Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!

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3 anos de existência com vocês...

Ativismo Contra Aids/TB

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sábado, 6 de setembro de 2014

Malafaia fala , Marina obedece

  ELEIÇÕES - ÍNTEGRAS “Malafaia fala, Marina obedece, pois vê nisso a vontade de Deus”, diz Leonardo Boff Ele analisa, entre outros assuntos, o recuo da candidata em relação à criminalização da homofobia, a sua trajetória religiosa e a proximidade com uma economia neoliberal por Conceição Lemes, do Viomundo Leonardo Boff é um dos mais brilhantes e respeitados intelectuais do Brasil. Teólogo, escritor e professor universitário, expoente da Teologia da Libertação. Ficou conhecido pela sua história de defesa intransigente das causas sociais. Atualmente dedica-se sobretudo às questões ambientais. Ele conhece Marina Silva, candidata do PSB à Presidência da República, desde os tempos em que ela atuava no Acre e estava muito ligada à Teologia da Libertação. Acompanhou toda a sua trajetória. Em 2010, chegou a sonhar com uma representante dos povos da floresta, dos caboclos, dos ribeirinhos, dos indígenas, dos peões vivendo em situação análoga à escravidão, chegar a presidente do Brasil. Hoje, não. “Está ficando cada vez mais claro que Marina tem um projeto pessoal de ser presidente, custe o que custar”, observa Boff em entrevista exclusiva ao Viomundo. Para Boff, Marina acolheu plenamente o receituário neoliberal. “Ela o diz com certo orgulho inconsciente, sem dar-se conta do que isso realmente significa: mercado livre, redução dos gastos públicos (menos médicos, menos professores, menos agentes sociais etc), flutuação do dólar e contenção da inflação com a eventual alta de juros”, alerta. “Como consequência, arrocho salarial, desemprego, fome nas famílias pobres, mortes evitáveis. É o pior que nos poderia acontecer. Tudo isso vem sob o nome genérico de ‘austeridade fiscal’ que está afundando as economias da zona do Euro”. Sobre a autonomia do Banco Central prevista no programa de Marina, Boff detona: “Acho uma falta total de brasilidade. Significa renunciar à soberania monetária do país e entregá-la ao jogo do mercado, dos bancos e do sistema financeiro capitalista nacional e transnacional. A forma como o capital se impõe é manter sob seu controle os Bancos Centrais dos países”. Veja a íntegra da nossa entrevista. Nela, Leonardo Boff aborda o recuo de Marina em relação à criminalização da homofobia, a sua trajetória religiosa, a influência de Silas Malafaia, Neca Setúbal (Banco Itaú), Guilherme Leal (Natura) e do economista neoliberal Eduardo Gianetti da Fonseca. Também a autonomia formal do Banco Central e o risco de ela sofrer impeachment. Viomundo — Na última sexta-feira, Marina lançou o seu programa de governo, que previa o reconhecimento da união homoafetiva e a criminalização da homofobia. Bastou o pastor Malafaia tuitar quatro frases para ela voltar atrás. O que achou dessa postura? É cristão não criminalizar a homofobia, que frequentemente provoca assassinatos? Leonardo Boff — Está ficando cada vez mais claro que Marina tem um projeto pessoal de ser presidente, custe o que custar. Numa ocasião, ela chegou a declarar que um dos objetivos desta eleição é tirar o PT do poder, o que faz supor mágoas não digeridas contra o PT que ajudou a fundar. O Malafaia, líder da Igreja Assembleia de Deus à qual Marina pertence, é o seu Papa. O Papa falou, ela, fundamentalisticamente obedece, pois vê nisso a vontade de Deus. E, aí, muda de opinião. Creio que não o faz por oportunismo político, mas por obediência à autoridade religiosa, o que acho, no regime democrático, injustificável. Um presidente deve obediência à Constituição e ao povo que a elegeu e não a uma autoridade exterior à sociedade. Viomundo — Qual o risco para a democracia brasileira de alguém na presidência estar submissa a visões tão retrógradas em pleno século XXI, ignorando os avanços, as modernidades? Leonardo Boff — Um fundamentalista é um dos atores políticos menos indicado para exercer o cargo da responsabilidade de um presidente. Este deve tomar decisões dentro dos parâmetros constitucionais, da democracia e de um estado laico e pluralista. Este tolera todas as expressões religiosas, não opta por nenhuma, embora reconheça o valor delas para a qualidade ética e espiritual da vida em sociedade. Se um presidente obedece mais aos preceitos de sua religião do que aos da Constituição, fere a democracia e entra em conflito permanente com outros até de sua base de sustentação, pois os preceitos de uma religião particular não podem prevalecer sobre a totalidade da sociedade. A seguir estritamente nesta linha, pode acontecer um impeachment à Marina, por inabilidade de coordenar as tensões políticas e gerenciar conflitos sempre presentes em sociedades abertas. Viomundo — Lá atrás Marina Silva esteve ligada à Teologia da Libertação. Atualmente, é da Assembleia de Deus. O que o senhor diria dessa trajetória religiosa? O que representa essa guinada para o conservadorismo exacerbado? Leonardo Boff – Respeito a opção religiosa de Marina bem como de qualquer pessoa. Eu a conheço do Acre e ela participava dos cursos que meu irmão teólogo Frei Clodovis (trabalhava 6 meses na PUC do Rio e 6 meses na igreja do Acre) e eu dávamos sobre Fé e Política e sobre Teologia da Libertação. Aqui se falava da opção pelos pobres contra a pobreza, a urgência de se pensar e criar um outro tipo de sociedade e de país, cujos principais protagonistas seriam as grandes maiorias pobres junto com seus aliados, vindos de outras classes sociais. Marina era uma liderança reconhecida e amada por toda a Igreja. Depois, ao deixar o Acre, por razões pessoais, converteu-se à Igreja Assembleia de Deus. Esta se caracteriza por um cristianismo fundamentalista, pietista e afastado das causas da pobreza e da opressão do povo. Sua pregação é a Bíblia, preferentemente o Antigo Testamento, com uma leitura totalmente descontextualizada daquele tempo e do nosso tempo. Como fundamentalista é uma leitura literalista, no estilo dos muçulmanos. Politicamente tem consequências graves: Marina pôs o foco no pietismo e no fundamentalismo, na vida espiritual descolada da história presente e quase não fala mais da opção pelos pobres e da libertação. Pelo menos não é este o foco de seu discurso. A libertação para ela é espiritual, do pecado e das perversões do mundo. Com esse pensamento é fácil ser capturada pelo sistema vigente de mercado, da macroeconomia neoliberal e especulativa. Isso é inegável, pois seus assessores são desse campo: a herdeira do Banco Itaú Maria Alice (Neca), Guilherme Leal da Natura e o economista neoliberal Eduardo Gianetti da Fonseca. Os pobres perderam uma aliada e os opulentos ganharam uma legitimadora. E eu que em 2010 sonhava com uma representante dos povos da floresta, dos caboclos, dos ribeirinhos, dos indígenas, dos peões vivendo em situação análoga à escravidão, dos operários explorados das grandes fábricas, dos invisíveis, alguém que viria dos fundos da maior floresta úmida do mundo, a Amazônia, chegar a ser presidente de um dos maiores países do mundo, o Brasil?! Esse sonho foi uma ilusão que faz doer até os dias de hoje. Pelo menos vale como um sonho que nunca morre! Viomundo — O programa de Marina prevê autonomia ao Banco Central. O que acha dessa medida? Leonardo Boff — Eu me pergunto, autonomia de quem e para quem? Acho uma falta total de brasilidade. Significa renunciar à soberania monetária do país e entregá-la ao jogo do mercado, dos bancos e do sistema financeiro capitalista nacional e transnacional. Um presidente/a é eleito para governar seu povo e um dos instrumentos principais é o controle monetário que assim lhe é subtraído. Isso é absolutamente antidemocrático e comporta submissão à tirania das finanças que são cada vez mais vorazes, pondo países inteiros à falência como é o caso da Grécia, da Espanha, da Itália, de Portugal e outros. Viomundo — Essa medida