Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"


Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.

Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.

QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.

Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.

Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.

Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.

Obrigado, desculpe o transtorno!

NADA A COMEMORAR

NADA A COMEMORAR
NADA A COMEMORAR dN@dILM@!

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S

SEGUNDA-FEIRA 10:00hS
EAT Luis Carlos Ripper - Rua Visconde de Niterói, 1364 - Bairro Mangueira.
Caro Companheiro (a), Venha participar, com sua presença, dia 18 de fevereiro, às 10hrs da manhã de um "abraço" ao prédio da nossa querida EAT - Escola das Artes Técnicas Luis Carlos Ripper que, junto com a EAT Paulo Falcão ( Nova Iguaçu) foi fechada por uma arbitraria decisão governamental. Participe deste ato de desagravo ao fechamento de duas escolas públicas, reconhecidas e premiadas internacionalmente que, há dez anos, levam educação de excelência ao povo. ... Compartilhe este convite com todos aqueles que, como você esta comprometidos com a educação verdadeiramente de qualidade. >> Assine a petição para não deixar o governo do estado acabar com duas escolas de excelência!! << http://www.avaaz.org/po/petition/Pelo_manutencao_das_EATS_e_de_sua_Metodologia/?cqMRZdb Saiba mais: http://sujeitopolitico.blogspot.com.br/

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Ativismo Contra Aids/TB

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sábado, 13 de junho de 2015

Católicos e evangélicos em cruzada contra a palavra gênero na educação

Católicos e evangélicos em cruzada contra a palavra gênero na educação

http://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/11/politica/1434059650_940148.html

Grupos religiosos fazem ofensiva para evitar que a palavra entre nos planos de educação

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Crianças em uma escola municipal de São Paulo. / Cesar Ogata (SECOM/ PMSP)
Grupos religiosos estão em uma cruzada nas câmaras municipais brasileiras para evitar que a palavra "gênero" passe a fazer parte dos planos municipais de educação, o conjunto de metas que as prefeituras terão que adotar pelos próximos dez anos e que estão sendo votadas em vários pontos do país neste ano. Em São Paulo, a pressão surtiu efeito e o termo desapareceu, na última quarta-feira, das 34 páginas que estão sendo discutidas desde 2012.
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A pressão repete o que já foi visto no ano passado, durante a discussão do Plano Nacional de Educação, em Brasília, quando o lobby religioso, liderado especialmente pelos deputados evangélicos, também suprimiu a palavra do texto final. É apenas mais um exemplo da mobilização de grupos religiosos para fazer valer suas posições nas discussões relacionadas a inclusão e direitos humanos no Brasil. Na própria quarta, deputados cristãos tomaram o plenário da Câmara, presidida pelo evangélico Cunha, para protestar. Rezaram um Pai Nosso diante dos holofotes durante a votação da reforma política por considerarem absurda a imagem de uma transexual crucificada durante a Parada Gay em São Paulo, no último domingo. 
O argumento contra a palavra "gênero", tanto no ano passado como neste ano, é que a inclusão, ainda que dentro do contexto da criação de regras para a "promoção da igualdade", confere um caráter ideológico ao tema, em oposição ao uso da palavra "sexo", uma alusão biológica. Os que odeiam a palavra afirmam que querem evitar a inclusão nas escolas do que chamam de "ideologia de gênero", que pressupõe que cada indivíduo tem o direito de escolher o próprio gênero, sem ser definido, necessariamente, pelo sexo biológico.
"A expressões gênero ou orientação sexual referem-se a uma ideologia que procura encobrir o fato de que os seres humanos se dividem em dois sexos. Segundo essa corrente ideológica, as diferenças entre homem e mulher, além das evidentes implicações anatômicas, não correspondem a uma natureza fixa, mas são resultado de uma construção social", explica Dom Fernando Arêas Rifan, bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney (Rio de Janeiro), em uma nota publicada pela Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). "Os que adotam o termo gênero não estão querendo combater a discriminação, mas sim desconstruir a família (...) e, deste modo, fomentam um estilo de vida que incentiva todas as formas de experimentação sexual desde a mais tenra idade", continua.
Além de Dom Fernando, também se manifestaram contrariamente à "ideologia de gênero" ao menos outros três religiosos: o bispo do município de Frederico Westphalen (RS), Antônio Carlos Rossi Keller, o padre Paulo Ricardo, popular pároco da arquidiocese de Cuiabá (MT) que oferece aulas no YouTube sobre a doutrina católica e tem quase um milhão de seguidores no Facebook, e o cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, que em nota divulgada no última segunda-feira disse que "as consequências de tal distorção antropológica na educação poderão ser graves". "Os legisladores [devem evitar] a ingerência do Estado no direito e dever dos pais e das famílias de escolherem o tipo de educação dos filhos", completou.
As manifestações dos religiosos impulsionaram uma série de protestos em câmaras municipais do país, onde o tema está sendo discutido. O que, por sua vez, desencadeou reações de movimentos feministas e LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais), transformando as casas legislativas em uma batalha de gritos.
Em Campinas, uma das cidades mais importantes do Estado de São Paulo, é discutido o "Projeto de Emenda à Lei Orgânica Anti-ideologia de Gênero", que proíbe que sejam realizadas legislações sobre o tema na cidade. Na Câmara houve beijaço de manifestantes gays contrários à lei ao lado dos que seguravam cartazes que diziam "não à ideologia de gênero", "pelo direito natural da família". "Que tragédia! A mãe gerou uma criança e agora essa criança cresceu e não quer que ninguém mais seja homem nem mulher. A emenda que fizemos é a emenda do amor, a emenda da fraternidade, que trata de homem e de mulher", explicava aos manifestantes em uma audiência no final do mês passado o vereador Campos Filho (DEM), ex-secretário da Arquidiocese de Campinas e ligado a padres locais. A questão também é calorosamente discutida em Guarulhos (Grande São Paulo) e em Maceió (Alagoas).

Na capital paulista

Na capital paulista, a palavra gênero aparecia em seis metas do Plano Municipal de Educação, enviado para a Câmara ainda em 2012 pelo então prefeito Gilberto Kassab (PSD). Entre elas, a 6.5, que obriga o município a "fomentar a implementação de políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito e discriminação à orientação sexual ou à identidade de gênero e étnico-racial, criando rede de proteção contra formas associadas de exclusão". O texto já havia sido aprovado em duas comissões, entre elas a de educação, sem polêmicas. Até que, na segunda audiência pública promovida pela comissão de finanças, grupos religiosos iniciaram a pressão. A aprovação nesta comissão seria o último passo antes da votação no Plenário.

