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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Semana passada eu navegava pelas redes sociais alimentando esse meu vício desmedido por informações, quando me deparo com uma notícia de uma marcha diferenciada.

Não! Aquela não era a marcha para a legalização da maconha, nem a marcha da criminalização da homofobia e também não era nenhum tipo de marcha cristã, era uma marcha de Bacharéis em Direito.
Um tanto que cômico quando li a dita reportagem, na qual dizia que cerca de 50 bacharéis em direito (sim eram 50, nada mais...) estavam em frente à praça dos três poderes protestando quanto à inconstitucionalidade do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), segundo algumas fontes eram esperados cerca de 20 mil pessoas entre estudantes, bacharéis, magistrados e advogados.

O organizador da Marcha foi o presidente do Movimento Nacional dos Bacharéis de Direito (MNDB) Emerson Rodrigues:
Nós reivindicamos o fim do exame da OAB, que exclui milhares de graduados em Direito do mercado de trabalho. É imoral e inconstitucional" declara o presidente tendo como base a pequena margem de aprovação do ultimo exame, no qual apenas 11,8% dos candidatos foram aprovados.

Mas será o Exame da Ordem realmente Inconstitucional?

Pois bem, os protestantes têm como premissa a CF, cuja qual é a única que detêm o poder de delegar poderes e competências políticas.
Em seu artigo 5° e incisos a constituição fala sobre os direitos e garantias fundamentais das pessoas. Dispõe assim o referido artigo:

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