expressa a influência de Neca Setúbal, herdeira do Itaú, no seu futuro governo? Leonardo Boff — Quem controla a economia controla o país, ainda mais que vivemos numa sociedade de “Grande Transformação” denunciada pelo economista húngaro-americano Karl Polaniy ainda em 1944 quando, como diz, passamos de uma sociedade com mercado para uma sociedade só de mercado. Então tudo vira mercadoria, inclusive as coisas mais sagradas como água, alimentos, órgãos humanos. A forma como o capital se impõe é manter sob seu controle os Bancos Centrais dos países. A partir desse controle, estabelecem os níveis dos juros, a meta da inflação, a flutuação do dólar e a porcentagem do superávit primário (aquela quantia tirada dos impostos e reservada para pagar os rentistas, aqueles que emprestaram dinheiro ao governo). Os bancos jogam um papel decisivo, pois é através deles que se fazem os repasses dos empréstimos ao governo e se cobram juros pelos serviços. Quanto maior for o superávit primário a alíquota Selic mais lucram. Pode ser que a citada Neca Setúbal tenha tido influência para que a candidata Marina acreditasse neste receituário, velho, antipopular, danoso para as grandes maiorias, mas altamente benéfico para o sistema macroeconômico vigente. Viomundo — As avaliações feitas até agora mostram que o programa econômico de Marina é o mesmo de Aécio Neves, candidato do PSDB à Presidência. São neoliberais. O que representaria para o Brasil o retorno a esse modelo? O senhor acha que, se eleita, o governo Marina teria conotações neoliberais? Leonardo Boff — Marina acolheu plenamente o receituário neoliberal. Ela o diz com certo orgulho inconsciente, sem dar-se conta do que isso realmente significa: mercado livre, redução dos gastos públicos (menos médicos, menos professores, menos agentes sociais etc), flutuação do dólar e contenção da inflação com a eventual alta de juros. Como consequência, arrocho salarial, desemprego, fome nas famílias pobres, mortes evitáveis. É o pior que nos poderia acontecer. Tudo isso vem sob o nome genérico de “austeridade fiscal” ,que está afundando as economias da zona do Euro e não deram certo em lugar nenhum do mundo, se olharmos a política econômica a partir da maioria da população. Dão certo para os ricos que ficam cada vez mas ricos, como é o caso dos EUA onde 1% da população ganha o equivalente ao que ganham 99% das pessoas. Hoje os EUA são um dos países mais desiguais do mundo. Viomundo – Foi amplamente divulgado que Marina consulta a Bíblia antes de tomar decisões complexas. Esta visão criacionista do mundo é compatível com um mundo laico? Leonardo Boff — O que Marina pratica é o fundamentalismo. Este é uma patologia de muitas religiões, inclusive de grupos católicos. O fundamentalismo não é uma doutrina. É uma maneira de entender a doutrina: a minha é a única verdadeira e as demais estão erradas e como tais não têm direito nenhum. Graças a Deus que isso fica apenas no plano das ideias. Mas facilmente pode passar para o plano da prática. E, aí, se vê evangélicos fundamentalistas invadirem centros de umbanda ou do candomblé e destruírem tudo ou fazerem exorcismos e espalharem sal para todo canto. E no Oriente Médio fazem-se guerras entre fundamentalistas de tendências diferentes com grande eliminação de vidas humanas como o faz atualmente o recém-criado Estado Islâmico. Este pratica limpeza étnica e mata todo mundo de outras etnias ou crenças diferentes das dele. Marina não chega a tanto. Mas possui essa mentalidade teologicamente errônea e maléfica. No fundo, possui um conceito fúnebre de Deus. Não é um Deus vivo que fala pela história e pelos seres humanos, mas falou outrora, no passado, deixou um livro, como se ele nos dispensasse de pensar, de buscar caminhos bons para todos. O primeiro livro que Deus escreveu são a criação e a natureza. Elas estão cheias de lições. Criou a inteligência humana para captarmos as mensagens da natureza e inventarmos soluções para nossos problemas. A Bíblia não é um receituário de soluções ou um feixe de verdades fixadas, mas uma fonte de inspiração para decidirmos pelos melhores caminhos. Ela não foi feita para encobrir a realidade, mas para iluminá-la. Se um fundamentalista seguisse ao pé da letra o que está escrito no livro Levítico 20,13 cometeria um crime e iria para a cadeia, pois aí se diz textualmente: “Se um homem dormir com outro, como se fosse com mulher, ambos cometem grave perversidade e serão punidos com a morte: são réus de morte”. Viomundo — Marina fala em governar com os melhores. É possível promover inclusão social, manter políticas que favorecem os mais pobres com uma política econômica neoliberal? Leonardo Boff — Marina parece que não conhece a realidade social na qual há conflitos de interesses, diversidade de opções políticas e ideológicas, algumas que se opõem completamente às outras. Lendo o programa de governo do PSB de Marina parece que fazemos um passeio ao jardim do Éden. Tudo é harmonioso, sem conflitos, tudo se ordena para o bem do povo. Se entre os melhores estiver um político, para aceitar seu convite, deverá abandonar seu partido e com isso, segundo a atual legislação, perderia o mandato. Ela necessariamente, se quiser governar, deverá fazer alianças, pois temos um presidencialismo de coalizão. Se fizer aliança com o PMDB deverá engolir o Sarney, o Renan Calheiros e outros exorcizados por Marina. Collor tentou governar com base parlamentar exígua e sofreu um impeachment. Viomundo — Marina é preparada para presidir um país tão complexo como o Brasil? Leonardo Boff — Eu pessoalmente estimo sua inteireza pessoal, sua visão espiritualista (abstraindo o fundamentalismo), sua busca de ética em tudo o que faz. Estimo a pessoa, mas questiono o ator político. Acho que não tem a inteligência política para fazer as alianças certas. O presidente deve ser uma pessoa de síntese, capaz de equilibrar os interesses e resolver conflitos para que não sejam danosos e chegar a soluções de ganha-ganha. Para isso precisa-se de habilidade, coisa que em Lula sobrava. Marina, por causa de seu fundamentalismo, não é uma pessoa de síntese, mas antes de divisão. Viomundo — A preservação efetiva do meio ambiente é compatível com o capitalismo selvagem dos neoliberais? Leonardo Boff — Entre capitalismo e ecologia há uma contradição direta e fundamental. O capitalismo quer acumular o mais que pode sem qualquer consideração dos bens e serviços limitados da Terra e da exploração das pessoas. Onde ele chega, cria duas injustiças: a social, gerando muita pobreza de um lado e grande riqueza do outro; e uma injustiça ecológica ao devastar ecossistemas e inteiras florestas úmidas. Marina fala de sustentabilidade, o que é correto. Mas deve ficar claro que a sustentabilidade só é possível a partir de outro paradigma que inclui a sustentabilidade ambiental, político-social, mental e integral (envolvendo nossa relação com as energias de todo o universo). Portanto, estamos diante de uma nova relação para com a natureza e a Terra, onde as medidas econômicas preconizadas por Marina contradizem esta visão. Temos que produzir, sim, para atender demandas humanas, mas produzir respeitando os limites de cada ecossistema, as leis da natureza e repondo aquilo que temos demasiadamente retirado dela. Marina quer a produção sustentável, mas mantém a dominação do ser humano sobre a natureza. Este está dentro da natureza, é parte dela e responsável por sua conservação e reprodução, seja como valor em si mesmo, seja como matriz que atende nossas necessidades e das futuras gerações. Ocorre que atualmente o sistema está destruindo as bases físico-químicas que sustentam a vida. Por isso, ele é perigoso e pode nos levar a uma grande catástrofe. E com certeza os que mais sofrerão, serão aqueles que sempre foram mais explorados e excluídos do sistema. Esta injustiça histórica nós não podemos aceitar e repetir. Link: http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/09/malafaia-fala-marina-obedece-pois-ve-nisso-vontade-de-deus-diz-leonardo-boff/  