“É um retrocesso para os direitos humanos”

T.B
Para a Maria Elisa Brandt, doutora em sociologia e especialista em políticas públicas do Governo de São Paulo, a palavra gênero é necessária para se dar visibilidade para a discriminação.
Pergunta. O que significa a retirada da palavra "gênero" dos planos de educação?
Resposta. É um retrocesso para os direitos humanos que está sendo promovido pelo pensamento conservador e pelas bancadas religiosas intolerantes dos legislativos brasileiro. A expressão que os conservadores têm usado, "ideologia de gênero", é uma falsa noção, porque o conceito de gênero não tem um cunho ideológico e, sim, sociológico. Gênero é uma palavra cunhada para lidar com as relações de poder e discriminação que sempre existiram, em torno das identidades e papéis associados ao masculino e feminino para além do sexo biológico para dizer que existe a discriminação contra o feminino. Isso foi uma construção de direitos humanos discutida em diversas conferências da ONU e o Brasil assinou compromissos em relação a isso. Eles venceram no Plano Nacional de Educação, mas agora os Estados e municípios têm a chance de retomar o debate.
P. Os políticos que defendem a retirada dizem que a discriminação de gênero está contemplada ao se falar em coibir qualquer forma de discriminação.
R. Esse é um argumento para se dar invisibilidade, é um subterfúgio criado por pessoas que acham que ser gay é uma doença. É preciso, justamente, visibilizar todas as formas de discriminação. Fazer a lista e colocar no texto. A escola é um espaço de construção da identidade. Por isso é importante que ela assuma que a sociedade é racista, sexista, homofóbica e crie regras para que seja um espaço mais tolerante. Esse é o único meio de gerar pessoas melhores no futuro. Em todas as idades se tem condições de se fazer um tratamento respeitoso dessas questões.
"A partir da segunda audiência veio esse grupo de algumas igrejas católicas e evangélicas que pede a retirada da tal ideologia de gênero do texto", explica o vereador Toninho Vespoli (PSOL), relator do projeto na comissão de educação. "Até então, eu nunca tinha escutado esse termo. Eles afirmam que as crianças seriam tratadas de forma assexuada, podendo inclusive usar os mesmos banheiros, independentemente do sexo. Mas não é nada disso. Trazemos uma discussão de direitos humanos, de acabar com o preconceito e o machismo e de evitar que as crianças sejam oprimidas no ambiente escolar. Não dá para ignorar o conflito que já existe por causa da homofobia", ressalta o vereador. "Há toda uma visão conservadora se colocando no debate educacional e que não possibilita a discussão da diversidade", desabafa o vereador Paulo Fiorilo (PT), relator do texto na comissão de finanças.
Nesta quarta-feira, quando haveria a votação do texto na comissão, militantes, de ambos os lados, se aglomeraram dentro e fora do plenário, aos gritos. Os vereadores, entretanto, decidiram derrubar o relatório de Fiorilo, que mantinha a palavra "gênero". No lugar, resolveram apoiar um substitutivo do vereador Ricardo Nunes (PMDB), que retirou as sete menções à palavra —e a única à transgênero— que existiam no plano. A meta 6.5, por exemplo, virou: "Fomentar a implementação de políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito e discriminação étnico-racial, criando rede de proteção contra formas associadas de exclusão". O texto agora seguirá para votação final no plenário, que deve começar na próxima semana.
"Recebi uma carta de Dom Odilo e cerca de 10.000 emails da população que pediam a retirada da palavra. É um plano municipal de educação, voltado para crianças de zero a 14 anos. Como vamos pedir para alguém na escola falar de diversidade sexual e de diversidade de gênero? Como falar com crianças de zero a 14 anos sobre a opção sexual dela?", questiona Nunes. "Alterei itens para que se obrigue o município a implementar [onde antes dizia fomentar] políticas de combate à qualquer forma de preconceito. A escola tem que combater o preconceito e não fazer um plano que interfira na orientação sexual da criança. Educar é papel da família", ressalta ele.
A pesquisa nacional mais recente sobre o assunto, feita pela pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) a pedido do Governo federal em 2009, mostra que 93,5% dos 18.500 alunos, pais e funcionários de escolas públicas brasileiras entrevistados apresentavam algum tipo de preconceito em relação ao gênero. Outra, feita pela Unesco em 2004, apontou que 39,6% dos meninos entrevistados não gostariam de ter um colega homossexual.
Segundo o coletivo Grupo Gay da Bahia, que coleta dados sobre homicídios de LGBTs, o Brasil é o campeão mundial deste tipo de assassinatos. Casos de ataques gratuitos a homossexuais não são raros no país. Um dos mais famosos aconteceu em plena avenida Paulista, em 2010, quando um grupo atacou um estudante de jornalismo com bastões de lâmpadas fluorescentes, chutes e socos; era o segundo ataque deles contra gays na região. Quatro dos cinco agressores estavam em idade escolar.

