Semana passada eu navegava pelas redes sociais alimentando esse meu vício desmedido por informações, quando me deparo com uma notícia de uma marcha diferenciada.
Não! Aquela não era a marcha para a legalização da maconha, nem a marcha da criminalização da homofobia e também não era nenhum tipo de marcha cristã, era uma marcha de Bacharéis em Direito.
Um tanto que cômico quando li a dita reportagem, na qual dizia que cerca de 50 bacharéis em direito (sim eram 50, nada mais...) estavam em frente à praça dos três poderes protestando quanto à inconstitucionalidade do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), segundo algumas fontes eram esperados cerca de 20 mil pessoas entre estudantes, bacharéis, magistrados e advogados.
O organizador da Marcha foi o presidente do Movimento Nacional dos Bacharéis de Direito (MNDB) Emerson Rodrigues:
“Nós reivindicamos o fim do exame da OAB, que exclui milhares de graduados em Direito do mercado de trabalho. É imoral e inconstitucional" declara o presidente tendo como base a pequena margem de aprovação do ultimo exame, no qual apenas 11,8% dos candidatos foram aprovados.
Mas será o Exame da Ordem realmente Inconstitucional?
Pois bem, os protestantes têm como premissa a CF, cuja qual é a única que detêm o poder de delegar poderes e competências políticas.
Em seu artigo 5° e incisos a constituição fala sobre os direitos e garantias fundamentais das pessoas. Dispõe assim o referido artigo:
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