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Cura psiquiátrica da homossexualidade.

Grata, Fabio, REPASSANDO... ---------- Mensagem encaminhada ---------- De: Fabio Grotz Data: 27 de maio de 2014 12:15 Assunto: O primeiro crime homofóbico no Brasil Para: Fabio Grotz Cursos de medicina no Brasil falam pouco sobre orientação sexual Importante principalmente por causa das pessoas na conversa. Clique para ensinar ao Gmail que esta conversa não é importante. Entrada x Fabio Grotz 15:19 (Há 15 horas) para Cco:mim Cursos de medicina no Brasil falam pouco sobre orientação sexual http://agenciapatriciagalvao.org.br/direitos-sexuais-e-reprodutivos/cursos-de-medicina-brasil-falam-pouco-sobre-orientacao-sexual/ Home  / Direitos sexuais e reprodutivos  /  23/05/2014 - 11:34 Email   -- Email to a friend Google+   0 Facebook   0 Twitter 0 (Veja, 23/05/2014) A maioria dos professores das faculdades de medicina brasileiras aborda temas relacionados à sexualidade em algum momento do curso. Eles, no entanto, destacam principalmente os aspectos biológicos e orgânicos, como as doenças sexualmente transmissíveis. Apenas uma pequena parte inclui assuntos como homossexualidade, violência sexual e homofobia nas disciplinas. Essa é a constatação de uma pesquisa feita na Universidade Estadual do Piauí (Uespi) e pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e publicada na edição deste mês da revista científica The Journal of Sexual Medicine. O estudo mostra que apenas 15% dos professores de medicina do país falam sobre homofobia em algum momento do curso, enquanto 88%% abordam o impacto das doenças e hábitos sexuais na vida dos pacientes. Os autores do trabalho submeteram um questionário a 207 docentes de 110 faculdades de medicina ao redor do Brasil. A maioria dos entrevistados ministrava aulas de ginecologia, urologia, psiquiatria e psicologia médica, que são as principais disciplinas que abordam a sexualidade nas universidades. Orientação sexual: Professores de faculdades médicas pouco abordam homossexualidade ou bissexualidade em suas aulas (Thinkstock) Dos entrevistados, 93,5% afirmaram tratar de sexualidade em suas aulas em algum momento do curso — principalmente no terceiro e quarto anos e em disciplinas clínicas, como ginecologia ou urologia. Por outro lado, apenas 3% ministram uma disciplina específica sobre sexualidade. Assuntos Quando questionados sobre quais temas relacionados à sexualidade incluíam em suas aulas, os professores disseram abordar principalmente aspectos biológicos. A maioria tratou do impacto de doenças na vida do paciente (88%); mecanismos do corpo envolvidos na relação sexual (78%); disfunção sexual (76%); e doenças sexualmente transmissíveis e aids (66%). A minoria trata de homofobia (15%); bissexualidade (36%); homossexualidade (47%) e violência sexual (47%). “Encontramos um número alto de professores que falam sobre sexualidade em suas aulas. Isso foi uma surpresa para mim. Eu imaginava que o assunto fosse menos abordado”, disse ao site VEJA a coordenadora do estudo, Andrea Rufino, professora de ginecologia e pesquisadora do Núcleo de Pesquisa e Extensão em Saúde da Mulher da Uespi. “Mas o olhar dos professores para a sexualidade ainda é muito biológico e pouco voltado para aspectos culturais e sociais do tema.” Diálogo Segundo Andrea Rufino, não abordar esses aspectos da sexualidade nos cursos de medicina pode ter uma série de impactos negativos. “Os alunos saem da faculdade despreparados para conversar com seus pacientes e se sentem constrangidos em perguntar sobre a vida sexual deles. Os cursos de medicina devem ensiná-los desde o início a abordar o tema de uma forma tranquila e acolhedora”, afirma. Muitas vezes, a orientação sexual do paciente ou o fato de ele já ter sido vítima de violência sexual ou homofobia podem ser determinantes na hora de um médico aconselhar um tratamento, indicar uma abordagem para prevenção de doenças ou solicitar determinados exames. “Por exemplo, a forma de conduzir um exame ginecológico pode ser diferente entre uma paciente que mantém relações sexuais com outra mulher em comparação a mulheres que se relacionam com homens ou que já tiveram filhos”, diz Andrea. “O médico precisa considerar a possibilidade de o paciente não ser heterossexual. Se o médico não pergunta ou não deixa o indivíduo à vontade, o paciente acaba não falando sobre sua orientação sexual.” Atendimento Outra situação em que a sexualidade deve ser abordada no consultório médico é quando o profissional recomenda o uso da pílula anticoncepcional. “Poucos professores ensinam a seus alunos sobre o significado cultural da pílula. Eles devem dizer que o método representa um direito reprodutivo e sexual da mulher, que a deixa livre para decidir quando quer engravidar”, diz. “Muitas jovens têm medo de usar anticoncepcional ou possuem tabus em relação à pílula.” Segundo a pesquisadora, sociedades médicas internacionais recomendam que a sexualidade seja abordada durante todo o curso de medicina e por disciplinas variadas, que devem comunicar-se entre si. “É preciso falar de todos os aspectos da sexualidade, desde a sexualidade em crianças e adolescentes até a orientação sexual dos pacientes. Isso diminuiria o preconceito e melhoraria o acesso de grupos minoritários, como os homossexuais, a um atendimento médico adequado”, diz. CONHEÇA A PESQUISA Título original: Sexuality Education in Brazilian Medical Schools Onde foi divulgada: periódico The Journal of Sexual Medicine Quem fez: Andrea Cronemberger Rufino, Alberto Madeiro e Manoel João Batista Castello Girão Instituição: Universidade Estadual do Piauí e Universidade Federal de São Paulo Resultado: Em aulas sobre temas ligados à sexualidade, professores das faculdades de medicina brasileira abordam mais aspectos biológicos e orgânicos. Poucos tratam do viés cultural e social do tema. Acesse o site de origem: Cursos de medicina no Brasil falam pouco sobre orientação sexual O primeiro crime homofóbico no Brasil http://historiahoje.com/?p=2469 Publicado em 26 de maio de 2014 por marcia O texto a seguir foi extraído do livro “História do Crime no Brasil”, que será lançado em 2015. A obra, organizada pelos historiadores Mary del Priore e Gian Carlo, contará com a participação de diferentes autores. Confira, em primeira mão, um trecho do artigo de Luiz Mott. Março de 1612: três navios franceses zarpam da Bretagne em direção ao Maranhão,  contando com o patrocínio da rainha regente Maria de Medicis, tendo a missão de fundar uma nova colônia no Brasil, a France Équinoxiale.   Sob o comando de Daniel de La Touche, Senhor de la Ravardière a expedição constava de aproximadamente 500 colonos  e quatro missionários da Ordem dos Capuchinhos. Após cinco meses de tumultuada navegação, desembarcam no Maranhão, celebrando-se a primeira missa na nova colônia aos 8 de setembro de 1612. Dão logo início à construção de um forte e  fundação da cidade de São Luís, em homenagem ao rei menino, Luís XIII. Poucos meses após sua chegada, promovem a execução de um índio homossexual, o primeiro crime homofóbico documentado no Brasil. No Brasil, particularmente entre os Tupinambá, a etnia mais numerosa que ocupava o litoral do Maranhão a Santa Catarina,  na  visão dos missionários e cronistas portugueses e franceses, os índios apresentavam sexualidade tão devassa que só podiam mesmo ser escravos do Diabo: nus, polígamos, incestuosos, sodomitas. Diz Gabriel Soares de Souza em 1587: “São os Tupi­nambá tão luxuriosos que não há pecado de luxúria que não cometam. Não contentes em andarem tão encarniçados na luxúria naturalmente cometida, são muito afeiçoadas ao pecado nefando, entre os quais se não tem por afronta. E o que se serve de macho se tem por valente e contam esta bestialidade por proeza. E nas suas aldeias pelo sertão há alguns que têm tenda pública a quantos os querem como mulheres públicas.” Já em  1557 o missionário protestante Jean de Lery refere-se à presença entre os Tupinambá de índios tibira, praticantes do pecado nefando de sodomia e em  1575 o franciscano André Thevet rotula-os deberdaches, termo de origem persa usado em todo mediterrâneo para descrever aos homopraticantes e transexuais. Tibira foi o termo genérico tupinambá alusivo àpersona homoerótica que teve maior difusão entre os moradores  do Brasil nos dois primeiros séculos de colonização, referido igualmente em alguns documentos da Inquisição, particularmente no Maranhão e Paraíba.  Foi portanto com vistas a  “purificar a terra de suas maldades” que os frades determinaram a procura e captura dos tibiras maranhenses, conseguindo  prender um infeliz que fugira para o mato. Certamente era um dos tais índios notórios “que têm tenda pública a quantos os querem como mulheres públicas”. Justificava-se essa extrema   intolerância homofóbica por parte dos capuchinhos devido ao receio de provocar a ira divina e os consequentes castigos contra a nova missão, daí a metáfora da purificação da terra extirpando o mau pecado pela raiz. A reivindicação do tibira cobrando que seus cúmplices também fossem executados revela surpreendente sentido de justiça igualitária, talvez  o réu estivesse sugerindo que entre os principais chefes que o condenavam à pena de morte, havia alguns que frequentavam seus serviços homoeróticos. O desfecho desta execução revela o farisaico cuidado dos religiosos em mascarar suas responsabilidades sobre essa morte, a qual,  malgrado sua simulada conformidade com os tradicionais procedimentos judiciais, tinha as cartas previamente marcadas para seu sangrento desfecho:  “Terminado o processo e proferida a setença, cuidou-se em sua alma dizendo-se-lhe, que se ele recebesse o batismo, apesar de sua má vida passada, iria direto para o Céu apenas sua alma se desprendesse do corpo. Acreditou nessas palavras, e pediu o batismo. Frei Yves D’Évreux fornece-nos pitoresco detalhe sobre a importância do tabaco (petum em lingua tupinambá)  entre os nativos:  “Este infeliz condenado recebeu as consolações de muito boa vontade, e antes de caminhar para o suplício disse aos que o acompanhavam: ‘Vou morrer, não mais os verei, não tenho mais medo de Jurupari pois sou filho de Deus, não tenho que prover-me de fogo, de farinhas, de agua e nem de ferramenta alguma para viajar além das montanhas, onde cuidais que estão dançando vossos pais. Dai-me porém um pouco petum para que eu morra alegremente, com a palavra firme e sem o medo que me estufa o estômago”. Deram-lhe o que ele pediu, à semelhança dos que vão ser justiçados, aos quais também se dá pão e vinho, costume não deste tempo e sim desde a mais remota antiguidade,  pois então se oferecia aos criminosos vinho com mirra e ópio para provocar o sono dos pacientes. Feito isto, levaram-no para junto da peça montada na muralha do forte de São Luís, junto ao mar, amarraram-no pela cintura à boca da peça, e o Cardo Vermelho lançou fogo à escova, em presença de todos os principais, dos selvagens e dos franceses, e imediatamente a bala dividiu o corpo em duas porções, caindo uma ao pé da muralha, e outra no mar, onde nunca mais foi encontrada.” Não temos notícia no Brasil de outros criminosos que tivessem sido executados na boca de uma canhão, nem de outro réu que tivesse solicitado pitar como seu último desejo,  misericordiosamente atendido pelos algozes. – Luiz Mott “Índios em suas cabanas”, de Johann Moritz Rugendas.  Esse post foi publicado em História do Brasil e marcado homossexualidade, índio, religião, violência pormarcia. Guardar link permanente. UMA IDEIA SOBRE “O PRIMEIRO CRIME HOMOFÓBICO NO BRASIL”