O que mudou no plano de SP

Meta 6.5
Como era: Fomentar a implementação de políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito e discriminação à orientação sexual ou à identidade de gênero e étnico-racial, criando rede de proteção contra formas associadas de exclusão
Como ficou: Fomentar a implementação de políticas de prevenção à evasão motivada por preconceito e discriminação étnico-racial, criando rede de proteção contra formas associadas de exclusão
Meta 3.21
Como era: Difundir propostas pedagógicas que incorporem conteúdos sobre sexualidade, diversidade quanto à orientação sexual, relações de gênero e identidade de gênero, por meio de ações colaborativas da Secretaria Municipal de Direitos Humanos, da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, dos Conselhos Escolares, equipes pedagógicas das Unidades Educacionais e sociedade civil.
Como ficou: Promover ações contínuas de formação da comunidade escolar sobre relações étnico-raciais no Brasil e sobre história e cultura afro-brasileira, africana e dos povos indígenas através da Secretaria Municipal de Educação e em parceria com Instituições de Ensino Superior e Universidades, preferencialmente públicas, e desenvolver, garantir e ampliar a oferta de programas de formação inicial e continuada de profissionais da educação, além de cursos de extensão, especialização, mestrado e doutorado.
Meta 3.20
Como era: Promover ações contínuas de formação da comunidade escolar sobre sexualidade, diversidade, relações de gênero e Lei Maria da Penha, através da Secretaria Municipal de Educação e em parceria com Instituições de Ensino Superior e Universidades, preferencialmente públicas, e desenvolver, garantir e ampliar a oferta de programas de formação inicial e continuada de profissionais da educação, além de cursos de extensão, especialização, mestrado e doutorado, visando a superar preconceitos, discriminação, violência sexista, homofóbica e transfóbica no ambiente escolar
Como ficou: Promover ações de formação da comunidade escolar sobre a Lei Maria da Penha n° 11.340, de 7 de agosto de 2006, através da Secretaria Municipal de Educação.
Meta 3.19
Como era: Instaurar para as instituições escolares protocolo para registro e encaminhamento de denúncias de violência e discriminações de gênero e identidade de gênero, raça/etnia, origem regional ou nacional, orientação sexual, deficiências, intolerância religiosa, entre outras, visando a fortalecer as redes de proteção de direitos previstas na legislação.
Como ficou: Instaurar para as instituições escolares protocolo para registro e encaminhamento de denúncias de violências e discriminações de raça/etnia, origem regional ou nacional, deficiências, intolerância religiosa, e todas as formas de discriminação, visando a fortalecer as redes de proteção de direitos previstas na legislação.
Meta 3.17
Como era: Desagregar, cruzar e analisar anualmente todos os indicadores educacionais com relação à renda, raça/etnia, sexo, deficiências e aprimorar o preenchimento do quesito raça/cor e do nome social de educandos travestis e transgêneros no Censo Escolar de modo a conhecer e atuar de forma mais precisa em relação à permanência, transformações e desafios vinculados às desigualdades na educação
Como ficou: Desagregar, cruzar e analisar anualmente todos os indicadores educacionais com relação à renda, raça/etnia, sexo, campo/cidade, deficiências e aprimorar o preenchimento do quesito raça/cor no Censo Escolar de modo a conhecer e atuar de forma mais precisa em relação à permanência, transformações e desafios vinculados às desigualdades na educação.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

BEM FAM CLIPPING - 07/maio/ 2012


CLIPPING - 07/maio/ 2012

Adolescência interminável - O mundo nunca foi tão adolescente. A cada quatro terráqueos, um tem entre 10 e 24 anos. São 1,8 bilhão de pessoas nessa idade especial. Mas desde quando um marmanjo de 24 anos é adolescente? Num passado recente não era, mas passou a ser – ou melhor, não deixou de ser. E isso pode virar um problema. Segundo a revista científica CLIPPING - 07/maio/ 2012

