Introdução ao tratamento para Coinfecção por HIV/Hep C Colegas, tudo bem? Escrevo para falar um pouco de Hep C, e sobre tudo de coinfecção HIV/Hep C. Quão frequente é a coinfecção? Como exemplo, no Bol. Epidemio do Mun de SPaulo no período 2007-2012 foram notificados mais de 26000 casos de Hep C no município, dos quais 3.354 (12,7%) pelo menos também tinham HIV. O tratamento era o mesmo para pessoas com Hep C coinfectadas ou não, até alguns anos atrás: peg interferon + ribavirina. Muito tóxico, podendo provocar anemia profunda e depressão. Leva à suspensão dele em boa proporção dos tratados. Mas em muitos casos produz a CURA da infecção pela Hep C. A partir de 2011-2012 foram incorporados os inibidores de protease do vírus da HEP C chamados boceprevir e telaprevir. Então o tratamento continuou tóxico, mas a eficácia aumentou. Sò que não era administrado segundo as Diretrizes de Tratamento do MS nenhum dos dois novos Inib de protease.para os coinfectados! Aqui o tratamento passou a ser diferente entre os infectados SÓ por Hep C e os coinfectados HIV/Hep C. Na atualidade estão chegando vários novos medicamentos como o SOFOSBUVIR (marca Sovaldi, do lab Gilead) que usam só a ribavirina, e não precisam de interferon. Este já está aprovado pela FDA. . Mas há outros que devem ser aprovados neste ano e no ano próximo, alguns dispensando o peg interferon e a ribavirina como a combinação sofosbuvir + ledipasvir, muitíssimo mais eficazes (mais de 90% de eficácia!), com tratamento mais curto e muito menos tóxicos! A OMS lançou Diretrizes sobre o tratamento para Hep C e para coinfecção em abril deste ano. O problema é o preço: a Gilead quer vender nos EUA por 84000 dólares o tratamento com sofosbuvir de 3 meses, ou seja mil dólares a pílula diária! Houve ou há negociações com Egito (a 900 dólares o tratamento) e India (2500 ou 3000 dólares). O MS está negociando, nos informaram. Não sabemos quais serão os preços, mas é claro que a questão do acesso tem que ser garantida e se houver preço extorsivo o MS poderá usar as flexibilidades da lei de patentes. Temos que lembrar que temos uma lei de patentes e que tem Projetos de Lei para melhorá-la. Além disso há uma mobilização internacional pelo acesso aos medicamentos para Hep C. Em todo caso, esta introdução é para dizer que mandarei alguns artigos sobre este assunto para vcs, porque acho fundamental garantir o tratamento para as pessoas coinfectadas, e evidentemente também para os mono-infectados por Hep C. Abraços Jorge _
Notícias e comentários sobre combate,HIV AIDS TB. Novidades sobre temas referentes ao ativismo social e político, política, políticas públicas e ações de prevenção.Incrementando o Ativismo,e despertando solidariedade. Minha intenção é promover o debate em torno da prevenção. Criando formas de combate e troca de experiências entre familiares e pessoas vivendo ou convivendo com este tema.
Explicação sobre o blog "Ativismocontraaidstb"
Aproveito para afirmar que este blog NÃO ESTÁ CONTRA OS ATIVISTAS, PELO CONTRÁRIO.
Sou uma pessoa vivendo com HIV AIDS e HOMOSSEXUAL. Logo não posso ser contra o ativismo seja ele de qualquer forma.
QUERO SIM AGREGAR(ME JUNTAR A TODOS OS ATIVISTAS)PARA JUNTOS FORMARMOS UMA força de pessoas conscientes que reivindicam seus direitos e não se escondam e muito menos se deixem reprimir.
Se por aí dizem isso, foi porque eles não se deram ao trabalho de ler o enunciado no cabeçalho(Em cima do blog em Rosa)do blog.
Espero com isso aclarar os ânimos e entendimentos de todos.
Conto com sua atenção e se quiser, sua divulgação.
Obrigado, desculpe o transtorno!
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
#CONVITE #ATOpUBLICO DE #DESAGRAVO AO FECHAMENTO DAS #EAT´S
ESTE BLOG ESTA COMEMORANDO!!!
3 anos de existência com vocês...