domingo, 9 de junho de 2013

 

@EmdiaComaCIDADANIA   

#BOLSA ESTUPRO: #DILMA É REFÉM DOS #TALIBÃS.

 
09 de junho de 2013 #284

 

 BOLSA ESTUPRO: DILMA É REFÉM DOS TALIBÃS. 

TEREMOS UM ESTADO QUE PAGA PARA AS MULHERES 

ESTUPRADAS TEREM O FILHO DESTE ESTUPRO?

A situação dos índios terena é grave e preocupante. Um já morreu e outro foi baleado. 110 soldados da Força Nacional foram destacados para MS. O prazo para a desocupação da fazenda Buriti termina hoje, sábado. No Planalto, ontem, , negociou com índios do Pará sobre a Usina de Belomonte. Índio não quer apito e o pau vai comer
No Rio, uma adolescente matou a mãe dormindo e incendiou seu corpo, por causa de um seguro de 15 mil reais e por a mãe se opor ao namoro dela com o namorado, coautor do crime. Ele pode pegar de 20 a 30 anos. Ela, no máximo três, em regime socioeducativo.

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Em São Paulo, a última moda é incendiar a vítima que estiver com pouca grana.

Em Brasília, a A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou o "bolsa estupro", também conhecido como "Estatuto do Nascituro", que oferecerá dinheiro à mulher estuprada para que ela não aborte o feto, em caso de gravidez, quando este é um dos poucos motivos em que a lei permite o aborto. A proposta, além de absurda, ainda pretende que o estuprador assuma a paternidade da criança, ignorando plenamente a mulher que, aqui, servirá apenas como receptáculo e venderá o filho, na verdade, pois vai tê-lo em troca de dinheiro.

E, como perguntaram no Facebook; o que a mãe responderá quando a criança perguntar onde ela e seu pai se conheceram?