Adolescência interminável - O mundo nunca foi tão adolescente. A cada quatro terráqueos, um tem entre 10 e 24 anos. São 1,8 bilhão de pessoas nessa idade especial. Mas desde quando um marmanjo de 24 anos é adolescente? Num passado recente não era, mas passou a ser – ou melhor, não deixou de ser. E isso pode virar um problema. Segundo a revista científica The Lancet, a adolescência vem espichando a cada geração, nas duas pontas: a puberdade chega mais cedo, e a maturação do papel social dos jovens ocorre cada vez mais tarde. Basta observar como tem avançado a idade média dos jovens ao terminar os estudos, com que conseguem seu primeiro emprego fixo, quando se casam, e com que as mulheres se tornam mães. Todos esses marcos do fim da adolescência foram adiados nas últimas gerações. As repercussões sociais dessa mudança são maiores do que nos damos conta. Os levantes árabes foram impulsionados por essa população adolescente, gente tão jovem quanto os indignados espanhóis, os saqueadores de Londres e os ocupadores de Wall Street. Todos eles buscando seu lugar na sociedade e topando com obstáculos maiores do que seus pais para encontrá-lo. E enquanto não encontram, sua adolescência é interminável.
Técnica em teste usa sangue da mãe para determinar paternidade do feto - Um grupo americano escreve em carta publicada nesta semana no "New England Journal of Medicine" que conseguiu determinar a paternidade do feto com base em um simples exame de sangue feito pela mãe. A técnica foi testada com sucesso em 30 mulheres, com tempo de gestação de oito a 14 semanas. O material genético coletado das grávidas foi comparado ao do pai do bebê e a um de outros 29 homens escolhido às cegas.
No Brasil, o geneticista Ciro Martinhago está desenvolvendo um teste semelhante, que deve ser lançado no mercado até o fim deste ano. O preço deve ficar entre R$ 800 e R$ 1.000. A tarefa, no entanto, não é fácil. O primeiro obstáculo é encontrar o material genético do feto no sangue da mãe e o segundo é encontrar fragmentos em "bom estado".
Melhora da análise genética do feto levanta questões éticas - O avanço desse tipo de técnica traz em si a pergunta: por que fazer teste de paternidade antes de o bebê nascer? Não seria mais fácil esperar? O artigo americano justifica os esforços por causa dos estupros: segundo o texto, 5% das mulheres que sofrem essa violência engravidam e, às vezes, ficam em dúvida sobre abortar ou não porque não sabem ao certo se o pai é o criminoso ou o parceiro. O médico Ciro Martinhago diz, no entanto, que, de acordo com sua experiência clínica, a maior parte das clientes que vão procurar esses testes antes de dar à luz são as que têm dois parceiros e querem saber de quem é o bebê. Hoje, para determinar a paternidade antes do nascimento, é preciso fazer um teste que colhe líquido amniótico. O exame é invasivo: o material é retirado por meio de uma agulha inserida na barriga da gestante. Esse procedimento traz um risco de 0,5% de causar aborto. Seu uso principal não é para teste de paternidade mas para diagnóstico de males como síndrome de Down.
Obstetrícia moderna e parteiras, aliança necessária - Embora reconheça a dor da mulher sempre que dá à luz, ainda continua se surpreendendo pela mudança da expressão do choro para o prazer. "A mulher em trabalho de parto sente dor, mas quando o bebê nasce sorri e chora de alegria", contou à IPS, ao recordar todas as lágrimas que ela mesma derramou na emoção de cada nascimento. "Não se pode negar que as tecnologias e práticas do modelo oficial de saúde trouxeram grandes avanços, mas devemos nos esforçar para associar e conseguir um equilíbrio entre o tradicional e o biomédico se quisermos garantir a saúde da mãe e da criança, não apenas física, mas mental e espiritualmente", disse Paula Viana, coordenadora do Programa de Parteiras do Grupo Curumim, em Pernambuco. Por seu conhecimento e sua experiência, as parteiras deveriam ser integradas e não excluídas do sistema de saúde, afirmou à IPS. Este programa do Grupo Curumim demonstrou, entre outros benefícios, que as parteiras tradicionais contribuem para avaliar mais precocemente problemas da gravidez e que, como líderes naturais, ajudam em casos de mulheres violadas ou em campanhas de vacinação ou prevenção da aids. Seu trabalho ajudou no constatado aumento das consultas pré-natais nos serviços públicos, bem como em práticas saudáveis, como amamentação materna, e em ações terapêuticas leves, como massagens, banhos e contenção afetiva.
Melanoma pode ser até 30% mais grave em homens do que em mulheres - O melanoma, caso mais grave de câncer de pele, pode ser até 30% mais agressivo nos homens do que nas mulheres, segundo concluíram pesquisadores do centro médico universitário Erasmus de Rotterdam, na Holanda. O estudo, que foi publicado na edição desta semana do periódico Journal of Clinical Oncology, observou que as mulheres têm maior taxa de sobrevivência e menor progressão da doença. De acordo com os pesquisadores, outros trabalhos já haviam indicado que as mulheres com melanoma têm certa vantagem sobre os homens, e que isso pode se dever a fatores biológicos e comportamentais. Os autores do estudo se basearam nos resultados de testes clínicos feitos no Grupo de Melanoma da Organização Europeia para Pesquisa e Tratamento de Câncer (EORTC, na sigla em inglês).
Aquecimento global afetará principais capitais do País - Um estudo que combinou modelagem climática com indicadores sociais das cidades brasileiras apontou onde estão as populações mais vulneráveis às mudanças climáticas no País. Em um cenário de aquecimento global, moradores de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus e de vários municípios nordestinos serão os que estarão mais sujeitos a riscos. O trabalho, realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), considerou que as projeções que mostram para as próximas décadas aumento de temperatura e mudanças no regime de chuvas não contam sozinhas quais podem ser os impactos reais aos homens. O ecólogo David Lapola, da Unesp em Rio Claro, responsável por cruzar os dados, explica: "O Nordeste tem IDH (índice que combina educação, saúde e renda) baixíssimo, talvez alguns dos menores do País, e a densidade populacional é relativamente alta. São indicativos de que essas pessoas terão maior dificuldade para responder a um cenário de mudança climática, mesmo se ela não for a mais severa do País, como aponta o primeiro mapa".  Já em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, o problema é a grande densidade populacional e o agravamento, com as mudanças climáticas, de situações já comuns hoje quando acontecem eventos extremos, como enchentes e deslizamentos de terra, e que os governos ainda não conseguem resolver. O contrário vale para o centro e o Norte do País. Apesar de lá o indicador climático apontar uma situação de mudanças climáticas mais severas, na comparação com os demais Estados, os vazios demográficos tendem a possibilitar que a população seja menos vulnerável.