Ativismo Contra Aids/TB
quarta-feira, 28 de maio de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
ESTUDO MENSAL : Não acrediteis em todos os espíritos ByForumEspirita
ESTUDO
MENSAL : Não acrediteis em todos os espíritos
Veja
agora o vídeo do estudo
http://www.youtube.com/watch?
Perguntas reflexivas
1- Porque não devemos acreditar em todos os espíritos?
2- Como distinguir os falsos cristos e falsos profetas?
3- Como o espiritismo nos ajuda neste momento?
4- como agir diante dos falsos cristos e profetas?
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
História evolutiva do HIV-1 no Brasilem #UNB
História evolutiva do HIV-1 no Brasilem 17/04/11 UNB Universidade de Brasília
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Utilize
este link para identificar ou citar este item: http://hdl.handle.net/10482/
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Arquivos neste item:
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Título:
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História evolutiva do HIV-1 no Brasil
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Autor(es):
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Orientador(es):
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Assunto:
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Data de publicação:
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17-Abr-2011
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Data de defesa:
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31-Mai-2010
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Referência:
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VÉRAS, Nazle Mendonça Collaço. História evolutiva do HIV-1
no Brasil. 2010. xx, 228 f.,
il. Tese (Doutorado em Biologia Molecular)-Universidade de Brasília,
Brasília, 2010.
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Resumo:
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A
caracterização dos diferentes subtipos do HIV-1
prevalentes em uma região geográfica, assim como a
compreensão da origem e disseminação desses
subtipos, é essencial para definir estratégias de
prevenção e intervenção nas epidemias
locais de HIV/AIDS. O presente trabalho analisou 895 seqüências
de pol disponíveis no GenBank, visando descrever os principais
subtipos do HIV-1 prevalentes no Brasil, o perfil de resistência
de linhagens não expostas a anti-retrovirais, a prevalência
de assinaturas e epitopos na protease e transcripatse reversa (RT) e
reconstruir a origem e os principais padrões de disseminação
dos subtipos B e C do HIV-1 no Brasil. O subtipo B (65,6%) foi o mais
prevalente, seguido dos subtipos C (14,1%) e F (6,1%). As formas
recombinantes representaram 14,1% das seqüências
analisadas. Foram encontradas oito mutações primárias
na protease que diminuem a susceptibilidade aos inibidores de
protease (PI): L24I, D30N, M46I/L, I54L/V, V82L e I84V. Na RT, foram
identificadas 16 mutações associada a resistência
aos inibidores de transcriptase reversa análogos de
nucleosídeos (NRTI), A62V, D67N/G, T69E/N/S/d, K70R, V75I/L/M,
F77L, V118I, Q151M e M184V, e 18 que conferem resistência aos
inibidores de transcriptase reversa não-análogos de
nucleosídeos (NNRTI), V90I, A98G, L100I, K101E/N/Q, K103N/R,
V106I/L, V108I, E138A/G/K, V179D/T, Y181C e G190A. A transmissão
de linhagens resistentes aos PI, NRTI e NNRTI foi de 1,2%, 1,8% e
2,1%, respectivamente. Quanto à variabilidade genética
de pol, foram identificadas duas possíveis assinaturas, N37K e
R41N, na protease de linhagens do subtipo C do HIV-1, dois epitopos
reconhecidos por células T CD4+ na protease e 18 por células
T CD8+, sendo cinco na protease e 13 na RT. Desses últimos,
KLVDFRELNK, GIPHPAGLK, TVLDVGDAY, NETPGIRYQY, IRYQYNVL e VIYQYMDDL,
são altamente recomendados para a produção de
protótipos vacinais a serem aplicados no Brasil. A entrada do
subtipo B do HIV-1 no Brasil ocorreu no início da década
de 70, pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, a partir dos quais as
linhagens se dispersaram exponencialmente em direção a
outros estados do Nordeste e Centro-Oeste do país. O subtipo
C, por sua vez, entrou no Paraná, em meado da década de
70, e, logo após sua introdução, disseminou
exponencialmente no Sul do país. A aplicação de
análises fillogenéticas de alta resolução,
análises de coalescência e filogeografia permitiu a
caracterização da epidemia do HIV-1 no Brasil, a
re-avaliação de hipóteses e a formulação
de novas teorias sobre a origem e disseminação dos
subtipos B e C no país.