É mais uma dos neoevangélicos que cada vez crescem mais, no Congresso Nacional. Essa semana, Silas Malafaia colocou mais de 50 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, para se manifestar contra o casamento homoafetivo .

Agora é esta vexaminosa, indecente e inconstitucional, "bolsa estupro", coisifica a mulher, diante do silêncio absoluto do Palácio do Planalto, refém do PMDB banda podre e dos neopentecostais.

São talibãs. Parem e pensem no que dizem sobre a mulher, a liberdade, o livre arbítrio. Tenho certeza de que eu estaria no paredón, se algum dia eles chegassem à Presidência da República.

OBS: Na última terça-feira a CNBB promoveu um ato a favor da aprovação do projeto.

NO PASARÁN!

A gente tem que começar a sair às ruas pelo Estado laico, que é o que diz a constituição do país.

As feministas cariocas já começaram a se mexer contra o tal estatuto, e nas escadarias da Câmara dos Vereadores, na Cinelândia, dia 10, segunda-feira, convocam tod@s, ao meiodia, para repudiar o projeto.

O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, encabeçado pela ministra Eleonora Menicucci, já se manifestou contra e Lucia Rincón, integrante do Conselho, disse a O Globo, que as entidades devem apelar ao STF, se o projeto for aprovado, por ser inconstitucional.

É preciso lembrar que o silêncio do Palácio quanto aos absurdos ditos e feitos pelos neoevangéilcos tem a ver com a frase de Dilma quando em campanha, para esses evangélicos:

que não faria nada contra a "família brasileira". No século XXI a pergunta é: qual das famílias brasileiras? Teremos um Estado que vai pagar para as mulheres estupradas terem o filho deste estupro. É isso mesmo?

Na onda "os evangélicos estão chegando", o governo demitiu o médico infectologista Dirceu Greco do cargo de diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde. O motivo: uma campanha publicitária sobre a Aids, feita pelas próprias prostitutas, que dizia "Sou feliz sendo prostituta".

Bem diferente de ser feliz por ser prostituta, como os neopentecostais tentaram fazer crer/ ler. O ministro Alexandre Padilha demitiu Greco e o país vem retrocedendo nas conquistas já efetuadas.

Tia Dilma é uma caretona, se vocês querem saber.

Inflação pelas ruas. Começa a corroer os salários e a atingir o carrinho de supermercado que, em muitos casos, virou cesta.

O dólar sobe; agência americana vai rebaixar o Brasil, que teve crescimento pífio. Não sei o motivo de Guido Mantega continuar ministro.

Hoje no CURTIR TAMBÉM É CIDADANIA, Tomzé canta "Noite de meu bem", em interpretação surpreendente da música de Dolores Duran, que, ontem, teria feito 83 anos.

Aguardo vocês no site, onde também saberão que aquele direitista e demandista que me persegue a o site há mais de sete anos, conseguiu, via tribunal de Itaperuna, onde ele não mora, que eu fosse obrigada a tirar um post de 3 de maio de 2010 do ar ( em que a associação que leva seu nome atentou judicialmente contra a Lei Áurea, pedindo ressarcimento pecuniário para os descendentes dos escravocratas, que não foram remunerados por perderem seus "bens").

Quem acompanha o site sabe quem é. Mas assim como tirei o post sob pena de mil reais diários, também não posso falar no nome dele no site, sob multa do mesmo valor.

Se fosse prisão, eu não obedeceria.

Bom domingo!

Em Dia Com A Cidadania - 2008 - Todos os direitos reservados

 

 

 

sexta-feira, 22 de março de 2013

Uma medalha de honra para Malafaia? #CMrj


Amig@,

A CÂmara Municipal do Rio de Janeiro acaba de escolher o pastor Silas Malafaia para receber a medalha Pedro Ernesto, o prêmio mais importante dado pela cidade do Rio de Janeiro.

Malafaia, como você deve saber, é conhecido por ser abertamente homofóbico e incitar o ódio e a violência contra gays, lésbicas, bissexuais e pessoas trans. Há alguns dias, ele chegou a dizer que "ama os homossexuais como ama os assassinos".

Eu acabo de assinar uma petição, exigindo que a Câmara Municipal revogue essa premiação imediatamente.

Por favor, junte-se a mim e assine:

www.allout.org/pt/malafaia
7.710 pessoas apoiam essa campanha. Ajude-nos a chegar a 10.000 assinaturas
Publicado em 20 de março: Na semanada passada, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro escolheu Silas Malafaia para receber a medalha Pedro Ernesto, "a principal homenagem que o Rio de Janeiro presta a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional".

Malafaia é conhecido por suas declarações absurdas e pelas mentiras que usa para promover a discriminação contra gays, lésbicas, bissexuais e pessoas trans.

Não importa onde você mora: exija que a Câmara Municipal do Rio de Janeiro revogue essa homenagem agora!



O Rio de Janeiro acaba de dar sua maior homenagem ao pastor Silas Malafaia, conhecido por incitar o ódio e a violência contra pessoas LGBT. Exija a revogação dessa premiação agora!

Para: Câmara Municipal do Rio de Janeiro

Vocês acabam de agraciar o pastor Silas Malafaia com a medalha Pedro Ernesto, a homenagem mais importante dada pela cidade do Rio de Janeiro.

A pergunta é: um cidadão abertamente homofóbico, conhecido por incitar a violência e o ódio contra as pessoas LGBT, merece uma medalha de honra da cidade que se diz "o melhor destino gay do mundo"?

Eu sou contra essa premiação e exijo a imediata revogacão da medalha concedida ao pastor Silas Malafaia.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

#TEcontei? #MuriloDUARTE #GPVSP



Soft / TE CONTEI ? (Te lo dije?) 17 de fevereiro... ? (17 de febrero ...?) / “Me senti na obrigação de dar o meu ponto de vista”, diz Gabi.("Me sentí obligado a dar mi punto de vista", dice Gabi.) / Assumidos podem ser menos estressados (¿Se puede hacer menos hincapié en) / A camisinha não é culpada (El condón no es culpable) / O sumiço das baianas nas escolas de samba. (La desaparición de las escuelas de samba bahiana)