Polêmica: Evangélicos agem contra Judiciário - Ainda sob a ressaca da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que descriminalizou o aborto de anencéfalos, a bancada evangélica na Câmara dos Deputados se articula para aumentar o alcance de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa que autoriza o Congresso a sustar atos normativos do Judiciário "que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites da delegação legislativa". Os evangélicos veem na PEC a oportunidade de dar ao Legislativo a capacidade de anular decisões do Judiciário que, em sua interpretação, tenham invadido a prerrogativa de legislar. Além da autorização do aborto de fetos com malformação, por trás desse interesse estão na mira da bancada posicionamentos como o que reconheceu as uniões estáveis para casais do mesmo sexo. O presidente da Academia Brasileira de Direito Constitucional, Flávio Pansieri, vê na iniciativa do Congresso um "movimento revanchista. É o Legislativo se afirmando como fonte normativa do direito brasileiro em razão de decisões do Judiciário que se anteciparam ao Congresso", avalia Pensieri. "A democracia se constrói dessa forma. É natural que o Poder que se sente inferiorizado tenha uma reação", diz.
Frente Parlamentar tratará do combate à tuberculose - Será lançada nesta terça-feira (8) a Frente Parlamentar pela Luta contra a Tuberculose. A cada ano, 70 mil pessoas contraem tuberculose no País, o que provoca 4.300 mortes anualmente, ou seja, 12 por dia. Além disso, estima-se que 45 milhões de pessoas carreguem o bacilo de Koch, a bactéria que provoca a maioria dos casos de tuberculose. A doença ataca principalmente os pulmões, mas pode ocorrer em outras partes do corpo, como ossos, rins e meninges – as membranas que envolvem o cérebro. Os principais sintomas são tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro, acompanhada ou não por febre no fim do dia.
CAS vota projeto que disciplina o abandono de emprego - A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) vota na quarta-feira (9), em decisão terminativa, projeto de lei que autoriza a demissão por justa causa de empregado contratado pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou seja, com carteira assinada, que faltar ao serviço por 20 dias consecutivos. A proposta (PLS 637/2011), de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), altera o Decreto-Lei 5.452/43 (CLT), para disciplinar o chamado “abandono de emprego”. Atualmente, lembra Valdir Raupp em sua justificativa, a legislação trabalhista não dispõe a respeito do prazo de ausência injustificada para caracterização do abandono de emprego, cabendo tal tarefa à jurisprudência trabalhista. O objetivo da medida, explica o senador, é possibilitar ao empregado a apresentação de "justo motivo que tenha inviabilizado o seu comparecimento ao local de trabalho", afastando-se, com isso, a aplicação da medida extrema de rompimento do vínculo contratual.
Unesp cria 1º mestrado em educação sexual do Brasil - Como abordar temas como homofobia, violência sexual infantil e Doenças Sexualmente Transmissíveis em sala de aula? Para preparar profissionais da educação e da saúde a trabalharem com essas e outras questões correlatas, a Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista( Unesp),câmpus de Araraquara, criou o primeiro mestrado em Educação Sexual do País. "Apesar das tentativas do governo de levar a discussão sobre homofobia e da discriminação de gênero para as escolas, a Sexualidade ainda é um assunto envolto em tabu e a sociedade rejeita a discussão", diz o coordenador do programa, Paulo Rennes Marçal Ribeiro. "Nós acreditamos que, com a oferta de profissionais especializados, a população se torne mais receptiva à conscientização de crianças e adolescentes", afirma Ribeiro. O programa de mestrado profissional da universidade paulista vai ofertar 20 vagas a partir do ano que vem em duas linhas de pesquisa - Sexualidade e Educação Sexual: Interfaces com a História, a Cultura e a Sociedade; e Desenvolvimento, Sexualidade e Diversidade na Formação de Professores.
Mãe Dilma (Ilimar Franco) - A presidente Dilma vai anunciar em rede nacional de tevê, no domingo, Dia das Mães, um pacote de medidas sociais voltadas à primeira infância. O programa envolve ações dos ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social. Os beneficiários do Bolsa Família, com filhos de 0 a 5 anos, vão receber uma renda adicional. O valor será fechado durante esta semana pela Fazenda.
Um pacote para a primeira infância - O governo Dilma, no âmbito do Ministério da Saúde, vai ampliar o atendimento em UTIS neonatais. No âmbito da pasta da Educação, serão ampliados os recursos para creches com o objetivo de atender crianças de 0 a 5 anos, na fase da pré-escola. Sobre a complementação do Bolsa Família, pelo Desenvolvimento Social, o governo ainda não decidiu se valerá para as 13,3 milhões de famílias inscritas (desde que tenham filhos de até 5 anos) no programa ou se atenderá só aos que vivem abaixo da linha de pobreza, com renda de até R$ 70,00. Estes, são 4 milhões de famílias que são do "Brasil Sem Miséria".
Empresários terão megaestrutura para Rio+20 - O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, apresentou às ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e ao ministro Antônio Patriota (Itamaraty) projeto que prevê uma megaestrutura para encontro de empresários que acontecerá em junho, na Rio+20. O projeto, feito pela artista Bia Lessa, visa montar um centro de debates, que pode chegar a vinte metros de altura, no Forte de Copacabana.

