trabalhadores e trabalhadoras comerciais do sexo, usuários de drogas e população privada da liberdade. Estas populações são objeto de variadas discriminações no nosso país, mas são igualmente credoras do artigo 196 da Constituição Federal que estabelece o direito à saúde para todos os brasileiros e como é um dever do Estado.

Estamos à disposição para dirimir quaisquer dúvidas.

Assinam a presente carta todas as representações do Movimento Aids presentes na reunião: 

  • Alex Amaral – MCP
  • Alice Raquel Duarte – Fórum Aids Roraima 
  • Amauri Lopes - Fórum Paranaense Aids
  • Amujaci Brilhante - CAMS
  • Ana Cristina Oliveira - CAMS 
  • Antonio Alves Ferreira – Fórum Aids Ceará
  • Carlos Duarte - CNS 
  • Cledson Fonseca Sampaio - Fórum Paraense Aids
  • Dario Coelho – Fórum Ong aids ES
  • Elton Padilha - Rede de Jovens
  • Fábio Ribeiro – Fórum ONG BA
  • Francisco Erdivando de Oliveira – RNP+ Brasil
  • Jair Brandão - Fórum Ungass
  • Jasiel Pontes – CNS
  • Joel Valentim Alencar – Fórum Maranhão
  • Judite da Rocha – Fórum Ong aids de Tocantins
  • Luizabeth de Araújo Amorím – Articulação Aids em PE
  • Marcelo Lima de Menezes - Articulação Sergipana 
  • Márcia Leão – Fórum ONG aids RS
  • Márcia Ribas – Fórum ONG aids DF
  • Márcio Villard – Comitê de Vacinas
  • Marcos Fontes – CNAIDS
  • Maria Aparecida Lemos - MNCP
  • Maria de Lourdes Pires - Fórum Catarinense Aids
  • Maria Lucila Magno – Fórum Ong Aids SP
  • Moysés Toniolo – Rede + PLP
  • Nerimarcia Alves - Fórum Aids Mato Grosso
  • Réne Júnior - CAMS
  • Roberto Pereira - CNAIDS 
  • Rodrigo Pinheiro - CNS 
  • Rubens Raffo – Cômite de Vacinas
  • Sergio Cabral - Articulação Aids RN
  • Simoni Bitencourt - CNAIDS 
  • Solange Maria de Oliveira – Fórum Ong aids SE
  • Sueli Alves Barbosa – Fórum Minas Ong Aids
  • William Amaral - Fórum Aids do Rio de Janeiro