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Te lo dije?
17 de febrero finaliza el horario de verano
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A PSICOLOGIA REPUDIA MALAFAIA
O Conselho Federal de Psicologia (CFP), órgão máximo de fiscalização e regulamentação da profissão no país, lançou nota em repúdio as declarações do pastor Silas Malafaia no Programa da Gabi (SBT) do último domingo (03/01).
A nota prefere referir-se ao pastor como “graduado em Psicologia”, ao contrário de “psicólogo”, como Malafaia gosta de proclamar. Lamenta a existência de “um profissional que defenda UMA POSIÇÃO DE RETROCESSO que chega a ser quase INQUISITÓRIO, colocando como vertentes do seu PENSAMENTO A EXCLUSÃO e o preconceito na leitura dos Direitos Humanos.” (destaques nossos).
Garantindo que o CFP preza pelo respeito da diversidade e à livre orientação sexual, a nota termina enfatizando:
“A atitude desrespeitosa de Malafaia com homossexuais ressalta um tipo de comportamento preconceituoso que não se insere, em hipótese alguma, no tipo de sociedade que a Psicologia vem trabalhando para construir com outros atores sociais igualmente sensíveis e defensores dos Direitos Humanos. O Brasil só será um país democrático, de fato, se incorporar valores e práticas para uma cidadania plena, sem nenhum tipo de discriminação. Exatamente o oposto do que prega o referido pastor.”
LEIA A ÍNTEGRA DA NOTA:
07/02/2013 - 16:24, atualizado em 08/02/2013 -8:53
CFP se posiciona contrariamente às declarações de Silas Malafaia
Pastor foi entrevistado durante programa exibido pelo SBT no último domingo.
..O Conselho Federal de Psicologia (CFP) manifesta publicamente seu repúdio às declarações do pastor Silas Malafaia feitas no último domingo (3/2), durante um programa de entrevistas exibido pelo SBT. Em sua participação, o pastor evangélico agrediu a perspectiva dos Direitos Humanos a uma cultura de paz e de uma sociedade que contemple a diversidade e o respeito à livre orientação – objetos da atuação da Psicologia, que se pauta na defesa da subjetividade das identidades.
As declarações de Malafaia, que é graduado em Psicologia, afrontam a construção das lutas da categoria ao longo dos anos pela defesa da diversidade. É lamentável que exista um profissional que defenda uma posição de retrocesso que chega a ser quase inquisitório, colocando como vertentes do seu pensamento a exclusão e o preconceito na leitura dos Direitos Humanos.
Ao alegar que a homossexualidade é uma questão de comportamento, o pastor se mostra contrário às bandeiras levantadas pela Psicologia, especialmente no que tange a Resolução CFP nº 001/99, estabelece normas de conduta profissional para o psicólogo na abordagem da orientação sexual, visando garantir um posicionamento de acordo com os preceitos éticos da profissão e a fiel observância à promoção dos direitos humanos. Considera que a homossexualidade não constitui doença, desvio ou perversão, posto que diferentes modos de exercício da sexualidade fazem parte das possibilidades de existência humana.
O dispositivo busca contribuir para o desaparecimento das discriminações em torno de práticas homoeróticas e proíbe as psicólogas (os) de proporem qualquer tratamento ou ação a favor de uma ‘cura’, ou seja, práticas de patologização da homossexualidade. Infelizmente, nada disso soa em consonância com o discurso de Silas Malafaia.
A Resolução declara, ainda, que é um princípio da (o) psicóloga (o) o respeito à livre orientação sexual dos indivíduos e o apoio à elaboração de formas de enfrentamento no lidar com as realidades sociais de maneira integrada. É dever do profissional de Psicologia fornecer subsídios que levem à felicidade e o bem-estar das pessoas considerando sua orientação sexual.
Esse tipo de manifestação da homofobia na sociedade brasileira contribui para a violação dos direitos humanos de parcela significativa da população. Vale lembrar que esses tipos de casos resultaram, no ano de 2011, em 278 assassinatos motivados por orientação sexual, de acordo com o Disque Direitos Humanos (Disque 100).
Dessa forma, podemos entender que a construção sócio-histórica da figura do homossexual como anormal que precisa ser corrigido e, por vezes, exterminado para a manutenção dos valores e do bem estar social, ainda se faz presente em nossa sociedade. Entretanto, a violência destinada a sujeitos que têm suas sexualidades consideradas como ‘desviantes’ não se resume a agressões e assassinatos. De fato, tais manifestações só se tornam possíveis a partir de uma rede de discursos que os colocam como inferiores, vítimas de sua própria existência. Esses discursos e práticas são, então, ações de extermínios de subjetividades indesejadas.
Com base nessa realidade, é também uma tarefa da Psicologia contribuir para o enfrentamento da homofobia e suas repercussões sociais. A importância dessa ação é tanta, que em novembro de 2012 o CFP assinou um termo de cooperação com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) para tratar do tema por meio de Comitês de Enfrentamento à Homofobia e da Campanha Faça do Brasil um Território Livre da Homofobia.
A atitude desrespeitosa de Malafaia com homossexuais ressalta um tipo de comportamento preconceituoso que não se insere, em hipótese alguma, no tipo de sociedade que a Psicologia vem trabalhando para construir com outros atores sociais igualmente sensíveis e defensores dos Direitos Humanos. O Brasil só será um país democrático, de fato, se incorporar valores e práticas para uma cidadania plena, sem nenhum tipo de discriminação. Exatamente o oposto do que prega o referido pastor.
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“Me senti na obrigação de dar o meu ponto de vista”, diz Gabi sobre entrevista com Malafaia
"Me sentí obligado a dar mi punto de vista", dice Gabi en entrevista con Malafaia 
http://mauriciostycer.blogosfera.uol.com.br/files/2013/02/GabiMalafaia.jpg
Dois dias depois de exibida pelo SBT, a entrevista de Marília Gabriela com o pastor Silas Malafaia ainda rende comentários. Em conversa com o UOL, a apresentadora reconheceu ter adotado um comportamento pouco comum ao manifestar, no meio da entrevista, uma opinião crítica sobre o que dizia o entrevistado. “Quis dar um equilíbrio à entrevista”, diz.
“Nunca tinha visto o Malafaia falando. Só havia lido. E entendi porque ele faz tanto sucesso como pastor. É muito enfático”, afirma Gabi. “Por isso, me senti na obrigação de dar o meu ponto de vista, uma coisa que não costumo fazer.”
Num momento da entrevista, Malafaia disse: “Eu não acredito que dois homens possam criar uma criança perfeita. Não acredito que dois homens ou duas mulheres tenham capacidade para desenvolver um ser humano”. Ao que a jornalista disse: “Você é Deus, Silas. Você já está julgando e préjulgando”.
Em outro momento da conversa, o pastor afirmou: “Amo os homossexuais como amo os assassinos”. Ao final da conversa, Gabi observou: “Que o meu Deus, que eu não sei se é igual ao seu, te perdoe”.
O “De Frente com Gabi” deste domingo deixou o SBT em segundo lugar, atrás da Globo, à frente da Record com alguns décimos de vantagem (6,3 pontos contra 5,9). No Rio, em especial, o programa “bombou”, marcando 12 pontos, contra 13 da Globo e 2,6 da Record.
Apesar do sucesso e da enorme repercussão do encontro, a jornalista diz não ter a menor intenção de voltar a ficar cara a cara com Malafaia. “Não tão cedo”, diz.
Dos días después de SBT parece Marilia Gabriela entrevista con el Pastor Silas Malafaia comentarios todavía rendimientos. En declaraciones a UOL, el presentador reconoció haber adoptado un comportamiento inusual de manifestar, en medio de la entrevista, una opinión crítica acerca de lo que el entrevistado dijo. "Quería dar un equilibrio a la entrevista", dice.
"Nunca he visto al hablar Malafaia. Sólo había leído. Y entiendo por qué tiene tanto éxito como pastor. Es muy contundente ", dice Gabi. "Por lo tanto, me sentí obligado a dar mi punto de vista, algo que no suelo hacer".
En la entrevista, Malafaia dijo: "No creo que dos hombres pueden crear un hijo perfecto. No creo que dos hombres o dos mujeres son capaces de desarrollar un ser humano. "Cuando el periodista dijo: "Tú eres Dios, Silas. Ya estás juzgando y perjudicar ".
En otro momento de la conversación, el pastor dijo: "Yo amo a los homosexuales amor como asesinos". Al final de la conversación, Gabi dijo: "Que mi Dios, yo no sé si es la misma que la tuya, te perdono."
El "Frente con Gabi" este domingo dejó SBT en el segundo lugar detrás del globo, antes de la grabación con pocas décimas de ventaja (6,3 puntos frente a 5,9). En Río, en particular, el programa "sacudido", anotando 12 puntos, contra 13 del Globo y Record 2.6.
A pesar del éxito y la enorme repercusión de la reunión, el periodista dice que no tiene intención de volver a estar cara a cara con Malafaia. "No en el corto plazo", dice.