________Characterizing the different HIV-1 subtypes prevalent in a geographic region as well as understanding the origin and dissemination of these subtypes are essential to define prevention and intervention strategies targeting local HIV/AIDS epidemics. The present study analyzed 895 pol sequences, available at GenBank, aiming to describe the main HIV-1 subtypes prevalent in Brazil, the resistance profile of naïve lineages, the prevalence of signatures and epitopes in protease and reverse transcriptase (RT), and reconstruct the origin and the main dissemination patterns of HIV-1 subtypes B and C in Brazil. The subtype B (65.6%) was the most prevalent followed by subtypes C (14.1%) and F (6.1%). The recombinant forms represented 14.1% of the analyzed sequences. At protease, eight major mutations which reduce the susceptibility to protease inhibitors (PIs) were found: L24I, D30N, M46I/L, I54L/V, V82L and I84V. At RT, 16 mutations associated to nucleoside reverse transcriptase inhibitors (NRTIs) resistance, A62V, D67N/G, T69E/N/S/d, K70R, V75I/L/M, F77L, V118I, Q151M and M184V, and 18 mutations that confer resistance to the non-nucleoside reverse transcriptase inhibitors (NNRTIs), V90I, A98G, L100I, K101E/N/Q, K103N/R, V106I/L, V108I, E138A/G/K, V179D/T, Y181C and G190A, were identified. The transmission of lineages resistant to PIs, NRTIs and NNRTIs were 1.2%, 1.8% and 2.1%, respectively. Regarding pol genetic variability, we identified two possible signatures, N37K e R41N, at HIV-1 subtype C protease, two T CD4+ epitopes and 18 T CD8+ epitopes, of which five were at protease and 13 at RT. Concerning these last ones, KLVDFRELNK, GIPHPAGLK, TVLDVGDAY, NETPGIRYQY, IRYQYNVL and VIYQYMDDL are highly recommended to the production of vaccine prototypes to be applied in Brazil. The HIV- 1 subtype B introduction in Brazil occurred in the beginning of 1970s, through Rio de Janeiro and Rio Grande do Sul, from where the lineages exponentially spread to Northeastern and Central Brazil. The subtype C, in turn, entered in Paraná, during mid- 1970s, and, briefly after its introduction, started to spread exponentially in the South region. The application of high-resolution phylogenetics, coalescent analysis and phylogeography, allowed an in-depth characterization of the HIV-1 epidemic in Brazil, the reevaluation of hypothesis and the formulation of new insights about the origin and dissemination of subtypes B and C in the country. |
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Informações adicionais:
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Tese (doutorado)—Universidade de Brasília, Instituto
de Ciências Biológicas, Departamento de Biologia Celular, 2010.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Oportunidades perdidas de avaliação sorológica para a infecção pelo vírus da AIDS... #UNB
Oportunidades perdidas de avaliação sorológica para a infecção pelo vírus da imunodeficiência humana na rotina de atendimento ambulatorial do Hospital Universitário de Brasília DF - Publicado em 2009 UNB Universidade de Brasília
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The factors involved in the provision of serological testing to detect human immunodeficiency virus infection, for adults within the outpatient care setting at the University Hospital of Brasilia, were studied. Specific questionnaires were applied to 53 physicians and 347 users. The results showed that 96.8% of the users identified unprotected sexual intercourse as a risk factor for acquiring this infection and that 13.6% were unaware of possibility of vertical transmission. Regarding users' exposure to risk factors, 88.2% practiced unprotected sexual intercourse, 22.2% had a diagnosis of other sexually transmitted diseases and 22.2% had received blood transfusions. The risk factors that physicians asked about most frequently were unprotected sexual practices and previous diagnoses of hepatitis B or C (35.9% for each). Eighteen percent of the users had been offered tests at the University Hospital of Brasilia; 15.8% underwent tests and 7.4% of the individuals tested had not had access to the results. Ninety-one percent of the physicians said that they felt comfortable about offering tests, while only 30.4% offered them routinely. The study confirms that opportunities for serological testing to detect this infection at the University Hospital of Brasilia have been missed and reinforces the need to implement measures to correct this problem.
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Preditores de falha virológica em pacientes tratados com terapia antirretroviral de alta potência (haart) #UNB
Preditores de falha virológica em pacientes tratados com terapia antirretroviral de alta potência (haart) em Brasília, Distrito Federal nos anos 2002 - 2008 em 06/05/10 UNB Universidade de Brasília
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