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 a adolescência vem espichando a cada geração, nas duas pontas: a puberdade chega mais cedo, e a maturação do papel social dos jovens ocorre cada vez mais tarde. Basta observar como tem avançado a idade média dos jovens ao terminar os estudos, com que conseguem seu primeiro emprego fixo, quando se casam, e com que as mulheres se tornam mães. Todos esses marcos do fim da adolescência foram adiados nas últimas gerações. As repercussões sociais dessa mudança são maiores do que nos damos conta. Os levantes árabes foram impulsionados por essa população adolescente, gente tão jovem quanto os indignados espanhóis, os saqueadores de Londres e os ocupadores de Wall Street. Todos eles buscando seu lugar na sociedade e topando com obstáculos maiores do que seus pais para encontrá-lo. E enquanto não encontram, sua adolescência é interminável.
Técnica em teste usa sangue da mãe para determinar paternidade do feto - Um grupo americano escreve em carta publicada nesta semana no "New England Journal of Medicine" que conseguiu determinar a paternidade do feto com base em um simples exame de sangue feito pela mãe. A técnica foi testada com sucesso em 30 mulheres, com tempo de gestação de oito a 14 semanas. O material genético coletado das grávidas foi comparado ao do pai do bebê e a um de outros 29 homens escolhido às cegas.
No Brasil, o geneticista Ciro Martinhago está desenvolvendo um teste semelhante, que deve ser lançado no mercado até o fim deste ano. O preço deve ficar entre R$ 800 e R$ 1.000. A tarefa, no entanto, não é fácil. O primeiro obstáculo é encontrar o material genético do feto no sangue da mãe e o segundo é encontrar fragmentos em "bom estado".
Melhora da análise genética do feto levanta questões éticas - O avanço desse tipo de técnica traz em si a pergunta: por que fazer teste de paternidade antes de o bebê nascer? Não seria mais fácil esperar? O artigo americano justifica os esforços por causa dos estupros: segundo o texto, 5% das mulheres que sofrem essa violência engravidam e, às vezes, ficam em dúvida sobre abortar ou não porque não sabem ao certo se o pai é o criminoso ou o parceiro. O médico Ciro Martinhago diz, no entanto, que, de acordo com sua experiência clínica, a maior parte das clientes que vão procurar esses testes antes de dar à luz são as que têm dois parceiros e querem saber de quem é o bebê. Hoje, para determinar a paternidade antes do nascimento, é preciso fazer um teste que colhe líquido amniótico. O exame é invasivo: o material é retirado por meio de uma agulha inserida na barriga da gestante. Esse procedimento traz um risco de 0,5% de causar aborto. Seu uso principal não é para teste de paternidade mas para diagnóstico de males como síndrome de Down.
Obstetrícia moderna e parteiras, aliança necessária - Embora reconheça a dor da mulher sempre que dá à luz, ainda continua se surpreendendo pela mudança da expressão do choro para o prazer. "A mulher em trabalho de parto sente dor, mas quando o bebê nasce sorri e chora de alegria", contou à IPS, ao recordar todas as lágrimas que ela mesma derramou na emoção de cada nascimento. "Não se pode negar que as tecnologias e práticas do modelo oficial de saúde trouxeram grandes avanços, mas devemos nos esforçar para associar e conseguir um equilíbrio entre o tradicional e o biomédico se quisermos garantir a saúde da mãe e da criança, não apenas física, mas mental e espiritualmente", disse Paula Viana, coordenadora do Programa de Parteiras do Grupo Curumim, em Pernambuco. Por seu conhecimento e sua experiência, as parteiras deveriam ser integradas e não excluídas do sistema de saúde, afirmou à IPS. Este programa do Grupo Curumim demonstrou, entre outros benefícios, que as parteiras tradicionais contribuem para avaliar mais precocemente problemas da gravidez e que, como líderes naturais, ajudam em casos de mulheres violadas ou em campanhas de vacinação ou prevenção da aids. Seu trabalho ajudou no constatado aumento das consultas pré-natais nos serviços públicos, bem como em práticas saudáveis, como amamentação materna, e em ações terapêuticas leves, como massagens, banhos e contenção afetiva.
Melanoma pode ser até 30% mais grave em homens do que em mulheres - O melanoma, caso mais grave de câncer de pele, pode ser até 30% mais agressivo nos homens do que nas mulheres, segundo concluíram pesquisadores do centro médico universitário Erasmus de Rotterdam, na Holanda. O estudo, que foi publicado na edição desta semana do periódico Journal of Clinical Oncology, observou que as mulheres têm maior taxa de sobrevivência e menor progressão da doença. De acordo com os pesquisadores, outros trabalhos já haviam indicado que as mulheres com melanoma têm certa vantagem sobre os homens, e que isso pode se dever a fatores biológicos e comportamentais. Os autores do estudo se basearam nos resultados de testes clínicos feitos no Grupo de Melanoma da Organização Europeia para Pesquisa e Tratamento de Câncer (EORTC, na sigla em inglês).
Aquecimento global afetará principais capitais do País - Um estudo que combinou modelagem climática com indicadores sociais das cidades brasileiras apontou onde estão as populações mais vulneráveis às mudanças climáticas no País. Em um cenário de aquecimento global, moradores de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus e de vários municípios nordestinos serão os que estarão mais sujeitos a riscos. O trabalho, realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), considerou que as projeções que mostram para as próximas décadas aumento de temperatura e mudanças no regime de chuvas não contam sozinhas quais podem ser os impactos reais aos homens. O ecólogo David Lapola, da Unesp em Rio Claro, responsável por cruzar os dados, explica: "O Nordeste tem IDH (índice que combina educação, saúde e renda) baixíssimo, talvez alguns dos menores do País, e a densidade populacional é relativamente alta. São indicativos de que essas pessoas terão maior dificuldade para responder a um cenário de mudança climática, mesmo se ela não for a mais severa do País, como aponta o primeiro mapa".  Já em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, o problema é a grande densidade populacional e o agravamento, com as mudanças climáticas, de situações já comuns hoje quando acontecem eventos extremos, como enchentes e deslizamentos de terra, e que os governos ainda não conseguem resolver. O contrário vale para o centro e o Norte do País. Apesar de lá o indicador climático apontar uma situação de mudanças climáticas mais severas, na comparação com os demais Estados, os vazios demográficos tendem a possibilitar que a população seja menos vulnerável.
Polêmica: Evangélicos agem contra Judiciário - Ainda sob a ressaca da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que descriminalizou o aborto de anencéfalos, a bancada evangélica na Câmara dos Deputados se articula para aumentar o alcance de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa que autoriza o Congresso a sustar atos normativos do Judiciário "que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites da delegação legislativa". Os evangélicos veem na PEC a oportunidade de dar ao Legislativo a capacidade de anular decisões do Judiciário que, em sua interpretação, tenham invadido a prerrogativa de legislar. Além da autorização do aborto de fetos com malformação, por trás desse interesse estão na mira da bancada posicionamentos como o que reconheceu as uniões estáveis para casais do mesmo sexo. O presidente da Academia Brasileira de Direito Constitucional, Flávio Pansieri, vê na iniciativa do Congresso um "movimento revanchista. É o Legislativo se afirmando como fonte normativa do direito brasileiro em razão de decisões do Judiciário que se anteciparam ao Congresso", avalia Pensieri. "A democracia se constrói dessa forma. É natural que o Poder que se sente inferiorizado tenha uma reação", diz.
Frente Parlamentar tratará do combate à tuberculose - Será lançada nesta terça-feira (8) a Frente Parlamentar pela Luta contra a Tuberculose. A cada ano, 70 mil pessoas contraem tuberculose no País, o que provoca 4.300 mortes anualmente, ou seja, 12 por dia. Além disso, estima-se que 45 milhões de pessoas carreguem o bacilo de Koch, a bactéria que provoca a maioria dos casos de tuberculose. A doença ataca principalmente os pulmões, mas pode ocorrer em outras partes do corpo, como ossos, rins e meninges – as membranas que envolvem o cérebro. Os principais sintomas são tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro, acompanhada ou não por febre no fim do dia.
CAS vota projeto que disciplina o abandono de emprego - A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) vota na quarta-feira (9), em decisão terminativa, projeto de lei que autoriza a demissão por justa causa de empregado contratado pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou seja, com carteira assinada, que faltar ao serviço por 20 dias consecutivos. A proposta (PLS 637/2011), de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), altera o Decreto-Lei 5.452/43 (CLT), para disciplinar o chamado “abandono de emprego”. Atualmente, lembra Valdir Raupp em sua justificativa, a legislação trabalhista não dispõe a respeito do prazo de ausência injustificada para caracterização do abandono de emprego, cabendo tal tarefa à jurisprudência trabalhista. O objetivo da medida, explica o senador, é possibilitar ao empregado a apresentação de "justo motivo que tenha inviabilizado o seu comparecimento ao local de trabalho", afastando-se, com isso, a aplicação da medida extrema de rompimento do vínculo contratual.
Unesp cria 1º mestrado em educação sexual do Brasil - Como abordar temas como homofobia, violência sexual infantil e Doenças Sexualmente Transmissíveis em sala de aula? Para preparar profissionais da educação e da saúde a trabalharem com essas e outras questões correlatas, a Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista( Unesp),câmpus de Araraquara, criou o primeiro mestrado em Educação Sexual do País. "Apesar das tentativas do governo de levar a discussão sobre homofobia e da discriminação de gênero para as escolas, a Sexualidade ainda é um assunto envolto em tabu e a sociedade rejeita a discussão", diz o coordenador do programa, Paulo Rennes Marçal Ribeiro. "Nós acreditamos que, com a oferta de profissionais especializados, a população se torne mais receptiva à conscientização de crianças e adolescentes", afirma Ribeiro. O programa de mestrado profissional da universidade paulista vai ofertar 20 vagas a partir do ano que vem em duas linhas de pesquisa - Sexualidade e Educação Sexual: Interfaces com a História, a Cultura e a Sociedade; e Desenvolvimento, Sexualidade e Diversidade na Formação de Professores.
Mãe Dilma (Ilimar Franco) - A presidente Dilma vai anunciar em rede nacional de tevê, no domingo, Dia das Mães, um pacote de medidas sociais voltadas à primeira infância. O programa envolve ações dos ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social. Os beneficiários do Bolsa Família, com filhos de 0 a 5 anos, vão receber uma renda adicional. O valor será fechado durante esta semana pela Fazenda.
Um pacote para a primeira infância - O governo Dilma, no âmbito do Ministério da Saúde, vai ampliar o atendimento em UTIS neonatais. No âmbito da pasta da Educação, serão ampliados os recursos para creches com o objetivo de atender crianças de 0 a 5 anos, na fase da pré-escola. Sobre a complementação do Bolsa Família, pelo Desenvolvimento Social, o governo ainda não decidiu se valerá para as 13,3 milhões de famílias inscritas (desde que tenham filhos de até 5 anos) no programa ou se atenderá só aos que vivem abaixo da linha de pobreza, com renda de até R$ 70,00. Estes, são 4 milhões de famílias que são do "Brasil Sem Miséria".
Empresários terão megaestrutura para Rio+20 - O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, apresentou às ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e ao ministro Antônio Patriota (Itamaraty) projeto que prevê uma megaestrutura para encontro de empresários que acontecerá em junho, na Rio+20. O projeto, feito pela artista Bia Lessa, visa montar um centro de debates, que pode chegar a vinte metros de altura, no Forte de Copacabana.