Assumidos podem ser menos estressados
¿Se puede hacer menos hincapié en

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Homossexuais assumidos podem ser menos estressados

“Sair do armário” pode fazer bem à saúde: em estudo feito por pesquisadores do Hospital Louis H. Lafontaine (afiliado à Universidade de Montreal, Canadá), homo e bissexuais que se assumiram para familiares e amigos apresentavam níveis menores de cortisol, um hormônio que indica estresse.
A equipe testou 87 homens e mulheres (sendo 41 heterossexuais) com idade média de 25 anos, por meio de questionários psicológicos e análises de amostras de sangue, saliva e urina para medir estresse. “Contrariando nossas expectativas, homens gays e bissexuais tinham menos sintomas depressivos e menor carga alostática (uma medida de estresse corporal) do que homens heterossexuais”, aponta o pesquisador Robert-Paul Juster.
Na província do Quebec (leste do Canadá), muitos homossexuais franceses se sentem mais acolhidos do que em seu país de origem, onde atualmente há um intenso debate sobre a legalização do casamento gay e da adoção por casais homoafetivos. “Como os participantes deste estudo possuem direitos canadenses progressistas, podem estar naturalmente mais saudáveis e fortes”, explica – assim, o quão saudável “sair do armário” pode depender de onde a pessoa está.
“Sair do armário já não é uma questão de debate popular, mas de saúde pública”, destaca Juster. “Internacionalmente, sociedades precisam facilitar essa autoaceitação promovendo tolerância, políticas progressistas, e dissipando estigmas de todas as minorias”.
Questionado sobre a amostra aparentemente pequena, Juster explicou que, considerando-se os custos (cada participante recebeu U$ 500 – cerca de R$ 1 mil), o número foi “respeitável”. Além disso, ele acrescentou que, em estudos neurológicos, é comum buscar informações mais detalhadas em grupos menores, em comparação com pesquisas epidemiológicas.[The Telegraph] [NY Daily News] [Psychosomatic Medicine]
Los homosexuales pueden ser menos estresado
"Salir" se puede hacer el bien a su salud: estudio realizado por investigadores del Hospital Louis H. Lafontaine (afiliado a la Universidad de Montreal, Canadá), gays y bisexuales que salió a la familia y amigos tenían niveles más bajos de cortisol, una hormona que indica la tensión.
El equipo probó 87 hombres y mujeres (heterosexuales y 41) con una edad media de 25 años, por medio de cuestionarios psicológicos y análisis de muestras de sangre, saliva y orina para medir el estrés. "Los hombres Contrariamente a nuestras expectativas, gays y bisexuales tenían menos síntomas depresivos y baja carga alostática (una medida del estrés del cuerpo) que los hombres heterosexuales", dice el investigador Robert-Paul Juster.
En la provincia de Quebec (este de Canadá), muchos homosexuales franceses se sienten más satisfacción que en su país de origen, donde en la actualidad existe un intenso debate sobre la legalización del matrimonio gay y la adopción por parte de parejas homosexuales. "A medida que los participantes en este estudio tienen progresistas derechos canadienses, puede ser más natural y saludable y fuerte", explica - bueno, lo saludable "salir del closet" puede depender de si la persona es.
"Al salir no es una cuestión de debate popular, pero la salud pública", dijo Juster. "A nivel internacional, las empresas deben facilitar esta tolerancia promover la auto-aceptación, la política progresista, y disipar los estigmas de todas las minorías".
Preguntado acerca de la muestra aparentemente pequeña, Juster explicó que, teniendo en cuenta los costos (cada participante recibió $ 500 - alrededor de $ 1000), el número era "respetable". Además, agregó que en los estudios neurológicos, es común para buscar más información en grupos más pequeños, en comparación con los estudios epidemiológicos. [The Telegraph] [NY Daily News] [Medicina Psicosomática]

A camisinha não é culpada por sexo morno, diz pesquisa

El condón no es culpable del calentamiento sexo, dice estudio

Não culpe a camisinha! (Foto: iStock)

Muita gente adora culpar a camisinha quando fala de sua performance sexual. “Chupar bala com papel” e outras comparações são feitas sempre para justificar a falta o uso desse acessório tão necessário no sexo, mas será que ela é mesmo a culpada por destruir a libido de homens e mulheres?
Não, não é! O pesquisador Debby Herbenick, da Universidade Indiana, nos Estados Unidos, liderou um estudo com homens e mulheres entre 18 e 59 anos para ver se esse papo de que sexo de camisinha não é tão prazeroso quanto sem e obteve as seguintes respostas: a maioria dos entrevistados acredita que o sexo seguro é altamente excitante e prazeroso.
Além disso eles descobriram que os homens costumam ter mais facilidade para lidar com o preservativo do que as mulheres – afinal são eles quem o “vestem” - e que manter a ereção na hora de colocar a camisinha não é um problema.
Por outro lado, mulheres não têm experiência alguma em notar se o preservativo está lubrificado ou seco, o que pode ser um problema em relação a camisinhas velhas, secas e que têm mais chances de rasgar. O pesquisador acredita que as mulheres precisam se familiarizar com o ítem para conseguirem se proteger mais e dar ideias de segurança para o homem.
É bom lembrar que até no sexo oral é necessário o uso da camisinha, já que o fluído liberado na ejaculação pode conter doenças, além de problemas não visíveis aos olhos que podem ser passados pelo contato com a mucosa bucal.
No culpe al condón! (Foto: iStock) Mucha gente ama a culpar al condón cuando habla de su desempeño sexual. "Suck bala con papel" y otras comparaciones se hacen siempre para justificar el uso de esta falta accesorio muy necesario el sexo, pero ella realmente tiene la culpa de la destrucción de la libido de los hombres y las mujeres?

No, no lo es! El investigador Debby Herbenick, de la Universidad de Indiana, EE.UU., dirigió un estudio con hombres y mujeres de entre 18 y 59 años para ver si esta charla que el sexo con preservativo no es tan agradable como fuera y tiene las siguientes respuestas: la mayoría los encuestados creen que el sexo seguro es muy excitante y placentero.
Además encontraron que los hombres tienden a ser más fácil tratar con el condón que las mujeres - después de todo, eres el único que "desgaste" - y mantener una erección al ponerse el preservativo no es un problema.
Por otro lado, las mujeres no tienen ninguna experiencia en darse cuenta si el condón está lubricado o seco, que puede ser un problema con los condones viejos, seco y es más probable que se rompa. El investigador cree que las mujeres deben familiarizarse con el tema que puedan protegerse a sí mismos y dar más ideas de seguridad para el hombre.
Es bueno recordar que el sexo oral es necesaria en el uso de condones, ya que el fluido liberado durante la eyaculación puede contener las enfermedades y problemas que no son visibles para el ojo que puede transmitirse a través del contacto con la mucosa oral.


La desaparición de las escuelas de samba bahiana
Do O Globo
Elas estão sendo arrancadas das fileiras de suas escolas por igrejas evangélicas, que demonizam o samba e o carnaval
Luiz Antonio Simas
Em um samba belíssimo, que embalou o carnaval de 1984 da Unidos de Vila Isabel, Martinho da Vila fala dos sonhos da velha baiana, “que foi passista/brincou em ala/dizem que foi o grande amor do mestre-sala”.
Poucos versos abordam com mais felicidade a ideia da escola de samba como uma instituição comunitária, forjadora de elos entre segmentos populares que, à margem das benesses do poder instituído, inventaram mundos e, desta maneira, se apropriaram da vida e produziram cultura. A moça passista, que desfilou como componente de ala, chegou ao final da trajetória ungida baiana, matriarca do samba e de sua gente simples.
Ocorre hoje, porém, um problema da maior gravidade nas escolas de samba, amplamente comentado no meio e, infelizmente, pouco repercutido na imprensa: a velha baiana corre o risco de desaparecer, arrancada das fileiras de sua escola pela conversão às igrejas evangélicas que, cada vez mais fortes, demonizam o samba, o carnaval e suas práticas.
O problema atinge, sobretudo, as escolas mais pobres, que contam basicamente com os componentes das próprias comunidades para fazer o carnaval. São inúmeros os casos de passistas, ritmistas e, sobretudo, baianas, que abandonaram os desfiles atendendo a determinações de pastores. Diversas escolas de pequeno porte já entram na avenida perdendo pontos, pois o regulamento dos desfiles exige um número mínimo de baianas para o cortejo. Onde elas estão? Nas igrejas, ouvindo pregações apocalípticas contra a festa.
Atribuindo ao carnaval um perfil maligno, fundamentando suas críticas em uma arraigada noção de pecado e em uma vaga ideia de redenção, estes líderes religiosos retiram do ambiente das escolas personagens que, até então, tinham ali construído seus elos comunitários mais bonitos. É pecado sambar?
É evidente que tal prática se inscreve numa disputa pelo mercado da fé, cujo motor é o combate pelo maior número possível de fiéis. É óbvio, também, que as escolas de samba têm fortes raízes fincadas nas religiosidades afro-ameríndias, notoriamente na Umbanda e no Candomblé. Sabemos, por exemplo, que algumas baterias de grandes escolas desenvolveram seus toques característicos a partir dos ritmos consagrados aos orixás. A guerra aberta às escolas de samba deve ser compreendida, portanto, em um panorama mais amplo: é um capítulo da guerra santa travada por fundamentalistas cristãos contra as práticas culturais e religiosas dos descendentes de africanos no Brasil.
O efeito é perverso. Ao construir um discurso de salvação, alicerçado em promessas de tempos melhores, os fundamentalistas da fé buscam matar exatamente o que, durante muito tempo, deu a estas pessoas a noção de pertencimento. Não basta, para os arautos do fanatismo, construir uma nova referencia; é necessário matar o que veio antes, arrasar a terra, negar o outro, destruir a tradição. Conhecemos este filme e o final não é feliz.
Resta botar a boca no trombone e torcer para que no peito da velha baiana do samba do Martinho, aquela que cresceu, amou o mestre-sala e envelheceu dentro de sua escola, o arrepio do surdo de marcação, a harmonia do cavaco e os desenhos dos tamborins superem as trombetas da intolerância.
 Afinal de contas, não é pecado sambar e celebrar a vida.
Luiz Antonio Simas é professor de História
El viejo Bahia desaparecer de la pasarela
Ellos están siendo sacados de las filas de sus escuelas por las iglesias evangélicas que demonizan la samba y el carnaval
Antonio Luiz Simas
En una hermosa samba, que abarrotó el carnaval de 1984, los Estados Unidos de Vila Isabel, Martinho da Vila habla de los sueños del viejo Bahía ", que era bailarín / bromeó en la sala / decir que fue el gran amor del maestro de ceremonias".
Pocos versos acuerdo con la idea de la felicidad más escuela de samba como una institución comunitaria, forjador de enlaces populares entre los segmentos, los márgenes de botín de poder establecidas, inventó mundos y, por tanto, se apropió de la vida y la cultura producida. El bailarín joven, que desfiló como una sala de componentes, ha llegado al final de la trayectoria ungido Bahia, matriarca de la samba y sus gentes sencillas.
Ocurre hoy en día, sin embargo, un problema más grave de las escuelas de samba, ampliamente difundido en el medio y desgraciadamente poco reflejada en la prensa: el viejo Bahia se encuentra en peligro de desaparecer, sacado de las filas de su escuela por la conversión a las iglesias evangélicas que cada vez más fuerte, demonizar samba, el carnaval y sus prácticas.
El problema afecta principalmente a las escuelas más pobres, que dependen principalmente de los componentes de las mismas comunidades para hacer el carnaval. Existen innumerables casos de bailarines, tamborileros y especialmente de Bahía, que dejaron los desfiles que sirven determinaciones pastores. Varias escuelas pequeñas ahora entrar en los puntos avenida perdiendo porque la regulación de los desfiles requiere un número mínimo de Bahía para la procesión. ¿Dónde están? En las iglesias, escuchando la predicación apocalíptica contra el partido.
Asignación de un perfil a la maldad carnaval, basando su crítica en un sentido arraigado del pecado y una vaga idea de la redención, estos líderes religiosos se derivan del entorno de caracteres escuelas que, hasta entonces, se habían construido sus vínculos con la comunidad más agradable. Es pecado sambar?
Es evidente que esta práctica forma parte de una disputa de mercado de la fe, cuyo motor está luchando con el mayor número de fieles. Es evidente, también, que las escuelas de samba tienen fuertes raíces plantadas en religiosidades afro-amerindias, sobre todo en Umbanda y el Candomblé. Sabemos, por ejemplo, que algunas baterías de grandes escuelas desarrollaron sus toques característicos de los ritmos dedicados a los Orishas. La guerra abrió las escuelas de samba debe entenderse, por tanto, en una perspectiva más amplia: se trata de un capítulo de la guerra santa emprendida por los cristianos fundamentalistas contra las prácticas culturales y religiosas de los afrodescendientes en Brasil.
El efecto es perverso. Cuando se construye un discurso de la salvación, sobre la base de promesas de tiempos mejores, la fe fundamentalista buscan para matarlo exactamente eso desde hace mucho tiempo, le dio a estas personas un sentido de pertenencia. No sólo por los heraldos de fanatismo, construir una nueva referencia, es necesario matar a lo que había antes, arrasar la tierra, negando la otra tradición, la destrucción. Sabemos que esta película y el final no es feliz.
Queda por poner su boca en el trombón y la esperanza de que el pecho antiguo de la samba bahiana Martinho, que crecía, me encantó el maestro de ceremonias y envejecido en su escuela, la emoción del marcado sordo, la armonía y diseños de chips de panderetas superan a las trompetas de la intolerancia. Después de todo, no es un pecado y la vida sambar celebrar.
Antonio Luiz Simas es profesor de Historia
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Abra o anexo e curta esse novo formato de brinde
Só a pedidos
 GABRIEL CLARK & BRANDON JONES,
 (Música - Piano Ballade, 'Only Love')
TOSTADA 
DE
 Murilo
Abre el archivo adjunto y disfrutar de este nuevo formato brindis
  GABRIEL CLARK & JONES BRANDON,
  (Música - Piano Ballade "Only Love")
Adorooooo !!!!!!
¡ Me encanta !
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E Bazar
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21/02/2013
gpvsp@uol.com.br
murilopelavidda@gmail.com
23/02/2013
"BAILE DAS MASCARAS"
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