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Adolescência interminável - O mundo nunca foi tão adolescente. A cada quatro terráqueos, um tem entre 10 e 24 anos. São 1,8 bilhão de pessoas nessa idade especial. Mas desde quando um marmanjo de 24 anos é adolescente? Num passado recente não era, mas passou a ser – ou melhor, não deixou de ser. E isso pode virar um problema. Segundo a revista científica The Lancet, a adolescência vem espichando a cada geração, nas duas pontas: a puberdade chega mais cedo, e a maturação do papel social dos jovens ocorre cada vez mais tarde. Basta observar como tem avançado a idade média dos jovens ao terminar os estudos, com que conseguem seu primeiro emprego fixo, quando se casam, e com que as mulheres se tornam mães. Todos esses marcos do fim da adolescência foram adiados nas últimas gerações. As repercussões sociais dessa mudança são maiores do que nos damos conta. Os levantes árabes foram impulsionados por essa população adolescente, gente tão jovem quanto os indignados espanhóis, os saqueadores de Londres e os ocupadores de Wall Street. Todos eles buscando seu lugar na sociedade e topando com obstáculos maiores do que seus pais para encontrá-lo. E enquanto não encontram, sua adolescência é interminável.
Técnica em teste usa sangue da mãe para determinar paternidade do feto - Um grupo americano escreve em carta publicada nesta semana no "New England Journal of Medicine" que conseguiu determinar a paternidade do feto com base em um simples exame de sangue feito pela mãe. A técnica foi testada com sucesso em 30 mulheres, com tempo de gestação de oito a 14 semanas. O material genético coletado das grávidas foi comparado ao do pai do bebê e a um de outros 29 homens escolhido às cegas.
No Brasil, o geneticista Ciro Martinhago está desenvolvendo um teste semelhante, que deve ser lançado no mercado até o fim deste ano. O preço deve ficar entre R$ 800 e R$ 1.000. A tarefa, no entanto, não é fácil. O primeiro obstáculo é encontrar o material genético do feto no sangue da mãe e o segundo é encontrar fragmentos em "bom estado".
Melhora da análise genética do feto levanta questões éticas - O avanço desse tipo de técnica traz em si a pergunta: por que fazer teste de paternidade antes de o bebê nascer? Não seria mais fácil esperar? O artigo americano justifica os esforços por causa dos estupros: segundo o texto, 5% das mulheres que sofrem essa violência engravidam e, às vezes, ficam em dúvida sobre abortar ou não porque não sabem ao certo se o pai é o criminoso ou o parceiro. O médico Ciro Martinhago diz, no entanto, que, de acordo com sua experiência clínica, a maior parte das clientes que vão procurar esses testes antes de dar à luz são as que têm dois parceiros e querem saber de quem é o bebê. Hoje, para determinar a paternidade antes do nascimento, é preciso fazer um teste que colhe líquido amniótico. O exame é invasivo: o material é retirado por meio de uma agulha inserida na barriga da gestante. Esse procedimento traz um risco de 0,5% de causar aborto. Seu uso principal não é para teste de paternidade mas para diagnóstico de males como síndrome de Down.
Obstetrícia moderna e parteiras, aliança necessária - Embora reconheça a dor da mulher sempre que dá à luz, ainda continua se surpreendendo pela mudança da expressão do choro para o prazer. "A mulher em trabalho de parto sente dor, mas quando o bebê nasce sorri e chora de alegria", contou à IPS, ao recordar todas as lágrimas que ela mesma derramou na emoção de cada nascimento. "Não se pode negar que as tecnologias e práticas do modelo oficial de saúde trouxeram grandes avanços, mas devemos nos esforçar para associar e conseguir um equilíbrio entre o tradicional e o biomédico se quisermos garantir a saúde da mãe e da criança, não apenas física, mas mental e espiritualmente", disse Paula Viana, coordenadora do Programa de Parteiras do Grupo Curumim, em Pernambuco. Por seu conhecimento e sua experiência, as parteiras deveriam ser integradas e não excluídas do sistema de saúde, afirmou à IPS. Este programa do Grupo Curumim demonstrou, entre outros benefícios, que as parteiras tradicionais contribuem para avaliar mais precocemente problemas da gravidez e que, como líderes naturais, ajudam em casos de mulheres violadas ou em campanhas de vacinação ou prevenção da aids. Seu trabalho ajudou no constatado aumento das consultas pré-natais nos serviços públicos, bem como em práticas saudáveis, como amamentação materna, e em ações terapêuticas leves, como massagens, banhos e contenção afetiva.
Melanoma pode ser até 30% mais grave em homens do que em mulheres - O melanoma, caso mais grave de câncer de pele, pode ser até 30% mais agressivo nos homens do que nas mulheres, segundo concluíram pesquisadores do centro médico universitário Erasmus de Rotterdam, na Holanda. O estudo, que foi publicado na edição desta semana do periódico Journal of Clinical Oncology, observou que as mulheres têm maior taxa de sobrevivência e menor progressão da doença. De acordo com os pesquisadores, outros trabalhos já haviam indicado que as mulheres com melanoma têm certa vantagem sobre os homens, e que isso pode se dever a fatores biológicos e comportamentais. Os autores do estudo se basearam nos resultados de testes clínicos feitos no Grupo de Melanoma da Organização Europeia para Pesquisa e Tratamento de Câncer (EORTC, na sigla em inglês).
Aquecimento global afetará principais capitais do País - Um estudo que combinou modelagem climática com indicadores sociais das cidades brasileiras apontou onde estão as populações mais vulneráveis às mudanças climáticas no País. Em um cenário de aquecimento global, moradores de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Manaus e de vários municípios nordestinos serão os que estarão mais sujeitos a riscos. O trabalho, realizado por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), considerou que as projeções que mostram para as próximas décadas aumento de temperatura e mudanças no regime de chuvas não contam sozinhas quais podem ser os impactos reais aos homens. O ecólogo David Lapola, da Unesp em Rio Claro, responsável por cruzar os dados, explica: "O Nordeste tem IDH (índice que combina educação, saúde e renda) baixíssimo, talvez alguns dos menores do País, e a densidade populacional é relativamente alta. São indicativos de que essas pessoas terão maior dificuldade para responder a um cenário de mudança climática, mesmo se ela não for a mais severa do País, como aponta o primeiro mapa".  Já em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, o problema é a grande densidade populacional e o agravamento, com as mudanças climáticas, de situações já comuns hoje quando acontecem eventos extremos, como enchentes e deslizamentos de terra, e que os governos ainda não conseguem resolver. O contrário vale para o centro e o Norte do País. Apesar de lá o indicador climático apontar uma situação de mudanças climáticas mais severas, na comparação com os demais Estados, os vazios demográficos tendem a possibilitar que a população seja menos vulnerável.
Polêmica: Evangélicos agem contra Judiciário - Ainda sob a ressaca da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que descriminalizou o aborto de anencéfalos, a bancada evangélica na Câmara dos Deputados se articula para aumentar o alcance de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa que autoriza o Congresso a sustar atos normativos do Judiciário "que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites da delegação legislativa". Os evangélicos veem na PEC a oportunidade de dar ao Legislativo a capacidade de anular decisões do Judiciário que, em sua interpretação, tenham invadido a prerrogativa de legislar. Além da autorização do aborto de fetos com malformação, por trás desse interesse estão na mira da bancada posicionamentos como o que reconheceu as uniões estáveis para casais do mesmo sexo. O presidente da Academia Brasileira de Direito Constitucional, Flávio Pansieri, vê na iniciativa do Congresso um "movimento revanchista. É o Legislativo se afirmando como fonte normativa do direito brasileiro em razão de decisões do Judiciário que se anteciparam ao Congresso", avalia Pensieri. "A democracia se constrói dessa forma. É natural que o Poder que se sente inferiorizado tenha uma reação", diz.
Frente Parlamentar tratará do combate à tuberculose - Será lançada nesta terça-feira (8) a Frente Parlamentar pela Luta contra a Tuberculose. A cada ano, 70 mil pessoas contraem tuberculose no País, o que provoca 4.300 mortes anualmente, ou seja, 12 por dia. Além disso, estima-se que 45 milhões de pessoas carreguem o bacilo de Koch, a bactéria que provoca a maioria dos casos de tuberculose. A doença ataca principalmente os pulmões, mas pode ocorrer em outras partes do corpo, como ossos, rins e meninges – as membranas que envolvem o cérebro. Os principais sintomas são tosse por mais de três semanas, com ou sem catarro, acompanhada ou não por febre no fim do dia.
CAS vota projeto que disciplina o abandono de emprego - A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) vota na quarta-feira (9), em decisão terminativa, projeto de lei que autoriza a demissão por justa causa de empregado contratado pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), ou seja, com carteira assinada, que faltar ao serviço por 20 dias consecutivos. A proposta (PLS 637/2011), de autoria do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), altera o Decreto-Lei 5.452/43 (CLT), para disciplinar o chamado “abandono de emprego”. Atualmente, lembra Valdir Raupp em sua justificativa, a legislação trabalhista não dispõe a respeito do prazo de ausência injustificada para caracterização do abandono de emprego, cabendo tal tarefa à jurisprudência trabalhista. O objetivo da medida, explica o senador, é possibilitar ao empregado a apresentação de "justo motivo que tenha inviabilizado o seu comparecimento ao local de trabalho", afastando-se, com isso, a aplicação da medida extrema de rompimento do vínculo contratual.
Unesp cria 1º mestrado em educação sexual do Brasil - Como abordar temas como homofobia, violência sexual infantil e Doenças Sexualmente Transmissíveis em sala de aula? Para preparar profissionais da educação e da saúde a trabalharem com essas e outras questões correlatas, a Faculdade de Ciências e Letras da Universidade Estadual Paulista( Unesp),câmpus de Araraquara, criou o primeiro mestrado em Educação Sexual do País. "Apesar das tentativas do governo de levar a discussão sobre homofobia e da discriminação de gênero para as escolas, a Sexualidade ainda é um assunto envolto em tabu e a sociedade rejeita a discussão", diz o coordenador do programa, Paulo Rennes Marçal Ribeiro. "Nós acreditamos que, com a oferta de profissionais especializados, a população se torne mais receptiva à conscientização de crianças e adolescentes", afirma Ribeiro. O programa de mestrado profissional da universidade paulista vai ofertar 20 vagas a partir do ano que vem em duas linhas de pesquisa - Sexualidade e Educação Sexual: Interfaces com a História, a Cultura e a Sociedade; e Desenvolvimento, Sexualidade e Diversidade na Formação de Professores.
Mãe Dilma (Ilimar Franco) - A presidente Dilma vai anunciar em rede nacional de tevê, no domingo, Dia das Mães, um pacote de medidas sociais voltadas à primeira infância. O programa envolve ações dos ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social. Os beneficiários do Bolsa Família, com filhos de 0 a 5 anos, vão receber uma renda adicional. O valor será fechado durante esta semana pela Fazenda.
Um pacote para a primeira infância - O governo Dilma, no âmbito do Ministério da Saúde, vai ampliar o atendimento em UTIS neonatais. No âmbito da pasta da Educação, serão ampliados os recursos para creches com o objetivo de atender crianças de 0 a 5 anos, na fase da pré-escola. Sobre a complementação do Bolsa Família, pelo Desenvolvimento Social, o governo ainda não decidiu se valerá para as 13,3 milhões de famílias inscritas (desde que tenham filhos de até 5 anos) no programa ou se atenderá só aos que vivem abaixo da linha de pobreza, com renda de até R$ 70,00. Estes, são 4 milhões de famílias que são do "Brasil Sem Miséria".
Empresários terão megaestrutura para Rio+20 - O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, apresentou às ministras Gleisi Hoffmann (Casa Civil) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e ao ministro Antônio Patriota (Itamaraty) projeto que prevê uma megaestrutura para encontro de empresários que acontecerá em junho, na Rio+20. O projeto, feito pela artista Bia Lessa, visa montar um centro de debates, que pode chegar a vinte metros de altura, no Forte de Copacabana.

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